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EPIDEMIOLOGIA: História Natural das Doenças e Níveis de Prevenção

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by

Fabiano Soares

on 29 February 2016

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Transcript of EPIDEMIOLOGIA: História Natural das Doenças e Níveis de Prevenção

História Natural da Doença
Prof. Fabiano Soares
DSC-UFRN/UNI-RN

Vacinação;
Exame pré-natal;
Quimioprofilaxia;
Eliminação de exposição a agentes carcinogênicos.
Avalia a doença desde o período pré-patológico até o fim.
História natural da doença a partir da clínica;
Padrões de progressão das doenças
História Natural da Doença
Específicas, restritas
– técnica para lidar com o dano já existente à saúde.
Classificação das Medidas Preventivas
Evolução aguda, rapidamente fatal;
Evolução aguda, sintomática e c/ rápida recuperação;
Assintomática;
Evolução crônica – sintomática, evolui p/ óbito;
Evolução crônica – período assintomático;
Concepções da história natural da doença
Para descrever a história natural da doença
Visão da doença, a partir dos serviços
Pacientes sintomáticos.
Pacientes que procuram os serviços;
Visão da doença, a partir da comunidade
Busca ativa do paciente na comunidade;
Avalia os pacientes que procuram os serviços e os que nunca estiveram no serviço;
Fases da história natural da doença
Fase inicial
(suscetibilidade) – pessoas que não estão doentes, mas que tem mais riscos de adoecer;
Fase pré-patológica
(pré-clínica) – pessoas que não tem sintomas, mas estão doentes;
Fase clínica
– pessoas doentes (interveções);
Fase de incapacidade residual
– não morreu ou não houve cura completa, deixando com sequelas (reabilitação).
Etiologia e Prevenção
Etiologia - estuda a evolução
1) Pré-patológico
Pacientes suscetível;
Conhecer os fatores de risco.
2) Patológico
Adotar critérios de diagnóstico;
Tratamento;
Interromper a progressão.
Prevenção - estuda como evitar
1) Apresenta formas diferentes;
2) Depende do agente agressor.
Definição
São todas as medidas para evitar as doenças ou suas consequências;
Podem ser classificadas em medidas
inespecíficas
e
específicas
:
Inespesíficas, amplas, gerais
– promover o bem estar das pessoas;
Prevenção primária
Conjunto de medidas dirigidas à população sadia para evitar a ocorrência de novos casos.
Prevenção secundária
Conjunto de medidas dirigidas à população doente.
Prevenção terciária (reabilitação)
Atenuar a invalidez, promover o ajustamento do paciente e estender o conceito de prevenção ao campo da reabilitação.
5 níveis de prevenção
1. Promoção à saúde
Educação sanitária;
Alimentação e nutrição adequada;
Empregos e salários adequados;
Condições para satisfação das necessidades básicas do indivíduo.
2. Proteção específica
5 níveis de prevenção
3. Diagnóstico e tratamento precoce
Rastreamento;
Exame periódico da saúde;
Procura de casos entre os contatos;
Auto-exame;
Intervenções médicas ou cirúrgicas precoces.
4. Limitação do dano
Acesso facilitado a serviço de saúde;
Tratamento médico ou cirúrgico adequado;
Hospitalização em função da necessidade.
5. Reabilitação
Terapia ocupacional;
Treinamento do portados da deficiência;
Melhores condições de trabalho para o portador;
Prótese e órteses.
Ações para intervir no processo saúde-doença no hospedeiro
1. Em relação a herança genética
Aconselhamento genético;
Diagnóstico pré-natal;
Aborto terapêutico.
2. Em relação à anatomia e fisiologia
Imunização ativa ou passiva;
Manutenção do peso corporal em níveis aceitáveis.
3. Estilo de vida
Não fumar;
Realizar atividades físicas;
Evitar comportamento sexual de risco.
Ações para intervir no processo saúde-doença
no meio ambiente
1. Meio Físico
Saneamento das águas;
Saneamento do ar;
Saneamento do solo.
2. Meio biológico
Controle biológico de vetores;
Vigilância alimentar/farmacológica;
Eliminação de vetores na cidade.
3. Meio social
Provisão de empregos, habitações, transportes, escolas, lazeres;
Melhor qualidade nos serviços de saúde.
Ações de Prevenção
CONJUNTO DE
PROCESSOS
INTERATIVOS, COPREENDENDO AS “INTER-RELAÇÕES DO
AGENTE
, DO
SUSCETÍVEL
E DO
MEIO AMBIENTE
QUE AFETAM O PROCESSO GLOBAL E SEU DESENVOLVIMENTO, DESDE AS PRIMEIRAS FORÇAS QUE CRIAM O ESTÍMULO
PATOLÓGICO
NO MEIO AMBIENTE, OU EM QUALQUER OUTRO LUGAR, PASSANDO PELA
RESPOSTA
DO HOMEM AO ESTÍMULO ATÉ AS ALTERAÇÕES QUE LEVAM A UM
DEFEITO
,
INVALIDEZ
OU
MORTE
”.

(Leavell & Clark, 1976)
Modelo de representação da
evolução

temporal
do processo saúde-doença;
Quando uma doença se manifesta
clinicamente
, não deve ser tomada como um fato
brusco
nem isolado, mas como a
exteriorização
de um
processo
iniciado há algum tempo.
Essa exteriorização reflete o
desequilíbrio
entre o
agente
, o
suscetível
e o
meio ambiente
.
Horizonte Clínico
Casos Discerníveis
Casos não Discerníveis
A percepção do limiar clínico, nivel acima do qual a doença é exteriorizada, pode variar segundo:
- a natureza da própria doença;
- as características do paciente;
- as condições de observação;
- a capacidade do observador;
- a tecnologia empregada.
HORIZONTE CLÍNICO
Regra geral, somente uma
proporção
dos afetados apresenta quadro
clínico
.
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