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Bacteriologia - Graduação em Saúde Pública

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Maria tereza Pepe Razzolini

on 3 August 2016

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Transcript of Bacteriologia - Graduação em Saúde Pública

BACTÉRIAS
A célula não é
uma ilha!!!

Há comunicação com o mundo externo.
As células bacterianas habitam a terra por bilhões de anos e é difícil acreditar que são unidades isoladas.

Para entendermos as interações com o meio exterior precisamos conhecer a estrutura da célula bacteriana, como ela funciona, quais são suas unidades básicas , quais são suas fortalezas e fragilidades. Mas porque????
Interações!!!!
A proposta é a de começarmos a estudar a célula das estruturas externas e irmos caminhando para as internas.

O nosso modelo será uma célula genérica bacteriana e vamos esmiuçando essa nossa célula chamada "Bactéria".
Tortora, Funke e Case, 1998
Morfologia das células
Tamanho e forma e arranjo
0,2 a 2,0 um de diâmetro e de 2 a 8 um de comprimento

Mas há exceções como a bactéria Thiomargarita (diâmetro 750um) e cianobactérias.

Bactérias tão grandes não são comuns, a maioria apresenta dimensões bem menores!!!!
Embora a morfologia celular seja facilmente reconhecida, em geral não nos revela muita coisa mas se pode suspeitar de algumas características.
Será que essas características são importantes para enfrentar esse mundão???
Alguns aspectos:

1) Otimização para absorção de nutrientes

2) Mobilidade

3) Proteção contra adversidades
Portanto, a forma celular é geneticamente definida e tem sido considerada como um fator evolutivo na maximização de adaptação no ambiente.
GLICOCÁLICE
UNICELULARES OU MULTICELULARES???
Comportamento distinto quando isoladas ou em colônias

Quando em colônias como num biofilme há interações intra e interespecíficas.

Resistência a antibióticos

Degradação de matéria orgânica recalcitrante
Revestimento de açúcar - circunda a célula.
Não está presente em todas as células bacterianas.

Mas, o que é o glicocálice?
Polissacarídeo, polipeptídeo ou ambos

Qual a sua função??
Adesão
Proteção
Fonte de nutrição
longos apêndices filamentosos

Estrutura do flagelo

Filamento
Gancho
Corpo basal


Motilidade com grande gasto energético
Resposta a estímulos ("taxias")
Diferenciação entre sorotipos
Ultrapassar barreiras
FLAGELOS
UNICELULARES OU MULTICELULARES!!!!!
GLICOCÁLICE OU GLICOCÁLIX
ARRANJOS FLAGELARES
Monotríquio

Anfitríquio

Lofotríquio

Peritríquio

São feixes de fibrilas que se originam nas extremidades das células e fazem um espiral em torno da célula.

Movimento similar ao de um saca-rolha.

Típico de espiroquetas

Provavelmente esse movimento permite
que as espiroquetas movam-se através dos tecidos
Filamentos axiais ou endoflagelos
Lepstospira
- leptospirose

Treponema pallidum
- sífilis

Borrelia burgdorferi
- Doença de Lyme
Similares a pelos ou cílios

Fímbrias : São curtos, retos e finos.
Ocorrem nos pólos da célula ou então estão distribuídos ao longo da superfície celular







Pili (pilus=singular) : normalmente mais longos que as fímbrias.
Pili sexuais ou fímbria F
FIMBRIAS E PILI
Estrutura semi-rígida , comlexa, confere forma a célula.
Proteção
Fluxo de materiais

Constituição: composta de uma rede macromolecular denominada PEPTIDEOGLICANA (ou mureína) que pode estar combinada com outras substâncias.

PEPTIDEOGLICANA é um dissacarídeo repetitivo unido por peptídeos para formar uma rede que circunda e protege a célula.
PAREDE CELULAR
Gram positivas
e

Gram negativas
Aeromonas hydrophila
COLORAÇÃO DE GRAM
Bacillus cereus
BACTÉRIAS
Vulnerabilidade da parede celular
Há organismos com paredes atípicas : Micoplasmas e arquibactérias
DOMÍNIOS
A parede celular é alvo de algumas drogas antimicrobianas e enzimas

Lisozimas

Penicilina

EDTA
Proteção do citoplasma e seus componentes;

Permeabilidade seletiva;

Digestão de nutrientes;

Conservação de energia;

Alvo de agentes anti-microbianos.
MEMBRANA PLASMÁTICA (ou CITOPLASMÁTICA)
Aquoso, espesso, semi-transparente e elástico;
Abriga as organelas e substâncias essenciais para o desenvolvimento da célula.
CITOPLASMA
Nucleoide

Plasmídeo
Material genético extracromossômico

Essas estruturas são:
independentes;
não está presente em todas as bactérias;
não são cruciais ao desenvolvimento celular;
podem ser transferidos de uma bactéria para outra;
a presença de plasmídeos está associada algumas características particulares das bactérias.
PLASMÍDEOS
Responsáveis pela síntese de proteínas
São alvo da ação de antibióticos
RIBOSSOMOS
Grânulos de polissacarídeos

Inclusões de lipídeos

Grânulos de enxofre

Vacúolos de gás

Carboxissomos
Fontes de energia e carbono
Aeróbio obrigatório (a)
Anaeróbio (b)
Anaeróbio facultativo (c)
Microaerófilos (d)
Anaeróbios aerotolerantes (e)
RESPIRAÇÃO

Aeróbias , facultativas e anaeróbias
Efeitos da temperatura sobre o metabolismo bacteriano
Temperatura ótima
Pressão Osmótica
Crescimento celular e fissão binária
Crescimento celular
Fase lag (a)
Fase exposnencial ou log (b)
Fase estacionária (c)
Fase de morte ou declínio (d)
A transferência de material genético entre bactérias confere características novas às receptoras desse material....

Como isso é realizado!!!
Mecanismos de transferência de material genético
TRANSDUÇÃO
CONJUNGAÇÃO
E não podemos esquecer dos plasmídeos!!! Já falamos deles!!!!
ESPORULAÇÃO
Patogenicidade : capacidade de causar doença superando as defesas do hospedeiro

Virulência: grau de patogenicidade microbiana para causar lesão no hospedeiro
Patogenicidade
Infecção
: contato inicial do hospedeiro com o microrganismos patogênico;


Colonização
- processo de interação do microrganismo com o hospedeiro (superfície de mucosas) sem a ocorrência de sintomas;


Doença
- conjunto de sintomas associados com a infecção pelo microrganismo patogênico;
Relação patógeno-hospedeiro
Mecanismo de patogenicidade
- estratégia utilizada pelo patógeno para causar doença no hospedeiro;
Fator de virulência
- característica fenotípica específica envolvida com a patogenicidade de um microrganismo;
Postulados de Koch (1843 - 1910)
Etapas do processo infeccioso
Interação com as células
a) Associação
b) Adesão
c) Invasão
Não podemos esquecer das outras estratégias: formação de biofilmes e motilidade
Dose Letal 50 (DL 50)
Quantificação da virulência bacteriana
Quantidade de bactérias vivas capazes de matar 50% dos expostos (modelo animal: camundongo)
Dose Infectante 50 (DI 50)
Quantidade de bactérias vivas capazes de infectar ou causar doença em 50% dos expostos (modelo animal: camundongo)
Meios de cultura

Material nutriente preparado para o crescimento de microrganismos em laboratório.

Há necessidades diferentes entre os microrganismos, alguns são mais exigentes que outros. Esses muitos exigentes são chamados de fastidiosos.

Meio de enriquecimento
Meio de baixa seletividade onde o pH se mantém constante durante o período de incubação. Utilizado para a multiplicação e recuperação de células estressadas, principalmente em amostra de lodo, solo, água clorada e de águas residuárias antes do enriquecimento seletivo.

Meios seletivos e diferenciais

Meio seletivo é utilizado com o objetivo de favorecer o crescimento de bactérias de interesse inibindo o crescimento de outras bactérias.

Meio diferencial é utilizado para diferenciar e identificar colônias de bactérias de interesse quando existem outras bactérias crescendo na mesma placa de meio de cultura.
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