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Jardins do Renascimento

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by

Eunadia Cavalcante

on 6 August 2014

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Transcript of Jardins do Renascimento

Jardins franceses
Jardins franceses
Os vegetais mais utilizados foram: o louro, o cipreste, o azinheiro e o pinheiro.
O buxo era muito utilizado para as formas recortadas.
A paisagem era desenhada com régua e compasso, caracterizando a simetria de linhas geométricas.
No final do Renascimento são incluídas grutas e cenários privativos - jardins secretos.
Jardins italianos
Aproveitavam as irregularidades do terreno, fazendo uso de escadarias e terraços acompanhados de corredeiras de água soberbamente ornamentadas.
A vegetação era considerada secundária e se caracterizava por receber cortes adquirindo formas determinadas (topiaria
Jardins italianos

Os jardins italianos resgataram ideais estéticos da Roma antiga como fontes e estátuas em profusão, traçados lineares e a valorização da arte da topiaria. Configura-se a ideia de uma natureza domesticada.
Os jardins eram construídos em locais altos, de onde era possível apreciar a vista de suas cidades.
Renascimento

Tal época ficou assim conhecida devido ao ressurgimento da cultura de um modo geral.
No que se refere aos jardins, os países que mais expressaram esta renovação foram Itália, França e Inglaterra.
Renascimento (séc. XV e XVI)
Profª Eunádia Cavalcante
Espanha
Versailles
Nos jardins da Espanha a tradição mediterrânica herdada dos árabes se conjuga com uma maior sobriedade imposta pelos reis espanhóis, com espaços mais intímos, pátios e sebes, para obter uma melhor adaptação ao clima seco e quente.
Jardins espanhóis
Chateau de Marly
Château de Chantilly
As principais características são o desnível pouco acentuado, favorecendo a adoção dos chamados parterres - tapetes florais de forte impacto visual - que junto com imensos espelhos d'água e fontes monumentais formam perspectivas de grande efeito cenográfico.
Princípios de composição: a residência integrada a paisagem, ordenação dos bosques laterais, definidos por linhas de topiarias, espelhos d'água, canais com bordas regulares, poucas cascatas, escala monumental, perspectiva unidirecional levada ao infinito, composição mais equilibrada e serena.
André Le Nôtre é o jardinista do Barroco francês.
História dos Jardins
RENASCIMENTO
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