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Lesões Agudas

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by

Carlos Sardenberg

on 8 April 2014

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Transcript of Lesões Agudas

Dr. Carlos Sardenberg
-Especialista em Periodontia e Protese
-Mestrando em Clínica Odontológica (UFF)
- Professor das Especializações em Periodontia da UVA e OCEX

Lesões Agudas em Periodontia
Conhecida há séculos por numerosos nomes como “boca de trincheira” e “infecção de Vicent”
Gengivite Necrosante
início esporádico, dor intensa da gengiva, necrose da papila (inversão papilar – sinal patognomônico), sangramento espontâneo, exsudato fibrinoso, halitose intensa (Grupe & Wilder, 1956; Johnson & Engel, 1986);
Quadro Clínico:
febre, mal – estar, cefaléia, linfadenopatia, gosto metálico na boca
(Murayama et al., 1994);
Quadro Sistêmico:
bacteriana. Possui 4 zonas de lesão, que seriam: zona bacteriana (várias bactérias em especial espiroquetas); zona rica em neutrófilos (contém leucócitos e bactérias); zona necrótica (células desintegradas, elementos do tecido conjuntivo com espiroquetas grandes e intermediárias) e a zona do infiltrado de espiroquetas (Listgarten, 1965)
Etiologia:
Prevotella intermedia; Fusobacterium sp.; Treponema e Selenomonas sp ( Loesche et al., 1982).
Microbiota:
fumo, estresse psicológico, subnutrição e supressão imune (AAP, 1996), infecções virais como catapora podem induzir a GUN ( Taiwo, 1995);
Observar no paciente:
qualquer faixa etária, porém mais encontrada em adultos jovens entre 18 e 30 anos ( Melnick et al. 1988);
Faixa etária:
remoção da placa com de preferência ultra – som; remoção cuidadosa da pseudomembrana com H2O2 ; IHO; bochecho com Clorexidina 0,12% ; Metronidazol (só com comprometimento sistêmico);
Tratamento:
Não é considerada transmissível ( Rosenbury, 1942).
Similar a GN porém há perda de inserção conjuntiva
Periodontite Necrosante
- Infecção viral aguda;
- Freqüente em crianças (três aos seis anos);
Gengivoestomatite Herpética Aguda Primária (GEHAP)
-Clinicamente:
pequenas vesículas que se rompem originando lesões maiores, acomete gengiva, língua, lábios, bochechas e orofaringe;
-Sistemicamente:
enfartamento ganglionar, febre, inapetência e mal – estar;
- Tratamento:
sintomático, utilizando xilocaína para alívio das lesões; alimentação pastosa e não – condimentada; aguardar reparação das lesões que se processará em torno de 7 a 14 dias e sem deixar seqüelas
- Pacientes sistêmicamente comprometidos:
terapia medicamentosa de suporte, especificamente: aciclovir 400mg, 5 vezes/dia, por 7 dias; complexo vitamínico contendo vitaminas do complexo B e C; nistatina 100.000 UI/mL, 3 vezes/dia para profilaxia antifúngica e bochechos com digluconato de clorexidina 0,12% sem álcool como auxiliar à higienização. Pode ser recomendado utilização de laser de baixa intensidade para reduzir o desconforto do paciente
Abscesso Gengival
Partículas estranhas retidas no sulco gengival:

- Pipoca
- Espinha de peixe
- Sementes
- Cerda de escova
- Casca de camarão
- Cimentos odontológicos
Etiologia
- Localização: margem gengival ou papilas

- Aspecto: aumento de volume liso, brilhante, de consistência flácida

- Sintoma: dor forte
Características
- Remoção do corpo estranho

- Drenagem
Tratamento
- É uma infecção aguda, com formação de uma coleção purulenta localizada;

- Observar associação com uma bolsa periodontal profunda;

- Destruição rápida do sistema de inserção e do osso alveolar;
Abscesso Periodontal
- Sinal Clínico:
sintomas clássicos da inflamação – tumefação, vermelhidão, dor, associada com mobilidade dentária, sensibilidade à percussão e, em alguns casos, extrusão do elemento dentário;
- Microscopicamente:
polimorfosnucleares necróticos com bactérias anaeróbicas Gram – negativos;
- Tratamento:
drenagem via bolsa ou incisão com debridamento e alisamento radicular (campo fechado ou aberto); observar prognóstico do dente;
- Diagnóstico Diferencial :
Periapical (Vitalidade); Gengival ( Profundidade de sulco)
- Associado à bolsa periodontal pré-existente

- Causado por tratamento incompleto

- Causado por inserção de corpo estranho no interior da bolsa periodontal
Etiologia
- Aspecto: aumento de volume liso, brilhante, vermelho e de consistência flácida

- Localização: margem gengival podendo se estender até a mucosa alveolar

- Sintoma: dor constante que piora com a mastigação e a percussão do dente associado

- O dente associado geralmente apresenta mobilidade

- O paciente tem a sensação que o dente associado está mais alto que os demais

-Como evolução do quadro o paciente pode apresentar comprometimento sistêmico (febre, mal estar)
Características
Definição:
são infecções que ocorrem nos tecidos que recobrem um dente, geralmente semi-incluso. São mais freqüentes em jovens e crianças, e sua ocorrência é mais comum em terceiros molares inferiores;

Condições favoráveis :
Esses tecidos oferecem à proliferação bacteriana condições tais como umidade, proteção, temperatura constante e alimento;
Pericoronarite
- Microbiota:
bacilos fusiformes, espiroquetas, e às vezes por estreptococus;

- Clinicamente:
os tecidos da região apresentam-se avermelhados, edemaciados e dolorosos. A dor é o sintoma predominante; observe a presença ou não de exsudação; pode provocar trismo se a infecção atingir o nervo bucal e o nervo constritor superior da faringe;

- Sistemicamente:
O paciente pode sentir febre, calafrios, mal estar geral e geralmente apresenta halitose e dificuldade de mastigar e deglutir; Linfadenopatia sub-mandibular e cervical;
- Radiograficamente:
radiolúcido ao redor da coroa, correspondendo ao folículo, a qual, com a perda óssea determinada pela infecção, geralmente localizada na parte profunda da lesão, e que nos terceiros molares inferiores corresponde a sua face distal;
- Tratamento:
Instituir terapêutica antibiótica ;
Irrigação do espaço pericoronário com água oxigenada a 10 volumes e, em seguida, procede-se a outra irrigação com 1ml de solução de Hayward, que apresenta a seguinte composição:
Fenol a 5% -6 ml
Tintura de acônito- 12 ml
Tintura de iodo -18 ml
Glicerina- 24 ml

Raspagem leve para retirada de tecido de granulação e/ou corpo estranho;

- Cirúrgico:
Cunha distal (conservador); exodontia do elemento (radical).
Tratamento
- Anestesia local
- Raspagem e alisamento radicular
- Drenagem
- Irrigação do interior da bolsa com água oxigenada (10 vol.)
- Bochecho com clorexedina
- Antibióticos
Diagnóstico Diferencial
Abscesso Periodontal
- Dente íntegro

- Presença de bolsa

- Mobilidade dentária

- Vitalidade normal

- Radiograficamente: reabsorção lateral a raiz
Abscesso Endodôntico
- Dente com cárie ou restaurações profundas

- Não necessariamente

- Ocasional

- Ausência de vitalidade

- Radiograficamente: reabsorção circunscrita ao ápice
Concluimos que...
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