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JUVENTUDES E DIVERSIDADE SEXUAL

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by

Rafael Fernandes

on 4 September 2015

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Transcript of JUVENTUDES E DIVERSIDADE SEXUAL

1. Combate ao machismo:

Além da luta pela equidade nas relações de gênero;

Compreensão de machismo enquanto elemento estruturante da sociedade capitalista que explora e oprime as mulheres.


2. Luta contra a violência à mulher:

Luta por delegacias 24 horas; Combate ao assédio moral e sexual; Contra a violência obstétrica.


3. Luta pelo direito e autonomia do corpo:

Legalização do aborto; Parto humanizado; Construção de creches públicas.





1) Dificuldade de mobilização:

Em Alagoas não há cultura de organização;

2) Dificuldade de organização:

Não conseguir levantar pautas específicas do estado;

Traduzir os problemas como o machismo e a violência de gênero para a sociedade.

Coletivo Mulheres Resistem
A parada LGBT maceioense continua sendo o evento de maior destaque no calendário LGBT da cidade. Embora seja motivo de controvérsias entre os diversos movimentos e coletivos.
Práticas de enfrentamento à homo/lesbo/transfobia adotadas pelo movimento LGBT
Categorias de Análise
SELEÇÃO DE COLABORADORES DE PESQUISA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 2015/2016
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE PSICOLOGIA
CURSO DE PSICOLOGIA

Práticas de enfrentamento ao machismo adotadas pelo movimento feminista
O movimento feminista vem, nos últimos anos, preocupando-se em estabelecer lutas pontuais que relacionam o sujeito do feminismo a outras categorias.
Comunidades carentes de uma parte da cidade, realizando ações mais conhecidas e universais, como a promoção do debate, conscientização de homens e mulheres e ações direcionadas à realidade das mulheres daquela comunidade.
DCE-UFAL
Discussão das demandas das mulheres dentro da Universidade através de panfletagens, mobilizações e protestos e mesas de discussão direcionadas à comunidade universitária além da integração com outras comissões do DCE-UFAL e de outros movimentos estudantis.
Movimento Mulheres em Luta
Atua junto a classe trabalhadora e operária, realizando mobilizações através de casos pontuais de machismo que ocorrem no dia a dia das mulheres trabalhadoras e atuando junto aos sindicatos das diversas categorias.
Fomento ao debate como forma de conscientizar a população, recrutar membros, divulgar e promover eventos.
Conquista de espaços formais de participação dentro de Conselhos e orgãos governamentais.
Aliança entre as lutas LGBT's com as lutas feministas e raciais.
Conquistas pessoais e coletivas alcançadas partir da inserção nos movimentos
O MML trouxe a possibilidade de perceber o quanto de fato, apesar de a gente saber que é,
o quanto de fato o machismo é muito mais brutal na classe trabalhadora
[...] e o quanto ele é danoso para a saúde mental das pessoas, do quanto ele é danoso para a vida cotidiana das mulheres, o quanto ele é danoso para que as pessoas possam se desenvolver enquanto ser humano. Estar em contato com as trabalhadoras, saber da história de vida, da força que elas têm pra lutar a partir do momento em que elas ingressam no MML, isso é uma coisa que você toma consciência.
O combate ao machismo é uma coisa que você toma consciência
, porque você tem que, todos os dias, o tempo inteiro, estar pensando e se policiando para as atitudes machistas, porque não é fácil, a gente é construído todos os dias para isso
(MOVIMENTO MULHERES EM LUTA).
Conquista de direitos constitucionais;
Espaços públicos de visibilidade;
Espaços coletivos de organização e discussão.
Conquistas pessoais e coletivas alcançadas a partir da inserção nos movimentos
Considerações finais
Em Maceió, o movimento LGBT e o movimento feminista possuem especificidades no que diz respeito às estratégias de combate ao machismo e à homofobia.

Essas especificidades são advindas tanto da historicidade dos grupos, quanto da visão política de seus militantes.

Mesmo em suas diferenças, a militância em ambos os movimentos proporciona modos de subjetivação que estabelecem uma sensibilidade política nos jovens, trazendo um sentimento de gratidão e de inconformidade com a situação estabelecida.
Práticas de combate ao machismo adotadas pelo movimento feminista.

Práticas de combate à homo/lesbo/transfobia adotadas pelo movimento LGBT.

Conquistas pessoais e coletivas citadas a partir da inserção nos grupos.
JUVENTUDES E DIVERSIDADE SEXUAL: UM ESTUDO SOBRE A PARTICIPAÇÃO DE JOVENS EM MOVIMENTOS SOCIAIS LGBTs FRENTE ÀS PRÁTICAS DE HOMOFOBIA/LESBOFOBIA/TRANSFOBIA NA CIDADE DE MACEIÓ
OBJETIVO DA PESQUISA:
analisar a concepção de feminismo para diferentes grupos feministas da cidade de Maceió.

REQUISITOS:
estudantes a partir do 3º período do curso.

VAGA:
dois colaboradores, a depender do resultado da seleção dos projetos de PIBIC pela UFAL

A parada LGBT
JUVENTUDES, PARTICIPAÇÃO E DIVERSIDADE SEXUAL: UM ESTUDO DAS PRÁTICAS PARTICIPATIVAS DE JOVENS INTEGRANTES DE MOVIMENTOS SOCIAIS LGBTs.

Lívia Barbosa Lima
Orientador: Prof. Dr. Marcos Mesquita
Interlocução e diálogo existente entre os próprios grupos estudados;





Categorias de análise
Interlocuções e diálogos entre os
próprios grupos

Quando existe dificuldade, ela se dá principalmente por: diferenças internas, diferentes concepções de política e ligações partidárias.

Grupos Feministas:

Possuem interlocução mais forte com aqueles grupos que já fazem parte da sua rede.
(...)
ao mesmo tempo que a gente
constrói a entidade nacional que é a ANEL
, que já tem o debate do machismo, do racismo, da homofobia, por exemplo, membros do DCE, hoje, como eu,
faz parte dessa comitiva estadual do MML

(...)

se articula com os coletivos LGBTs,
então, até na periferia a gente conseguiu entrar bem com o debate e aí tem o
MPZ
, então não existe dificuldades de articulação
(DCE UFAL).


Interlocução de diálogo entre os próprios grupos
Grupos Feministas:

Há dificuldade com grupos que possuem bandeiras de luta diferentes. Tenta-se solucionar isso com a tradução de pautas e para que o diálogo seja efetivado acontecem
articulações estratégicas
(PRECIADO, 2011).

Interlocução de diálogo entre os próprios grupos
Grupos LGBTs:

Têm dificuldades na efetivação de ações conjuntas, mas acredita-se que isso pode ser superado a partir da união das bandeiras dos grupos;
Quando amadurecermos essa ideia e tivermos uma só
, que é isso que eu quero: é o foco de ir contra homofobia? Então vamos todos contra a homofobia e todos lutam contra a homofobia. É o foco de erradicação da AIDS? Então vamos lutar pra erradicação da AIDS. Mas enquanto não tivermos esse foco, o movimento não vai pra frente
(Artegay Jovem).

Há um diálogo muito eficaz a nível institucional, como a partir de parcerias com o governo.

Concepções sobre o feminismo
1. Luta contra o machismo:

Perspectiva classista;
Igualdade de gêneros;
Protagonismo das mulheres na sociedade.

Concepções sobre o feminismo
2. Meio de transformação social:

Não é uma luta apenas pelas mulheres, mas por todos;
Se atrela às questões de gênero, raça e classe social;
Reconfiguração cultural e subjetiva.

Concepções sobre o feminismo
3. Ligado à perspectiva liberal:

Inserção da mulher no contexto político e econômico;
Autonomia das mulheres.

(...)
É contribuir na
conscientização das mulheres acerca do seu corpo
, que ela não precisa ser igual ao que a mídia diz que é bonito, é mostrar que esses padrões não existem, que não correspondem a realidade, que nós podemos fazer o que quisermos do nosso corpo
(Comissão organizadora da Marcha das Vadias em Maceió).

Considerações finais
O diálogo entre os movimentos é entendido como uma importante forma de fortalecimento.

Referências
BALESTERO, G. S. A necessidade de proteção legal homoafetiva: o PLC n. 122/2006.
Revista Espaço acadêmico
, n 115, 2010. Disponível em:http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/11100. Acesso em: 26 de Jul. 2014.

BARDIN, L. (2006). Análise de conteúdo (L. de A. Rego & A. Pinheiro, Trads.). Lisboa: Edições 70.

LIONCO, T; DINIZ, D. Homofobia, silêncio e naturalização: por uma narrativa da diversidade sexual.
Rev. psicol. polít.
, São Paulo, v.8, n.16, dez. 2008.Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1519549X2008000200009&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 28 jul. 2014.

PRECIADO, Beatriz. Multidões queer: notas para uma política dos "anormais".
 Revista Estudos Feministas
,  Florianópolis ,  v. 19, n. 1, Abril de 2011.






INTRODUÇÃO
A participação dos jovens é um importante elemento para pensar o cenário contemporâneo;

Problematização da concepção de política;

Engajamento em grupos e movimentos sociais que são orientados por um interesse no debate e nas lutas por questões identitárias;

Articulação das temáticas com as questões específicas da própria categoria juvenil.

OBJETIVOS
GERAL
Analisar e compreender a participação de jovens a partir da inserção em movimentos feministas e lgbts na cidade de Maceió.

ESPECÍFICOS
• Realizar um mapeamento dos movimentos feministas e lgbts organizados na cidade;

• Compreender as distintas estratégias de enfrentamento às práticas de machismo e homofobia/lesbofobia/transfobia por esses grupos;

• Identificar os pontos de interlocução e articulação existentes entre os diferentes movimentos e grupos estudados;

• Compreender as formas de diálogo entre os grupos e movimentos e a sociedade civil;

• Refletir sobre as dificuldades e limites no campo da mobilização para cada um destes grupos e movimentos.

METODOLOGIA
Revisão bibliográfica;

Mapeamento dos grupos feministas e lgbt’s existentes na cidade;

Critérios de seleção: relevância e a atuação política na cidade e participação ativa dos jovens nesses grupos;

Participantes: jovens com idades compreendidas entre 16 e 29 anos de idade;

Entrevista semiestruturada;

Registro e transcrição das entrevistas;

Análise de Conteúdo (Bardin, 2006).

REPRESENTANTES DO MOVIMENTO FEMINISTA
Movimento Mulheres em Luta (MML);

Comissão Organizadora da “Marcha das Vadias” de Maceió;

Diretório Central dos Estudantes da UFAL;

Coletivo Mulheres Resistem.

REPRESENTANTES DO MOVIMENTO LGBT
ARTEJOVEM;

Articulação Brasileira de Gays - ARTGAY Jovem;

Diretório Central dos Estudantes da UFAL;

Grupo Gênero e Identidade da Igreja Batista do Pinheiro.
"As próprias reivindicações em si são uma forma de enfretamento, porque
o machismo é uma ideologia
, então o enfrentamento de verdade é com os governos, com a burguesia, porque ele é uma ideologia burguesa”
(Movimento Mulheres em Luta)
SUJEITO
DO
FEMINISMO
SEXUALIDADE
RAÇA
CLASSE
SOCIAL
"As paradas de 2002 para frente são mais carnavais fora de época do que realmente paradas"
(ARTGAY JOVEM).

(...)
enquanto a gente tá preocupado com coisas do tipo ‘qual cantor vai tocar na parada’, os LGBT’s estão morrendo”
(DCE-UFAL)
Há uma divisão entre aqueles que reconhecem a parada LGBT enquanto movimento político legítimo e aqueles que consideram que a parada, desde alguns anos atrás, vem se esvaziando de seu conteúdo político.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
INSTITUTO DE PSICOLOGIA
Rafael Lima Fernandes
Orientador: Prof. Dr. Marcos Ribeiro Mesquita
JUVENTUDES E GÊNERO: COMPREENDENDO A PARTICIPAÇÃO DOS JOVENS MILITANTES NOS MOVIMENTOS SOCIAIS FEMINISTAS DA CIDADE DE MACEIÓ
Orientador: Prof. Dr. Marcos Ribeiro Mesquita
Ana Cecília Ramos Ferreira da Silva
Categorias de Análise
As bandeiras de luta: do combate ao machismo à homo/lesbo/transfobia;

O diálogo entre os grupos e movimentos e a sociedade civil;

As dificuldades e limites no campo da mobilização.
As bandeiras de luta dos grupos e movimentos feministas
Concepções que os grupos feministas têm sobre o feminismo.
Pode-se ter uma maior representatividade e uma maior participação social.

Compreende-se que o feminismo está para além das questões do movimento.

Engloba todos aqueles que se atravessam pelas questões de gênero, raça e classe social.
1. Luta contra a homo/lesbo/transfobia:

Colocam essa luta como foco entre todos os grupos do movimento LGBT no Brasil;

"série de violências físicas e simbólicas sentidas tão visivelmente pelos LGBTS" (Lionço e Diniz, 2008).

2. Luta pela aprovação da PLC 122:

Pauta específica do movimento LGBT;

“pretende dar proteção legal às minorias sexuais no que tange a criminalização de práticas discriminatórias” (Balestero, 2010, p.86).

3. Educação/Conscientização em relação à DST/AIDS:

Retirar o estigma da AIDS para a população LGBT;

Implantação de programas públicos que vise à erradicação do número crescente de HIV/AIDS principalmente entre a juventude.


As bandeiras de luta dos grupos e movimentos LGBTS
O DIÁLOGO ENTRE OS GRUPOS E MOVIMENTOS E A SOCIEDADE CIVIL



Estratégias de comunicação tradicionais: passeatas e panfletagem;

Novas maneiras de mobilização: tecnologias e mídias da sociedade contemporânea (blogs, twitter, facebook );

Trabalhos com a comunidade: oficinas e palestras.




Ferramenta importante para estabelecer parcerias, principalmente, quando une os interesses em comum;

Paradas de Orgulho LGBT.

GRUPOS FEMINISTAS
GRUPOS LGBTS
AS DIFICULDADES E LIMITES NO CAMPO DA MOBILIZAÇÃO

Jovens representantes dos movimentos feministas:
AS DIFICULDADES E LIMITES NO CAMPO DA MOBILIZAÇÃO

Jovens representantes do movimento LGBT:
1. Dificuldade de articulação entre os movimentos:

Disputa por espaços de destaque dentro do movimento LGBT e junto as instâncias governamentais;

Interfere no desenvolvimento de novas estratégias e no fortalecimento das já existentes


Conclusão
No diálogo com a sociedade civil as/os jovens denunciam os desafios em estabelecer um diálogo junto com outras pessoas que estão fora do movimento social;
Quanto os limites no campo da mobilização os jovens compreendem o machismo e a homo/lesbo/transfobia como sendo uma das principais dificuldades enfrentadas pelos grupos;
As bandeiras refletem uma luta em comum: contra o machismo, nos movimentos sociais feministas; e contra a homo/lesbo;transfobia, nos movimentos sociais lgbts;
As/os jovens buscam romper com essas práticas sociais, e neste sentido, eles se responsabilizam frente à necessidade de mudança.
INSCRIÇÃO:

1º etapa: enviar para o email
marcos.mesquita@ip.ufal.br
, até 18 hrs do dia 16/04 (quinta-feira) cópia do currículo lattes, histórico analítico e carta de intenção, justificando o interesse de participar da pesquisa.

2ª etapa: entrevista com estudantes selecionados na primeira etapa, no dia 17/04 (sexta-feira) às 8 hrs.

ORIENTADOR:
Profº Drº Marcos Ribeiro Mesquita
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