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Reanimação de Neonatos pós-cesariana e principais cuidados nos primeiros dois meses de vida

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Inês Baltazar

on 11 October 2011

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Transcript of Reanimação de Neonatos pós-cesariana e principais cuidados nos primeiros dois meses de vida

Hospital Veterinário Montenegro Reanimação de Neonatos e principais cuidados nos primeiros dois meses de vida Papel da Estagiária (cc) photo by Metro Centric on Flickr (cc) photo by Franco Folini on Flickr (cc) photo by jimmyharris on Flickr (cc) photo by Metro Centric on Flickr 12 Médicos Veterinários
3 Enfermeiro Veterinários
1 Auxiliar de Veterinária Actividades do Estágio Ressuscitação Neonatal Pós-cesariana e Principais Cuidados nos Dois Primeiros Meses de Vida Serviço de Urgência 24h com MV e EV
Formação contínua e específica em várias áreas. Vários protocolos com outros Hospitais Veterinários no mundo. Congresso anual Projecto Escolas • Acompanhamento em consultas;
• Passeio dos animais;
• Monitorização e registo de dados;
• Reposição de stocks;
• Administração de fármacos ;
• Limpeza de material cirúrgico;
• Realização de Análises Laboratoriais;
• Realização de radiografias;
• Realização de pensos;
• Cuidados clínicos e profiláticos (hospitalização);
• Ajudante de cirurgião;
• Monitorização anestésica;
• Participação no Projecto Escolas;
• Acompanhamento ao TAC
Atender os clientes na recepção
Abrir/criar fichas de cliente
Avaliar o estado clínico do animal
Pesar o animal
Qual o motivo da consulta
Acompanhar ao consultório
Assistir o MV
Cobrança de serviços Consultas Internamento Monitorização
Alimentação
Limpeza
Medicação dos animais internados
Outros procedimentos : Recolha de sangue para análise
Colocação de cateteres
Tricotomia
Algaliação
Pensos
Cuidados estéticos Actividades de estágio Radiologia Acompanhar o animal até à sala de Rx
Introduzia os dados do animal no sistema informático
Introduzir os valores das constantes Mielografias:
Assistir o MV Ecografia Acompanha o animal à sala de Ecografia
Realiza a tricotomia da zona abdominal
Realiza a contenção do animal Ecocardiografia Contenção

Tricotomia da zona a examinar pelo MV ECG
Electrocardiografia Contenção

Manter o animal calmo

Colocar os electrodos

Humedecer os electrodos com álcool

Bioquímica seca
Hemograma
Microhematócrito
Densidade urinária
Urianálise.
Recolher amostra de sangue
Processar a amostra
Introduzir os dados no sistema informático (na ficha do animal)
Entregava o resultado ao MV Exames Laboratoriais Cirurgia Preparar a sala de cirurgia:
Material adequado ao tipo de cirurgia
Sistema de anestesia
Manta de aquecimento
Preparava o animal para a cirurgia
Colocação de catéter
Colocação de sistema de soro
Tricotomia da região da intervenção
Assépsia da zona Auxiliar o MV no acto cirúrgico
Monitorização anestésica do animal
Limpeza da sala de cirurgia
Nos cuidados intensivos, monitorizar o recobro do animal:
temperatura corporal
frequência cardíaca
frequência respiratória
estado de consciência Fisioterapia Plano de fisioterapia era estabelecido e fornecido pelo MV:
Relaxar e aumentar a temperatura local do animal com massagens suaves ao longo do corpo
Exercícios passivos e activos adequado às necessidades do animal
Realizar electro-estimulação transcutânea dos nervos (TENS) Urgências Monitorizar
Administrar medicação
Vigiar os animais internados
Garantir a limpeza das instalações
Realizar trabalho de recepção (abrir fichas de cliente novas e encaminhar o paciente ao MV)
Preparar a jaula para um eventual internamento
Preparar todo o material e medicação necessário para socorrer o animal Urgência telefónica:
Coloca questões de esclarecimento
Avaliar o estado de saúde do animal
Aconcelhar a que se dirija ao HVM ou são-lhe dadas indicações pelo MV Hemodiálise TAC stress e depressão fetal: Hipoxia:
bloquei físico do cordão umbilical
bloquei físico do aparelho respiratório (no canal de parto)
depressão respiratórioa (agentes anestésicos administrados à mãe) Sofrem de:
bradicárdia
diminuição da frequência respiratória
diminuição dos movimentos torácicos mecanismo de conservação de energia e oxigénio Hipotermia até aos 7 dias de vida - reacção de tremores e vasoconstrição não estão activos

até aos 28dias de vida - a termorregulação não está totalmente desenvolvida

não possuem gordura para isolamento Pode conduzir a acidose metabólica Evita-se:

assegurando que a mãe mantém a temperatura corporal durante a cesariana
Manter o neonato com temperatura corporal ideal
Reanimação neonatal pós-cesariana Vias aéreas e respiração Cortar o Cordão umbilical Circulação Remover o saco amniotico Limpar o nariz e abrir a boca, inclinar a cabeça para baixo e remover os fluidos presentes Toalha, cotonete ou algodão
Esfregar a zona lombar para o estimular a chorar Sucção ligeira nas narinas e boca Pressão na caixa torácica para:
despertar os movimento torácicos e facilitar a respiração ainda não respira espontaneamente + O2 Esfregar para estimular a respiração espontânea Ponto de acupunctura que estimula a respiração em neonatos que não reagem Controlo da temperatura Fornecer O2 Compressões torácicas:
1-2 compressões /segundo
Permitindo pausas para a respiração Bradicardia persiste Bradicárdia causada por hipoxia e hipotermia Não reage ás compressões Administrar:
Epinefrina - dose de 0,1-0,3 mg/kg IV ou intra-óssea
Atropina - não está recomendada - provoca uma exigência maior sobre o coração e piora as lesões miocárdicas devido à maior necessidade de O2 Depois de libertar do saco amniotico Pinçado com duas pinças hemostáticas, a cerca de 1-2cm do recém-nascido Corte deve ser feito entre as 2 pinças Ter em atenção os movimentos realizados com o recém-nascido.
O peso da pinça poderá ser o suficiente para provocar hérnias umbilicais. Desinfecção do cordão umbilical
Principalmente na zona do corte Clorhexidina diluída (cc) photo by theaucitron on Flickr Quando parar a ressuscitação 15 a 20 minutos sem resposta por parte do recém-nascido
Defeito congénito detectado
Fenda palatina
Fontanelas posterior ou anterior se apresentarem com grandes dimensões O objectivo principal dos cuidados neonatais é maximizar:
Saúde
Bem-estar
Socialização com vários objectos, pessoas e outros animais Examinados á nascença e registar os dados físicos:

Observar a inserção do cordão umbilical - hérnias umbilicais

Respiração regular e sem ruídos respiratórios

Descartar alterações a nível ocular e auditivo - observar as pálpebras e os tecidos que fecham a cavidade auricular

Despistar a presença de doenças congénitas - avaliando o céu-da-boca Período neonatal – do nascimento às 2 semana

Período de transição – das 2 às 4 semanas - desmame

Período de socialização – das 4 às 12 semanas

Período juvenil – das 12 semanas de idade à puberdade (6 meses a 1 ano) Ganho de peso Formas de alimentação Temperatura ambiente
vs
Temperatura rectal do neonato Temperatura ambiente - 25 a 30ºC nos primeiros dias de vida, evita-se
Hipotermia
Estase gastro-intestinal
Depois, a temperatura ambiente pode ser reduzida em segurança até aos 22ºC Temperatura rectal abaixo dos 34,5C Temperatura rectal abaixo dos 29,5C Temperatura rectal abaixo dos 21,5C Hipotermia (cc) image by nuonsolarteam on Flickr Sucção fraca e ineficaz
Intestinos desenvolvem hipomotilidade
Frequência cardíaca aumenta Estase gastrointestinal
Frequência cardíaca diminui
Ocorre um quadro de hipoglicémia Imóvel
Não reage a estímulos externos
Movimentos torácicos ocasionais
Frequência cardíaca entre os 40-60 bpm e não é palpável temperatura do ninho temperatura do nenonato 1 2 26,7ºC Temperatura ambiente vs Temperatura rectal dos nenonatos 29,4 - 32,2ºC 5 3 21ºC Temperatura varía com facilidade 4 Temperatura normal e estável 38ºC 35,5 - 36,7ºC 37,2ºC Cachorros:
Criados à mão - duplicar até aos 10-14 dias de vida
Criados com a mãe - Ganho de peso de 5-10% do peso à nascença por dia

Gatinhos:
Criados à mão - Peso deve duplicar até aos 10-14 dias de vida
Criados com a mãe - Deve ganhar 10-15gr por dia até atingirem 1Kg nos primeiros 4 meses de vida Fórmulas cazeiras pouco aconcelhadas:
Cegueira temporária
Subnutrição
Alterações gastro-intestinais Sobrealimentação:
Cólicas
Diarreia aquosa verde-amarelada

Acrescentar cerca de 25% de água, durante alguns dias, à fórmula caseira ou ao leite de substituição quantidade de fórmula número de refeições 1 2 Idade vs quantidade de alimento e número de refeições 85ml 3 70ml 4 5 60ml 100ml 3 - 4 Biberão:
+ seguro
Baixa probabilidade de pneumonia por aspiração
Tetina deve ser proporcional ao neonato
Buraco da tetina de tamanho suficiente para que saia facilmente uma gota
Leite aquecido a 37-38ºC Posicionamento ideal Sonda:
Rápido
Preciso
Requer prática
Neonatos saudáveis ou doentes
Diâmetro baseado no peso e tamanho do neonato
Comprimento medido desde a extremidade do focinho até à última costela
Sonda deve estar cheio de líquido antes de ser introduzido até ao estômago
Deve ser retirado rapidamente
Refluxo è passível de acontecer - aspirações de alimento Entubação esofágica:
Alternativa à alimentação por sonda
Orifício que dará acesso ao esófago
Inserido um tubo de alimentação
Não há o risco de pneumonia por aspiração
Administrar doses pequenas de alimento
Elevado número de refeições ao longo do dia Desmame Cachorros:
Inicio do desmame:
Raças toy - 4 semanas
Restantes raças - três semanas
6ª semana - 50% da alimentação vem de alimento não misturado
7ª-8ª semana - ocorre o desmame completo

Gatinhos:
4 semanas - inicio do desmame
6 semanas - desmamame completo

Desmame precoce:
Desnutrição
Doenças relacionadas com o stress
Problemas comportamentais - aprendizagem lenta, timidez, agressividade
quantidade de fórmula número de refeições Raças cacninas toy Depois do desmame:
Número de refeições e por quanto tempo se deve manter 3 6 4 12 Estimulação anogenital Deve ser feita com:
Bola de algodão humedecido em água morna
Após cada alimentação

Reflexo está presente:
28 dias de idade em cachorros
40 dias em gatinhos

Estimulação essencial até aos 18-21dias de idade, depois são idependentes Comida:
Consistência de papa
1 porção de ração seca e 3 porções de água/leite/fórmula caseira
Se for utilizada ração húmida - 2 porções de ração para 1 de água/leite/fórmula caseira Raças cacninas médio porte Raças cacninas gigantes Raças felinas 9 6 Exame Físico Importante:
Caracterizar o bem-estar e saúde dos cachorros ou gatinhos
discutir os parâmetros normais com o proprietário - estabelece-se uma ponte entre o exame físico realizado na clínica/hospital e o estado geral do animal em casa
Permitindo descartar os problemas que poderão estar associados à sua criação Deve ser:
Sistemático - minimizar as falhas de interpretação e observação

Deve-se examinar:
Cavidade oral
Tórax
Abdómen
Sistema músculo-esquelético
Sistema urinário
Aparelho Reprodutor
Apesar de os olhos e ouvidos etarem fechados - examinar as pálpebras e estruturas do enclausuramento auricular Instrumentos básicos para a realização do exame físico: Exame físico em Neonatos: De preferencia os cachorros ou gatinhos devem estar junto à mãe
A aproximação à mãe e aos recém-nascidos deve ser feita com cuidado - evitar reacções agressivas pela parte da mãe
Se não colaborar - retirar a mãe do local
Colocar os recém-nascidos sobre uma superfície protegida com mantas para evitar o contacto com uma superfície fria Anomalias que se podem encontrar:

Luxação da patela que ocorre em cerca de 8% dos gatinhos e raças caninas toy
Mau alinhamento entre a maxila e mandíbula em raças braquicefálicas




Polidactilía






Alopécia pré-auricular
Ausência de um “tapetum lucidum” em gatinhos de olho azuis
Fenda palatina Exame da cabeça Medição do peso corporal Exame da cavidade oral frequência cardíaca Exame da pele e pelagem condição corporal Roliços
Arredondados
Sem anomalias macroscópicas - tamanho ou forma Observar os movimentos da cabeça - pouco coordenados
Explorar o crânio - descartar a presença/ausência de fontanelas Observar:
Lábios
Palato mole e duro - descartar a presença de fenda palatina
Avaliar:
Estado de hidratação
Coloração das mucosas
Presença do reflexo de sucção Descartar a presença de feridas e alopécias

Observar as almofadinhas palmares e plantares

Num bom estado de saúde - pelagem lustrosa e livre de detritos Mais importante

Peso deve ser registado:
Ao nascimento
Às 12horas de vida
Diáriamente - 2 semanas de idade
Cada 2 dias.


Regitar em em gramas - mais fácil de detectar alterações negativas no ganho de peso Exame torácico Avaliar - simetria
Descartar - anomalias esternais, defeitos congénitos, fracturas de costelas e feridas


Se a auscultação for inespecífica, avaliar a condição cárdio-respiratória pela observação
profundidade da inspiração/expiração
tónus e actividade muscular frequência respiratória 15-30 rpm
Regular
Sem sinais de esforço
Sem sons respiratórios anormais 200bpm

Descartar a presença:
sopro cardíaco - estetoscópio pediátrico Temperatura rectal Verificar:
Hipo/hipertermia
Febre

A temperatura rectal - indicador do estado de saúde do recém-nascido temperaturas normais:
até às 2 semanas - 35-37,2ºC
das 2 às 3 semanas - 36,1 - 37,7ºC

Qualquer alteração a baixo ou acima destas temperaturas - poderá ser significado de doença Exame do tónus muscular Forte
Mas não conseguem suportar o seu peso até aos 16 dias
Avaliação neuro-muscular é bastante difícil - requer avaliações seriadas avaliação dos membros Observaçar:
Posição anatómica e fisiológica
Presença de formações/ausência de ossos grandes
Número e posição dos dedos
Movimentos que o neonato realiza para se deslocar Exame do umbigo Cuidadoso - evitar infecções ou anomalias na parede abdominal

Cordão umbilical:
Desprende-se ao 2º-3º dia
Observar a parede abdominal - verificar se há presença de hérnias umbilicais Exame da pele e pelagem Descartar a presença de feridas e alopécias

Observar as almofadinhas palmares e plantares

Num bom estado de saúde - pelagem lustrosa e livre de detritos Exame anogenital e cauda Se o ânus e orifícios do aparelho genital se encontram presentes,

Conformação da cauda

Sexo - conhecido pela distância ano-genital

Estimular a micção e a defecação - descartar quaisquer problemas Exame físico em cachorros e gatinhos com + de 5 semanas de vida: Observar em repouso e em actividade
Iniciar-se assim que o animal entra no consultório:
Anomalias evidentes na orientação e marcha, atitudes e comportamento

Registar informação
Condição corporal
Estado mental
Postura
Locomoção
Padrão respiratório

Permitir ao cachorro ou gatinho a aproximação ao examinador:
Recompensado - associação da experiência da ida ao veterinário a uma boa experiência - período de socialização. Exame da cavidade oral 1º boca fechada - levantar os lábios de forma a expor os dentes:

observar se há falta de dentes, dentes rachados, lascados ou partidos - pode ser comportamental e devem-se sugerir técnicas para que o comportamento seja alterado.

observar se há presença de dentes de leite retidos - caninos (com 1 ano de idade)

2º boca aberta - pode ver-se aumento das amígdalas - expostos a antigénios pela vacinação e ao comportamento de exploração oral Gatinhos Observar a oclusão da mandíbula:

“tesoura”
Observar alterações ortodôntias
Observar a dentição e registar como nos gatinhos

A partir dos 4 meses de idade - observar se existe a retenção dos dentes de leite (caninos) Cachorros Exame torácico Observação da sua fisionomia do tórax

Auscultação cardíaca e respiratória Auscultação de um murmúrio do lado direito - patologia congénita (defeito no septo interventricular)
Murmúrios atípicos - variam consoante a localização do defeito
Grandes anomalias - produzem sons mais fracos.
Incomum - murmúrio parasternal - displasia mitra Gatinhos Murmúrios basilares do lado esquerdo do coração - fisiológicos
Murmúrio basilar prolongado - persistência do ducto aórtico

Os sons cardíacos patológicos:
Estenose subaórtica - sopro cardíaco
Estenose pulmonar - sopro cardíaco Cachorros Exame abdominal Avaliar (palpação abdominal):
bexiga
cólon
rim esquerdo através

Verificar dilatação do abdómen - presença de parasitas intestinais.

Levantar o cachorro ou gatinho em cima dos posteriores - boa avaliação do ventre

Descartar a presença de hérnias umbilicais - pressão sobre o abdómen craneal Palpação abdominal

Avaliar o umbigo - detecção de uraco patente

Provas de urina ou gotejamento - indicar um ureter ectópico:
+ em machos - avalia se os cachorros são criptorquidios
Detecção - aos 2 meses
Provocado por um alelo recessivo no cromossoma sexual (10% dos cachorros)
Cachorros - retenção do testículo na zona inguinal direita
Gatinhos - retenção do testiculo na zona inguinal esquerda/direita (pode ser bilateral) Exame urogenital Exame
músculo-esquelético Felino:
Comum encontrar a luxação medial da patela
"pata em luva” - polidactilose (deve ser registada logo à nascença) Exame ocular Boa contenção - observação do olho sem risco de lhe provocar uma lesão

Problema relacionado com o ducto nasolacrimal:
+ comum
pode estar afectado e não permite a passagem das lágrimas (relacionado com doenças infecciosas) Desenvolvimento normal dos cachorros e gatinhos Desenvolvimento neuromuscular (desenvolvimento dos reflexos): Sistema nervoso - não está totalmente desenvolvido ao nascimento - alguns testes de função neurológica não podem ser aplicados

Desenvolvimento do sistema nervoso central:
Respostas reflexas alteram-se
Desaparecem
Surgem
Desenvolvimento total - 4 semanas de vida.
Presença/ausência dos reflexos - forma de avaliar o desenvolvimento neuromuscular Reflexo de sucção: Sugam qualquer objecto pequeno e quente

Reflexo presente ao nascimento mas pouco pronunciado nas primeiras e 24-48h de vida

Muito pronunciado às 5 semanas de vida - mastigação e o comportamento exploratório são mais evidentes Reflexos palpebrais e desenvolvimento da visão Felinos:
Reflexos visuais - evidentes muito antes da abertura palpebral (5-14 dias de vida):
Reflexos de protecção ocular desde o período fetal
Resposta pupilar - presente 24h após abrirem os olhos
Percepção de profundidade - totalmente desenvolvida às 4 semanas de idade

Caninos:
abertura palpebral - 10-14 dias de vida
visão - totalmente desenvolvida após os 6 meses de idade Reflexo extensor do pescoço: sempre que suspensos pelo cachaço, a estendem os membros e a coluna Reflexo extensor:
Presente a partir do 50º dia de vida fetal
Mantém-se até aos 7 dias de vida
A sua dominância sobre o reflexo flexor não é total
Comum no 1º mês - reflexo extensor nos membros anteriores e coluna vertebral superior e reflexo flexor nos membros posteriores e coluna vertebral inferior gatinhos Dominante - a partir do 5º dia de vida, totalmente dominante sobre o flexor
Estende todos os membros e coluna vertebral fazendo uma curva dorsalmente cachorros Reflexo extensor:
Até ao 5º dia de vida, flexão da coluna e membros Reflexo de magno: Quando o pescoço é rodado para um dos lados, em decúbito dorsal - hà extensão dos membros anterior e posterior do lado para o qual a cabeça foi virada





Há flexão simultânea dos membros do lado oposto Reflexo de Landau: Apoia-se o recém-nascido ventralmente sobre o esterno

Ocorre opistótono - contractura generalizada, extensão dos membros pélvicos, coluna vertebral e cauda

Presente do nascimento até aos 18-21 dias de idade

Pode persistir em adulto Reflexo flexor: É a percepção consciente da dor:

Presentes á nascença - não está totalmente desenvolvido á nascença

1ºs dias de vida - tendem a vocalizar bastante e a moverem-se de forma incoordenada como resposta ao estímulo doloroso

Depois - identificam o local da dor, viram a cabeça em direcção ao estímulo, vocalizando de forma menos pronunciada

Por fim - recolhem o membro, a vocalização não é tão atormentada Reflexo de susto: Cachorros:
Surge por volta dos 19 dias de vida
Reagem como resposta a estímulos sonoros


Gatinhos:
Pode estar presente a partir do 3 dia de vida, mas só se manifesta quando os pavilhões auriculares se abrem (6-17º dia de vida) Reflexo anogenital: Resposta à estimulação anogenital:
Desencadeia o processo de micção e defecação
Mantém-se até à 3ª-4ª semana de vida
Depois - hà controlo dessas funções Reflexo de se voltar para
a posição dorsoventral: Rurge nos primeiros 21-30 dias de vida

Aperfeiçoa-se até aos 33-48 dias de vida

Filhote já tem a capacidade de se virar Avaliação do tónus muscular: Não pode ser completo sem a avaliação dos reflexos extensor da cabeça e de Landau
Pode-se avaliar pela evolução dos movimentos do recém-nascido e capacidade de suportar o seu peso:

Nascimento – apoiam-se no abdómen, movimentos de remo para se deslocarem
10 dias de vida – os membros anteriores suportam o peso
Dos 10-15 dias de vida – membros posteriores suportam o peso

Gatinhos - desenvolvimento mais rápido cerca de um dia comparativamente aos cachorros Desenvolvimento comportamental: Final do Período neonatal e inicio do período de transição:
2 semanas de vida - iniciam a auto-exploração e desenvolvem o controlo das garras

Período de transição:
das 2 às 3 semanas de vida
Iniciam os reflexos de cavar e tapar os dejectos
Às 3 semanas de vida - interacção com os irmãos e a exploração do meio ambiente circundante ao ninho

Final do período de transição e inicio do período de socialização:
Aos 22 dias de vida
Durante a exploração do meio ambiente - pratica as técnicas de trepar

Período juvenil:
6 semanas de vida - começam a treinar as técnicas de caça Gatinhos Período neonatal:
Até às 2 semanas de idade
Apresenta o comportamento de se alimentar e dormir

Períodos de transição:
Entre os 14-21 dias
Sentidos mais desenvolvidos, mas o desenvolvimento neuromuscular ainda está em desenvolvimento
Ocorre o reconhecimento do foco da dor - sem capacidade de se afastar do estímulo

Período de socialização:
A partir das 3 semanas até às 10-12 semanas de vida
Começa a existir interacção com o meio ambiente
Deve-se garantir o maior número de experiências
Entre as 3 e 4 semanas de vida – iniciam a interacção com os irmãos
Aprendem que força de mordedura pode exercer sem magoar os irmãos Cachorros 4 semanas de idade – iniciam o transporte de objectos e realizam actividades de grupo
6 semanas de idade – iniciam o comportamento sexual, aproximação facial, inguinal e anogenital;
7 semanas de vida – podem ocorrer ataques coordenados sobre os cachorros mais frágeis (+ raças em que os adultos tendem a ser solitários)
Às 9 semanas de vida – grande desenvolvimento motor e de personalidade

Período Juvenil:
inicio - 12 semanas de vida
Termina - 6 meses de idade
Exploraram o meio envolvente
Deve-se reforçar a socialização de forma a garantir que as lições dadas anteriormente não foram esquecidas
Ainda podem ser socializados Socialização: Proporcionar o > nº de experiências - dar a conhecer novos elementos (crianças, animais e pessoas)
Cachorros
Importante:
Ensinar o “senta”, “fica”, vir ao chamamento...
Tornam a vivência com o mundo envolvente mais fácil
Referir que os cães são animais que vivem em grupo - elemento alfa na matilha (o proprietário deve ser dominante perante o cachorro) - evita-se a competição por um estatuto dominante com o proprietário/elementos da família/estranhos/animais Gatinhos
Hierarquização não ocorre
São animais solitários - convivem com outros animais (socialização muito importante) Inicio do treino e a socialização - após estarem vacinados
Os princípios base para um bom treino canino são:
Exercício deve ser levado até ao fim
Recompensa de um exercício bem feito - muito importante, reforça a ideia de que aquele comportamento é o desejado pelo dono (reforço positivo resulta melhor que o reforço negativo)
Dono inexperiente - frequentar aulas de obediência,o dono aprende como ensinar o seu animal da melhor forma e o cachorro tem a oportunidade de socializar com outros cães Bem Haja a todos os presentes Inês Baltazar
n 13410
ESAE 2011 Local de estágio: Hospital Veterinário Montenegro
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