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Período Entre Guerras Mundiais

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Transcript of Período Entre Guerras Mundiais

A CRISE ECONÔMICA DE 1929
REGIMES TOTÁLITÁRIOS
REVOLUÇÃO RUSSA DE 1917
A CRISE da IDEOLOGIA LIBERAL
Com o final da primeira guerra mundial em 1918, a ideologia liberal entra em franco declínio na Europa, e nos Estados Unidos em 1929, por ter levado esses países a caírem em graves crises econômicas e sociais.
Com a deteriorização dos conceitos liberais, novos modelos ideológicos ganharam força e foram normatizadas, em especial os que defendiam total controle do Estado sobre a economia e o indivíduo.
Os principais modelos político-ideológicos que foram aplicados em substituição a liberalismo foram:
Socialismo;
Comunismo;
Totalitarismo;
New Deal (Novo Acordo).
Ideologia é um termo usado no senso comum contendo o sentido de "conjunto de idéias, pensamentos, doutrinas e visões de mundo de um indivíduo ou de um grupo, orientado para suas ações sociais e, principalmente, políticas".
A ideologia, segundo
Karl Marx
, pode ser considerado um instrumento de dominação que age através do convencimento (e não da força), de forma prescritiva, alienando a consciência humana e mascarando a realidade.
O Socialismo é um sistema sócio-político caracterizado pela apropriação dos meios de produção pela coletividade.
Abolida a sua propriedade privada destes meios, todos se tornariam trabalhadores, tomando parte na produção, e as desigualdades sociais tenderiam a ser drasticamente reduzidas uma vez que a produção, sendo social, poderia ser equitativamente distribuída.
A proposta de Karl Marx, um dos autores que desenvolveu este tema, é a de que o
socialismo
fosse um sistema de transição para o
comunismo
, que eliminaria de forma integral o Estado e as desigualdades sociais.
O Comunismo é uma ideologia e um sistema econômico que tem por objetivo
a criação de uma sociedade sem classes sociais
baseada na propriedade comum dos meios de produção, com a consequente abolição da propriedade privada.
O comunismo, cujas origens remontam às obras de Karl Marx, é normalmente considerado como parte de um mais amplo movimento socialista. Sob tal sistema, o Estado não teria necessidade de existir e seria extinto.
Totalitarismo é um regime político baseado na extensão do poder do Estado a todos os níveis e aspectos da sociedade ("Estado Total", "Estado Máximo").
Pode ser resultado da incorporação do Estado por um Partido (único e centralizador) ou da extensão natural das instituições estatais. Geralmente, é um fenômeno que resulta de extremismos ideológicos e uma paralela desintegração da sociedade civil organizada.
O totalitarismo é um regime inserido na 'sociedade de massas', não existindo enquanto tal antes do século XX. São paradigmas na história os regimes totalitários de Adolf Hitler e Josef Stalin, respectivamente na Alemanha e na União Soviética.
New Deal
Os países de forte ideologia liberal, em especial os EUA, fizeram uma releitura e novas adaptações do liberalismo clássico, na qual este agora teria um maior controle estatal, aliados a política de empregabilidade e de bem estar social.
O economista inglês
John Maynard Keynes
é o criador dessa nova face do liberalismo, ao afirmar que o modelo clássico anterior era inviável de se sustentar sem o auxílio do Estado.
Revolução Russa e o Comunismo
Ao final do século XIX e o início do século XX encontramos o Império Russo com uma estrutura arcaica. Esta estrutura, apresentava um PODER POLÍTICO centralizado fortemente nas mãos do Czar (autocracia) e um reduzido poder da Assembléia Legislativa (“Duma”); o poder econômico agrícola, está baseado nos grandes latifúndios e no trabalho servil; o desenvolvimento industrial, reduzido, está ligado ao capital estrangeiro; a sociedade, aristocrática, tem na nobreza o sustentáculo do regime; a burguesia e o proletariado urbano crescem com o desenvolvimento industrial; os camponeses, apesar da maioria, viviam explorados e em péssimas condições.
czar Nicolau II
A Revolução Russa de 1917 foi um acontecimento capital na História do Século XX. E, apesar de o mundo socialista por ela criado haver desmoronado no final do período, aquele evento exerceu uma extraordinária influência na vida de centenas de milhões de seres humanos.
Os antecedentes do cenário revolucionário são diversos: Governo czarista autocrata e absolutista em pleno século XIX, e as crises agrícolas com desabastecimento e fome da população mais pobre.
A saída encontrada pelo governo foi estimular um programa de industrialização, isso permitiu que muitos estrangeiros fossem para a Rússia e várias fábricas foram implantadas, conseqüentemente entre os anos de 1880 e 1900 e Rússia apresentou as maiores taxas de crescimento industrial.
Em 1904 a Rússia se envolveu em uma guerra contra o Japão. Este conflito desorganizou a economia piorando a situação dos operários e camponeses. A humilhação da derrota acirrou os ânimos contra o czar. No ano seguinte, os habitantes saíram em uma passeata a fim de entregar um abaixo-assinado ao Imperador pedindo melhoras nas condições de vida e a instalação de um parlamento. O czar respondeu com um massacre promovido por suas tropas, aumentando ainda mais a revolta do povo.
Grande parte da oposição era socialista e se baseava nas idéias de Karl Marx, eles acreditavam que todos os problemas do país só acabariam se o capitalismo fosse abolido e o comunismo fosse implantado.
Os comunistas se dividiam em dois grupos: Bolcheviques e Mencheviques.

-
Bolcheviques:
queriam derrubar o czarismo pela força, eram liderados por Lênin.

-
Mencheviques:
propunham a implantação do socialismo através de reformas.
Com o advento da Primeira Grande Guerra (1914) o povo russo se sentiu na obrigação de lutar, porém o combate trouxe algumas trágicas consequências:

- Desorganização da economia;

- Fome, pobreza e racionamento;

- Saques, passeatas e protestos contra o czar;

- Renúncia do czar em 1917 diante da pressão popular.
Com a derrubada do czar, o governo provisório (cujos membros se identificavam com os interesses da burguesia russa) assumiu o poder. Esse governo adotou algumas medidas, como:

- Anistia para presos políticos

- Liberdade de imprensa

- Redução da jornada de trabalho para 8h.


Estas medidas agradaram à burguesia, mas os camponeses (queriam terras) e operários (queriam melhores salários) não gostaram.


Os bolcheviques, aos poucos, se tornaram os porta-vozes de todas essas reivindicações.
REVOLUÇÃO BRANCA DE FEVEREIRO DE 1917
Os sovietes eram organizações políticas que nasceram no seio das camadas populares e representavam os interesses dos trabalhadores. Assim, havia os sovietes de operários, de camponeses e de soldados. Expressavam uma forma de poder popular em oposição ao governo provisório e se tornaram decisivos nos rumos políticos do país.

Alguns grupos viam nos bolcheviques a solução pra diversos problemas.
Lênin apoiado pelos sovietes e por uma milícia popular conquista a capital obrigando o governo provisório a renunciar e assumindo o governo em 1917. Eles acreditavam que só o comunismo poderia trazer felicidade para os russos. No poder, eles tentaram realizar e criar uma sociedade onde todos fossem iguais e livres.

Para realizar "esse sonho", foram tomadas várias medidas:

- As terras da Igreja, nobreza e burguesia foram desapropriadas e distribuídas aos camponeses

- Quase tudo se tornou propriedade do estado (fábricas, lojas, diversões, bancos,etc)

A idéia dessas medidas era criar igualdade entre os homens, pois, segundo o Marxismo, sem propriedade não haveria exploradores e explorados.
REVOLUÇÃO "VERMELHA" DE OUTUBRO DE 1917
Várias foram as dificuldades que surgiram durante o governo e o novo regime se tornava mais autoritário, distanciando cada vez mais o sonho de criar uma sociedade onde todos fossem livres e iguais.

Em 1921, foi permitido ao povo a abertura de pequenos negócios, pois a economia precisava ser estimulada. Os camponeses voltaram a produzir para vender no mercado e as grandes empresas estatais passaram a considerar as necessidades de consumo do povo.



Esta série de medidas ficou conhecida como Nova Política Econômica (NEP) e teve resultados satisfatórios no campo econômico, porém no campo social não foi tão bom assim.


No campo, surgiram camponeses ricos que pagavam um salário para outros camponeses. Para os comunistas essa atitude representava a volta da exploração capitalista.

Nas cidades, os grandes empresários lucravam com essa nova economia e isso fortaleceu o aumento das desigualdades sociais.
Em termos políticos o poder ficou nas mãos do Partido Comunista. Outros partidos (inclusive os demais partidos comunistas) e os sindicatos foram proibidos de funcionar.



Após a morte de Lênin, Trotsky (chefe do exército) e Stálin foram os dois líderes que disputaram o poder. Stálin saiu vencedor.
Com Stán decidido a industrializar o país, ele só podia contar com dinheiro que vinha da agricultura, já que não podia fazer empréstimos internacionais por causa da pobreza em que o país se encontrava.


Para aumentar a produtividade, foram criadas as fazendas coletivas e muitos camponeses foram obrigados a entregar o gado e as terras ao estado para trabalharem (contra a vontade) nestas fazendas.
Nas fábricas, os operários foram proibidos, sob ameaça de morte, de fazer greve ou mudar de emprego. Apesar disso, as metas de Stálin foram alcançadas e a União Soviética passou por um processo de modernização e industrialização. Porém, o totalitarismo implantado por Stálin na URSS mantinha um rígido controle sobre a imprensa e a cultura em geral.
kolkhozes e sovkhozes
Durante a Primeira Guerra Mundial, a economia norte-americana estava em pleno desenvolvimento. As indústrias dos EUA produziam e exportavam em grandes quantidades, principalmente, para os países europeus.



Após a guerra o quadro não mudou, pois os países europeus estavam voltados para a reconstrução das indústrias e cidades, necessitando manter suas importações, principalmente dos EUA.
Com a diminuição das exportações para a Europa, as indústrias norte-americanas começaram a aumentar os estoques de produtos, pois já não conseguiam mais vender como antes. Grande parte destas empresas possuíam ações na Bolsa de Valores de Nova York e milhões de norte-americanos tinham investimentos nestas ações.
Em outubro de 1929, percebendo a desvalorização das ações de muitas empresas, houve uma correria de investidores que pretendiam vender suas ações. O efeito foi devastador, pois as ações se desvalorizaram fortemente em poucos dias. Pessoas muito ricas, passaram, da noite para o dia, para a pobreza. O número de falências de empresas foi enorme e o desemprego atingiu mais de 30% dos trabalhadores.
A crise, também conhecida como “A Grande Depressão”, foi a maior de toda a história dos Estados Unidos. Como nesta época, diversos países do mundo mantinham relações comerciais com os EUA, a crise acabou se espalhando por quase todos os continentes.
Nos 10 anos seguintes, a economia norte-americana continuava crescendo causando euforia entre os empresários. Foi nessa época que surgiu a famosa expressão “American Way of Life” (Modo de Vida Americano). O mundo invejava o estilo de vida dos americanos.

A década de 20 ficou conhecida como os “Loucos Anos 20”. O consumo aumentou, a indústria criava, a todo instante, bens de consumo, clubes e boates viviam cheios e o cinema tornou-se uma grande diversão.
A crise se torna mundial porque as filiais de bancos e indústrias americanas quebram em diversos pontos do globo e a instabilidade levam os governos a se precaverem, adotando uma postura protecionista nos anos 30, através da elevação das taxas alfandegárias e contenção dos gastos com importações. Assim, a redução do comércio internacional é uma das características do período da Grande Depressão, que o mundo capitalista assiste na década de 30.

Essa situação aflige também as nações periféricas, dependentes das compras das grandes potências, sobretudo de produtos primários, agora sem condições de efetuá-las.
No Brasil, a cafeicultura é drasticamente afetada, pois o café, único grande produto nacional não é mais comprado pelos Estados Unidos. Os cafeicultores, detentores inclusive do poder político, perdem muito de sua força econômica, o que abala substancialmente também seu prestígio político, possibilitando a Revolução de 20 que faz emergir novas forças no cenários político nacional.

Apenas a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas não é afetada pela crise por não possuir vínculo com o mundo capitalista.
O New Deal: Uma proposta para amenizar a crise
Nos anos 30, assume a presidência da república do EUA,
Franklyn Delano Roosevelt
. Sua principal realização no período da depressão é uma plano econômico elaborado de conformidade com o economista britânico
John Maynard Keynes
, denominado
“New Deal”
, visando reduzir os efeitos da crise. Muitas das propostas do novo plano, expostas a seguir, são adotadas em várias potências afetadas:
O Estado assume a responsabilidade de salvar a Nação, regulamentando a sua economia. O New Deal propõe, o intervencionismo, uma vez que a super produção originária da crise também se deveu ao liberalismo excessivo do governo norte americano em sua economia;
Concessão, por parte do Estado, de empréstimos aos falidos, mediante emissões controladas;
Redução da jornada de trabalho para dar oportunidade a mais pessoas de trabalharem, reduzindo o desemprego;
Ampliação do salário do operariado para crescer o mercado consumidor interno e o aumento dos benefícios da Previdência Social, como a criação do seguro-desemprego;
O Estado promove a geração de empregos públicos nos setores urbanos não produtivos (arborização das cidades, coleta de lixo, restauração de prédios e ruas, etc.), uma vez que atividades como a industrial ou agrícola não conseguem absorver mão-de-obra em razão da superprodução. Estimula-se, assim, o consumo, em aumentar a produção;
Ampliação da autonomia sindical e de sua capacidade de negociação;
O Estado incrementa o setor bélico e amplia os quadros de serviço militar, numa clara preparação com vistas à 2° Grande Guerra Mundial. O militarismo utilizado para gerar empregos é simultaneamente um atenuante dos efeitos da crise e um resguardo diante do crescimento das forças militares Nazi-Fascistas.
O cenário europeu e mundial para o capitalismo em crise nos anos de 1930 foi o ideal para que ditadores assumissem o comando político de vários países, tendo assim início a era dos regimes totalitários.
TOTALITARISMO, é o Regime Político em que o Estado é mais importante que o indivíduo, o cidadão . Em nome dos interesses do Estado, os governantes passam a controlar, de forma absoluta, os diversos setores da sociedade, intervindo nos meios de comunicação, nos órgãos de segurança, nos sindicatos, etc. Esse tipo de atuação leva ao fim da democracia liberal e da liberdade de expressão.
CARACTERÍSTICAS:
1) NACIONALISMO EXALTADO (Alemanha = Xenofobia)
2) ANTI-LIBERALISMO
3) ANTI-SOCIALISMO
4) UNIPARTIDARISMO
5) LIDERANÇA CARISMÁTICA
6) MILITARISMO
7) AUTORITARISMO
8) RACISMO
9) IRRACIONALISMO
Os dois grandes paradigmas dos regimes totalitários foram a Itália fascista, e a Alemanha Nazista.
Outras nações nazifascistas:
Espanha, com o ditador Francisco Franco
Portugal, e o Salazarismo
governo Ustache, na Croácia
Estado Novo de Getúlio Vargas no Brasil
Espanha (1936-1975) - Após a prisão e execução em 1936 do seu fundador José Antonio Primo de Rivera durante a Guerra Civil Espanhola, o partido da Falange Espanhola foi liderado pelo Generalíssimo Francisco Franco, que se tornou conhecido como El Caudillo, líder indisputado do lado nacionalista na guerra civil, e, após a sua vitória, chefe de estado espanhol até à sua morte, mais de 35 anos depois.
Portugal (1932-1974) - Menos restritivo que os regimes da Itália e Espanha, o Estado Novo de António de Oliveira Salazar era no entanto um regime filo-fascista, ou seja, um regime autoritário com inspiração fascista, refletida no regime de Partido único (União Nacional) e no corporativismo de Estado. António de Oliveira Salazar não definia o regime do Estado Novo como totalitário, antes considerava o estado como limitado pela moral e pelo direito.
No Brasil entre os anos de 1937 a 1945, Getúlio Vargas estabeleceu um regime político centralizado e autoritário, muito próximo do modelo fascista, que se intitulava Estado Novo.
Entre os anos de 1934 a 1943, nacionalistas radicais croatas, contrários a posição protagonista da Sérvia no movimento pan-eslavista, obtiveram apoio popular nas eleições locais e instauraram um virulento governo nos moldes nazifascista conhecido como Ustache. Um dos maiores massacres ocorridos durante a II Guerra Mundial aconteceu em território sérvio e croata, onde milhares de pessoas pertencentes a minorias étnicas e religiosas foram assassinados em enorme escala.
O fascismo é uma corrente prática da política totalitária que ocorreu na Itália, entre 1922 a 1945 que se opunha aos diversos liberalismos, socialismos e democracias. Surgiu no período entre guerras, e abriu caminhos para o surgimento de diversos outros movimentos e regimes de extrema direita
O fascismo italiano assumiu que a natureza do Estado é superior à soma dos indivíduos que o compõem e que eles existem para o Estado, em vez de o Estado existir para os servir. Todos os assuntos dos indivíduos são assuntos do Estado.

O fascismo tinha como principais características: o totalitarismo, a liderança carismática, o corporativismo, o nacionalismo, o militarismo, o expansionismo e o companheirismo entre os fascistas.

"Tudo no Estado, nada fora do Estado, nada contra o Estado"
O nazismo é frequentemente considerado por estudiosos como uma derivação do Fascismo. Mesmo incorporando elementos tanto da direita política quanto da esquerda política, o nazismo é considerado de extrema direita.
Entre os elementos-chave do nazismo, há o anti-parlamentarismo, o pangermanismo, o racismo, o coletivismo, a eugenia, o antissemitismo, o anticomunismo, o totalitarismo e a oposição ao liberalismo econômico e político.
Uma de suas motivações foi a insatisfação com o Tratado de Versalhes, que era entendido como uma conspiração judaica-comunista para humilhar a Alemanha no final da Primeira Guerra Mundial. Os males da Alemanha pós-guerra foram críticos para a formação da ideologia e suas críticas à República de Weimar pós-guerra. O Partido Nazista chegou ao poder na Alemanha em 1933.
Adolf Hitler, um exímio orador, canalizou toda a revolta e insatisfação do povo alemão em apoio para o seu partido, sendo eleito chanceler em 1933 e depois líder do país com a morte do presidente Hindemburg. Os culpados pela desgraça alemã eram os "de fora" e o revanchismo sistemático teve assim início.
A essência do nazismo, além do totalitarismo, foi a
a ideologização da superioridade racial (eugenia) do povo alemão em relação aos demais, em especial aos judeus.
Raças sem pátria eram, portanto, consideradas "raças parasíticas". Quanto mais ricos fossem os membros da "raça parasítica" mais virulento seria o parasitismo. Uma raça-mestra podia, portanto, de acordo com a doutrina nazista, endireitar-se facilmente pela eliminação das "raças parasíticas" da sua pátria.
Foi esta a justificativa teórica para a opressão e eliminação dos judeus, ciganos, eslavos e homossexuais, um dever que muitos nazis consideravam repugnante, tendo eles como prioridade a consolidação do estado ariano.
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