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identidade

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by

carolina vitorino

on 11 March 2015

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Transcript of identidade

Inscrição mental e tipos de vida
Introdução
identidade
Trabalho realizado por:

Ana Coelho
Ana Silva
Beatriz Bilhastre
Carolina Vitorino

12º CT-D

Caracteristicas e conceitos da Identidade
Tipos de identidade
Conclusão
Erikson
Adolescência e
desenvolvimento
Aspectos fisiológicos
Aspectos
afectivos
Aspectos
intelectuais
Aspectos
sociomorais
O adolescente sofre
alterações ao nivel dos:

Caracteres sexuais primários Caracteres sexuais secundários
Distinguem os sexos
(feminino do masculino)

Caracteres sexuais secundários
• A voz muda.

• Aparece a barba.

• Aparecem pêlos nas axilas, zonas púbicas, pernas, peito e braços.

• Os orgãos sexuais crecem e a pele escurece.

• Aumenta a transpiração, o peso e a altura.

• O cabelo e a pele tornam se mais gordorosos podendo aparecer temporariamente seborreia e acne.

• As ancas alargam.

• Os seios aumentam.

• Aparecem pêlos nas axilas e zonas púbicas.

• Os orgãos sexuais crecem e a pele escurece.

• Aumenta a transpiração, o peso e a altura.

• O cabelo e a pele tornam se mais gordorosos podendo aparecer temporariamente seborreia e acne.

As transformações que acontecem na puberdade
são da responsabilidade do sistema endócrino
(as hormonas segregadas pelas glândulas sexuais
( estrogénios e progesterona (feminino) e testosterona
(masculino))).

Construção da identidade
A adolescência
Adolescências
Identidade pessoal
Identidade cultural
Identidade social
Envolve a percepção subjectiva que o sujeito tem da sua individualidade.


Permite que o sujeito se reconheça através dos valores que partilha com a sua comunidade.
A consciência social que temos de nós mesmos e que resulta da interacção que estabelecemos com o meio social em que estamos inseridos. Este conceito é dinâmico pois resulta do conjunto de interacções que estabelecemos com os outros ao longo da vida. Aos papéis que cada um desempenha correspondem expectativas e representações sociais que integram uma dada identidade.


Os três tipos de identidade têm uma interacção íntima, são três componentes de um mesmo sujeito. A identidade de uma pessoa é uma totalidade dinâmica onde todas as dimensões interagem.


A globalização e o aumento de fluxos migratórios têm tido como consequência problemas que remetem muitas vezes para questões de identidade, como as crises de identidade: os filhos de emigrantes estão sujeitos à influência cultural dos pais, que manifestam a sua cultura de origem, e à cultura do país de acolhimento.


Freud Piaget Erikson
Processos
psicossexuais
Processos
cognitivos/intuitivos
Processo da criação da identidade e a dimensão psicossocial
Conceitos Eriksianos:

• Crise
• Moratória psicossocial
• Identidade

8-18 meses
18 meses – 3 anos
3 – 6 anos
6 – 12 anos
12 – 18/20 anos
30 – 60 e tal anos
Depois dos 65 anos
Confiança VS Desconfiança
Se se satisfazem as necessidades, a criança consegue um sentimento de segurança básica
Autonomia VS Dúvida e Vergonha
A criança esforça-se para adquirir independência e autoconfiança
Iniciativa VS Culpa
A criança aprende a desenvolver tarefas e lida com o autocontrolo
Indústria VS Inferioridade
A criança aprende a sentir-se
eficaz ou inata
Identidade VS Confusão
O adolescente aperfeiçoa o sentido do eu, experimentado erros, integrando-os depois para formar uma só identidade
Generatividade VS Estagnação
A pessoa de meia-idade procura o sentido da sua contribuição para o mundo (Ex: família e trabalho)
Integridade VS Desespero
Quando reflete acerca da sua vida, o idoso pode experimentar um sentimento de satisfação ou fracasso
Necessidades interiores
pintar
Ter desvaneios
Escrever
um diário

Tocar música
Isolar –se, tendo solilóquios ( falar sozinho)
Contribuem para um melhor autoconhecimento e desenvolvimento emocional do jovem
Nós construímos os que somos, mas como foi explicado a construção da identidade é um processo longo que demora e nunca está acabado, no entanto nós conseguimos perceber quem somos pela experiência vivida.

A identidade pode ser um processo cheio de mudanças mas são essas mudanças que nos tornam o que hoje somos e como exemplos disso podemos falar por experiência que a nossa construção foi feita com solavancos no sentido que sempre começamos por imitações mas cedo percebemos que somo todos diferentes e que a personalidade de um não é igual à
do outro.

Há a necessidade de distinguir o “ estou só” e o ” saber estar só” do sentimento de isolamento.
Identidade:
Património genético único
Cultura
Tempo
Grupo social
ÚNICO
Todos os outros
A identidade segundo René L’Écuyer:

‘’um conjunto de características (gostos, interesses, qualidades, defeitos, etc.), de traços pessoais (incluindo as características corporais), de papéis e de valores, etc., que a pessoa se atribui, avalia por vezes positivamente e reconhece como fazendo parte de si própria…’’

Como se constrói a identidade?
B.I
Filiação
Número
País
Estado civil
Altura
Impressão digital
Assinatura
A identidade
NÃO É
isto
Mas sim…
Identidade
Perceções
Sentimentos
Representações
Essencial de uma pessoa
Semelhança
Diferença
‘’A identidade constrói-se ao longo da vida, o que implica mudança.’’
Características da identidade:

• Continuidade
• Estabilidade
• Unicidade
• Diversidade
• Realização
• Auto-estima

• Processo que se inicia na puberdade (11/13 anos) e vai até à idade adulta.
• Processo dinâmico
• Período especificamente humano
• Fenómeno de desenvolvimento ÚNICO e SINGULAR

Infância
Identidades
Díade
Personalidade
Auto-estima
Adaptação
Bebé
ser passivo e inerte
agente ativo no seu desenvolvimento
O bebé distingue a voz da mãe da voz das outras pessoas
O sistema de comunicação afetiva que se establece entre a mãe e o bebé é crucial no seu desenvolvimento enquanto pessoa.
Mas....
Indivíduos que viveram uma relação pouco vantajosa com a mãe poderão superar essa situação através de pessoas de substituição.

A necessidade de proximidade física é mais importante que a necessidade de alimentação.


O Hospitalismo comprova as teorias de Harry Harlow
Construção do sentimento de identidade
refere 3 organizadores
(segundo René Spitz):
Sorriso
Angústia
" Não"
Entre as 6 e os 12 as 12 semanas
Comportamento que une o fisiológico e o emocional
Aos 6 messes
sorriso social
o bebé sorri para as pessoas preferenciais
8º mês
Ausência da mãe e a presença de pessoas estranhas é geradora de angústia
O facto de distinguir a mãe confere-lhe uma identidade
2 anos
A criança opõe-se aos outros, sendo uma forma de se afirmar
1-2 anos
construção da imagem de si
A criança aprende a reconhecer-se ao espelho
imagem visual + experiência interna
termo "eu
Aos 6 anos
Toma consciência das diferenças e aprende a
pôr - se no seu lugar
Através da presença a vários grupos
Que lhe fornecem modelos de identificação
Vinculação
Necessidade de contacto e de laços emocionais

Necessidade básica
Esta teoria é fruto da convergência das conceções etológicas, psicanalíticas e da aprendizagem social.
Indivíduo
Meio
Histórias de vida
Marcas mentais que nos são deixadas ao longo do tempo
Membros de uma espécie
História das
interações sociais
Temporalidade
psicológica
20-30 anos
O jovem procura estabelecer relações de intimidade com os outros e adquirir a capacidade necessária para o amor íntimo
Intimidade VS Isolamento
A 5ª idade

12 – 18/20 anos
Identidade VS Confusão
O adolescente aperfeiçoa o sentido do eu, experimentado erros, integrando-os depois para formar uma só identidade
Na sociedade contemporânea
Visão negativa do adolescente
Droga
Marginalidade
Vandalismo
Delinquência
A adolescência define-se vulgarmente pela negativa: o adolescente já não é criança e ainda não é adulto Ambiguidade e dificuldade na definição do conceito de adolescência.
Frases feitas do senso comum
"Estar na fase…’’ ‘’Idade mais maravilhosa’’
‘’Idade do armário’’ ‘’Idade da parvoíce’’ ‘’Idade da caixa’’

‘’A adolescência não pode ser compreendida sem se ter em conta os aspectos psicológicos, físicos, cognitivos, socioculturais e económicos.’’

‘’Existem muitas adolescências, conforme cada infância, cada fase de maturação, cada família, cada época, cada cultura, cada classe social.’’

‘’A adolescência é um espaço/tempo onde os jovens através de momentos de maturação diversificados fazem um trabalho de reintegração do seu passado e das suas ligações infantis, numa nova unidade.’’


‘’Cada um tem uma maneira própria de evoluir’’
Maurice Debesse

Os melhores amigos do mesmo sexo vão contribuir para a resolução de algumas perguntas tipicas desta fase, como :
serei normal?
como vai ser o meu futuro?
sou o único a sentir as coisas desta maneira?... .
Durante esta fase o adolescente vai assumir uma “imagem corporal sexualizada “, o que nem sempre é fácil pois pode não gostar do seu corpo.
Alguns jovens sentem a necessidade de se afirmarem como diferentes, assim a “crise de originalidade”
A incompreensão de que muitas vezes se sentem vitimas é frequentemente uma projeção da sua própria dificuldade em se compreenderem intimamente.
Devido a isso :
Muitos jovens são hipersensiveis , pois ocorrem mudanças de humor muito bruscas ( são frequentes as crises de choro, estados de melancolia e euforia). As grandes e globais transformações causam uma tensão que se traduz em impulsos não controlados.
Em certos casos o jovem pode sentir um vazio, sentir-se desprotegido, perturbado, sem compreender os seus afetos.
A adolescência é uma fase em que se obtém uma maturidade intelectual. O pensamento formal vai abrir novas perspectivas; exercitá-lo é pôr-se questões, é problematizar jogando com as várias perspectivas dos assuntos, é aprender, é criticar, é interrogar o futuro e a sociedade.

"Vai ser possível pensar o futuro e pensar no futuro".

O gosto pela fantasia e pela imaginação, pelo debate de valores, leva a uma melhor compreensão de si próprio e do mundo.
Esta mudança intelectual permite a contrução do "seu sistema pessoal", como diz Piaget.
Trata-se agora de um egocentrismo intelectual - sente-se o centro e as suas teorias sobre o mundo aparecem como as únicas correctas, devido a isso o adolescente pode sentir-se alvo dos olhares e atenções dos outros.
Durante a adolescência, o jovem vai interessar-se por “problemas éticos e ideológicos”, debate-os, faz opções e constrói valores sociais próprios. A lealdade, a coerência, a justiça social, a liberdade, a autenticidade são alguns dos valores mais defendidos

As novas capacidades cognitivas de reflexão e abstracção e o poder de jogar mentalmente com várias hipóteses permitem-lhes debater ideias, e construir uma teoria própria sobre a realidade social.


No entanto, se, no decorrer e no final da adolescência, se obtém uma maturação fisiológica, afectiva e intelectual, em contrapartida não se obtém, regra geral, uma maturação social.

Este facto faz-nos levantar questões sobre o papel jogado pela sociedade actual no processo de adolescência. Uma sociedade concorrencial, violenta, consumista, dificilmente se oferece como meio de vida estruturante, que se abra sobre agradáveis horizontes, facilitando a construção de projectos de futuro.

Questões
http://www.chiadomagazine.com/2015/02/tente-nao-se-emocionar-criancas-dizem.html
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