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Untitled Prezi

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by

Jéssica Fernandes

on 2 April 2013

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Transcript of Untitled Prezi

A partir de Perez & Siqueira (2009), o indivíduo moderno busca um estilo de vida mais saudável, com ampliação do conceito de bem-estar que se evidencia claramente no consumo alimentar. Fatores motivadores como o envelhecimento da população mundial, o incremento da renda e a possibilidade de melhorar os hábitos alimentares, as descobertas científicas e os avanços na pesquisa dietética, influenciam o fato de que o homem está disposto a fazer um esforço adicional para viver bem.

Hiperconsumidores (LIPOVETSKY, 2007)
Abordagem das táticas da marca Subway:
Campanha “Gostoso e Saudável”, veiculada no Brasil
Comunicação desenvolvida a partir de uma narrativa narcísica,
aliada a um tom leve e caricato na abordagem das consequências da
não utilização do produto em questão: o sanduíche Subway. Bárbara Marina Almeida dos Santos
Jéssica de Oliveira Fernandes
Ivan Chaves Coelho Publicidade e práticas de consumo: A relação entre a tendência da qualidade de vida e as táticas de comunicação da marca Subway Introdução Tendência é a “manifestação, na esfera do comportamento, do
consumo ou do ‘espírito do tempo’ de uma sensibilidade anunciada
por sinais. Para uma cadeia produtiva, adquire o sentido de redutor
de risco.” (CALDAS, 2004)

Consumir é mais do que um simples exercício de gostos, caprichos e compras irrefletidas. É participar de um cenário de disputas por aquilo que a sociedade produz e pelos modos de usá-lo. (CANCLINI, 1999)

Industrialização, globalização, mulher no mercado, jornadas duplas (e triplas) de trabalho, cuidar dos filhos > tempo

A Subway será o objeto de estudo desse ensaio, que através do
estudo bibliográfico e análise de conteúdo, tem o objetivo de
analisar suas táticas publicitárias e as tendências da sociedade Subway,
um fast food saudável? Aberta em 1965 por dois colegas que pretendiam ganhar dinheiro extra para
pagar a faculdade
Inicialmente chamada de Peter’s Super Submarines, poucos anos depois modificado para Subway por causa do pão baguete que possui formato semelhante ao de um submarino (“Sub” submarino + “way” forma). Usado a partir de 1968, no quinto restaurante da franquia
Proposta “Eat fresh” com variedade de salada fresca e carnes magras já se diferenciando dos demais fast foods
Em menos de um ano uma nova loja foi aberta
Doctor’s Associates Inc., dos próprios proprietários, foi criada o objetivo de supervisionar e administrar os restaurantes
Em 1984 que a rede abriu sua primeira franquia fora da América do Norte, em Barém
Em 2010 eram 33.749 lojas superando, em mais de mil, o número de franquias da McDonald’s
Só no Brasil são 1094 (dado atualizado) “Os sentimentos de felicidade ou sua ausência derivam de esperanças e expectativas, assim como de hábitos aprendidos, e tudo isso tende a diferir de um ambiente social para outro” (BAUMAN, 2008, p. 59)

A capacidade do consumo para aumentar a felicidade é bastante limitada; não pode ser estendida com facilidade para além do nível de satisfação das “necessidades básicas de existência” (distinta das “necessidades do ser” definidas por Abraham Maslow). E com muita frequência o consumo se mostra desafortunado como “fator de felicidade” quando se trata das “necessidades do ser” ou da “auto-realização” de Maslow. (BAUMAN, 2008, p. 62) O consumo como forma de alcance de necessidades mais subjetivas e intrínsecas à individualidade do homem
Novas linhas de comunicação e formação de identidade
A publicidade na venda do prazer, valores, status e emoções
Qualidade de vida no agendamento Universidade do Estado do Rio Grande do Norte
Mossoró, RN, Brasil O cardápio e o regionalismo Consumo, geração saúde
e um novo comportamento
do consumidor Escalando a pirâmide Você é o que você come: a
estética e o discurso publicitário “Gostoso como sanduíche,
saudável como tem que ser” Considerações finais O discurso argumentativo representado nos pensamentos dos consumidores da marca e as características que incomodam ao homem contemporâneo: o peso, o relacionamento, a popularidade e a imagem, de forma geral.

A forma de apresentação do produto configura-se como uma maneira de relacionar e aproximar o Subway do consumidor, personificando-se como uma marca companheira do mercado, prezando pela qualidade de vida deste.

Slogan e imagens finais do filme:
“Gostoso como sanduíche, saudável como tem quer ser” vem agregar à marca o sabor e a qualidade de vida, num diferencial de dois fatores almejados estarem juntos numa mesma marca.

Representação extrapolada da estética na escolha dos atores, numa forma leve e eficiente de relacionar a marca ao narcisismo e a estética. As mudanças contemporâneas, no que tange tecnologia, economia e cultura, têm como consequência um homem mais individualista, onipotente, narcísico e mais preocupado com a realização individual privada.
Elementos explorados pela indústria da propaganda como meios de concretização do sonho de ser feliz, de ter sucesso ou de ser jovem e bonito. Apresenta-se um círculo vicioso que engloba aquilo que a sociedade põe em palco, somados às estratégias publicitárias – potencializadas pelas inovações tecnológicas –, a construção de significados e representatividade que vai de encontro a subjetividade dos desejos do indivíduo tornando-se consumidor.

A sociedade pós-moderna possui uma identidade flexível e o mercado deve estar atento para suas mudanças e tendências.

Segundo Sahlins (2003), o objeto cultural é investido de significados pelos humanos, adquirindo assim a sua finalidade, a sua existência, dentro de um sistema simbólico e histórico. A publicidade pode ser vista como uma forma multifacetada de articulação da cultura e da economia (PIEDRAS, 2009). O homem pós-moderno e o narcisismo
Uma nova forma de personalidade configura o homem contemporâneo, o qual segundo Severiano (2001), caracteriza-se por buscar constantemente sua autorealização. Ele parece apenas necessitar do outro como instrumento de confirmação e admiração do próprio eu.

A publicidade alimentar, sobretudo de linhas saudáveis, relaciona-se a construção narcísica ao apresentar-se como o meio de promover o alcance da perfeição, da qualidade de vida, do peso e aparência ideal, através do consumo dos seus produtos. Compreendendo o ato de comer como ato comunicativo, sendo, também, segundo Barthes (1997), um local discursivo de produção de sentido em suas representações para vida cotidiana, considera-se que além da busca pelo corpo perfeito, o consumo, num recorte para o segmento alimentar, é uma forma de representatividade e pertencimento a determinado estatuto social. Bauman (2008) afirma: numa sociedade de consumidores, tornar-se uma mercadoria desejável e desejada é a matéria de que são feitos os sonhos e os contos de fada. Necessidade de adaptação devido às diversas culturas dos países em que as franquias estão inseridas. Enquanto no Brasil tem rosbife, na Índia não é vendida carnes de boi e derivados;
Variedades de saladas frescas, pães, carnes, molhos dão opções de 6 milhões de combinações diferentes (dado do próprio site);
Dentro da proposta de comida saudável e gostosa a rede traz inovações como a linha Superleve e seus sanduíches com “6 gramas de gordura ou menos”;
Concorrentes que mudam seu cardápio para se adaptar a procurar dos clientes e não perdê-los: McDonald’s inserindo saladas, frutas e eliminando açúcar nas bebidas, etc; O novo consumidor está inserido numa sociedade onde em três décadas a obesidade no mundo quase que duplicou e 10% da população mundial sofre com obesidade (VEJA, 2011)
No Brasil, em 2010, foi registrado aumento do número de obesos em todas as idades (Fonte: IBGE)
Baseado nesses dados a Assembleia Mundial da Saúde editou um documento voltado para os riscos à saúde: Documento assinado por 192 países com objetivos de aumentar a atenção e o conhecimento a respeito de alimentação, atividade física e saúde
Lei federal 11.947, de junho de 2009, diz que: pelo menos 30% dos recursos, que saem do Fundo Nacional de Educação (FNDE) para os municípios, devem ser utilizados para adquirir produtos da agricultura ou do empreendedor familiar
Produção e divulgação de produtos “não contém glúten”, “diet”, “light” e etc
Aplicativos para celular, acessórios esportivos, blog e perfis no Instagram com dicas de saúde O Subway disponibiliza:

Valor calórico dos ingredientes através de uma tabela nutricional
Opções de montagem dos sanduíches e até mesmo uma lista de alergênicos
Dicas de saúde presentes nas redes sociais da marca Contato Bárbara Marina

e-mail
bmarina1008@gmai.com
twitter
@bmarinaas2
facebook
fb.com/babi.marina Jéssica Fernandes

e-mail
jessica_fndes@hotmail.com
jessicaolif@gmail.com
twitter
@jessicaolif
facebook
fb.com/jessfnds Ivan Coelho

e-mail
ivanccoelho@gmai.com
twitter
@ivancc
facebook
fb.com/ivan.coelho.9 O corpo tornou-se um objeto usado como estratégia frequente na publicidade, já que a imagem tem se tornado cada vez mais importante.

O Subway inova na forma de tratar o assunto, através de menos exploração do hedonismo com traços de luxúria, mais humor e inteligência, numa forma de atrair a atenção do consumidor tão saturado de propagandas com corpos despidos, quando se trata de saudabilidade, e da potencialização da gula retratada nas propagandas dos fast-foods. “A demora é o serial killer das oportunidades” (BAUMAN, 2008).
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