Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Análise do poema "Presságio"

No description
by

Mariana Dias

on 3 March 2015

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Análise do poema "Presságio"

Hoje iremos dar-vos a conhecer um poema , cujo o nome é "Presságio" da autoria de Fernando Pessoa, e logo de seguida a sua análise.
Introdução:
"Presságio"
Análise do poema

Nome
:
Fernando António Nogueira Pessoa;
Nasceu:
13 de junho de 1888 ,em Lisboa;
Faleceu:
30 de Novembro de
1935, em Lisboa;
Profissão:
Empresário, editor, jornalista, comentador político, tradutor, inventor, e ao mesmo tempo produzia as suas obras em verso e prosa.
Análise do poema "Presságio"
De: Fernando Pessoa
Disciplina:
Português
Professor:
Mário Patrão

Biografia:
Fernando pessoa
"O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar pr'a ela,
Mas não lhe sabe falar.

Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente...
Cala: parece esquecer...

Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pr'a saber que a estão a amar!

Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!

Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar..."

Fernando Pessoa, 24/04/1928
Estrutura Externa:
Este poema é composto por cinco estrofes em que podemos classificálas quanto ao numero de versos como quadras.
De seguida quanto á rima pode-se verificar que em todas as quadras existe rima cruzada.
Possui uma sonoridade leve e calma.

"O amor, quando se revela, A
Não se sabe revelar. B
Sabe bem olhar pr'a ela, A
Mas não lhe sabe falar. B

Quem quer dizer o que sente C
Não sabe o que há de dizer. D
Fala: parece que mente... C
Cala: parece esquecer... D

Ah, mas se ela adivinhasse, E
Se pudesse ouvir o olhar, B
E se um olhar lhe bastasse E
Pr'a saber que a estão a amar! B

Mas quem sente muito, cala; F
Quem quer dizer quanto sente C
Fica sem alma nem fala, F
Fica só, inteiramente! C

Mas se isto puder contar-lhe G
O que não lhe ouso contar, B
Já não terei que falar-lhe G
Porque lhe estou a falar... "
B
Estrutura interna:

Momentos a discutir:
"Quem quer dizer o que sente
Nao sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente
Cala: parece esquecer."
Pretende descrever as inquietações dos apaixonados;
Se os sentimentos forem expressados, vão parecer exagerados mas se os sentimentos nao forem expostos, o amor parecerá falso.
"Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar.
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar"
É explicado que o próprio poema é uma declaração de amor e que por essa razão, já não é preciso passar por todas as complicações anteriormente ditas.
Quadra com maior destaque:
" O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar pr'a ela,
Mas não lhe sabe falar."
Pensámos que será esta, a primeira quadra do poema, que possui um maior destaque no contexto do poema. Dizemos isto, pelo facto de Fernando Pessoa, em vez de elogiar o amor, Pessoa, mostra-se perturbado pelas dificuldades contidas na revelação de um setimento que deveria ser puro, inocente e também, que não houvesse qualquer tipo de complicações.
Esquema rimático:
Fim...
Trabalho realizado por:
Mariana Dias, 10ºF, nº20
Jéssica Cardoso, 10ºF, nº25
Full transcript