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geog. 10º

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by

Rafael Correia

on 24 May 2013

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Transcript of geog. 10º

Photo based on: 'horizon' by pierreyves @ flickr As potencialidades do Litoral Trabalho realizado por:

Miguel Nunes nº18
Pedro Lourenço nº21
Rafael Correia nº22
Ruben Silva nº24
Tiago Martins nº27 Portugal é um país, fortemente, marcado pela proximidade do mar. Desta proximidade resultam numerosas influências sobre o clima e as actividades humanas (ex.:litoralização).

A linha da costa nacional caracteriza-se por ser bastante extensa, cerca de 943km de comprimento. Ao ser bastante extensa é pouco recortada, mas apresenta algumas formas de relevo particulares, que resultam, sobretudo, da ação erosiva do mar. Assim, a costa portuguesa apresenta-se, nalgumas áreas, alta e rochosa e noutras baixa e arenosa. Na linha da costa portuguesa encontram-se então dois tipos principais de costa: Costa de arriba- costa alta e escarpada, onde as rochas são mais “duras” (granito, xisto ou calcário) Predomina:

• a norte de Espinho;

• entre a Nazaré e a foz do rio Tejo;

• entre o Cabo de Sines e a ponta de Sagres;

• entre Sagres e Quarteira. Costa de praia- costa baixa e arenosa, onde as rochas são menos “duras” (arenitos, areias ou argilas) Predomina:
•entre o Espinho e a Nazaré;
•entre o Estuário do Tejo;
•entre a foz do rio Sado e o Cabo de Sines. * Nos arquipélagos dos Açores e da Madeira, dado à sua natureza vulcânica, cerca de 98% da costa é arriba/costa alta, apesar de existirem pequenas praias de areias negras (pois a rocha predominante – o basalto- é uma rocha escura). A estrutura oceânica A estrutura oceânica está dividida em três unidades, a plataforma continental, o talude continental e a zona abissal.

Plataforma continental: Margem dos continentes que está coberta pelas águas oceânicas, aumenta progressivamente de profundidade até aos 200 metros.

Talude continental: É uma zona muito inclinada e estreita, que inicia aos 200 m de profundidade e termina entre os 2 000 m até aos 2 500m.

Zona abissal: É uma área extensa de grande profundidade oceânica com topografia suave a plana, geralmente com mais de 5 000 m de profundidade. A Plataforma continental
A Plataforma continental é a unidade mais importante, visto que é aquela onde se concentram a maioria dos recursos piscícolas, o que se deve a uma série de fatores:

- à riqueza dos nutrientes que são transportados pelos rios que dão origem ao plâncton, um pequeno organismo que é a base alimentar de várias espécies marítimas;

- aos altos niveis de luminosidade existentes, devido á baixa profundidade das águas, algo fundamental para a realização da fotossíntese;

- aos elevados teores de oxigénio, devido à agitação das águas;

- ao teor de sal relativamente baixo, devido à mistura da água do mar com água proveniente dos rios. Zona Abissal Talude Continental Plataforma Continental Linha da Costa ZEE Em 1982, foi assinada uma convenção que estabelece o poder dos estados costeiros, relativamente à proteção e gestão dos recursos marítimos, até 200 milhas náuticas, designada por zona económica exclusiva (ZEE). Nesta área o estado tem direitos de conservação, gestão, exploração e investigação dos recursos naturais, podendo exercer fiscalização para prevenir ou reprimir infrações às suas leis. Temos o direito de explorar mas o dever de conservar a nossa ZEE.
A ZEE Portuguesa é a maior da União Europeia e a quinta maior do mundo e está repartida por três áreas distintas, o Continente, a Madeira e os Açores.
A nossa ZEE tem uma extensão atual de 1731000km2. A ação do mar sobre a linha da costa
Cerca de 80% do peixe capturado pelos humanos é proveniente da plataforma continental, mas em Portugal a plataforma apenas corresponde a 1% da zona económica exclusiva (ZEE); a nossa plataforma é relativamente estreita especialmente quando comparada com a de alguns países do
norte europeu, sendo praticamente
inexistente nas regiões autónomas
devido à sua origem vulcânica.
Este é um dos principais problemas
da atividade piscatória em Portugal. Pesca A orla costeira está permanentemente sujeita a constantes alterações naturais.
Sendo o mar um poderoso agente erosivo, exerce sobre a linha de costa uma ação que envolve os processos de desgaste, transporte e acumulação de materiais rochosos. A este processo que o mar efetua chama-se erosão/abrasão marinha.

A acção do mar faz-se sentir, essencialmente, através da erosão mecânica (abrasão marinha), mas também existe a erosão química que tem um papel muito importante no processo de desgaste das rochas.

Em toda a linha da costa o mar também tem uma actividade muito importante no transporte e deposição de sedimentos. Estes sedimentos depositados vão-se transformar em várias formas de acumulação, como por exemplo, as praias (ou as dunas).
Existem movimentos importantes em matéria de profundidade
marítima, dos quais se destaca pela relevância
que tem na quantidade de recursos
piscícolas o upwelling (ou afloramento).
Este fenómeno, particularmente ativo no
Verão, dá-se atravéz de uma corrente de conpensação, as águas profundas ascendem à superficie para substituir as que foram levadas pelo vento(nortada), provocando a maior agitação das águas e diminuição da temperatura
Estas águas profundas, ricas em minerais e plâncton alimentam algumas espécies fundamentais para Portugal, tais como a sardinha e o carapau. Correntes Marítimas Ao longo da costa portuguesa podemos observar alguns acidentes litorais, associados quer a reentrâncias (baías, estuários...) resultantes de antigos avanços do mar, quer saliências (cabos...) que estão associados à costa alta, de arriba. vento upwelling Baía É uma porção de mar ou oceano rodeada por terra com uma reentrância da costa bem aberta. Formam-se quando existem formações rochosas menos duras que permitem a penetração do mar. Concha de S.Martinho do Porto Cabo É uma formação rochosa resistente que se projeta no mar. Cabo Carvoeiro Cabo de S.Vicente Cabo da Roca Estuário Parte terminal de um rio, constituída por um único braço, que se alarga e aprofunda na foz. Estuário do Tejo Estuário do Sado Tômbolo Pequena ilha rochosa ligada ao continente por um istmo (faixa resultante da acumulação de areias e seixos). Tômbolo de Peniche Restinga, Cabedelo ou Barra É uma acumulação de areias e seixos que formam uma barra à entrada da baía. Cabedelo do Rio Douro Delta Forma-se quando um rio deposita sedimentos, na foz, mais rapidamente do que o mar os consegue remover. Assim as águas dos rios desaguam em vários canais. Ria de Aveiro/ Delta do Vouga Laguna Extensão de água mais ou menos salobra separada do mar por ilha(s). Ria Formosa Ria de Aveiro Acidentes do Litoral desgaste da base desmoronamento da parte superior recuo da arriba
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