Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Dorothea Orem HEE

No description
by

Ana Pedro

on 29 January 2015

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Dorothea Orem HEE

Dorothea Orem- Teoria do défice de autocuidado de enfermagem
Introdução
Teoria do Défice de Autocuidado de Enfermagem
Escola Superior de Enfermagem de Lisboa
Unidade Curricular de
História e Epistemologia de Enfermagem
Docente orientador: Helga Rafael

Regente: Maria Isabel Ferraz
Ano letivo 2014/2015
Discentes:
Ana Ferreira, n.º 6341
Ana Pedro, n.º 6198
Emília Fernandes, n.º 6334
Inês Mesquita, n.º 6312
Inês Silva, n.º 6426
Patrícia Cardoso, n.º 6547
Identificar os postulados que sustêm o modelo de Orem;

Identificar os valores e crenças em que a teoria assenta;

Identificar o paradigma e a escola de pensamento em que a teórica se insere;

Explicar os conceitos de metaparadigma enquadrados na visão da teórica e compará-los com os conceitos de metaparadigma da Ordem dos Enfermeiros e de Virginia Henderson;

Apresentar as teorias desenvolvidas por Orem: Teoria do Autocuidado, Teoria do Défice de Autocuidado e Teoria do Sistema de Enfermagem;

Descrever os conceitos centrais das teorias desenvolvidas pela teórica.
Objetivos
Fig. 1.: Dorothea Orem
1914
Início dos anos 30
1939
Fig.: Mapa EUA (http://goo.gl/scs901)
Terminou o Curso de Enfermagem no Providence Hospital School of Nursing, Washington.
Obteve o grau de Bacharel em Ciências da Educação em Enfermagem pela Catholic University of America.
Obteve o grau de Mestre em Ciências da Educação pela
Catholic University of America
, em 1945.
Nasceu em Baltimore, Maryland, EUA.
Foi diretora da escola de enfermagem e do departamento de enfermagem do
Providence Hospital
, Detroit.
1940
1949
1957
1958
1960
Trabalhou na
Divison of Hospital and Institutional Services of the Indiana State Board of Health
.
Trabalhou como consultora no departamento de saúde, educação e bem-estar do Ministério da Educação dos EUA.
Em 1959, começou a trabalhar na sua teoria do Défice de Autocuidado na Enfermagem e iniciou a sua atividade docente como professora assistente de ensino de enfermagem na
Catholic University of America
.
1970
Abriu a sua própria empresa de consultoria em enfermagem.
1984
Reformou-se e continuou a trabalhar na sua teoria do Défice de Autocuidado na Enfermagem.
2007
Faleceu em Savannah, Georgia, EUA, aos 92 anos.
(http://goo.gl/YDyqU1)
Distinções

Título de Doutora em Ciências, pela Georgetown University, em1976;

Grau honorário de Doutora em Ciências pela Incamate Word College, em 1980;

Título de Doutora de Humane Letters pela Illinois Western University, em 1988;

Catholic University of America's Alumni Achievement Award for Nursing Theory, em 1980;

Linda Richards Award da National League for Nursing, em 1991;

Membro Honorário da American of Nursing, em 1992.
Principal bibliografia da autora
Guidelines for the Developing Curricula for the Education of Practical Nurse (1959);

The Hope of Nursing, in Journal of Nursing Education (1962);

Nursing: Concepts of Practice (1971);

Concept Formalization in Nursing: Process and Product (1972);

Levels of Nursing Education and Practice (1979).

Alligood, M. R. & Tomey, A. M. (ed. lit.) (2010).
Nursing theorists and their work
. Acedido em janeiro 13, 2015 em https://books.google.pt/books?id=5elOAQAAQBAJ&printsec=frontcover&hl=pt-PT&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false
Bertalanffy, L. V. (1968).
General system theory: Foundations, development, applications
. Acedido em janeiro 15, 2015, em http://monoskop.org/images/7/77/Von_Bertalanffy_Ludwig_General_System_Theory_1968.pdf
Colliére, M.(1989)
Promover a vida
. (3ª ed.). Lisboa: LIDEL Edições Técnicas.
Cordova, M.J.W. (2007). Talcott Parsons e o Esquema Conceitual Geral da Ação.
Emancipação
. Volume 7, No. 2. Acedido em janeiro 14, 2015, em http://www.revistas2.uepg.br/index.php/emancipacao/article/view/108/106
George, J. (2000).
Teorias de enfermagem : os fundamentos à prática profissional
(4ª ed.). Porto Alegre: Artmed.
Glennister, D. (n.d.).
Towards a general systems theory of nursing.
Literature Review, University of Hulll, UK.
Marriner, A. (1989).
Modelos y teorias de enfermería.
Barcelona: ediciones ROL s.a.
Martins, M. M. F. P. S. (2004).
O adulto doente e a família uma parceria de cuidado.
(Tese de doutoramento). Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, Porto. Disponível no Repositório Aberto da Universidade do Porto
McEwen, M. & Wills, E.M. (2007).
Theoretical basis for nursing.
(2nd ed.). Philadelphia: Lippincott Williams & Williams.
Meleis, A. I. (2012).
Theoretical nursing: development and progress.
(5th ed.). Pennsylvania: Lippincott Williams & Williams.
Orem, D. (1993).
Modelo de Orem : conceptos de enfermeria en la práctica.
Barcelona: Ediciones Científicas y Técnicas, S.A..
Renpenning, K. M. & Taylor, S. G. (ed. lit.) (2003).
Self-care theory in nursing: Selected papers of Dorothea Orem.
Acedido em janeiro 13, 2015, em https://books.google.pt/books?id=id3oXX2H5PoC&printsec=frontcover&hl=pt-PT&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false
Theory Based Nursing Practice (TBNP)
. (2014). Working document, University of Tennessee at Chattanooga, School of Nursing Faculty & Students. Acedido em janeiro 13, 2015, em http://www.utc.edu/nursing/pdfs/classes/orem-handbook.pdf
Ordem dos Enfermeiros (2012).
Padrões de Qualidade dos Cuidados de Enfermagem
. Lisboa.
Referências Bibliográficas
Enquadramento histórico
Projeto para melhorar o treino prático
Instabilidade das condições no exercício da profissão
• Obstáculos:
- atenção centrada nos procedimentos
- incapacidade de formular objetivos
Mudança nas necessidades de cuidados de saúde
Enquadramento histórico
• Avanços revolucionários no diagnóstico e tratamento médicos, prevenção e reabilitação

• Mudança de atitude do público face à saúde

• Revalorização da relação entre quem trata e quem é tratado.

Dorothea Orem
O início de uma teoria...

Orem negou que se tenha baseado em qualquer teoria em particular

Referencia a Estrutura da Ação Social de Parsons e a Teoria Geral dos Sistemas de von Bertalanffy.
McEwen et.al. (2002)
Ludwig von Bertalanffy
Teoria Geral dos Sistemas (1968)
• Um sistema é um conjunto de elementos interrelacionados com um objetivo comum

• Holismo

• A evolução de um sistema permanece ininterrupta enquanto os sistemas se auto-regulam:

-A curto prazo: necessidades de produção
-A médio prazo: necessidades de manutenção
-A longo prazo: necessidades de adaptação

Talcott Parsons
Estrutura da Ação Social (1951)
• O ato é a unidade de qualquer sistema de ação, processo de interação entre o autor e os restantes atores.

• Caracteres sociais funcionamento de organismos biológicos

• Homeostase- definidor da estabilidade social

• Aplicando: Os cuidados de enfermagem e o autocuidado são formas de ação humana deliberada
Vídeo 1. Fonte: youtube.com/watch?v=8pbgU0eoycg
Base na filosofia de Kant: imperativo categórico e a fusão do corpo e mente.
Postulados
• Cada indivíduo desenvolve-se como alguém único e ao seu ritmo
O ambiente e a disponibilidade de recursos variam consoante os grupos.

Cada indivíduo é influenciado por condições externas e internas que podem alterar o seu desenvolvimento.
O indivíduo envolve-se no seu desenvolvimento, tendendo para a maturidade.

• Os indivíduos envolvem-se numa comunicação contínua e numa troca constante entre eles e o ambiente.
Qual é a condição que indica que um indivíduo necessita de cuidados de enfermagem?
Ponto de partida
• O poder de agir deliberadamente é utilizado para identificar necessidades e para tomar decisões acerca dessas.
Principais Conceitos
O que fazem os enfermeiros e o que devem fazer enquanto praticantes de enfermagem?

Porque é que os enfermeiros fazem o que fazem?

O que resulta do que os enfermeiros fazem enquanto profissionais de enfermagem?

Conclusão
De acordo com Taylor (2004), Dorothea Orem é uma das mais destacadas teóricas de enfermagem dos EUA.
Conclusão
Conclusão
A atuação dos enfermeiros necessita da teoria a guiar a prática que se dirige para a pessoa, família, comunidade.
O desenvolvimento das teorias de enfermagem contribui para a prática de cuidados de enfermagem, por ser um processo em evolução e avaliação constante, em sincronia com a investigação, diagnóstico, planeamento e implementação.
Analisámos as teorias de Orem, contextualizando-as na Escola das Necessidades e no paradigma da integração.


Procedemos ao levantamento de conceitos teóricos e respetivas definições


Comparámos os conceitos de metaparadigma de acordo com Orem, Virginia Henderson e a Ordem dos Enfermeiros
Identificação das demandas de autocuidado para:
Atingir o objetivo do paciente
Satisfazer, de modo independente, as suas necessidades
Promover a saúde e manutenção da qualidade de vida.
Conclusão
O modelo de Orem está presente na fundamentação teórica de diversos estudos e no processo de cuidar, tendo como instrumento a educação em saúde.

O processo de cuidar continua a evoluir no sentido de conferir cientificidade no cuidar.
Conclusão
Julgamos ter atingido os objetivos a que nos propusemos.

O conhecimento que adquirimos através do nosso trabalho de pesquisa e consequentes reflexões irão refletir-se na nossa prática como futuras profissionais de enfermagem.
Conclusão
Reflexão em relação ao processo de cuidar, que diz respeito à avaliação contínua do cliente


Ajustar o plano de assistência às suas necessidades e capacidades.
Fig. 5- Fonte: http://goo.gl/Ky62KJ
Fig. 6- Fonte: http://goo.gl/AoAXFC
Autocuidado (1969)
Função reguladora humana

Ação deliberada para garantir a prestação de serviços para dar continuidade à vida, crescimento, desenvolvimento e manutenção da integridade da pessoa.
Requisitos do Autocuidado
"auto" = ser humano completo.

Conotação dual de “para si próprio” e “realizado por si próprio”.
Agente
: pessoa que leva a cabo uma ação

Agente do autocuidado:
fornecedor de autocuidado

Agente de cuidado dependente:
fornecedor de cuidados a um lactante, criança ou adulto dependente
Propósito:
contribui de maneira específica para a integridade estrutural, desenvolvimento e funcionamento humanos.
É afetado por:
Autocuidado
Nível de maturidade do indivíduo
Objetivos e práticas derivadas da cultura
Conhecimento de saúde cientificamente derivado
Situação familiar
Membros sociais exteriores à família
Fig. 2.: http://www.eewb.br/pesquisa/autocuidado/images/fatores.jpg
Demanda terapêutica:

Medidas adotadas relativas à terapêutica que são necessárias no momento para satisfazer todos os requisitos do autocuidado de um indivíduo. Como resultado, este deve ser capaz de atingir a plenitude do autocuidado.

Produto de enfermagem:
Produto intelectual (o projecto para ajudar o cliente)
Sistema de cuidados de longa ou curta duração para pessoas que necessitam de enfermagem.




Sistemas de Enfermagem
Sistema de Enfermagem
Modo como o enfermeiro e o cliente interatuam

É baseado nas necessidades de autocuidado e nas capacidades do paciente para desempenhar as atividades de autocuidado.

Sistema totalmente compensatório
Sistema parcialmente compensatório
Sistema de apoio-educação

Elementos
Objetivo da enfermagem

Objetivo primordial: certificar que o paciente ou os membros que constituem a sua família estão aptos a atender às necessidades de autocuidado.
Alvo da atividade profissional
O ser humano é o foco da enfermagem apenas quando um requisito do autocuidado excede as capacidades de se autocuidar.
Função do profissional
Assegurar que o indivíduo se saiba autocuidar, de modo a que possa superar o seu défice e lidar com os efeitos do mesmo.
Origem da dificuldade
O doente tem necessidades específicas que carecem de intervenção por parte do enfermeiro, devendo haver uma revalorização da relação enfermeiro-paciente.
Intervenção do profissional
Centro ou área de intervenção:
Prestar atenção à capacidade de autocuidado do cliente, avaliando se existem limitações na provisão de autocuidado.
Modos de intervenção:
5 modos: agir para o outro, guiar o outro, apoiar o outro, proporcionar um ambiente terapêutico e ensinar o outro.
Transmitir conhecimentos ao cliente, treinar as suas habilidades e ensinar o autocontrolo.
Consequências da atividade profissional
Se o autocuidado não for promovido de forma adequada, o indivíduo não retomará a sua normal independência.
Paradigma da Integração
Pessoa como membro da sociedade, o que direcciona os cuidados de enfermagem para a mesma.

Finalidade da enfermagem: conservação da saúde

Mapeamento das necessidades tendo uma visão holista do outro.

Os conceitos de Saúde/Doença são termos com valor distinto, mas que coexistem numa interdependência dinâmica.

Escola das Necessidades
O ser humano desenvolve-se no sentido de satisfazer as suas necessidades de forma mais autónoma e independente possível.
A motivação humana para a satisfação das suas necessidades encontra-se hierarquizada tendo em conta o grau de importância das mesmas para a sua sobrevivência.
Fig.4- Fonte: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/65/Hierarquia_das_necessidades_de_Maslow.svg/2000px-Hierarquia_das_necessidades_de_Maslow.svg.png
A principal dificuldade à satisfação das necessidades fisiológicas, e por isso vitais, é a
doença
.
Metaparadigmas
Saúde
Orem
Ordem dos Enfermeiros
Virginia Henderson
Metaparadigmas
Pessoa
Orem
Ordem dos Enfermeiros
Virginia Henderson
Metaparadigmas
Ambiente
Orem
Ordem dos Enfermeiros
Virginia Henderson
Metaparadigmas
Cuidados de Enfermagem
Orem
Ordem dos Enfermeiros
Virginia Henderson
Estado de se sentir completo e integrado nas suas diferentes componentes e aos seus modos de funcionamento.
A saúde é o estado e, simultaneamente, a representação mental da condição individual, o controlo do sofrimento, o bem-estar físico e o conforto emocional e espiritual. (OE, 2001)
Capacidade de funcionar de forma independente em relação com as catorze necessidades fundamentais.
Homens, mulheres e crianças como seres que funcionam biologicamente, simbolicamente e socialmente e que apresentam exigências de autocuidados universais, de desenvolvimento e ligados aos desvios da saúde.
A pessoa é um ser social e agente intencional de comportamentos baseados nos valores, nas cren­ças e nos desejos da natureza individual, o que torna cada pessoa num ser único, com dignidade própria e direito a auto determinar-se. (OE,2001)
Ser biológico, psicológico e social que tende para a independência na satisfação das suas catorze necessidades fundamentais.
Todos os factores externos que afectam o autocuidado ou o exercício do autocuidado.
O ambiente no qual as pessoas vivem e se desen­volvem é constituído por elementos humanos, físi­cos, políticos, económicos, culturais e organizacio­nais, que condicionam e influenciam os estilos de vida e que se repercutem no conceito de saúde. (OE, 2001)
Factores externos que agem de forma positiva ou negativa.
Campo dos conhecimentos e do serviço humano que visa colmatar os limites da pessoa no exercício do autocuidado ligados à sua saúde e a reforçar as suas capacidades de auto cuidar-se.
Os cuidados de enfermagem tomam por foco de atenção a promoção dos projectos de saúde que cada pessoa vive e persegue. (OE, 2001)
Assistência à Pessoa doente ou saudável nas actividades que ela não pode fazer por si mesma por: ausência de força, falta de vontade, falta de conhecimentos a fim de conservar as catorze necessidades humanas.
Discussão
Referências Bibliográficas
• George, J. (2000).
Teorias de enfermagem : os fundamentos à prática profissional
(4ª ed.). Porto Alegre: Artmed.
• http://www.ipr.pt/index.aspx?p=MenuPage&MenuId=199
• http://www.quadrilcirurgia.com.br/fraturas-do-colo-femoral.html
• http://www.mdsaude.com/2014/03/fratura-femur.html
• http://www.aporos.pt/
• http://www.apf.pt/?area=001&mid=002
• http://www.cufdescobertas.pt/Content/Servicos+e+Especialidades%5CCentros%5CA+mae+e+o+bebe%5CConteudos/Anestesia
• http://www.lmrcirurgiaplastica.pt/blog/category/abdominoplastia/
Alcançar a terapêutica de autocuidado
Compensar a incapacidade do paciente para se autocuidar
Apoiar e proteger o paciente
Sistema totalmente compensatório
Ação limitada do paciente
Ação do enfermeiro
Desempenhar medidas de autocuidado para o paciente
Compensar as limitações de autocuidado do paciente
Assistir o paciente nas suas necessidades
Sistema parcialmente compensatório
Ação do paciente
Ação do enfermeiro
Desempenhar algumas medidades de autocuidado
Aceitar a assistência de enfermagem
Controlar o autocuidado
Sistema de apoio-educação
Alcançar o autocuidado
Controlar o exercício
e o desenvolvimento
do auotcuidado
Ação do paciente
Ação do enfermeiro
Fig. 3 - Sistemas de Enfermagem. Fonte: Adaptado de Orem, D. (1991). Nursing: concepts of practive
. Acedido em 2015/01/19
. Acedido em 2015/01/19
. Acedido em 2015/01/19
. Acedido em 2015/01/19
. Acedido em 2015/01/23
. Acedido em 2015/01/23
. Acedido em 2015/01/23
Full transcript