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Dietoterapia no estresse metabólico

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Joana Amaral

on 26 September 2012

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Transcript of Dietoterapia no estresse metabólico

LESÃO RESPOSTA NEUROENDÓCRINA Estimulação simpática e catecolaminas Ruptura da homeostase
Hipercatabolismo
Alterações neuroendócrinas e imunológicas Caracterização e fases O estado hiper catabólico TRAUMA DOENÇAS ESPECÍFICAS AVANÇADAS SEPSE 12-24h pós lesão/trauma Após 12-24h lesão/trauma Fase de Refluxo (Ebb)
Instabilidade hemodinâmica
Débito cardíaco
Consumo de O2
Baixa temperatura central
Glucagon
Catecolaminas
Ácidos graxos livres Fase de Fluxo (Flow)

Consumo de O2
TMB
Mobilização de aminoácidos
Hormônios contrareguladores
Lactato
Perda de N urinário Hipovolemia/Infecção HIPOTÁLAMO Hipófise anterior Prolactina ACTH
(adrenocorticotrófico) ADH GH Glicocorticóides
(cortisol) Catabolismo proteico
Glicogenese hepática
Lipólise
Redução na captação de glicose Secreção diretamente relacionada à extensão da lesão Glicogenólise
Gliconeogenese Síntese proteica
Lipólise
Redução na captação de glicose RESPOSTA NEUROENDÓCRINA Glucagon HIPERGLICEMIA Insulina RESPOSTA METABÓLICA Rubens Feferbaun, 2009 Gasto Energético RESPOSTA METABÓLICA Mobilização das reservas musculares de proteínas Metabolismo proteico Aumento no consumo de oxigênio Aumento da excreção de nitrogênio urinário Balanço nitrogenado negativo MODELOS ANIMAIS:
Glicocorticóides, IL-1, TNF Substrato para gliconeogênese hepática e síntese de proteínas de fase aguda. RESPOSTA METABÓLICA Aumento do glucagon Metabolismo da glicose Redução da insulina Gliconeogênese hepática
aumentada Excesso de catecolaminas e cortisol Resistência periférica à insulina HIPERGLICEMIA Disponibilidade de glicose para tecidos não insulino dependentes: SNC, rins, ferida, células sanguíneas RESPOSTA METABÓLICA Aumento do glucagon Metabolismo dos lipídeos Estimulação simpática no tecido adiposo Norepinefrina ÁCIDOS GRAXOS LIVRES E GLICEROL Combustível energético para tecidos, à exceção do SNC e hemáceas Reanimação TRAUMA Recuperação Morte Complicação Falências sistêmicas Infecção Desnutrição TRAUMA Recuperação Fases do estado hipercatabólico Após 48/72h, fase de convalescência (anabólica) TRAUMA Recomendações Nutricionais Considerar: Grau de depleção protéica

Hipercatabolismo

Presença de infecção Aumento das necessidades energéticas varia de 10 a 100% GEB calculado pela fórmula de Harris Benedict acrescida de fator correspondente ao tipo e à internsidade do trauma Alterações hormonais e de mediadores humorais da dase de fluxo impedem correta utilização de dieta hipercalórica Objetivo: Nutrir ao máximo, reduzindo catabolismo sem intensificar alterações metabólicas consequentes das mudanças neuroendócrinas TRAUMA GEB (homem) = 66+ (13,7 x P) + (5 x A) - (6,8 x I)
GEB (mulher) = 665 + (9,6 x P) + (1,7 x A) - (4,7 x I) P = peso em Kg
A = altura em cm
I = idade em anos Fator "trauma"
Cirurgia = 1,20
Fraturas = 1,33
Trauma = 1,35
Trauma + infecção = 1,79 Fator atividade
Confinado ao leito = 1,20
Fora do leito = 1,30 Cálculo individualizado pela fórmula de Harris Benedict acrescida de fatores "trauma" e atividade Limitação: evidências de superestimativa de necessidade do paciente catabólico. ATENÇÃO ao uso da fórmula em pacientes com glicemia > 110mg/dL TRAUMA Aporte energético e protéico estimados por Kg de peso Distribuição de macronutrientes

CHO - 40 a 55%
LIP - 25 a 30%
PTN - de acordo com peso corporal e classificação do trauma SEPSE SIRS - Systemic Inflamatory Response to Sepse Microorganismo Interação com receptores tipo TOLL (Toll-like) em células da imunidade inata Ativação do fator de transcrição NFkB Produção de mediadores inflamatórios potentes, com ação endócrina IL-1
IL-6
TNF-a
IL-8
IL-12 PAF
RLO2
NO
Leptina
Eicosanóides-2 Terapia nutricional SEPSE SEPSE Início precoce após estabilização do paciente: manutenção da barreira epitelial intestinal e prevenção da translocação bacteriana Via preferencial: enteral Distribuição do VCT: considerações semelhantes ao trauma Definição

A queimadura, quando extensa e profunda, representa uma das formas mais graves e complexas de traumatismo a que pode estar sujeito o corpo humano. Com ela surgem graves alterações locais, circulatórias e metabólicas. QUEIMADURAS Extensão

. QUEIMADURAS - Leves (ou "pequeno queimado"): atingem menos de 10% da superfície corporal.
- Médias (ou "médio queimado"): atingem de 10% a 20% da superfície corporal.
- Graves (ou "grande queimado"): atingem mais de 20% da área corporal. QUEIMADURAS Profundidade dos tecidos destruídos

1º grau – epiderme; eritema, dor e edema discreto.

2º grau – epiderme, derme; vesículas.

3º grau – epiderme, elas atingem todas as camadas da pele, podendo chegar aos músculos e ossos; pele de aspecto coagulado ou carbonizado, seco e praticamente indolor. QUEIMADURAS Cuidados Gerais
Profilaxia do tétano.
Sedação.
Combate à anóxia. Oxigenoterapia.
Prevenção da obstrução das vias aéreas superiores.
Isolamento do paciente.
Manutenção do volume circulante e correção das alterações bioquímicas do sangue.
Combate à infecção.
Conforto moral. QUEIMADURAS QUEIMADURAS Cuidado Nutricional

Suporte Nutricional no Grande Queimado

Todos os pacientes com mais de 20% de área corporal queimada e aqueles com 10% de queimaduras e perda de peso.

Necessidades aumentadas e dificuldades no fornecimento de nutrientes (200g/d) e calorias (4000 kcal/dia). QUEIMADURAS Fórmula de Curreri

Adultos: 25kcal/kg + 40kcal x % de superfície queimada.

Crianças: 30 a 100kcal/kg + 40kcal x % de superfície queimada.

Harris-Benedict

Fator de correção sugerido por Cunningham
1.7 para superfície corporal queimada 50%
2.0 para superfície corporal queimada >50%

VCT= GEB x Fator de correção de Cunningham QUEIMADURAS Energia Adultos
20 a 25% do VCT ou 2 a 3g/kg do peso corpóreo.

Crianças
20 a25% do VCT. QUEIMADURAS Proteínas Altos níveis de lipídios podem ter efeitos perniciosos nas reações imunológicas e podem causar > suscetibilidade a infecções.

A composição do lipídio é importante - dietas ricas em ácidos graxos ômega-3 podem resultar na reação imune melhorada e na tolerância da alimentação via enteral.

15% das calorias não protéicas (em NPT e NE). Na+ e K+ – corrigidos com a hidratação do paciente.

Ca2+ -  por imobilidade e tratamento com cremes com nitrato de prata. Suplementação se hipocalcemia sintomática.

Zn+ – a oferta tem sido  para tratar a anorexia pós-queimadura e má cicatrização da ferida, e para suporte parenteral total prolongado. Lipídeos QUEIMADURAS QUEIMADURAS Minerais Adição de nutrientes específicos para melhorar a resposta imune frente ao trauma. Provocam modulação imunológica pela inibição da resposta imune inflamatória. IMUNOMODULAÇÃO Principais nutrientes imunomoduladores:

glutamina, arginina, nucleotídeos, ácidos graxos w-3. Atualmente há estudos com a utilização de probióticos e simbióticos. IMUNOMODULAÇÃO Dietas enterais com nutrientes imunomoduladores: glutamina, arginina, ácidos graxos ômega 3, nucleotídeos:

Bons resultados e recomendações de utilização em:

Cirurgias eletivas do TGI alto;
Sepse leve (ômega 3???);
Trauma CUNHA, SFC; VINHA, PP. Nutrição em pacientes queimados. In: VANUCCHI,H; MARCHINI, JS. Nutrição e Metabolismo: Nutrição Clínica. Ed. Guanabara Koogan, 2007. p. 348-365.

KHAN, AS; WINKLER, MF; HARRINGTON, DT. Terapia de Suporte Nutricional em Queimaduras. In: WAITZBERG, D. Nutrição Oral, Enteral e Parenteral na Prática Clínica. 4ª Ed., 2009. Ed. Atheneu. p. 1903-1918.

LOWRY,SF; SMITH, MK. O Estado Hipercatabólico. In: SHILLS,M. ET all. Tratado de Nutrição Moderna na Saúde e na Doença.1ª Ed. Brasileira, 2003. Ed. Manole. p. 1665-1679.

WILMORE, D; SOUBA, WW. Dieta e Nutrição no tratamento do paciente de Cirurgia, Trauma e Sepse. In: SHILLS,M. ET all. Tratado de Nutrição Moderna na Saúde e na Doença.1ª Ed. Brasileira, 2003. Ed. Manole. p. 1703-1734. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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