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O Rinoceronte

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by

Rodolfo Penteado

on 12 November 2015

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Transcript of O Rinoceronte

1º ATO
Conversando calmamente num café, as pessoas de repente são sacudidas pela estranha visita de um rinoceronte correndo pela cidade. Estas sentem-se ameaçadas, procuram compreender. Nesse mesmo instante, o rinoceronte ainda é inadmissível.
Aos poucos, todos vão se transformando em rinocerontes e, dessa forma, todos comecam a acreditar em tais transformações, até mesmo Botard.
E mais. As transformações não são somente físicas, as pessoas metamorfoseadas passam a agir como animais, perdendo, assim, a humanidade.
Berenguer, então, aos poucos, vai se tornando um dos únicos a não pegarem a tal doença “rinocerontite” e fica mais chocado ainda quando Jean se transforma também.
Daisy, ainda humana, não se preocupa com nada, cuida de Berenguer, sem medo de se metamorfosear. Até que em certo momento se transforma.

3º ATO
Este ato se passa na casa de Jean.
Quando Bérenger visita Jean, que se diz doente, a doença já é o início da metamorfose. Nem Jean nem Bérenger pensam – logo no início do diálogo dessa cena – que aquela doença já é a “rinocerontite”.
Quando Jean se transforma, Bérenger compreende o perigo. Tortura-se com a sua impotência diante da progressiva metamorfose da cidade. Todos sucumbem sem resistir.
2º ATO
O segundo ato passa-se num escritorio.
Botard, personagem caracteristicamente científico e metódico, não acredita na existência do animal, uma vez que exerce atividade burocrática.
O pânico no escritório aumenta, no momento em que a Sra. Boeuf entra no escritório dizendo que seu marido (funcionário do escritório) estava doente e que ela estava sendo perseguida por um rinoceronte desde sua casa. Então, descobrem que tal rinoceronte é o próprio marido da Sra. Boeuf
Obrigado!
O Sentído da Fábula
Observacoes Finais
Para concluir, pode-se dizer que a Obra “O Rinocertonte” é uma crítica a todo pensamento totalitário, de direita ou esquerda, que possa esmagar todos os outros, e que gere um sistema onde não haja mais lugar para qualquer tipo de oposição.
(igual a esse que os dois últimos governos comuno-socialistas implantaram no Brasil).
Além disto, critica também o conformismo, que, criando condições de submissão a uma ordem absurda, transforma os homens em verdadeiros “fantoches”. Por comodismo, por inércia, por interesse, os conformados seguem passivamente a manada, mansos e anônimos, renunciando àquilo que neles é mais essencial e elevado: o pensamento.

O Rinoceronte
De Eugene Ionesco
Bérenger sente-se cada vez mais só. Daisy, seu amor, é uma grande alienada. Nada a preocupa, nada a impressiona, nem a possibilidade de pegar a rinocerontite. Mas no fim, ela acaba aderindo como todos os outos.
Resta esse herói surpreendente: Bérenger. Desleixado, negligente, tímido, humilde, generoso. É o homem comum. Ele assume o risco de enfrentar o mal apear de suas armas serem frágeis.
Trabalho Realizado Por:

Gustavo Buzo
Matheus Jales
Rodolfo Abbud
Manifestação Nazista vivida pelo escritor francês Denis de Rougemont.
Acredita-se tratar de uma anormalidade. Afinal, quando que um rinoceronte apareceria numa pacata cidade do interior da Franca?

De novo tem-se a sensacao de tremor no Bar.
As pessoas comecam a se entregar ao medo e a incerteza.

Novamente tem-se a presenca do rinoceronte.
Agora com apenas 1 chifre.

Seria outro animal? Seria o mesmo animal? Seria uma mera ilusao?

Aparece a figura do logico, que tenta explicar/buscar uma solucao para a visita do animal.

O rinoceronte esmaga o gato da dona de Casa.
O medo esta visivel nos olhos de todos.

Afinal, novamente um rinoceronte enfurecido apareceu pela cidade.
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