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Racismo

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by

jessica silva

on 25 November 2014

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Transcript of Racismo

O que é?
Medição dos elementos faciais
Racismo nos Totalitarismos
Hitler, no seu livro Mein Kampf, considerou que "há a diversidade nas raças e que o seu valor é mais ou menos elevado. "
Neste sentido, “O Judeu não tem mínima capacidade para criar uma civilização (…). A sua inteligência nunca servirá para construir, mas sim para destruir (…).”
quinta-feira, 27 de novembro
Vol XCIII, No. 311
1.25€
Eugenismo
Assim, obcecados com a purificação física e mental da raça Ariana, os nazis promoveram o eugenismo, aplicando as leis da genética na reprodução humana.
Racismo
A problemática da diferença é uma constante na história da humanidade. Em todas as sociedades estabelece-se a diferenciação entre “nós” e os “outros”, diferenciação essa inerente à própria definição de pertença.
"O racismo começa quando a diferença, real ou imaginária, é usada para justificar uma agressão. Uma agressão que assenta na incapacidade para compreender o outro, para aceitar as diferenças e para se empenhar no diálogo". (Mário Soares)
Superioridade da raça ariana
Antissemitismo
(ódio aos judeus)
Os nazis realizaram uma série de exames antropométricos para catalogar as características físicas da população e, neste sentido, fundamentar a existência de diferentes "raças".
Incentivavam os casamentos entre Arianos (indivíduos altos, robustos, loiros e de olhos azuis)
Procederam à eliminação dos “impuros” (velhos incapacitados, doentes incuráveis e deficientes mentais).
As perseguições antissemitas
A violência contra os judeus manifestou-se rápida e persistentemente, passando por várias etapas:
1935
1938
1939-45
1940
1933
Os cidadãos eram impedidos de comprar bens em lojas de judeus (fig. 1).
Os judeus, por sua vez, não podiam exercer profissões liberais ou no funcionamento público e apenas um nº restrito poderia frequentar o ensino universitário.
As leis de Nuremberga impediam o casamento e as relações sexuais entre judeus e arianos e privavam os alemães de origem judaica do direito à nacionalidade.
Os judeus foram compelidos a viver em guetos- bairros separados do resto da população e com uma área insuficiente para todas as famílias judaicas da cidade.
Os judeus foram sistematicamente perseguidos, levados para campos de extermínio, onde foram asfixiados em câmaras de gás e, em seguida, queimados em fornos crematórios.

A sua política de genocídio (extermínio em massa) dos judeus era designada por “solução final”. Pela morte de 6 milhões de judeus, este genocídio ficou conhecido por Holocausto.
Fig. !: "Alemães! Defendam-se! Não comprem aos judeus!"
Cartaz ilustrativo
As empresas judaicas foram encerradas e os seus bens confiscados.
Na "Noite de Cristal" (de 9 para 10 de novembro), os nazis vandalizaram sinagogas e lojas judaicas.
Os judeus foram obrigados a usar uma estrela de David à manga da roupa para serem imediatamente identificados.
Estavam, ainda, proibidos de exercer qualquer profissão e de frequentar lugares públicos.
A teoria de que uma “raça” tão especial como a ariana precisaria de mais espaço para se desenvolver conduziu ao expansionismo agressivo do regime hitleriano, sob o nome de “teoria de espaço vital”: os alemães arianos eram reunidos sob o império nazi- o 3º Reich.
" Espaço Vital"
­ Em 1938 a Alemanha anexou a Áustria.
­ Em 1938 os Alemães ocuparam a região dos Sudetas, na Checoslováquia.
­ A 1 de Setembro de 1939 invadiram a Polónia, facto que provocou a reação da Inglaterra e da França, dando inicio à Segunda Guerra Mundial.
A "Grande Alemanha"
Este cartaz de 1938 anunciava a máxima nazi "Um Povo, um Império e um Chefe", isto é, a superioridade da raça ariana, a união de todos os povos de língua e sangue alemão numa "Grande Alemanha" e a autoridade absoluta de Hitler.
Propaganda
Aquando a sua tomada de poder, em 1933, Hitler estabeleceu o Ministério do Reich para o Esclarecimento e Propaganda, dirigido por Joseph Goebbels.




Transmitir os ideais nazistas, com sucesso, através da arte, da imprensa, dos livros, da rádio e materiais escolares.
Objetivo:
Ilustração de um livro infantil antissemita. A placa diz: "Judeus não são bem-vindos aqui." Alemanha, 1936.
— US Holocaust Memorial Museum

Ilustração de um livro nazista destinado a crianças. Os títulos dizem: "Os judeus são a causa do nosso infortúnio" e "Como o judeu trapaceia". Foto tirada na Alemanha, 1936.
— US Holocaust Memorial Museum

Ilustração de um livro infantil alemão antissemita, DER GIFTPILZ (O Cogumelo Venenoso), publicado em Nuremberg, Alemanha, em 1935. A legenda diz: "O nariz dos judeus é curvo, parece um seis."
— US Holocaust Memorial Museum

O regime nazi conseguiu, através de uma propaganda eficiente, mobilizar a população alemã no apoio à sua guerra,na execução dos extermínios em massa de judeus, além de assegurar o consentimento de milhões de pessoas a permanecerem como “espetadores” frente à perseguição racial.










A raça humana
Com o genocídio de milhões de judeus durante a II Guerra Mundial, problematizou-se a noção de "raça" e a cultura ganhou terreno. Os grupos humanos até aí categorizados racialmente, passaram a designar-se por "grupos étnicos" para enfatizar as características culturais e não as hereditárias.


Raça
Grupos étnicos
Os Direitos do Homem
A 10 de dezembro de 1948, a Organização das Nações Unidas proclama a Declaração Universal dos Direitos do Homem, na qual se lê o seguinte:

Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. (...) sem distinção alguma, nomeadamente de raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião pública ou outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situação.
Igualdade?
Embora esta Declaração tenha sido ratificada por 159 países, a realidade tem ficado sempre aquém das palavras. Exemplo disso, é o facto de dez anos depois desta declaração se instalar oficialmente o regime apartheid na África do Sul (1958-1991).
Apesar de estar cientificamente desacreditado, o conceito de "raça" existe na mente dos indivíduos.
Porém, as pessoas têm o cuidado de velar os seus discursos discriminatórios, fazendo a invariável asserção "eu não sou racista, mas..."

Racismo
Um problema da atualidade?
Como o argumento da desigualdade racial é atualmente contra-normativo, enfatizam-se as diferenças culturais.

Por exemplo, já não se detestam os árabes pela sua cor morena, mas por serem "fanáticos religiosos" ou por "tratarem mal as mulheres".

Os novos racismos são bem mais sofisticados e defendem a distanciação. Isto é, não há "raças" superiores ou inferiores, mas cada uma devia permanecer no seu "canto", numa lógica de apartheid.
Placa que proibia a presença de judeus em lugares públicos.
Gueto de Varsóvia
Comboio lotado de judeus a caminho de Auschwitz, 1942.
Mulheres judias no campo de concentração
Entrada do campo de extermínio de Auschwtiz: “Arbeit Match Frei “- O trabalho liberta
Marcas das unhas na câmara de gás
Judeus fuzilados
Seleção dos judeus à chegada de um comboio a Auschwitz
Trabalho forçado na campo de concentração de Auschwitz
Malas de judeus
Kenneth Clark
Nos finais da década de 40, o psicólogo americano Kenneth Clark realizou um estudo entre crianças negras.
Face a duas bonecas- uma mais clara, outra mais escura-, dois terços mostravam uma preferência pela boneca mais clara, que consideravam “mais bonita”, atribuindo à outra boneca características negativas associadas à cor.
Partilhavam os preconceitos dos americanos brancos relativamente aos americanos negros.

Mas....
Estudos mais recentes têm vindo a confirmar esta mesma relação.
As crianças são, assim, o reflexo da sociedade, já que o racismo transmite-se e reproduz-se culturalmente.
Crash
“Crash” faz-nos reflectir sobre o modo como agimos, pensamos e vivemos em sociedade.
Localizada na cidade multicultural que é Los Angeles, a história reflete os problemas da discriminação, do preconceito, da intolerância racial da América contemporânea.

Racismo: Em Portugal
Efetivamente, o racismo vive no “subterrâneo” da sociedade portuguesa. Os grupos mais afectados são os negros, a maioria deles oriundos dos PALOP, e os Ciganos. Em ambos os casos o estatuto de inferioridade é acompanhado da percepção de ameaça e, consequentemente, de medo.
Uma sociedade mais fraca, uma sociedade que não sabe aproveitar o seu capital humano e a riqueza da sua diversidade. Portanto, uma sociedade que não combate o racismo é uma sociedade cujo futuro se prevê pouco pacífico.
Que prejuízos resultam do racismo para uma sociedade?
Conclusão
O racismo adquire assim toda a sua dimensão de fenómeno social, fortemente enraizado nas sociedades e na sua memória coletiva, que é aprendido e reproduzido de forma inconsciente ou naturalizada se não for contrariando por um esforço de reflexividade.
Além disso, é importante reforçar os mecanismos dissuasores da discriminação racial.
Reflexão
Martin Luther King e Nelson Mandela são duas das maiores referências na luta da igualdade, contra o racismo. No entanto, este combate não se faz apenas com referências. Faz-se diariamente e está dependente da iniciativa de cada um de nós. O racismo só existe quando a sociedade permite, quando se tem uma atitude passiva perante a desigualdade e a diferença.
Sou como tu
Nasces, sobrevives
Cresces, observas
Sou como tu.

Optas, decides
Queres, trabalhas
Sou como tu.




Mas, sofres
Vives, acreditas
Sou como tu.

Somos diferentes
Somos iguais
Somos filhos
Somos pais
Sou como tu.


Agora pense...
Catarina Mota de Azevedo Araújo
13 anos
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