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Trauma aula inicial e Traumatismo Craniano(TCE)

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by

Marcelo Ribeiro

on 25 May 2016

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Transcript of Trauma aula inicial e Traumatismo Craniano(TCE)

TCE
TRAUMATISMO CRÂNIO ENCEFÁLICO
TRM
Traumatismo RaquiMedular
Trauma Torácico
PÓS GRADUAÇÃO UNA
ENFERMAGEM EM URGÊNCIA, EMERGÊNCIA E ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR
Trauma abdominal
Marcelo Lopes Ribeiro
Médico Emergencista

Trauma
- Criação de centros de trauma
- Doença dos séculos XX-XXI
- Epidemia mundial
- Redução da morbi-mortalidade
-Regionalização
- Hierarquização do atendimento médico (equipe médica)
Evento
O que é um "sistema de atendimento ao trauma"
Comunicação
Resgate
Transporte Reanimação
Tratamento definitivo
Terapia intensiva
Reabilitação

Evitar a anemia
Controlar a hemorragia
Externa
Interna
Restaurar o volume sanguíneo
Iniciar a reanimação volêmica durante o transporte
Manter a PAS em pelo menos 90 a 100 mmHg
Circulação
Os objetivos do tratamento do doente com lesão cerebral traumática incluem a prevenção e a reversão da lesão cerebral secundária.
Tratamento
28
24
21
Escala de coma de Glasgow pediátrica
4

Ocorre com freqüência no adulto jovem
É causa frequente de morte pós-trauma
Muitos sobreviventes ficam com seqüela definitiva
Traumatismo
Crânio Encefálico
(TCE)
EXAME PRIMÁRIO
Dr. Marcelo Lopes Ribeiro
Trauma
Cranioencefálico

ABCDE;
A avaliação neurológica e a história são fundamentais para reconhecer a lesão cerebral traumática;
A lesão cerebral traumática não leva a choque a não ser em estágios terminais: considerar a possibilidade de hipovolemia;
A base do tratamento da lesão cerebral traumática consiste em prevenir e reverter a lesão cerebral secundária;
Transporte rápido para hospital que disponha de serviço de neurocirurgia de urgência;
Resumo
Opções de tratamento
Sedação
Paralisia química
Osmoterapia (manitol)
Hiperventilação leve, controlada
Suspeita de Hipertensão Intracraniana

Tratar a hipertensão intracraniana
Sinais de possível aumento da PIC ou de herniação iminente

Perda de 2 pontos ou mais na GCS
Aparecimento de pupilas arreativas ou lentificação do reflexo fotomotor
Aparecimento de hemiplegia ou hemiparesia
Fenômeno de Cushing
Hipertensão Intracraniana
Hospital de destino apropriado
Tomografia
Neurocirurgião
Reavaliação freqüente
De preferência, em decúbito dorsal horizontal
Transporte

Imobilização de coluna(se indicada)
Controle de convulsões
Benzodiazepínicos IV(conforme a necessidade)

A sedação pode levar a hipotensão e depressão respiratória
Estado Neurológico
Evitar hipóxia
Oxigênio suplementar (SaO2  95%)
Manter PaCO2 normal
Ventilação assistida, evitando a hiperventilação
Se possível, use capnógrafo (ETCO2: 30-35 mmHg)
Se não tiver capnógrafo:
Adultos: 10 ventilações/min
Crianças: 20 ventilações/min
Lactentes: 25 ventilações/min
Suporte Ventilatório
Qual a dificuldade em cuidar das vias aéreas do doente com lesão cerebral traumática?

Quem deve ser intubado?

Quais são as opções de tratamento das vias aéreas?
Vias Aéreas
Os vizinhos chamam-no para atender um senhor idoso, que foi achado caído.

A – Ventilação ruidosa
B – Ventilação de Cheyne-Stokes
C – Pulso radial irregular
D – Escore de 8 na GCS (AO-2 , RV-2, MRM-4)
E – Hematoma em região frontal


Qual a importância (e a dificuldade) de obter uma história AMPLA neste cenário?
23

Fraturas simples e lineares
Fratura de base
Fratura com afundamento
Fratura exposta
Fraturas de Crânio
Causas sistêmicas
Hipóxia
Aumento ou diminuição do CO2
Anemia
Hipotensão
Aumento ou diminuição da glicemia
Lesão Cerebral Secundária
Lesão cerebral primária
Lesão cerebral secundária
Causas sistêmicas
Causas intracranianas
Idade da vítima
Mecanismo do trauma
Tempo decorrido do evento
Condições hemodinâmicas e respiratórias
Escala de Coma de Glasgow e pupilas
Lesões associadas
DADOS IMPORTANTES PARA TRIAGEM DA VÍTIMA COM TCE GRAVE
7
- Os custos diretos e indiretos da violência chegam a 500 bilhões de US$ por ano (OMS, 1989)
Fisiopatologia
- Entender o papel da hiperventilação no doente com lesão cerebral traumática
Objetivos

Epidural (Extradural)
Subdural
Intracerebral(Intraparenquimatoso)
Hematomas Intracranianos
Escala de coma de Glasgow
Causas intracranianas
Convulsões
Edema cerebral
Hematomas
Hipertensão intracraniana (HIC)
Lesão Cerebral Secundária
6

Homicídios em 18 meses 70 mil vítimas

Acidentes de trânsito em 12 meses 50 mil vítimas

Mortos na Chechênia em 18 meses 30 mil vítimas

Mortos no Vietnã em 7 anos 56 mil vítimas

Mortos na Bósnia em 4 anos 70 mil vítimas
Mortalidade do trauma no Brasil - Jornal da Tarde 1996
AVALIAÇÃO INICIAL DO POLITRAUMATIZADO
5
Revista Conjuntura Econômica da FGV - 1999

4,6 vezes o gasto com saúde

5,6 vezes o gasto com educação

21 vezes o gasto com transporte

70 vezes o gasto com habitação
AVALIAÇÃO INICIAL DO POLITRAUMATIZADO
8

Pré-hospitalar
Resgate
Comunicação

Intra-hospitalar
Treinamento
Recursos
Reabilitação
Sistema integrado de atendimento ao trauma
Lobo parietal
Lobo occipital
Sulco lateral
Lobo temporal
Medula
Ponte
Tronco cerebral
Anterior
Posterior
Sulco central
Cerebelo
Lobo frontal
14
Cérebro
13
Anatomia
Espaço subaracnoídeo
Espaço subdural
Espaço epidural
Vasos no espaço
subaracnoídeo
Pia mater (bem aderida
à superfície cerebral,
não sendo removível)
Membrana aracnóide
Camada funcional única
}
Dura mater
Periósteo
Crânio
A - Alergias
M - Medicamentos
P - Passado de doenças
L - Líquidos e alimentos ingeridos
A - Acidente
História
Reabilitação
Prevenção
- Definir lesão cerebral primária e secundária
- Discutir os achados da avaliação que sugerem lesão cerebral traumática
29
28
27
24

- Hipotensão associada a lesão medular cervical ou torácica alta
- Lesão do sistema nervoso simpático
- Vasodilatação abaixo da lesão
- Coração – bradicardia
Choque Neurogênico

Você é chamado a uma piscina pública, onde um rapaz de 16 anos se machucou ao mergulhar. À sua chegada, ele já tinha sido retirado da água.
14
12
55% CERVICAL
15% TORÁCICA
15% TRANSIÇÃO TÓRACO-OMBAR
15% LOMBO-SACRA
EPIDEMIOLOGIA
9
Dr. Marcelo Lopes Ribeiro
Atendimento Pré-Hospitalar
Trauma
Raquimedular
A cinemática e a avaliação são fundamentais para reconhecer a possibilidade de lesão de coluna/medula
Identificar e tratar primeiro as condições com risco de vida
Fazer a retirada rápida, quando indicada
A imobilização de coluna deve ser completa
Na dúvida, imobilizar!
Resumo
Não deve impedir a abertura da boca
Colar Cervical
Crianças pequenas
Incapacidade de se Comunicar
Qualquer lesão que tenha potencial de alterar a capacidade do doente de sentir adequadamente outras lesões
Fratura de ossos longos
Suspeita de lesão de vísceras
Laceração extensa, desenluvamento ou esmagamento
Grandes queimaduras
Qualquer outra lesão que leve a alteração funcional aguda
Lesões que Desviem a Atenção
20
- Impacto violento na cabeça, pescoço, tronco ou pelve;
- Aceleração ou desaceleração bruscas ou pancada com inclinação lateral do pescoço ou do tronco;
-Qualquer queda
- Ejeção ou queda de qualquer meio de transporte motorizado ou de propulsão humana
-Mergulho em água rasa
Mecanismo de Trauma Significativo
- Lesão cervical alta – perda completa da capacidade de respirar,

- Lesão cervical mais baixa – o diafragma ainda funciona, mas há perda da função dos músculos intercostais.
Comprometimento Ventilatório
Linha do mamilo = T4

Linha do umbigo = T10
Avaliação da Sensibilidade
16
A – Vias aéreas pérvias
B – Ventilação rápida e superficial
C – Freqüência cardíaca baixa, pulso radial fraco, extremidades quentes
D – Escore de 15 na GCS, perda de motricidade e de sensibilidade nas extremidades
E – Aparentemente não há outras lesões

Qual é o problema com risco de vida?
Exame Primário
13

A medula contém os tratos nervosos motores e sensitivos
A lesão de medula pode levar a
Fraqueza ou paralisia
Dor, parestesia (dormência) ou perda total da sensibilidade
Fisiopatologia
11
Paraplegia
tetraplegia
priapismo
retenção vesical do TRM
TRAUMA RAQUIMEDULAR
10
DERMÁTOMOS
6
VÉRTEBRAS;
LÂMINAS;
PROCESSOS TRANSVERSOS E ESPINHOSOS;
PEDÍCULO;
CANAL MEDULAR;
MEDULA ESPINHAL.
Anatomia
5
Ocorrem anualmente entre 15.000 e 20.000 lesões de coluna
A idade mais atingida é dos 16 aos 35 anos
Causas
Colisões automobilísticas
Quedas
Ferimentos penetrantes
Lesões associadas a esportes
Trauma de Coluna
4
Energia cinética significativa pode levar a lesão de coluna e/ou medula
Deve reconhecer-se a possibilidade de existência dessas lesões
Falha na avaliação e no tratamento pode resultar em paralisia permanente
As lesões de coluna têm um impacto financeiro muito grande por toda a vida.
Trauma de Coluna
3
2
Descrever as indicações de retirada rápida;
Objetivos
Reavaliar: exame primário/função neurológica
Imobilização de Coluna
26
8
Cervical (7)
Torácica (12)
Lombar (5)
Sacro (5)
Cóccix (4)
Anatomia
Processo
transverso
Forame
transverso
Faceta
articular
Lâmina
Pedículo
7
Corpo
vertebral
Forame
vertebral
Processo
espinhoso
Anatomia
Confiar exageradamente no colar cervical;
Imobilizar apenas a cabeça, ou imobilizar a cabeça antes de imobilizar o tronco;
Deixar de imobilizar a coluna inteira;
Deixar de utilizar dispositivo provisório, quando indicado;
Imobilização de Coluna
Trauma é resultado final da agressão do organismo da vítima por uma série agentes etiológicos conhecidos como "Causas externas".
- OMS: Trauma é responsável por 10% do total das mortes no mundo;
- Perde apenas para as doenças cardiovasculares, infecto-contagiosas e neoplasias;
1° Lugar Automobilísticos(Colisões, atropelamentos
2° Lugar: Homicídios
3° Lugar: Suicídios
- Trauma é a 2° ou 3° causa de mortalidade
- 150.000 vidas/ano
- Perdendo apenas para doenças cardiovasculares
- Em regiões mais pobres, cerca de 50% devido a violência
- Primeira causa de morte na faixa etária <40 anos
- Quase 1/3 se relaciona com a violência interpessoal
A - Vias Aéreas com proteção da Coluna Cervical
B - Ventilaçao e Respiração
C - Circulaçao com controle da Hemorragia
D - Disfunçao neurológica, estado neurológico
E - Exposição/Controle do ambiente: despir completamente o doente, mas prevenindo a hipotermia
- 2% da população mundial estão incapacitada em decorrência da violência (OMS, 1985);
- 1/3 de todas as internações hospitalares são devidas a algum tipo de violência (OMS, 1989);
Lesão Cerebral traumática
Lesão Cerebral Primária
É o trauma direto no encéfalo associado a estruturas vasculares que ocorrem no momento da agressão inicial. Ele inclui contusões, hemorragias, lacerações e outras lesões diretas no cérebro, seus vasos e membranas. Como o tecido neural praticamente não regenera, há uma expectativa mínima de recuperação da perda da estutura e função em decorrência da lesão primária. Além disto, há pouca possibilidade de correção.
PHTLS 7 edição
Hipertensão (aumento progressivo da pressão sistólica sanguínea)
Bradicardia (diminuição da frequência cardíaca)
Bradipnéia (alterações da freqüência respiratória)
"scoop and run or stay and play"
Identificar as condições associadas a trauma de coluna que têm risco de vida;
Reconhecer as indicações de imobilização de coluna;
Discutir os princípios de imobilização de coluna;
Incapacidade de falar ou de ouvir
Falar apenas língua estrangeira
Estabilizar manualmente, alinhando em posição neutra
Avaliar a função neurólogica
Colocar o colar cervical
Fixar o tronco
Colocar coxins onde for necessário
Fixar a cabeça
Fixar os membros
a) Para monitorização intracraniana, a PIC é a menos utilizada, porém ajuda enfermeiros na elaboração do plano de cuidados.
b) A pressão intracraniana (PIC) é definida como pressão do líquido cerebrospinhal menor do que 15mmHg.
c) A escala de coma de Glasgow é desenhada para proporcionar avaliação rápida do nível de consciência e não fornece meio para monitorar ou localizar disfunção neurológica.
d) A nevralgia do trigêmeo é um distúrbio neurológico pouco doloroso que afeta um dos ramos do sétimo nervo craniano (trigêmeo).
e) O acidente vascular cerebral isquêmico ocorre em menor proporção nas mulheres que fazem uso de contraceptivos orais, sendo estes identificados como fatores de proteção.
No que se refere às alterações no sistema neurológico, assinale a alternativa correta.

Você vai atender uma senhora de 60 anos que colidiu frontalmente com seu carro. Olhando para o veículo, você já imagina que foi um impacto em alta velocidade. O volante está entortado e a doente diz que estava sem cinto. Ela foi retirada do carro pouco antes da sua chegada.

Um homem de 50 anos, embriagado, foi achado após tentativa de suicídio. Tinha uma faca de cozinha espetada no hemitórax esquerdo, no terceiro espaço intercostal, na linha hemiclavicular.
Mecanismo de trauma
Ventilação
Murmúrio vesicular diminuído ou ausente
Dispnéia discreta
Tratamento
Oxigênio
Monitorização
Transporte rápido
Pneumotórax Simples
Você é chamado a uma construção, onde um homem de 45 anos caiu de um andaime de cerca de 7,5 metros (25 pés), em cima de um monte de madeira. À sua chegada, ele se queixa de dor no peito e falta de ar.

Um motociclista de 35 anos caiu da moto. Você encontra-o deitado no chão de cascalho, em franca insuficiência respiratória. A cena é segura. Ele diz que tomou “uma cerveja.”

Chamado a uma delegacia de polícia, você encontra um rapaz de 19 anos que se queixa de dor torácica e falta de ar. Trata-se de um rapaz que levou pontapés no peito durante uma briga.


Que lesões podem ocorrer com este mecanismo de trauma?
O que acontece na inspiração?

E na expiração?
Fisiologia
As lesões de tórax estão entre as principais causas de morte por trauma
Muitas vezes não são diagnosticadas
Podem levar a ventilação inadequada, hipóxia, hipercarbia e choque
O objetivo deve ser diagnosticar precocemente as lesões torácicas e tratá-las de forma agressiva
Trauma
de Tórax

Lesão Contusa de Coração
A manifestação mais comum é a ocorrência de arritmias
Pode simular infarto do miocárdio
Pode levar a choque (raramente)

Como tratar?
A – Vias aéreas pérvias
B – Freqüência ventilatória normal; murmúrio vesicular normal; escoriações na região do esterno
C – Sem sangramento externo; pulso irregular; freqüência cardíaca normal
D – Escore de 15 na GCS

De que lesões devemos suspeitar?
Exame Primário
Pneumotórax Hipertensivo
Mecanismo de trauma
Ventilação
Murmúrio vesicular muito diminuído ou ausente
Dispnéia grave
Comprometimento hemodinâmico
Tratamento
Oxigênio
Descompressão torácica por punção
Transporte rápido
A – Vias aéreas pérvias
B – Taquipnéico; murmúrio vesicular diminuído à direita; sem orifício de saída; não sai ar pelo orifício da bala
C – Sem sangramento externo; taquicárdico
D – Escore de 15 na GCS

De que lesões devemos suspeitar?

Como tratar?
Exame Primário
Você vai atender um rapaz de 16 anos, que levou um tiro na parte superior do hemitórax direito. A polícia informa-o que a arma usada foi uma pistola calibre .22.


Quais as características das lesões por balas calibre .22?
A – Vias aéreas pérvias
B – Movimentação paradoxal do hemitórax
direito; murmúrio vesicular diminuído à
direita; taquipnéico
C – Sem sangramento externo; taquicárdico
D – Escore de 14 na GCS (AO-4, RV-4, MRM-6)

De que lesões devemos suspeitar?

Como tratar?
Exame Primário
A – Vias aéreas pérvias
B – Dor no hemitórax esquerdo durante a
inspiração; murmúrio vesicular simétrico; taquipnéico
C – Sem sangramento externo; frequência cardíaca normal
D – Escore de 15 na GCS

Que lesões podem ser descartadas?

Como tratar?
Exame Primário

O trauma de tórax pode ser dividido em duas categorias, dependendo do mecanismo:

Fechado
Penetrante


Alguém pode dar exemplos?
Trauma de Tórax
Observação
O que é que devemos procurar?
Ausculta
O que é que podemos escutar?
Palpação
Por que palpamos o tórax?
Avaliação
A cinemática dá indícios importantes a respeito da presença de possível trauma de tórax
As principais lesões de tórax devem ser diagnosticadas já no exame primário
Avaliação
Como é que o nível de CO2 no sangue afeta a freqüência ventilatória?

O trauma de tórax pode alterar o nível de CO2?
Controle Neuroquímico
Revisar a anatomia do tórax
Discutir a mecânica da ventilação
Analisar detalhadamente a avaliação do doente
Discutir o atendimento de
Fratura de arcos costais – Hemotórax
Tórax instável – Lesão contusa de coração
Contusão pulmonar
Pneumotórax
(simples, aberto e hipertensivo)
Objetivos
A cavidade torácica contém os órgãos vitais que oxigenam e distribuem o sangue para todo o organismo
Apenas algumas poucas intervenções fundamentais podem ser feitas no local
O reconhecimento e o tratamento precoce das lesões de tórax melhora o prognóstico do traumatizado
Resumo
Pode ocorrer
Contusão cardíaca com possível distúrbio de condução elétrica
Lesão valvar aguda
Ruptura de miocárdio
Lesão Contusa de Coração
A – Vias aéreas pérvias
B – Taquipnéico; murmúrio vesicular normal bilateralmente
C – Sem sangramento externo; taquicárdico; pulso radial não palpável; bulhas cardíacas abafadas
D – Escore de 14 na GCS (AO-4, RV-4, MRM-6)
E – Distensão de veias jugulares

O que é que estes achados sugerem?
O que fazer?
Exame Primário
A – Vias aéreas pérvias
B – Respiração rápida e superficial; fala em
salvas de 2 a 3 palavras; murmúrio vesicular
ausente à esquerda; sem estase jugular
C – Sem sangramento externo; pulso carotídeo
rápido e fraco; pulso radial não palpável
D – Escore de 15 na GCS

Qual é o problema mais grave deste doente?
Quais as prioridades de tratamento?
Exame Primário
Identifique estas estruturas torácicas:
Traquéia
Aorta
Brônquios
Coração
Esôfago
Cava
Lobos pulmonares
Anatomia
Hemácias
no capilar
O2
O2
CO2
Tecido conjuntivo
Epitélio
alveolar
Alvéolo
Endotélio
capilar
Trocas Gasosas nos Pulmões
A reavaliação após imobilização em prancha longa mostra um pulso radial fraco, com freqüência de 140 bpm. PA: 80/60 mmHg.

Como explica estes achados?

O que fazer com esta doente?
Uma mulher de 24 anos caiu um lanço de escadas. Está grávida de 36 semanas e queixa-se de muita dor nas costas.


Que alterações fisiológicas ocorrem durante a gravidez?


Quais são as causas mais comuns de trauma na grávida?
Você é chamado para atender uma vítima que levou duas facadas no tronco. Um ferimento entrou ao nível do sexto espaço intercostal e o outro no quadrante inferior direito do abdome.

Como é que os ferimentos penetrantes de tórax podem atingir o abdome?
Manter um alto índice de suspeita – sempre considerar a cinemática
Considerar o uso do PASG
A sobrevida pode depender do transporte rápido para um hospital apropriado, que possa fazer uma intervenção cirúrgica imediata
A sobrevida do feto depende da reanimação adequada da mãe
Resumo
A – Vias aéreas pérvias
B – Murmúrio vesicular normal
C – Pulso rápido; pele quente e seca
D – Ansiosa
E – Sem lesões aparentes

Sinais vitais: pulso: 114 bpm; FV: 20 vpm; PA: 92/56 mmHg

Estes achados são devidos ao trauma ou à gravidez?
Exame Primário
A – Vias aéreas pérvias
B – Ventilação rápida; murmúrio vesicular normal e simétrico
C – Sem sangramento externo; pulso radial ausente; pulso carotídeo rápido; muito descorada
D – Escore de 13 na GCS (AO-3, RV-4, RM-6)
E – Crepitação à palpação da bacia

Quais são as possíveis causas de choque?
Exame Primário
Uma senhora de 45 anos foi atropelada. Ela está ansiosa e queixa-se de dor no abdome e na bacia.


No local, é possível identificar exatamente que órgãos foram lesados?


Isso tem alguma importância?
A – Vias aéreas pérvias
B – Ventilação rápida e superficial; murmúrio vesicular
diminuído à esquerda
C – Sem sangramento externo; pulso radial rápido; pele
fria e úmida
D – Ansioso; escore de 15 na GCS
E – Sem outras lesões

Como tratar este doente?
Exame Primário
A – Ventilação ruidosa
B – Ventilação rápida e superficial
C – Pequeno sangramento de laceração de couro
cabeludo; pulso radial rápido e fraco; pele fria e
suada
D – Escore de 8 na GCS (AO-2, RV-2, MRM-4)
E – Deformidade evidente de punho esquerdo


Por que é que este doente está em choque?
Exame Primário
Espaço retroperitoneal

Órgãos sólidos (rins, pâncreas)
Grandes vasos (aorta e cava)
Espaço potencial que pode acumular grande quantidade de sangue
Fisiopatologia
É uma das principais causas de morte evitável pós-trauma
Muitas vezes não é diagnosticado
No local, é muito difícil avaliar a presença de lesão interna
Pode ocorrer hemorragia maciça com evolução para choque e óbito
Trauma Abdominal
Discutir a aplicação da cinemática na avaliação do doente com trauma abdominal
Identificar as particularidades da avaliação e do tratamento do trauma abdominal fechado e penetrante
Descrever as diferenças na avaliação e no tratamento da grávida traumatizada
Objetivos
Trauma Abdominal
O que fazer, no local, com os objetos empalados?
Objetos Empalados
O que fazer nas eviscerações?
Você vai atender um paciente que levou um tiro no abdome, à queima-roupa. Apresenta evisceração de alça intestinal.
Como reconhecer as fraturas de bacia no pré-hospitalar e o que fazer?
Fraturas de Bacia
A avaliação da cinemática leva a suspeitar das lesões
Procure lesão de partes moles e distensão
Palpe, procurando avaliar a presença de dor


A ausculta do abdome raramente tem utilidade no pré-hospitalar
Avaliação
Cavidade peritoneal

Órgãos sólidos (fígado, baço) hemorragia
Órgãos ocos (delgado, cólon) cheios de enzimas e de bactérias
Pode acumular grande volume de sangue
Fisiopatologia
Baseados na cinemática, de que lesões internas devemos suspeitar?
Você vai atender um rapaz de 18 anos, que bateu a van em alta velocidade. Ele era o motorista e estava sem cinto de segurança.
- Relacionar a biomecanica do trauma com a potencial lesão cerebral traumática
- Identificar os critérios para decisão de condutas para o doente com LCT com relação ao modo de transporte ao nível de condutas no pré-hospitalar e aos recursos necessários do hospital de destino para o tratamento adequado do doente com LCT
Hiperventilação
Hiperventilação, de forma controlada, pode ser considerada em pacientes com um aumento da PIC, onde evidência herniação.
Lesões específicas da cabeça e do pescoço
- Couro Cabeludo
- Fraturas de crânio
- Fechado
- Penetrantes
- Lineares
- Afundamento de Crânio
- Lesões Facias
- Comprometimento das vias aéreas
- Concentração de vasos sanguíneos
- Deslocamento de dentes Via aérea
- Fraturas Nasais
- Fraturas da porção média da face
- Fratura de Le Fort I, Le Fort II e Le Fort III
Lesões específicas da cabeça e do pescoço
- Trauma Ocular
- Laceração Palpebral
- Abrasão da córnea
- Hemorragias Subconjutival
- Hifema
- Perfuração do Globo
Lesões específicas da cabeça e do pescoço
- Fraturas Mandibulares
- Lesões Larígeas
- Lesões dos Vasos Cervicais
"olhos de Guaxinin"
Trauma Vertebromedular
-Graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina de Barbacena (2005).
-Médico de emergência do Hospital Risoleta Tolentino Neves; -Médico do pronto Socorro do hospital São Lucas;
-Médico de Emergências clínicas do Pronto Socorro João XXIII(FHEMIG);
-Professor da pós-graduação do curso de Urgência e Emergência da PUC-Minas;
-Preceptor da Residência Médica de Saúde da família e comunidade da UFMG;-Médico no SAMU(Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), por 5 anos;
-Médico da Helimed UTI aérea, por 2 anos;
-Médico APH-UNIMED BH, por 1 ano e meio;
-Gerente de urgência e emergência da Prefeitura de Santa Luzia e na coordenação médica do SAMU Santa Luzia, por 2 anos;-Médico da força tarefa de Minas em atendimento da Dengue no Rio de Janeiro e no atendimento das enchentes em Minas;
-Membro da Sociedade Panamericana de Trauma.:
-Membro da força nacional do SUS;
-Pós graduado em emergências médicas pela faculdade de ciências médicas de Minas;
- Pós graduado em Gestao em saúde pública, pelo Instituto Sírio Libanês.
Marcelo Lopes Ribeiro
mlrdoc@hotmail.com
Twitter:@phudendo
Facebook: Marcelo Lopes
Contato:
Deixar de considerar a hipovolemia como possível causa de choque
Apenas um complemento: NÃO IMOBILIZA!
Coloque-o apenas depois de ter alinhado a cabeça em posição neutra, a menos que haja contra-indicação;
Deve ser rígido e de tamanho apropriado;
Detecçao
Alerta
Pré- Socorro
Socorro
Transporte
Tratamento
Anatomia
Anatomia
No atendimento primário do politraumatizado constitui o primeiro cuidado:
a) Evitar a hipotermia;
b) Obter via aérea adequada;
c) Controlar o sítio de sangramento;
d) Estabelecer acesso venoso de grosso calibre.
Fundaçao Escola de Serviço Público - RJ(FESP-RJ), 2003
Menina de 3 anos, previamente hígida, é trazida ao pronto-socorro pelo SAMU, vítima de acidente automobilístico. Exame físico: FC = 45bpm, PA = 100x50mmHg, via aérea pérvia, respiração irregular, tempo de enchimento capilar = 3seg, pulso fino, Glasgow = 10, ausência de sinais de sangramento externo, hematoma em região occipital e várias escoriações em região torácica e abdominal. A conduta imediata é:

a) Imobilização cervical, tubação oro-traqueal (TOT), massagem cardíaca, venóclise;
b) TOT, massagem cardíaca, venóclise;
c) Imobilização cervical, TOT, venóclise, TC (tomografia computadorizada) de crânio;
d) Imobilização cervical, venóclise e TC de crânio;
e) Avaliação de neurocirurgia, venóclise e TC de crânio.
[Prova Progresso, 2006]
São indicações para estabelecimento de via aérea definitiva, EXCETO:
a) Fraturas maxilofaciais graves.
b) Hematoma cervical em expansão.
c) Apnéia.
d) TCE com ECG<10.
e) Sangramento significativo em orofaringe
Exames complementares
Raio X;
Tomografia Computadorizada;
Doppler Transcraniano;
Ressonância Magnética.
Para realizar a avaliação neurológica de uma vítima, utiliza-se a escala de coma de Glasgow. Esta escala permite avaliar:
(A) convulsões, desorientação e febre
(B) abertura ocular, resposta motora e convulsão
(C) resposta motora, estímulo de tosse e perfusão periférica
(D) abertura ocular, resposta motora, resposta verbal
(E) confusão mental, resposta motora, perfusão cerebral

O que significa o A B C da vida?

(A) Avaliação do nível de consciência, boa respiração, choque
(B) Avaliação do nível de consciência, boa respiração, circulação
(C) Abertura de vias aéreas, boa respiração, Circulação
(D) Abertura de vias aéreas, boa respiração, choque
(E) Abertura de vias aéreas, boa perfusão e choque

Um jovem chocou seu carro contra um poste de iluminação pública. Por estar sem cinto de segurança, seu tórax sofreu um forte impacto ao volante. Ele encontra-se preso às ferragens e apresenta sintomas de hemotórax e traumatismo craniano. Os cuidados de enfermagem que devem ser tomados diante do caso são:

(A) Ministrar oxigênio e monitorar sinais vitais e sinais de sangramento;
(B) Observar e registrar presença de hematomas e administrar analgésico por via oral;
(C) Observar sangramento e elevar membros superiores;
(D) Puncionar veia periférica e administrar diurético prescrito;
(E) Monitorar sinais vitais e solicitar que o paciente induza a tosse.

- Presença - 8 pontos x 5 = 40 Pontos
Distribuiçao de pontos:
- GD = 10 Pontos
- Prova = 40 Pontos
- Correçao da Prova = 10 Pontos
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