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Iluminismo

O primado da razão
by

Higor Ferreira

on 1 April 2015

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Transcript of Iluminismo

O primado da
razão
Saber científico
Preocupação com o homem
Movimento Intelectual de proposições sociais, políticas e econômicas.
É responsável pela fundamentação de críticas ao
Antigo Regime "Ancien Régime"
Nobreza
Terceiro Estado:
(cc) image by rocketboom on Flickr
(cc) image by quoimedia on Flickr
Clero
França
Burguesia
Camponeses
Artesãos
Comerciantes
Gravura de Daniel
Chodowiecki (1726-1801)
simboliza alvorecer do
Século das Luzes
LUZES
ENLIGHTMENT
LUMIÈRES
AUFKLÄRUNG
Ouse Saber
Esclarecimento
[<Aufklärung>]
é a saída do homem de sua menoridade, da qual ele próprio é culpado. A menoridade é a incapacidade de fazer uso de seu entendimento sem a direção de outro indivíduo. O homem é o próprio culpado dessa menoridade se a causa dela não se encontra na falta de entendimento, mas na falta de decisão e coragem de servir-se de si mesmo sem a direção de outrem.
Sapere aude!
Tem coragem de fazer uso de teu próprio entendimento, tal é o lema do esclarecimento
Nature and Nature's laws lay hid in night
God said, le Newton be! and all was light
"Les seules lumières de la raison naturelle sont capables de conduire les hommes à la perfection de la science et de la sagesse humaine"
Et ce qu'avait produit l'ignorance grossière
Disparait au grand jour d'un siècle de lumière.
D'alembert
;

Diderot
;
Jean J. Rousseau
; Voltaire
; Montesquieu;
Quesnay;
Turgot
França
Inglaterra
"Só as Luzes da razão natural são capazes
de conduzir os homens à perfeição da
ciência e da sabedoria humana."
Alemanha
Alvorecer de um novo tempo
E tudo que a ignorância grosseira produz
Esvai-se ao claror de um século de luz
A Natureza na noite as suas leis ocultou
Deus disse, faça-se Newton; tudo em luz se tornou
Enciclopédia
"Bom selvagem"
Deísta
Crítico ao clero
Defensor de uma Monarquia Esclarecida e da liberdade de opinião
Três poderes
Em favor de intercâmbios intelectuais
Objetiva romper preconceitos
Crítico e sugestivo
Otimista (acredita em mudança)
Imma
nuel

Kant
Frontispício da Encyclopédie (1772), desenhado por Charles-Nicolas Cochin e gravado por Bonaventure-Louis Prévost. Esta obra está carregada de simbolismo: a figura do centro representa a verdade – rodeada por luz intensa (o símbolo central do iluminismo). Duas outras figuras à direita, a razão e a filosofia, estão a retirar o manto
Siècle des
Jean d'Alembert

Denis Diderot


A Enciclopédia constitui um resumo do pensamento iluminista. As ideias que nortearam sua elaboração foram: a valorização da razão (
racionalismo
), como
substituto da fé
; a valorização da atividade científica, apresentada como meio para se alcançar um mundo melhor; a crítica à Igreja Católica, ao clero, pelo comprometimento com o Estado absoluto; o predomínimo do deísmo, crença em Deus como força impulsionadora do universo.
(1632-1704)
Fisiocracia
Jean-Jacques Rousseau
Barão de Montesquieu
"LAISSEZ FAIRE, LAISSEZ PASSER, LE MONDE VA DE LUI-MÊME"
John Locke
Adam Smith
1. O lema “Laissez-faire, laissez passer, le monde va de lui-même” traduzido para o português como “Deixai fazer, deixai passar, que o mundo anda por si mesmo” diz respeito a que críticas e a quais propostas?
2. Qual era o objetivo do Enciclopedismo?
3. Comente algumas das proposições dos pensadores a seguir:
a) John Locke
b) Jean-Jacques Rousseau
c) Voltaire
d) Montesquieu
Absolutismo
Liberalismo político
Mercantilismo

Liberalismo econômico
Instituição católica

Liberdade religiosa
anticlericalismo
Estude, serinho! Bom final de semana!
Boa Prova!
Escócia
"It is not from the benevolence of the butcher, the brewer, or the baker, that we expect our dinner, but from their regard to their own self-interest.
"[...] ao governante não lhe caberia jamais o direito de destruir, de escravizar, ou de empobrecer propositadamente qualquer súdito"
"Não é da benevolência do padeiro, do açougueiro ou do cervejeiro que eu espero que saia o meu jantar, mas sim do empenho deles em promover seu auto-interesse"
http://spectrummagazine.org/article/column/2009/01/23/adam-smith-selfishness-or-self-interest
Fonte


A fisiocracia, surgida no século XVIII, é considerada a primeira escola de economia científica.
Os fisiocraras acreditavam que a sociedade tinha um funcionamento natural, inclusive no seu sentido econômico, sendo desnecessário o ato de constantemente intervir nestes assuntos referentes à economia

Sendo assim, sua percepção era de que os tributos e as tentativas de controlar o desenvolvimento da economia eram um problema.
Toda a riqueza, segundo a sua percepção, vinha da terra. O que explica o porque de sugerirem que os tributos fossem cobrados tão somente ao setor de produção agrária.
Assim, o mercador ou comerciante, movido apenas pelo seu próprio interesse egoísta (self-interest), é levado por uma mão invisível a promover algo que nunca fez parte do interesse dele: o bem-estar da sociedade." Como resultado da atuação dessa "mão invisível", o preço das mercadorias deveria descer e os salários deveriam subir.
Direitos naturais
Liberalismo Econômico
Isaac Newton
Princípios matemáticos
Sua obra, Philosophiae Naturalis Principia Mathematica, é considerada um marco, sendo de influência universal para os estudos matemáticos.
Sua contribuição foi no que diz respeito a procura de leis para explicar os fenômenos naturais.
Isaac Newton
O trono real não é o trono de um homem, mas o trono do próprio Deus. Três razões fazem ver que a monarquia hereditária é o melhor governo. A primeira é que é o mais natural e se perpetua por si próprio. A segunda razão é que esse governo é o que interessa mais na conservação do Estado e dos poderes que o constituem: o príncipe, que trabalha para o seu Estado, trabalha para seus filhos. A terceira razão retira-se da dignidade das casas reais.

BOSSUET, Jacques-Bénigne. A política inspirada na Sagrada Escritura. In: FREITAS, Gustavo de. 900 textos e documentos de História. Lisboa: Plátano, 1977. (Adaptado).

Nenhum homem recebeu da natureza o direito de comandar os outros. A liberdade é um presente do céu, e cada indivíduo da mesma espécie tem o direito de gozar dela logo que goze da razão. Toda autoridade (que não a paterna) vem duma outra origem, que não é a da natureza. Examinando-a bem, sempre se fará remontar a uma dessas duas fontes: ou a força e violência daquele que dela se apoderou; ou o consentimento daqueles que lhe são submetidos, por um contrato celebrado ou suposto entre eles e a quem deferiram a autoridade.

DIDEROT, Denis. Autoridade política. In: FREITAS, Gustavo de. 900 textos e documentos de História. Lisboa: Plátano, 1977.


No primeiro texto, a justificativa religiosa para a consolidação do poder monárquico já é explicitada nas primeiras linhas. Ao dizer que o “trono real” seria “o trono do próprio Deus”, Bossuet indica que a configuração do poder político ocorre através de uma capacidade oferecida pela provisão divina. Sendo assim, na medida em que o imperador exercia o seu poder, ele estaria, na verdade, garantindo o cumprimento de um desígnio sagrado no mundo.

Ao apontar tais características na fala do pensador, cabe ao professor salientar que o discurso de autoridade religiosa tinha grande força nessa época. De fato, a divinização do imperador era um dado tomado como verdadeiro por milhares de pessoas que viam o rei como um representante de Deus na Terra. Com isso, a submissão às vontades do monarca se transformava em uma prova de fé, na medida em que suas ações eram interpretadas como um meio de se atender à vontade divina.

Passando então para o outro fragmento, notamos que Diderot vai diretamente contra o pensamento de Bossuet ao escrever que nenhum “homem recebeu da natureza” o poder político. Ao fazer tal afirmação, ele contraria a tradicional naturalidade que justificava a presença dos monarcas no comando dos vários Estados europeus do século XVIII. Mais do que isso, ele frisa que a liberdade e a razão são as duas únicas coisas que foram divinamente concedidas ao homem.

Ao destacar esse último argumento, notamos que Diderot nega a natureza divina do poder político, mas não exclui o poder de ação divina para explicar a liberdade e a razão como dons naturais ao homem. Sendo assim, o aluno poder ver que o iluminista renega o princípio do “direito divino do reis” sem que para isso questione a própria existência de Deus. Em sua perspectiva, a interferência de Deus na vida humana em nada tem a ver com as formas de organização do poder político.



Por Rainer Sousa
Mestre em História
Equipe Brasil Escola

História - Estratégias de Ensino - Educador - Brasil Escola
Uma apresentação de Higor Ted Ferreira
Primeiro
Estado
Segundo
Estado
Terceiro
Estado
0
5
10
15
20
25
População
Francesa
População
Rural
População
Urbana
0
5
10
15
20
População
Francesa
(1712-1778)
"[...] a única esperança de garantir os direitos de cada um é então organizar uma sociedade civil e ceder todos esses direito à comunidade";
sendo assim,
"o que a maioria decide é sempre justo no sentido político e torna-se absolutamente obrigatório para cada um dos cidadãos".
Para Rousseau o homem é um "
bom selvagem
", isso valendo para qualquer ser humano no
estado de natureza
. A livre vontade do homem que teria gerado a sociedade, sendo as leis a expressão dessa livre vontade. Por isso para ele o voto era tão importante, pois expressaria a vontade do povo. Afirmava que:
Crítico da ordem absolutista
Quais os problemas da maioria sempre
decidir o que é certo? A maioria não
comete equívocos e injustiças?
Pense a respeito, comente com os
seus colegas
Será que isso não pode representar um problema? Vamos pensar um pouco na nossa sociedade a partir da perspectiva de Rousseau...
"A tranquilidade também se encontra nas masmorras, mas é isso suficiente para que seja agradável o lugar em que se vive? Renunciar à liberdade é renunciar a ser homem".
Atenção:
Rousseau era uma exceção entre os iluministas por criticar a burguesia e a propriedade privada, que, segundo ele, era a raiz da infelicidade humana.

"O primeiro homem a quem ocorreu pensar e dizer "isto é meu", e encontrou gente suficientemente ingêncua para acreditar, foi o verdadeiro fundador da sociedade civil. Quantos crimes, guerras e assassínios teriam sido evitados ao gênero humano se aquele, arrancando as estacas, tivesse gritado: Não, impostor".
(1717-1783)
(1713-1784)
Constitui-se de 35 volumes, contando com o trabalho de 130 colaboradores:
Montesquieu
contribuiu com um artigo sobre estética;
Quesnay e Turgot
versaram sobre economia;
Rousseau
discorreu sobre música e
Voltaire
sobre religião e filosofia.
Defensor de uma
Monarquia Esclarecida
, isto é, um governo baseado nas ideias dos filósofos.
Monarquia esclarecida
ou
Despotismo esclarecido
Rei
Luz
Simbolizando a razão
Um rei "iluminado" pela luz da razão
Até que estas ideias
são interessantes
cujo nome verdadeiro era François Marie Arouet.
(1694-1778)
Voltaire
Apesar de
ferrenho crítico à Igreja
, era deísta, ou seja, acreditava na presença de Deus na natureza e no homem, bastando a razão para encontrá-lo.
Criticava a servidão, os resquícios feudais, as guerras e desacreditava no poder intelectual das massas.
"
Discordo daquilo que dizes, mas defenderei até à morte o teu direito de o dizeres."
DEFENDIA A LIVRE EXPRESSÃO
"[...] tudo estaria perdido se o mesmo homem ou a mesma corporação [...] exercesse esses três poderes: o de fazer leis, o de executar as resoluções públicas e o de julgar os crimes ou as desavenças dos particulares"
Foi o autor de
"O Espírito das Leis"
, onde sistematiza a
teoria da divisão de poderes
(legislativo, executivo e judiciário). Para ele não cabia ao Estado realizar os planos divinos, mas garantir aos cidadãos a liberdade, por meio de uma divisão equilibrada de poderes:
título nobiliárquico de Carlos Secondad.
(1689-1755)
Quesnay
(1694-1774)
(1727-1781)
Turgot
John Locke
Logo o
GOVERNO
serve para
PROTEGER
os
DIREITOS
do
HOMEM
Suas ideias ajudaram a derrubar o absolutismo na Inglaterra. Locke dizia que todos os homens, ao nascer, têm direitos naturais: direito à vida, à liberdade e à propriedade. Para garantir esses direitos naturais, os homens haviam criado governos. Se esses governos, contudo, não respeitassem a vida, a liberdade e a propriedade, o povo tinha o direito de se revoltar contra eles. As pessoas podiam contestar um governo injusto e não eram obrigadas a aceitar suas decisões.
(1723-1790)
Pregava a não-intervenção do Estado na economia
e um Estado limitado às funções de guardião da segurança pública, mantenedor da ordem e garantia da propriedade privada. Defendia a liberdade contratual, pela qual patrões e empregados seriam livres para negociar os contratos de trabalho.
Adam Smith
Os princípios norteadores da economia política colocaram em xeque as práticas mercantilistas verificadas no sistema colonial moderno. A principal crítica feita pelos teóricos liberais ao mercantilismo foi a de que aquele sistema impedia o livre curso das atividades econômicas, sob a justificativa de que era necessário proteger os interesses da nação. Vários seriam os exemplos de práticas mercantilistas: as restrições às importações e o estímulo às exportações (balança comercial favorável, ou seja, vender mais e comprar menos, ou vender mais caro e comprar mais barato, ou os dois); as proibições de exportar metais (a ideia de que a riqueza de um país está diretamente relacionada à quantidade de dinheiro/moeda de que dispõe); as regulamentações leoninas da atividade econômica pelo Estado; a prática dos subsídios às manufaturas nacionais – o que, para Smith, favorecia os produtores em detrimento dos comerciantes e do restante da população –; e a proibição de as colônias comercializarem com outros países. Essas foram práticas mercantilistas correntes, que variaram em intensidade de país para país. Coube a Adam Smith e a outros teóricos
DETALHANDO A QUESTÃO
(1643-1727)
Com razão vem avanço
Com razão vem avanço
Com razão vem avanço
Falei pra você
Que com a luz vai pra frente
Fica diferente o nosso pensar
O iluminista, reflete, critica
A sociedade em que quer morar
Com razão vem avanço
Aqui não tem descanso
A tradição eu quero arrebentar
Se der uma chance, quem sabe esse lance
Até em outros lugares vai poder chegar
E a nossa onda é pensar
Pensar, pensar, pensar
Ousar saber, criticar
Pensar, pensar, pensar
John Locke quer seus direitos
Rousseau tem anseios
da sociedade democratizar
Voltaire e o despotismo esclarecido
Pro Absolutismo enfim recuar
Montesquieu três poderes
Diderot crê que os seres
conhecimento podem alcançar
Smith e fisiocracia na economia
Querem com o liberalismo avançar
ILUMINISMO
SÉCULO XVIII
INDISSOCIABILIDADE ENTRE CRÍTICAS E SUGESTÕES
Intervencionismo econômico
O PRIMADO DA RAZÃO
SABER CIENTÍFICO
PREOCUPAÇÃO COM O HOMEM
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