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Técnicas de Contar Histórias [TAT e CAT A] TEP II Prof. Leogildo Alves - UFRR

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by

Leogildo Alves

on 7 October 2016

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Transcript of Técnicas de Contar Histórias [TAT e CAT A] TEP II Prof. Leogildo Alves - UFRR

UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA
CENTRO DE EDUCAÇÃO
CURSO DE PSICOLOGIA
Avaliação Psicológica III

Prof. Dr. Leogildo Alves Freires
Teste de Apercepção Temática: Aplicação e Intrpretação
O Teste de Apercepção Temática (TAT) é a técnica projetiva de construção de histórias mais utilizada e tem sido largamente aplicado em pesquisas de personalidade, revelando conteúdos, tais como: a natureza dos conflitos, desejos, reações ao ambiente externo e mecanismos de defesa (Anastasi, 1976).
Henry Murray
Murray, em sua teoria, a intitulada de Personologia, explica a dinâmica da personalidade alicerçada na dualidade das
necessidades
e
pressões
(needs-press).

A personologia de Murray procura considerar o indivíduo naquilo que tem de mais próprio na sua relação consigo e com o mundo, e é exatamente esta singularidade que o TAT procura revelar.


Outro conceito importante, neste contexto é o de
APERCEPÇÃO,
processo pelo qual a experiência nova é assimilada e transformada pelo traço da experiência passada de cada um, de modo a formar um todo novo (Anzieu, 1981).

Segundo Bellak (1967) a APERCEPÇÃO é uma interpretação (dinamicamente) significante que um examinando faz diante de uma percepção. Esta definição por sua vez, pressupõe a existência de um processo hipotético de percepção não interpretado e portanto, toda interpretação subjetiva constitui uma distorção aperceptiva.
Técnicas de Contar Histórias:

Teste de Apercepção Temática (T.A.T)
e
Teste de Apercepção Temática Infantil (CAT - A)
Nesse sentido, Murray (1973) afirma que toda resposta dada ao teste evidenciaria uma interpretação pessoal, havendo uma identificação por parte do sujeito com o personagem principal da história, devendo o conteúdo manifesto ser analisado buscando-se seus aspectos latentes, isto é, as determinações e motivações inconscientes deflagradas ao se dar à resposta, sendo essa a função da interpretação
Desde o surgimento do TAT, diferentes autores têm se dedicado a estudos e pesquisas sobre o seu manejo, como Balken (1940), Bellak (1954), Dana (1959), Hartmann (1954) e Shentoub (1954).

No entanto, na presente oportunidade, a atenção estará voltada para o esquema interpretativo de Murray e seus colaboradores, tendo em vista que é esta versão do teste que é regulamentada pelo SATEPSI, do Conselho Federal de Psicologia, e, portanto aprovada para uso profissional pelos psicólogos no Brasil.
O TAT foi elaborado em 1935 nos Estados Unidos por Henry A. Murray e Christina D. Morgan (Murray, 1964); porém, apenas em 1943 sua forma definitiva foi publicada, propondo que as histórias forjadas pelo sujeito contêm, por um lado, um
herói (personagem principal)
com o qual o sujeito se identifica e ao qual atribui suas motivações e, por outro lado,
personagens em interação com o herói,
representando as forças do meio familiar e social real, cuja pressão é sentida pelo sujeito.
O objetivo do TAT é estudar a dinâmica da personalidade.

As histórias revelam características que o sujeito não aceita como suas ou que não tem conhecimento delas, ou seja, através da externalização também revela conteúdos que o próprio sujeito reconhece como seus.

As histórias elaboradas são vistas como projeções, ou seja, como atribuições de sentimentos, sensações, necessidades ou impulsos do indivíduo provocados pelos estímulos.
O teste é composto por 31 pranchas, que apresentam figuras em preto e branco, e uma prancha em branco.

As imagens são representadas por reproduções de quadro ou gravuras com significado sempre ambíguo, a exceção da prancha de
número 16
que está completamente em branco, favorecendo, dentre outras, a projeção da imagem ideal que o sujeito tem de si mesmo.

Ao sujeito é solicitado criar uma história para cada uma dessas pranchas, relatando como o acontecimento apresentado surgiu, o que ocorre no momento, o que pensam e sentem os personagens, qual o final da história e seu título.

No que tange a prancha em branco, o sujeito deve imaginar uma cena, descrevê-la e depois contar uma história, realizando as mesmas solicitações das pranchas anteriores.
Alguns quadros são considerados universais, comuns a todos os sujeitos, outros específicos para o sexo feminino ou masculino, as iniciais das palavras impressas atrás da prancha, determinam a que sujeito se destina cada uma:
R, rapaz;
H, homem;
F, feminino;
M, moça.

Assim as imagens são enumeradas de 1 a 20, devido às variantes (MURRAY,2005).
As 10 primeiras lâminas do TAT mostram situações mais realistas, enquanto as demais refletem mais fantasias, sobrenatural e simbolismo.

Na série breve aplicam-se de 10 a 12 lâminas mais adequadas ao caso.

A série completa é mais usada em pesquisa ou reteste, mas há autores que sugerem a aplicação do teste completo.

A série breve que se aplica é formada, das seguintes lâminas: 1, 2, 3RH, 4, 6RH ou MF, 9RH ou MF, 11, 13HF, 16, no entanto, o psicólogo pode escolher outras de acordo com o caso.
Quadro 1:
Menino diante de um violino.

Reflete a relação com os pais, submissão-rebelião, aspirações, expectativas frente ao futuro, fantasias vocacionais, ideal do eu, êxito ou fracasso.
Quadro 2:
Cena campestre; no primeiro plano uma jovem com livros na mão, ao fundo um homem trabalhando no campo e ao lado uma mulher encostada a uma árvore com olhar distante.

Verifica a harmonia ou desarmonia familiar (pai-filha, homem-mulher), conflito com feminilidade (virgindade, maternidade), estilo de vida (rural-urbano, intelectual-manual), papéis sexuais.
Quadro 3RH:
Jovem no chão, recostado num braço que se apoia num divã, o corpo de uma pessoa, recurvada e perto dela um revólver.

Verifica depressão, frustração, culpa, solidão, cansaço, prisão, fuga, desespero, auto ou hetereoagressão.
Quadro 3MF:
Uma jovem de pé com a
cabeça abaixada e o rosto escondido pela mão direita enquanto a esquerda se apoia numa porta.

Tem o mesmo objetivo que o quadro anterior.

Quadro 4:
Uma mulher segura pelos ombros um homem que vira o rosto, como se quisesse afastar-se dela.

Propicia atitudes frente ao sexo oposto, relação heterossexual, papéis sexuais, abandono.
Quadro 5:
Uma mulher de meia idade em frente a uma porta entreaberta, olha o interior de um cômodo.

Revela ansiedade, desconfiança, medo, bisbilhotice, temor à masturbação.
Análise de Caso - TAT
Pág. 404 de Cunha (2000)
Caso Ilustrativo CAT-A
Pág. 416 Cunha (2000)
Estudo Dirigido :)
fim...
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