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Aula Sepse Dezembro

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by

Edilane Voss

on 10 December 2013

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Transcript of Aula Sepse Dezembro

Destino do paciente

A necessidade de implantação do Protocolo de Sepse é inquestionável e inadiável;

Apenas escrever e divulgar o POP não funciona;

A parte teórica esta bem documentada na literatura, inclusive com muitos modelos disponíveis;

Sugiro seguir as orientações da ILAS – trabalhando cada etapa do processo;

Próximo passo – Criar grupo de Sepse
Conclusão
Terapia ATB inicial

Tecnico de RX - acionado para realização de Rx torax;

O BS será acionado imediatamente se houver
possibilidade de necessidade de hemotransfusão;

O CC se houver indicação de intervenção cirurgica – o pcte deverá ser priorizado.

Banco de Sangue, Tecnico de Rx e Centro Cirurgico

Após acionar o lab a enfermeira aciona a farmácia;
Funcionário da farmácia se dirige imediatamente ao setor portando a “Maleta Sepse”



Maleta Sepse
Todos os ATB existentes no POP ATB Sepse
Outras soluções e medicamentos
Material necessário para punção venosa, CVC, SV,...
Disponibilização de Monitores, Cateters O2, mascaras


Farmácia
Coordenador local
Médico CTI e UCV – no mínimo diarista
Enfermagm CTI e UCV
Medico PA - coordenação
Enferm PA
Medico e enfermeira – time resposta rapida
Enfermagem andares
CCIH
Laboratório
Farmácia
CC
Fisioterapia
Educação continuada
Composição do
Grupo de Sepse
Criar os diversos Protocolos necessários ao
andamento do projeto;
Motivar as equipes participantes;
Conduzir e seguir o processo de implantação
Receber, analisar e divulgar os dados
Sugerir, implementar as mudanças necessárias

Responsabilidade do
Grupo de Sepse
Criação do grupo sepse
Elaboração Protocolo
Fluxo de exames de laboratório
Fluxo de Antimicrobianos
Banco de Sangue e CC
Produção material gráfico
Coleta de dados basais
Planejamento treinamento equipe
Implantação do Protocolo
SEPSE HBA
Temos observado frequentemente o uso equivocado destes termos;
Proposta – Incluir campo para esta definição no prontuário (sol de internamento do PA, admissão nas CTI, evolução médica diária da CTI ou na visita multidisciplinar)

Levantamentos dos dados da instituição – a partir de jan/2014

Definições
Choque Septico: hipotensão mantida ou necessidade de inotrópicos-vasopressores, a despeito de ressucitação volêmica adequada, associada a sinais de hipoperfusão orgânica (ex. Hiperlactatemia, rebaixamento do nível de consciencia, oligúria)

Choque Septico

Sepse Grave: sepse associada com disfunção
orgânica, hipotensão ou sinais de hipoperfusão.

Hipotensão: definida como PA sistolica <90mmHg ou queda >40mmHg do basal na ausencia de outras causas.

Disfunção orgânica: incluem hipoxemia, insuf renal aguda, coagulopatia, plaquetopenia, íleo paralítico e hiperbilirrubinemia.

Sepse Grave

Sepse: SIRS desencadeada por infecção
(documentada ou suspeita)
Sepse
SIRS: série de insultos pode gerar um estado orgânico inflamatorio, incluindo politrauma, pos-operatorio, pancreatite, queimadura e infecções.


SIRS definida como presença de pelo menos 2 dos critérios abaixo:

Temp > 38oC ou <36oC,
Freq cardiaca > 90 bpm
Freq respiratoria < 20 ipm
Leuco > 12000 ou <4000 ou >10% Bt

Num casos de sepse =
Num casos Sepse grave =
Num casos Choque séptico
Mortalidade por sepse
Num pctes transferidos para CTI com sepse

Densidade de incidencia em UTIs estimada: 58/1000 pctes-dia ou 30/100 admissões;

O conhecimento dos médicos sobre as sindromes é deficiente;

A mortalidade por Sepse no Brasil - 57%, é elevada em relação a media mundial;

Há notáveis discrepâncias na mortalidade entre os setores publicos e privados;
No entanto não houve diferença entre custo direto entre hospitais publicos e privados

Analise economica: pcte evoluiram a obito maior custo que aqueles com alta;
Sepse no Brasil
Sepse no mundo

Sepse tem incidência estimada de 2,4 a 3,7/1000 hab/ano, alta letalidade e custos elevados. É importante causa de óbito.

Paciente séptico tem melhor prognóstico quando reconhecido e tratado precocemente. Assim como o IAM, trauma e AVC, a sepse tem seu desfecho tempo dependente.
É fundamental sua pronta identificação, adequação da terapia e padronização da conduta.

Três grandes sociedades mundiais lançaram em 2002 a Campanha Sobrevivendo à Sepse (Surviving Sepsis Campaign Guideline – SSCG) visando a esclarecer e estimular a implementação de medidas terapêuticas baseadas em evidências científicas de qualidade, com objetivo de reduzir a mortalidade dessa entidade em 25% em cinco anos.
Sepse
O processo tem que ser monitorado, cada tempo
importante precisa ser medido e analisado;
Devem ser criados formulários específicos com este objetivo;
Registro dos dados
Parâmetros a serem avaliados para atingir as metas:

PVC – Pressão Venosa Central por acesso da veia subclávia ou outra;
PAM – Pressão Arterial Média por medida não invasiva (esfigmomanômetro ou monitorização
não invasiva da PA). PAM = (PAS + 2 X PAD)/3;
Diurese – avaliada por sonda vesical (SVD)
SvcO2 – Saturação venosa central de O2 – medida por gasometria venosa de amostra do cateter central,
Clearance de lactato – % de diminuição do lactato da chegada ao serviço (basal) até a sexta hora:
(lactato inicial – lactato 6ªhora) X 100/lactato inicial

Metas em 6h
Após a confirmação do médico do TMR –
abre o protocolo de Sepse

O LAB é acionado para coleta de Kit Sepse

LABORATORIO
Infraestrutura
Dados Basais
Intervenção
Re-avaliação continua



Passos para Implantação do Protocolo SEPSE HBA

SIRS
2001 – grupo de especialistas
Conceitualmente são alterações agudas e não
induzidas por outras causas conhecidas;
Definições:
alta sensibilidade
baixa especificidade

Definições

Teles et al SHOCK 2008

Mortalidade da Sepse

Edilane Voss
CCIH

Protocolo de Sepse - HBA

Procurar o foco da infecção;
Inicio Precoce ATB;
Medidas para eliminar o foco infecção

Quais são as nossas taxas ?
?
Infraestrutura
Obrigada
Hospital da Bahia
TMR = Time de
Resposta Rapida
Grupo de
Sepse
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