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Educação - Brasil Colônia e Império

By Bruno Antonio de Oliveira
by

Jéssica Sarnik

on 24 November 2013

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Transcript of Educação - Brasil Colônia e Império

Educação - Brasil Colônia e Império
Educação - Brasil Colônia
No Brasil, a educação pós-descobrimento teve início em 1549, com a chegada dos primeiros jesuítas.
Os jesuítas são peças fundamentais no processo de aculturação imposto por Portugal na colonização do Brasil.
"Entender a lógica da cultura indígena era fundamental para o sucesso do projeto de aculturação que os jesuítas encabeçavam".
Num segundo momento vimos nossa educação tomando caminhos sombrios, com a expulsão dos jesuítas pelo Marquês de Pombal, o Brasil viveu uma revolução regressiva na educação.
Fatos sobre a Educação no Brasil Colônia
Com a Proclamação da República e a independência do Brasil, o país ganha sua primeira constituição, a Carta Magna de 1824, influenciada pela constituição francesa de 1791
Para suprir a falta de professores no Império, foi adotado um método de ensino denominado Lancaster, que consistia num método de educação de ensino mútuo em que os alunos treinados ou mais adiantados ensinavam um grupo de dez alunos sob a supervisão de um inspetor. Esse método de educação, porém teve prazo de validade e fracassou.
Educação Secundária no Brasil
Império
O colégio D. Pedro II foi construído com a finalidade de servir de modelo na educação secundária, efetivamente não conseguiu alcançar tal objetivo, tendo como finalidade maior preparar seus alunos para a educação superior. Ora se enfatizava matéria científica ora matéria literária, isto ocorria devido às ideias positivistas e humanista-jesuíticas.
Educação superior no Brasil Império
No tocante a educação superior no Império, pela lei de 11 de agosto de 1827, criou-se dois cursos jurídicos, um em São Paulo no Convento de São Francisco e outro em Olinda, no Mosteiro de São Bento.
Conclusão
Concluímos que, a educação no Brasil Império pecou em vários aspectos, criando muitas leis que tratavam da educação, mas, muitas delas na prática não aconteceram efetivamente. Os preceitos ligados à educação difundidos no Brasil Império foram desenvolvidos melhor no período republicano.
Estes religiosos da Companhia de Jesus chegam ao Brasil com o objetivo de converter os índios ao cristianismo.
E, no ensejo de propagar a fé católica, de quebra, ensinam aos nativos saberes básicos, como ler e contar.
Explica Maria Lucia Hilsdorf, professora e pesquisadora do Departamento de Filosofia da Educação da USP.
Posteriormente, em 1808, com a vinda família real para a colônia, o país passou por um período de grande desenvolvimento, econômico, político e intelectual.
Era um documento altamente liberal, em que a educação foi um ponto salientado pela constituição, um dos seus artigos dizia que a instrução primária e gratuita era para todos os cidadãos do Império.
Em 1834 o Ato adicional à Constituição descentralizou a administração do ensino Brasil império, assim as províncias passaram a ser responsáveis pela educação primária e secundária gratuita a população, ficando o governo nacional do Império responsável apenas pela educação superior e pelas escolas do Rio de Janeiro.
Vale ressaltar também a Reforma Leôncio de Carvalho, de 1879, Leôncio de Carvalho era ministro do Império e professor da faculdade de direito de São Paulo. Promulgou um decreto instituindo a liberdade da educação primária e secundária no município da Corte e liberdade de ensino superior em todo Império. Tal decreto consistia em, todos que se achassem capazes de ensinar podiam o fazer e usar os métodos que quisessem e os alunos secundários e da educação superior eram livres para escolher a matéria que quisessem estudar, o decreto era rigoroso apenas na exigência de exames.
O primeiro é conhecido como a prestigiada Faculdade de Direito do Largo do São Francisco, ambos começaram a funcionar em 1828. Estes dois cursos foram de grande importância para a educação da elite brasileira no Império.
Os indiozinhos aprendiam com o Pajé
Antes dos jesuítas, os pequenos indiozinhos - principalmente os tupis-guaranis - eram instruídos pelos adultos de suas aldeias. Em algumas tribos, o pajé era responsável pela transmissão de valores culturais.
Os idiomas nativos eram a principal barreira no ensino
Ofayé, mequém, karapanã...Já ouviu falar? A lista de línguas indígenas vai muito além do tupi-guarani e era a primeira barreira na conversão dos índios, junto com os costumes da gente local. Por isso, os jesuítas passaram a morar em aldeias indígenas. Foi o jeito que eles encontraram de entender como realmente funcionavam a vida e as tradições dos índios.
As escolas não tinham nada a ver com as que conhecemos
Nas aldeias, os jesuítas ergueram as chamadas casas de meninos, espaço onde crianças e jovens índios aprendem português ou espanhol -- também havia jesuítas espanhóis em terra brasilis. Esses ambientes podem ser considerados as primeiras escolas do país. Um grupo de 4 ou 5 alunos se reunia em torno de um professor em precárias construções de taipa.
Brincadeiras entravam no currículo
Nas casas de meninos, os índios aprendiam profissões e operações mentais básicas como contar. Meninas aprendiam a tear. Atividades lúdicas como o teatro e o canto eram usadas para catequizar crianças e adolescentes e de quebra, para ensinar. Assim, os jesuítas conseguiam entreter as crianças. Já os adolescentes se aborreciam rápido e davam no pé.
O nomadismo dos índios era um empecílho
Além da língua, outro aspecto da cultura indígena atrapalhava a regularidade do projeto de educação dos jesuítas: o nomadismo. Era comum que os jesuítas saíssem para uma viagem e ao voltar, constatavam que os índios tinham se mudado, sem deixar qualquer vestígio. As índias também não davam trégua, levavam crianças menores para o interior da mata, a fim de tirá-las da influência dos jesuítas.
Os primeiros colégios do Brasil
eram jesuítas
Apesar dos tropeços, a Educação dos índios seguia. E começava a ficar cada vez mais cara. Era preciso vesti-los, alimentá-los e comprar remédios. Sem dinheiro, os jesuítas tiveram de assumir a Educação dos brancos também. A proposta partiu da Coroa Portuguesa, que responsabilizou os jesuítas pela criação dos colégios. O primeiro foi criado na Bahia, em 1564. Depois, em 1585, Olinda e Rio de Janeiro ganham seus colégios. Esses colégios, mais estruturados que as escolas de meninos eram internos e recebiam órfãos portugueses e filhos da elite colonial. É possível que um ou outro índio também conseguisse estudar em um deles. Tudo dependia de dedicação e interesse, já que não era preciso pagar mensalidades.
Faculdade, só na Europa
Depois de até 11 anos de estudo, os estudantes podiam cursar a universidade - mas em Portugal, o pá, porque ainda não existiam escolas de ensino superior no Brasil. Poucos alunos faziam isso, já que estudando no colégio os alunos aprendiam a ler, o que era suficiente para sua atuação em sociedade no século XVI.
As salas não eram separadas por idade
Nos colégios, ao contrário das casas de meninos, a idade não importava tanto. O que contava mesmo na divisão das salas era o conhecimento. Nos colégios, a pedagogia jesuítica se consolidou. O método? Repetição, memorização e provas periódicas. O aluno anotava a lição em seu caderno, enquanto o professor fazia seus apontamentos.
Professores eram raros
Apesar de mais organizadas, os colégios sofriam com problemas semelhantes aos das casas de meninos. Um exemplo: a falta de professores. Eles demoravam para chegar ao país, ou morriam em naufrágios a caminho da colônia. Outros desapareciam em um passeio (algumas tribos indígenas eram antropófagas, esqueceu?). A vida dos alunos não era bolinho. E a vida dos professores não ficava atrás.
O padre Anchieta fez a primeira gramática brasileira
O padre Anchieta, um dos jesuítas mais conhecidos da época, relatou sua dura rotina em carta enviada à metrópole. Sua maior queixa era as poucas horas de sono, causadas pela preparação das tarefas do dia anterior. Em tempos de escrita à pena, ele precisava escrever, uma a uma, a cópia que cada aluno usaria na lição do dia seguinte. Além de dedicar-se à alfabetização dos filhos dos europeus e dos índios, o missionário ainda estudou com afinco a língua tupi e formulou a primeira gramática brasileira, a Artes de Gramática da Língua Mais Usada na Costa do Brasil, impressa em 1595, em Coimbra, Portugal.
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