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Reinterpretações e conexões crônicas

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by

Geórgia Müller

on 19 September 2013

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Transcript of Reinterpretações e conexões crônicas

Meus livros, meus filmes e tudo mais
Uma menina chamada Susan
Todos dizem
eu te amo

Famoso quem?
A Obra
Antes de mais nada, é preciso conhecer um pouco sobre o livro para, mais tarde, poder reinterpretar algumas crônicas.
- Claudia Laitano
Minha reinterpretação da obra
Susan Sontag era uma menina como qualquer outra. Começou a escrever em seu diário na adolescência e era nele que anotava seus pensamentos, experiências e questionamentos que lhe ocorriam ao longo da vida.
Após a sua morte, seu filho publicou -sem que sua mãe tivesse lhe permitido quando ainda estava viva- seu brilhante diário.
Nele, podemos perceber claramente o amadurecimento sofrido por ela durante a sua vida.
O diário é um baú de recordações. Porém, com o passar do tempo, ele pode se tornar esquecido e até mesmo perdido. Mas no momento em que o relemos, todas as lembranças, até então esquecidas pela cabeça ocupada pelos problemas diários, se libertam.
Talvez ele seja substituído pelas novas tecnologias, mas nada é capaz de despertar este sentimento tão profundo quanto o velho diário repleto de páginas rabiscadas, dobradas e perfumado com as mais belas histórias vividas por alguém.
Sugestão de filme relacionado com o tema
Não é a toa que todos dizem que o exterior é mais desenvolvido que o nosso país. Se acharmos que as pessoas de classe média dos Estados Unidos, por exemplo, possuem as mesmas coisas materiais que uma pessoa brasileira de classe relativamente alta, estamos certíssimos. Isso serve como um belo quadro comparativo econômico atual.
Agora imagine esse mesmo quadro, porém nos anos 80 e 90. Em países mais industrializados e desenvolvidos, as fitas cassetes (um grande lançamento na época) já estavam sendo compradas pela maioria das classes sociais. Enquanto que no Brasil, elas não passavam de simples imagens estampadas em revistas e jornais.
Além da fita cassete, a população ainda se preocupava com a segurança dos carros: crianças andavam somente nos bancos de trás, e todos utilizavam o cinto de segurança. Já no nosso país, era muito difícil dessas normas de segurança serem aplicadas pela população.
Dizer eu te amo era essencial para a população desses países, chegando ao ponto de ser utilizado até quando desnecessário. No Brasil, essas palavras não saíam das telas de cinema e em livros do gênero romântico.
Talvez na nossa década, elas tenham se tornado mais comum, tenham se tornado importantes em momentos de afeto. Porém, elas não são tão intensas quanto o próprio sentimento.
Acho mais preocupante quando as pessoas não desejam bom dia, boa noite, cumprimentam e pedem perdão. Sabemos que nada é tão romântico quanto escutar as palavras “eu te amo”, mas as outras merecem atenção dobrada. Prefiro acreditar que muitos se esquecem de dizê-las, do que acreditar que não aprenderam a utilizar as boas maneiras.
Sugestões de músicas e filmes relacionados com o tema
“Quem é a pessoa mais famosa do mundo? Digite isso no Google, e as respostas serão tão sólidas quanto divertidas: Deus, Michael Jackson, Beatles, Madonna, Oprah e Lady Gaga.”
Vivemos em um mundo onde tudo acontece rápido. Seja a comunicação, ou até mesmo a possibilidade de alguém se tornar famoso. Porém, a questão é: o jovem possui dificuldades de conhecer e admirar antigos famosos.
Antigamente, possuir algum talento para determinada arte, ou até mesmo esporte, era primordial para que se permanecesse nas paradas de sucesso e fosse exemplo para a população.
Talvez os jovens não possuam tal interesse para desfrutar o prazer em conhecer antigas e “imortais” celebridades, e preferem assistir um show de um cantor atual em play back e passar os dias jogando jogos de vídeo game, vivendo permanentemente em um mundo de RPG. Porém, saberiam certamente que Lady Gaga admira Debbie Harry (cantora e compositora), que Lana Del Rey se inspira na Brigitte Bardot, e saberiam quem foram: Audrey Hepburn, Elizabeth Taylor, James Dean, Marlon Brando, Andy Warhol e tantos outros que podem servir como grandes inspirações para as atuais celebridades e para a juventude.
"Everyone will be famous for 15 minutes".
Andy Warhol

Sugestões de filmes e livros relacionados com o tema
"Segunda-feira, 6 de agosto, 1979. Meu aniversário. Quando cheguei ao escritório fui logo cortar o bolo para não ter que fazer isso na frente de todo mundo. Gosto horrível. Brigid encomendou daquela mulher de Nova Jersey. Eu pedi que ela se certificasse de que seria um bolo de noiva. Tinha três andares. Mas no final não era grande o suficiente. Todo dia as pessoas ficaram entrando e saindo e comendo o bolo. Normalmente eu ignoro meu aniversário e dou ordem para todo mundo não mencionar o fato, mas neste ano eu estava com espírito de festa e não queria ir contra. Na realidade eu mesmo organizei a festa e convidei as pessoas." (Trecho de Diários de Andy Warhol Vol. 1 - Coleção L&PM Pocket).
Nome: Geórgia Müller
Turma: 123
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