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Modelos Teóricos em Psicologia da Saúde

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Rita Barros

on 2 April 2017

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Modelos Teóricos em Psicologia da Saúde
Modelos Comportamentalistas
Teoria da Aprendizagem Social
Modelos Cognitivistas
ATITUDES E COMPORTAMENTOS
Teoria da Ação Racionalizada ou Ponderada (Ajzen & Fishbein, 1980)
Modelo das Crenças de Saúde (Health Belief Model) - Rosenstock (1966, 1974) e Becker et al. (1975, 1984)
Modelo Transteórico de Mudança de Comportamento (Prochaska e DiClemente, 1982, 1984)
O Comportamento é governado por fatores ambientais:

- Modelo do comportamentalismo clássico;
- Modelo do Comportamentalismo operante.
Três aspetos particularmente relevantes para a promoção da saúde:

- o papel das
expetativas
na determinação do comportamento;

-
aprendizagem vicariante
;

- a influência
motivadora
do bom estado de saúde como
resultado comportamental.
Descrevem o comportamento como resultado de um processamento de informação racional, pondo em relevo as cognições individuais.
Integra dois processos de avaliação inter-relacionados:

- a ameaça de doença

- a resposta comportamental a essa ameaça.
- Teoria da Dissonância Cognitiva (Festinger, 1957).
Questão central:
O indivíduo possui recursos, aptidões ou oportunidades necessárias à prática da ação desejada?
Os processos envolvidos na implementação e manutenção da mudança baseiam-se nos seguintes estádios:

- precontemplação (não há intenção de implementar qualquer mudança)
- contemplação (quando a mudança é considerada)
- preparação (quando são iniciadas pequenas mudanças)
- acção (envolvimento ativo no novo comportamento)
- manutenção (as mudanças são mantidas ao longo do tempo)
O comportamento depende:

- das expetativas

ação-resultado (ex: "fumar provoca cancro". O resultado é considerado em termos do seu
valor
para o sujeito;

- das expetativas de auto-eficácia (ex: "eu consigo deixar de fumar").

As expetativas determinam de forma mais poderosa o comportamento.
As crenças sobre os RESULTADOS DE COMPORTAMENTO e a
EFICÁCIA:
determinantes do comportamento na saúde
(tal como no Processo de Ação na Saúde de Schwarzer (1994).
A Modelagem pode sustentar programas de promoção da saúde e pode ser usada para transmitir as aptidões necessárias para a modificação do comportamento ou para aumentar as expetativas quanto à eficácia, vendo os outros tentar e oonseguir a mudança.

Mesmo quando altamente considerado o O VALOR atribuído à Saúde, os lapsos no comportamento podem ser justificados por processos cognitivos como a negação ou alguma forma de negociação.
EX:

- A TEORIA ATRIBUCIONAL (sublinha as atribuições de causalidade)
Dimensões atribucionais:
- internas
versus
externas
- estável
versus
instável
- global
versus
específica
- controlável
versus
incontrolável

- O
LOCUS DE CONTROLO
da saúde (sublinha o controlo):
As pessoas com maior probabilidade de adoptar comportamentos que melhoram a saúde são as que atribuem um valor elevado à sua saúde e apresentam valores elevados na avaliação do
locus
de controlo interno.
Qual a relação entre atitudes e comportamentos?
As atitudes estão apenas relacionadas moderadamente com o comportamento.
Inclui as
intenções
do comportamento, as
influências sociais
e a
disponibilidade percebida do comportamento
desejado.
Trata-se de um modelo que reúne contributos das teorias comportamentalistas e cognitivistas.

A disposição para implementar comportamentos de saúde é determinada pela percepção que o indivíduo tem da probabilidade de ter uma doença particular e pela percepção da gravidade das consequências de adoecer.

Este modelo pretendeu predizer os comportamentos de prevenção ligados à saúde, assim como a resposta comportamental ao tratamento dos doentes agudos e crónicos, com base num conjunto de crenças centrais que mais não são do que as perceções individuais .
As variáveis que compõem o modelo são:

I. Ameaça:
- percepção de susceptibilidade à condição de doente (ou aceitação de um diagnóstico);
- percepção da gravidade da situação.

II. Expectativa de Resultado:
- percepção dos benefícios de uma acção específica;
- percepção das barreiras para iniciar essa acção.

III. Expectativas de Eficácia:
- convicção acerca da capacidade pessoal para realizar a acção recomendada.

Este modelo baseia-se sobretudo no processamento de informação racional, negligenciando o papel dos factores de ordem emocional e enfatiza a dimensão individual e desprezando as variáveis contextuais. Além disso, as crenças estabelecem relações entre si e não são estáticas, tal como são descritas pelo modelo.
A teoria da ação planeada possui substancial utilidade preditiva, a qual é ligeiramente aumentada quando se considera o CONTROLO COMPORTAMENTAL ("Sou capaz de adoptar um comportamento saudável ou de prevenção?).
Sublinha as intenções do comportamento (plano de acção para atingir objectivos comportamentais), resultado da combinação de diferentes crenças.
As intenções são conceptualizadas como planos de acção visando objectivos comportamentais e resultam das seguintes crenças:

- das ATITUDES em relação ao comportamento (que por sua vez depende das avaliações de determinado comportamento e das crenças sobre o resultado desse comportamento);

- da NORMA SUBJETIVA composta pela percepção das normas e pressões sociais para ter um dado comportamento e pela avaliação da motivação do indivíduo para se submeter a esta pressão);

- do CONTROLO COMPORTAMENTAL PERCECIONADO (crença de que o indivíduo consegue manter um determinado comportamento, baseado na ponderação dos fatores internos de controlo e dos fatores de controlo externos, ambos relacionados com o comportamento passado).

Este modelo inclui uma DIMENSÃO TEMPORAL na compreensão das crenças e comportamentos de saúde desde o estádio motivacional (momento em que o indivíduo decide mudar o comportamento) até à implementação do comportamento.

Ao incluir um elemento temporal dá importância à AUTO-EFICÁCIAcomo determinante das INTENÇÕES do comportamento e aos AUTO-RELATOS de um determinado comportamento, distinguindo:
- a fase de tomada de
decisão/motivacional;
- a fase de acção/manutenção.

Na fase motivacional considera:
- auto-eficácia
- expectativas de resultados
- avaliação da ameaça

Na fase da acção considera:
- cognições (vontade)
- situação
- factores comportamentais

Processo de Ação na Saúde (Schwarzer, 1992)
Outros elementos a considerar na mudança comportamental:

- normas morais
- antecipação das emoções e previsão de arrependimento
- identidade pessaol
- o papel do comportamento anterior - a historia de vida (memória episódica ou autobiográfica e memoria semântica, respeitante a representações e a conceitos.
Teoria da Motivação Protectora
Trata-se uma expansão do modelo anterior.
Os comportamentos relacionados com a saúde são o produto de 5 componentes:

Avaliação da ameaça:
1) gravidade
2) vulnerabilidade
3) medo

Avaliação do
coping
:
4) eficácia da resposta
5) auto-eficácia
Teoria do Comportamento Planificado
(Ajzen, 1991)
Este modelo é dinâmico, na medida em que os sujeitos podem avançar ou recuar nestes estádios. As reformulações mais recentes deste modelo prevêem que a evolução nestes estádios depende do balanço decisional, ou seja, da avaliação que o indivíduo faz do comportamento esperado (relação custos / benefícios).
As informações ambientais (como a persuasão verbal) e intrapessoais (como a experiência anterior) influenciam os comportamentos que se podem traduzir em respostas adaptadas ou desadaptadas.
- Teorias Comportamentais e da Ação (ex: Teoria da Ação Racionalizada e do Comportamento Planeado).
Teorias Sociocognitivas:

- Teorias centradas nas crenças (ex: Health Belief Model,).

- Teorias centradas nas representações sociais
Os comportamentos de saúde dependem das crenças e das decisões das pessoas no seu contexto psicossocial. A novidade é a INTENÇÃO, que depende das ATITUDES perante o comportamento (as quais são determinadas pelas crenças relativas às consequências do comportamento) e da AVALIAÇÃO do sujeito ("valerá a pena?").
A intenção depende ainda da NORMA SUBETIVA (processo psicossocial em que os outros significativos tem um papel relevante na mudança de comportamento).
Foi acrescentada a dimensão do CONTROLO sobre o comportamento pretendido - crença de que os acontecimentos dependem de factores externos ou a factores internos (pessoais):
Locus
de controlo.
Os componentes do modelo são:

- comportamento
- intenção de realizar determinado comportamento
- atitude para com determinada acção
- crenças normativas
- motivação para actuar de acordo com as crenças

Esta teoria salienta o papel central do conhecimento social na forma de Normas Subjetivas.
Teorias das Representações Sociais
- Não há uma análise processual (por fases).

- As representações sociais, enquanto estruturas de conhecimento estabilizadas na memória a longo prazo, são quadros de análise que atribuem sentido na relação das pessoas com a saúde e com a doença.

As representações sociais sublinham as dimensões socioculturais e históricas.
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