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Política de Cultura Digital RS

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Jeferson Assumcao

on 19 October 2016

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Transcript of Política de Cultura Digital RS

Diretrizes para a Política
de Cultura Digital RS

No eixo da Cidadania Digital, atuamos no sentido da inclusão, da democratização e da melhoria da qualidade dos canais de participação na cultura, o acesso livre a bens e serviços culturais disponíveis via novas tecnologias e o aumento da possibilidade de expressão simbólica de grupos invisibilizados ou que não possuem as melhores condições de intercambiar suas produções.
No eixo da Economia da Cultura Digital, a Sedac tem como linha apoiar e dar visibilidade a novos modelos de negócios via internet e também aos ganhos econômicos com a produção e distribuição colaborativa. Assim como free software não pode ser visto apenas como "software grátis", mas livre, a produção cultural na “era da sua infinita reprodutibilidade técnica” precisa encontrar caminhos para a geração de ocupação, emprego e renda com o auxílio do ambiente virtual e da cultura colaborativa.

Assim, é preciso equilibrar direitos de autor e de acesso e gerar uma economia dos bens simbólicos coerente com as novas tecnologias. Junto à noção de copyright tradicional, apoiamos o uso de licenças livres tais como creative commons e licenças copyleft, de acordo com o interesse de cada autor em relação aos usos de sua obra.
Com relação à Dimensão Estética, própria da criação artística, consideramos que a cultura digital permite cada vez maiores avanços nesta área, dado ao fato de que permite múltiplas trocas e intercâmbios estéticos, importantíssimos para o desenvolvimento das artes. Cultura e arte se potencializam em um ambiente de facilitação de trocas.

Por isso a internet beneficia não apenas as dimensões do acesso e da economia, mas o próprio fazer das artes, seja ele musical, audiovisual, literário, cênico, visual ou suas transversalidades.
Desmaterialização dos suportes da arte e impactos na produção cultural
As diretrizes da Política para a Cultura Digital do RS se desenvolvem em transversalidade com Procergs, Gabinete Digital, Secretaria da Comunicação e Inclusão Digital e Secretaria da Educação.

Em parceria com o Ministério da Cultura temos como meta a implementação de 100 Pontos de Cultura, 100 Pontos de Leitura, 100 Cine Mais Cultura, 100 pontos de memória e 500 modernizações de Bibliotecas em parceria Sedac – Ministério da Cultura e Ministério das Comunicações (cada uma com 11 computadores em ambiente Linux).
Coexistência e convergência.A era do "E", da conjunção. Condição depossibilidade para ultrapassar uma cultura binária. Sistêmico e complexo.
Defender a internet como espaço de geração de bens públicos globais e de livre acesso.
Rede e diversidade cultural

A Internet não é boa. A Internet não é má. Ela pode ser vista como metáfora da encruzlihada, o Exu Monumental, espaço da equiprobabilidade, utópico, o não-lugar, capacidade de brasileirização antropofágica do mundo. Culturas abertas, híbridas, de fronteira, que não tem medo dos encontros ganham com a internet - ambiente de diversidade e de identidades.
Cultura digital-democracia real

Ampliar a cultura digital pode significar uma idéia mais concreta de participação, uma democracia mais substantiva e qualificada, para além da representação presencial.
Utilizar mais ferramentas de participação, tais como o Gabinete Digital e a nova página da Secretaria de Estado da Cultura-RS.
Com as transformações recentes na indústria cultural, há uma série de incertezas em relação à remuneração dos artistas. Porém, cada vez há mais pessoas utilizando licenças livres e colaborativas para ampliar o efeito de ser conhecido. A indústria cultural tradicional se modifica e há uma migração crescente de produtores culturais tanto para a esfera da subvenção pública quanto para o uso de licenças não restritivas.
Remuneração do artista. Há três fontes de entrada para os artistas: 1) copyright, 2) subvenção pública, 3) o efeito de ser conhecido.
Ampliação da esfera crítica e uso cultural da internet
Promover um menu maior de opções aos cidadãos gaúchos e aos produtores culturais, numa época de transformações.
Via Estado, buscar ampliar a subvenção pública, o aumento do acesso à fruição e das possibilidades de expressão.
Buscar sistema coerente que inclua o mercado tradicional com a vendas de produtos culturais sob copyrights restritivos + seu sistema de arrecadação de direitos autorais com maior controle público e melhor distribuição das receitas + utilização de licenças que promovam bens comuns ao mesmo tempo que garantam a remuneração dos artistas - isso é possível por meio de apresentações presenciais, palestras e diversos outros benefícios que derivem do trabalho criativo.

Uma economia da cultura colaborativa junto à economia da cultura tradicional.
Novo site www.cultura.rs.gov.br
Cidadania Cultural,
Economia da Cultura
e Estética

São os três eixos de atuação da Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul (Sedac-RS). Estas mesmas diretrizes orientam nossa visão de Cultura Digital.
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