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História da assessoria de comunicação

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by

Juliana Gutmann

on 21 January 2016

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Transcript of História da assessoria de comunicação

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO
episódios históricos

Empresários ("barões")
partem para o "combate"!!!!!

*Cenário da comunicação empresarial:
agentes de imprensa - "falsas notícias"
campanhas políticas
utilização de publicidade por parte do empresariado
1906, acidente de trem na principal linha da Pennsylvania Railroad

IVY LEE, jornalista e 'public relations' desobedece o instinto dos empresários: "The publics have to be informed"

John D. Rockefeller e a Colorado Fuel and Iron Co.
EDWARD L. BERNAYS: "O assessor de relações públicas não é um mero fornecedor de notícias, ele é logicamente um 'criador de notícias'"
POISON IVY!
IVY VENENOSO
l
Marcos no governo
1909 - sala de imprensa na Casa Branca (T. Roosvelt)
1913 - (Woodrow Wilson) práticas de entrevistas coletivas / "porta-voz" da Casa Branca
CRISE DE 1929
New Deal
(Franklin Roosvelt)

Informação
tornou-se uma necessidade estratégica
- o público que se dane -
- que o público se engane -

(VIRADA DE SÉCULO)
- que o público seja informado -

(PÓS-GUERRA)
- que o público seja compreendido -
"Meus colegas falam sobretudo da supressão das notícias. (...) Eu queria chamar atenção para outro importante aspecto do problema que é a crescente tendência para a
manipulação da notícia
.
"
(JAMES RESTON, 1955, em testemunho na comissão do Congresso sobre informação governamental e controle da notícia no setor executivo)
"
Enquanto a propaganda substitui opiniões por fatos, os
pseudo-eventos

são fatos sintéticos que influenciam indiretamente as pessoas, fornecendo a base factual sobre a qual elas supostamente compõem suas mentes." (DANIEL BOORSTIN, historiador, 1961)
Guerra do Vietnã
Watergate
Crise do Irã
Guerra do Golfo
Escândalos do governo Clinton
Guerra contra o terrorismo
mídia convencida a evitar cenas chocantes, silenciar entrevistas com porta-vozes ou simpatizantes do Talibã (ou editá-las antes de transmití-las) e editar reportagens produzidas pela al-Jazeera.
1875-1900
A ERA DE OURO DOS ESTADOS UNIDOS

OPERAÇÃO FECHA-BOCA

emprego duplo, propina, favores escusos, almoços sedutores, viagens prazerosas etc.
ENSINO DE RP

DÉCADA DE 30
YALE
HARVARD
COLUMBIA
(ADMINISTRAÇÃO)

DÉCADA DE 60
+200 ESCOLAS DE GRADUAÇÃO
(JORNALISMO OU COMUNICAÇÃO)


FRANÇA, 1946

Shell e Esso Standard
NA EUROPA, ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO É ATIVIDADE INCOMPATÍVEL COM O JORNALISMO E ISTO É PREVISTO EM LIVROS, LEGISLAÇÃO, CÓDIGOS DE ÉTICA E NO PRÓPRIO ENSINO DAS RELAÇÕES PÚBLICAS


"como ocupação principal, permanente e remunerada, [jornalistas] exercem funções de pesquisa, recolha, selecção e tratamento de factos, notícias ou opiniões, através de texto, imagem ou som, destinados a divulgação informativa pela imprensa, por agência noticiosa, pela rádio, pela televisão ou por outra forma de difusão electrónica."


"não constitui actividade jornalística o exercício de funções referidas no número anterior quando desempenhadas ao serviço de publicações de natureza predominantemente promocional, ou cujo objecto específico consista em divulgar, publicitar ou por qualquer forma dar a conhecer instituições, empresas, produtos ou serviços, segundo critérios de oportunidade comercial ou industrial."
ASSESSORIA DE IMPRENSA NO BRASIL
Matriz Cultural

- ANOS 30, Governo Federal torna o controle e a disseminação por meios de comunicação de massa uma política de Estado

1931- DOP -Departamento Oficial de Propaganda
1034 - DPDC - Departamento de Propaganda e Difusão Cultural

1939 - 1945 DIP e DEIPS: censura, fiscalização, controle legal e noticiário laudatório
Lourival Fontes,
O HOMEM DO DIP

Fundamental para manutenção ideológica do Estado Novo

Cooptador de intelectuais e jornalistas
ASSESSOR = INCOMPETENTE

- Sistema institucionalizado de cooptação

- Cultura de controle da informação nos orgãos públicos

- Acusações de ineficiência


DIVULGAÇÃO INSTITUCIONAL NO SETOR PRIVADO

ANOS 50: Inexistência de área específica de relacionamento com a imprensa: ênfase propagandística

1961 - Pioneirismo estratégico da
Volkswagen
(AI):
credibiliade pela prestação de serviços.
Transportes: "progresso e desenvolvimento"
Uso dos calhaus +
Lugar de Fonte
- ABERJ: 1967 - mercado de produção de jornais e revistas empresariais (Atual: Associação Brsileira de Comunicação Empresarial) - marco para a institucionalização do campo

- UNIPRESS de Alaor Gomes e Reginaldo Finotti: 1971, pioneira (“agência de notícias”)
AI e produção de publicações institucionais)

ANOS 80: abertura política

- profissionalização da atividade

- política de relacionamento com a imprensa

- o exemplo da Rhodia: comunicação como complexo poderoso vinculado à estratégia negocial

- enxugamento das redações e o capital social dos jornalistas
Assessoria de Comunicação:
Por que o estigma de chapa-branca?
QUANDO BEM EXECUTADA, FOI (E AINDA É) IMPORTANTE
PORQUE...

qualifica a informação

estimula a democratização

garante facilidade de acesso às fontes e moraliza a relação entre fonte-imprensa

NO BRASIL, ASSESSORIA DE IMPRENSA NÃO É TRATADA COMO RELAÇÕES PÚBLICAS

DISPUTA JORNALISMO - RELAÇÕES PÚBLICAS PELO MERCADO

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO - dimensão de integração de diversas competências e habilidades
Luís XIV - o Rei Sol
“O estado sou eu"
França (XVII / XVIII)
Antigo regime da Idade Moderna

Contexto consolidação da sociedade moderna (XIX/ XX)
(bases históricas para pensar a origem das "relações públicas")
O projeto iluminista
Capitalismo Industrial
Democracia
Esfera pública burguesa

IMPRENSA – paradigma da objetividade
Anos 20 - imprensa tida como verdadeira encarnação do governo democrático
Capitalismo selvagem: riqueza como sinônimo de virtude, condições desumanas de trabalho,
sistema liberal da livre concorrência

Taylorismo (Frederick Taylor) - ideologia da produtividade / ideia de “nova fábrica”

Barões do capitalismo selvagem

Consequências: Luta de classes + jornalismo de denúncia


MUCKRAKING JOURNALISM
expansão da prática de
jornalismo de denúncia contra corrupção administrativa
(entre século XIX e XX)
“Não existem fatos, mas interpretações”
Harold Lassweel

Propaganda techinique in the word war (1927)
Interesse crescente em propaganda e
nos meios de controle:
“ditatorial formação da mente”

AGULHA HIPODÉRMICA
I Guerra - Força do rádio
"guerra dos agentes de imprensa" (NYT)

PRIMÓRDIOS

1909 - Presidente Nilo Peçanha

Secção de Publicações e Bibliotheca (Serviço de Divulgação e Informações) do Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio

Reunir, organizar e divulgar informações sobre indústria, comércio e agricultura.
Informações divulgadas depois que submetidas ao Ministério.
Estratégias sistemáticas e sofisticadas
de promoção de imagem em âmbito governamental
Construção da imagem pública de GETULIO VARGAS e do Estado Novo

DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda):
Poder da censura: esferas teatrais, cinematográficas, esportivas e recreativas
Agência Nacional: monopolizar a divulgação das notícias
Extensivo uso da linguagem ufanista e doutrinária através dos meios de radiodifusão, teatro, cinema, imprensa e educação
Legislação Trabalhista
- 44 horas semanais ("aproximar o presidente do povo")

Criação do programa de rádio oficial
"Hora do Brasil"
("falar diretamente ao povo") - divulgava obras do governo e sambas para enaltecer o presidente

Cinejornal Brasileiro
- série de documentários (formato curta-metragem) compulsoriamente exibidos antes do início dos filmes nos cinemas

Cartilhas
de teor patriótico para os estudantes ("Vargas: o Salvador da Pátria")
Ações do DIP ("superministério")
Ditadura militar - 1964 - 1985
Uso dos meios de comunicação
na gestão dos negócios (imagem institucional do governo: “desenvolvimento nacional”)

1968 - AERP´s: Assessorias Especiais de Relações Públicas: propagar ideais ufanistas e nacionalistas; criar e difundir "verdades" oficiais. Ação favorecida pelo ambiente de censura.

"Impessoalidade, integração, eficiência e progresso"
Força da TV (Globo) como instrumento político
1950 – Chegada da TV no Brasil

1964 a 1975 -
Fase populista / era militar
("TV como exemplo de modernidade")

Obras de ampliação e modernização do sistema de comunicação X censura prévia ao conteúdo

Interferência estatal: redução do preço do televisor
Ênfase na programação "popular"

1965 - TV Globo + Embratel
1969 – JN (“unir o Brasil”)
1970 - programação em rede

PENSAR A COMUNICAÇÃO NO CONTEXTO ORGANIZACIONAL
Construção, promoção e gestão de marca, imagem e reputação
- Relacionamento com a Imprensa
- Comunicação Interna
- Elaboração de produtos corporativos
- Atuação nas redes sociais
- Relações institucionais e governamentais
- Monitoramento e mensuração da comunicação
etc. etc.
COM 127 - profa Juliana Gutmann
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