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Módulo 304 - Saúde Mental e Comportamento

Revisão geral para o EAC
by

Felipe Ribeiro Silva

on 24 January 2016

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Transcript of Módulo 304 - Saúde Mental e Comportamento

Revisão Geral para EAC Módulo 304 - Saúde Mental e Comportamento Modos históricos Consciência - atividade integradora dos fenômenos psíquicos
Atenção - capacidade de focalizar a atividade psíquica, de discriminar os conteúdos na consciência, dirigindo-se a determinados estímulos
Sensopercepção - fenômeno resultante da ação de estímulo físico sobre os órgãos do sentido
Juízo - capacidade de definir valores ou atributos que damos aos objetos
Afetividade/humor - atividade que constitui a vida emocional do ser humano, tem conteúdo e forma
Conação - atividade psíquica de direcionamento para a ação
Prospecção - como o indivíduo se projeta em relação ao futuro
Inteligência - conjunto de todas as capacidades mentais. Habilidade de pensar e agir racional e logicamente
Orientação - capacidade de situar-se em relação a si e ao mundo, no tempo e no espaço
Memória - capacidade de registrar, fixar e reproduzir os vestígios da experiência anterior. Divide-se em capacidade de fixação e de evocação.
Pensamento - atividade de suceder ideias através da linguagem
Linguagem - modo de comunicação que se caracteriza pelo uso de fonemas que produzem palavras e discurso
Psicomotricidade - exteriorização da elaboração interna dos estímulos Funções `psíquicas Transtornos Mentais Idade antiga – abordagem mágica;
Idade média – abordagem correcional;
Idade moderna – abordagem manicomial;
Idade contemporânea – abordagem psicossocial Retrospectiva histórica Prioriza a dimensão técnico-científica;
Legitima o saber/poder médico;
Foca a medicalização para a remissão de sinais e sintomas;
Centra as ações no contexto hospitalar. Modo manicomial Movimentos de luta antimanicomial / preocupação com a garantia dos direitos humanos:
Reforma Psiquiátrica Italiana / lei 180
Reforma Psiquiátrica Brasileira / lei 10.216. Superando o modo manicomial garantia de acesso ao melhor tratamento disponível;
garantia de tratamento humanizado, respeitoso, livre de abusos e realizado por meios menos invasivos;
foco na recuperação, reinserção na família, na comunidade e inserção na esfera do trabalho;
garantia de privacidade e sigilo sobre os casos;
garantia de atendimento interdisciplinar;
garantia de acesso aos meios de comunicação, garantia de acesso à informação sobre a doença e o tratamento, garantia de que o tratamento
seja feito preferencialmente em serviços comunitários.
a internação só está indicada quando os recursos extra-hospitalares se mostrarem insuficientes. Principais questões da Lei 10.216 Valoriza a produção de subjetividade singularizada;
Prioriza a dimensão “ética-estética” (GUATARI,1987);
Legitima a interdisciplinaridade para alcançar a integralidade dos sujeitos e sua inclusão social Fortalecimento do modo psicossocial Políticas para o redirecionamento das práticas de atenção a saúde mental:
Redução de leitos psiquiátricos;
Investimento em atenção básica;
Atenção a dependentes químicos e loucos infratores;
Formação de recursos humanos;
Participação e controle social;
Criação de serviços substitutivos ao hospital psiquiátrico.
Lei 10.216 – dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental Contexto brasileiro da saúde mental dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental Rede de Atenção à Saúde Mental

Serviços de atenção diária fora de unidade hospitalar, constituídos por equipes multiprofissionais, voltados à reabilitação psicossocial das pessoas em sofrimento mental a partir de projetos terapêuticos individualizados;

CAPS I, II e III (porte/complexidade e abrangência populacional) , CAPS i e CAPS ad. Portaria 336 de 19/02/2002 - Regulamenta os Centros de Atenção psicossocial – CAPS As Residências Terapêuticas são moradias, lares, e não unidades de terapia de qualquer natureza, e devem atuar no sentido de promover a reinserção de seus moradores na comunidade
O projeto terapêutico destes serviços deve ser centrado nas necessidades dos usuários, visando à construção progressiva da sua autonomia nas atividades da vida cotidiana.
Aqui se deve ter clara a habilitação do usuário para a vida no lar, o respeito ao seu espaço privado, pois ele é o “dono da casa”, o respeito à sua singularidade, ao seu “jeito de fazer as coisas”, de dispor os móveis, de como e quando tomar banho, fazer o seu jantar e outras tantas coisas.
Na casa, o técnico é colaborador, é “apoiador” para a organização do cotidiano. Ele deve primar pela autonomia do usuário, por sua liberdade para decidir e resolver seus problemas e, sobretudo, pelo respeito ao espaço de moradia. Quando o técnico entra na casa do usuário, ele deve colocar-se como cidadão além de profissional.
Os Serviços Residenciais Terapêuticos em Saúde Mental constituem uma modalidade assistencial substitutiva da internação psiquiátrica prolongada As Residências Terapêuticas têm como objetivo central contemplar os princípios da
reabilitação psicossocial, oferecendo ao usuário um amplo projeto de reintegração social, por meio de programas de alfabetização, de reinserção no trabalho e de mobilização de recursos comunitários. Portaria 106 de 11/02/2000 - Regulamenta os Serviços residenciais Terapêuticos - SRT Hospitais gerais Instituições públicas ou privas que proporcionam ao paciente um regime de internação que pode ser integral ou parcial. É voltado para assistência do portador de transtorno mental com quadros agudos ou graves. Serviços substitutivos
Valores que norteiam a prática Humanidade, humildade;
Solidariedade e cooperação;
Respeito pelos diferentes atores (usuário, família, equipe e comunidade) e pelos diferentes saberes Serviço integral x Substitutivo Permanência 24h / Interrupção da rotina de vida;
Adaptação às rotinas da unidade (horário de banho, refeições...)
Abordagem massificadora


Distanciamento da família, dos amigos e comunidade,
Privação dos seus afazeres cotidianos, de seus pertences e documentos (identidade)
As Terapêuticas são de responsabilidade exclusiva dos profissionais,



O conhecimento do usuário e da família quanto à terapêutica adotada é irrelevante para o tratamento.
Ações isoladas dos profissionais Retorno para casa todos os dias;
Mantém rotina relacionada ao auto-cuidado;

Abordagem personalizada conforme PTI.

Manutenção do convívio familiar e social,
Manutenção dos afazeres cotidianos, preserva seus pertences e documentos.
As terapêuticas são de responsabilidade do usuário, da família e da equipe. O sucesso do tratamento depende do compromisso de todos os atores;
Ações definidas em trabalho interdisciplinar


O sucesso do tratamento depende do entendimento que usuário, família e equipe tenham a cerca dele. O álcool é uma substância psicoativa que atua como depressora do SNC. É a principal droga lícita responsável por abuso ou dependência.
A abstinência do álcool é dividida em dois tipo: não complicada e complicada. Ambas iniciam-se 6 a 12 horas após a última dose.
A abst. não complicada é caracterizada por ansiedade. taquicardia, sudorese, alterações da PA.
A abst. complicada é caracterizada por sintomas autonômicos, inquietação, hipertensão arterial. Poder haver convulsão e alterações sensoperceptivas. Esta apresenta ainda uma forma ainda mais grave que é o Delirium tremens que é caracterizado por pertubação da consciência, alucinação, paranoia e outros já citados. Alcoolismo Transtorno psicótico que caracteriza-se por distorções do pensamento, da percepção e afetos inapropriados ou embotados.
As manifestações mais frequentes são: sintomas positivos; sintomas negativos; distúrbios das relações interpessoais.
1. Sintomas positivos:
Pensamento: desagregação, eco do pensamento ou sonorização do pensamento, roubo do pensamento, inserção do pensamento, delírios: percutório, de controle, de influencia, de ciúme, de grandeza, de referencia, de culpa e místico
Sensopercpção: Alucinações: auditiva, visual, tátil, olfativa e gustativa; pseudo alucinações ou vozes alucinatórias.
Comportamento bizarro: expresso no seu modo de ser.
2. Sintomas negativos:
Afetividade: embotamento afetivo, falta de ressonância afetiva, apatia.
Atividade: apragmatismo
Vontade: abulia ou hipobulia
Pensamento: pobreza do pensamento expresso na comunicação verbal e não verbal; respostas verbais e não verbais incoerentes ou diminuídas.
3. Reflexos na vida diária: isolamento social, desinteresse aparente pelo mundo exterior, introspecção, ausência de objetivos, manifestações de agressividade e de sexualidade inadequadas, não estabelecimentos de vínculos afetivos, ausência de insight da doença e das situações vivenciadas, deficit do auto cuidado. Esquizofrenia Transtornos do Humor
Depressão e Trans. Afetivo Bipolar É um distúrbio que se desenvolve por "crises de pânico", ou seja, períodos que afetam o indivíduo sem que haja uma causa (fator desencadeante) e faz com que ele sinta um medo extremo, uma sensação de morte e destruição iminente.
O sintomas que surgem são:
Palpitações
Dores no peito
Tonturas
Náuseas
Sudorese
Dispneia (sufocamento)
Calafrios ou ondas de calor
Sensação de "formigamento" ou fraqueza nas mãos
Sensação de "estar sonhando" ou distorções de percepção da realidade
Temor
Medo de perder o controle Transtorno de Pânico Atendimento na agudização:
Levantamento das NHBs afetadas: nutrição, hidratação, condições de higiene e integridade física;
Verificação de SSVV;
Análise das funções psíquicas;
Proporcionar cuidados físicos imediatos: hidratar, alimentar, higienizar;
Administrar Complexo B, se prescrito;
Promover ambiente tranquilo e bem humorado, reduzindo os estímulos sensoriais;
Fazer contenção se agitado com risco de machucar-se ou machucar a terceiros.
Atendimento subsequente (após estabilização do quadro agudo):
Procurar estabeler relacionamento de confiança com o paciente;
Não criticar ou menosprezar o dependente de álcool;
Fazer orientação quanto aos prejuízos físicos e sociais causados pelo álcool;
Identificar fragilidades e potencialidades;
Orientação sobre grupos de apoio (AA);
Encaminhar para acompanhamento psicológico (Psicoterapia individual ou em grupo);
Orientar sobre atividades lúdicas e/ou educativas.
Orientação familiar:
Orientação sobre grupos de apoio (AlAnom) Abordagem Terapêutica medicamentosa:
Benzodiazepínicos
Antidepressivos
Assistência de enfermagem:
Oferecer apoio. Durante a crise permanecer ao lado do paciente, procurar acalmá-lo de maneira serena e tranquilizadora.
Através de atos de comunicação, fazer com que ele perceba no profissional um meio de ajuda.
Encaminhar paciente para psicoterapia (de grupo ou individual).
Encaminhar paciente para grupos de apoio.
Orientar sobre importância da adesão ao tratamento psicológico e medicamentoso
Após a crise, orientar o paciente de que os sintomas são passageiros e que não há risco real.
*Evitar atitudes críticas, demonstrando ser compreensivo e confiável. Abordagem Abordagem Tratamento medicamentoso
Antipsicóticos/Neurolépticos
Observar e registrar o tipo de comportamento que o paciente manifesta ao longo dia.
Oferecer apoio ao paciente quando este encontrar-se assustado ou ansioso.
Fazer levantamento das NHBs afetadas e intervir, destaca-se que o paciente deve ser estimulado a fazer as coisas por ele mesmo.
Observar quanto ao risco de suicídio fazendo escuta ativa aos relatos do paciente, como por exemplo: "estão querendo me matar..." ou "não consigo mais gostar de mim mesmo...".
Encorajar o cliente a manter-se na realidade, aproveitando cada contato com ele: pesquisar junto ao cliente suas habilidades e propiciar atividades de seu real interesse para mantê-lo na realidade e socializa-lo. Essas atividade devem ser simples, concretas e pertinentes ao cotidiano do cliente, à sua cultura e à capacidade de desempenho individual.
Estimular atividades em grupo.
Na presença de delírios e alucinações, não criticar ou menosprezar suas ideias.
Promover insight do paciente acerca do transtorno, para que o mesmo se torne capaz de reconhcer a realidade e diferenciá-la das alucinações.
Orientar ao paciente e aos familiares do que se trata o transtorno, da importância do uso correto e regular da medicação, dos possíveis efeitos desta.
Encaminhar/Inserir paciente e/ou familiares para/em grupos de apoio. O Transtorno afetivo bipolar é um estado no humor do indivíduo, que ocorre em dois pólos: mania e depressão. Mania
Caracteriza-se por:
Hiperatividade física e emocional;
Comprometimento do senso crítico e julgamento objetivo;
Pensamento rápido;
Logorreia;
Autoconfiança exagerada;
Distraibilidade;
Aumento da disposição;
Insônia;
Hiperbulia;
Labilidade de humor. Depressão
Caracteriza-se por:
Angústia;
Ansiedade;
Desânimo;
Humor depressivo e irritável;
Sentimento de medo e desconfiança;
Isolamento social;
Pessimismo;
Sentimento de culpa, inutilidade e fracasso;
Interpretação distorcidada da realidade;
Dificuldade de concentração;
Diminuição do apetite;
Hipobulia;
Insônia ou hipersonia;
Despertar matinal precoce. Quadro Maníaco
Tratar paciente com serenidade respeito e bom humor, evitando com isto incentivar ou provocar comportamentos inadequados.
Não permitir que ele domine a situação, agitando o ambiente.
Evitar conduta autoritária e agressiva, usando tom de voz baixo e bom senso na abordagem verbal.
Remoção de fatores irritantes.
Promover ambiente tranquilo.
Ajudá-lo a proteger-se quanto a sua integridade físicaa e moral. Assistência de Enfermagem Quadro depressivo
*Atenção, paciência e estímulo são de grande valia, assim como não reforçar suas ideias de ruína.
Impedir que o paciente faça qualquer ato prejudicial a si mesmo.
Se necessário, ajudar nos cuidados higiênicos.
Encorajar a expressão de sentimentos e pensamentos.
Desenvolver junto ao paciente sentimentos de auto-estima e confiança.
Ajudá-lo a controla sua ansiedade e medo, oferenco apoio.
Ajudá-lo a socializar se inserindo-o em grupos sociais.
Estímulá-lo a ocupar-se com atividades que goste de realizar, dando o reforço positivo Assistência de Enfermagem a Paciente em tratamento por drogas psicotrópicas Reduzem sintomas positivos nas psicoses (delírios e alucinações)
Por exemplo: Haloperidol (Haldol)
Efeitos colaterais mais comuns:
Hipotensão, hipotensão ortostática;
Aumento de peso;
Alterações de pulso e temperatura;
Redução da mímica facial, inclusive do piscar dos olhos;
Sonolência;
Movimentos anormais: tremores (principalmente de extremidades), mioclonias, acatisias, distonias, crise oculógira;
Icterícia, galactorreia, prurido;
Reações alérgicas;
Náuseas, vômitos;
Obstipação intestinal;
Distúrbios visuais (Visão turva);
Ansiedade);
Lentidão no curso do pensamento. Antipsicóticos (Neurolépticos) Cuidados específicos:
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