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O Homem é um animal simbólico.

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Miliane Fantonelli

on 11 May 2017

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Transcript of O Homem é um animal simbólico.

Aula
E por que o autor refere à linguagem como fascista? (p.15)
Semiologia "do Barthes" (p.35)
Crise do Ensino
p. 43
Semiótica
- Estuda os signos e sua significação.

- Compreende, portanto, a linguagem.
Aula
1) É um texto, portanto, envolve linguagem.

2) O Autor coloca propriamente a questão da linguagem, mais especificamente a semiótica.

A espécie humana é simbólica.
Mas o que isso significa?

1) São capazes de relacionar a realidade abstrata de maneira concreta.

2) A representação é feita através dos signos, dos ícones e dos símbolos.
Estudo da Aula
Roland Barthes

Aula
Abra o livro. Veja a contra capa. Todos os elementos ali colocados tem um significado.
O que é opressivo em um ensino não é o saber ou a cultura que veicula. São as formas discursivas que é proposto (p. 45) .
Qual a relação disso com o texto "Aula"?
Função Emotiva da Linguagem
Função Referencial da Linguagem
Função Poética da Linguagem
Função Fática da Linguagem
Função Metalinguistica da Linguagem
Poética

Estou farto do lirismo comedido
Do lirismo bem comportado
Do lirismo funcionário público com livro de ponto expediente
protocolo e manifestações de apreço ao Sr. Diretor.
Estou farto do lirismo que para e vai averiguar no dicionário o
cunho vernáculo de um vocábulo.
Abaixo os puristas
[...]
Quero antes o lirismo dos loucos
O lirismo dos bêbados
O lirismo difícil e pungente dos bêbedos
O lirismo dos clowns de Shakespeare
Não quero mais saber do lirismo que não é libertação.

Manuel Bandeira
Isso que estamos fazendo: usando a linguagem para falar dela própria.

“Se não insistirmos na importância crucial das humanidades e das artes, elas vão desaparecer gradativamente porque não dão lucro. Elas só fazem o que é muito mais precioso do que isso: criam um mundo no qual vale a pena viver, pessoas que são capazes de enxergar os outros seres humanos como pessoas completas, com opiniões e sentimentos próprios que merecem respeito e compreensão, e nações que são capazes de superar o medo e a desconfiança em prol de um debate gratificante e sensato”. (Nussbaum, Martha. Sem Fins Lucrativos: por que a democracia precisa das humanidades, p. 143-144).
Função Apelativa da Linguagem
AUTORITARISMO DA ASSERÇÃO + GREGARISMO DA REPETIÇÃO
OS SIGNOS SÓ EXISTEM QUANDO SÃO RECONHECIDOS
= "Não me contento com repetir o que foi dito, com alojarme confortavelmente na servidão dos signos: digo, afirmo, assento o que repito." (Barthes, Roland. Aula, p. 16).
Qual a saída?
Trapacear com a língua.Ouvir a língua fora do poder. Revolução permanente da linguagem: LITERATURA! (p. 17)
Quais são as "forças" da Literatura? (p.18)
*Mathesis
: a literatura assume muitos saberes.

*Mimesis
: representação do real, mesmo que o real seja irrepresentável, impossível (Lacan).

*Semiosis
: jogar com os signos.
Má-fé + boa consciência = Grande Uso (Brecht)

*Objeto é o texto do imaginário.
Semiologia apofática
p. 38
-> Não pode ser metalinguagem.

->Tem uma relação ancilar com a ciência, mas não é uma disciplina.
Renascer
p. 48

->Ensinar o que se sabe.

->Ensinar o que não se sabe = pesquisar.

->Desaprender = Sapientia (nenhum poder, um pouco de sabedoria, e o máximo de sabor - p. 49).
Linguagem e o Direito
->O Direito é uma linguagem.

->O Direito tem uma linguagem.
QUAIS AS FORMAS DISCURSIVAS SÃO UTILIZADAS HOJE NO ENSINO JURÍDICO?
Direito e sua Linguagem - Warat
O direito tentou tranformar a doxa em episteme, sob o viés do positivismo, produzindo uma linguagem semântica e sintática purificada (p.99). O direito precisa considerar que a linguagem vai analisar a significação denotiva dos termos e a semiologia vai considerar a natureza do discurso, as leituras ideológicas e a significação como fenômeno discursivo (p.100).


"No processo, o palco do embate é o do discurso, da narração, que é a interação de linguagem e fatos, sob o signo da ficção. Daí os pontos de aproximação entre Direito e Literatura. Os fatos não existem como tais, mas assumirão certas facetas ao serem (re)vestidos pela linguagem, que lhe estabelecerá limites, um local em que pisar – até aqui e ali posso defini-los – mas nunca é preciso, nem corresponde ao “objeto”."
Impressões sobre Direito e Literatura
A.M.R e F.B.
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