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Escola de Frankfurt

Aula de Teorias da Comunicação
by

Luzan Beiriz

on 10 October 2012

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Transcript of Escola de Frankfurt

Walter Benjamin
o não pessimista Escola de Frankfurt Place your own picture
behind this frame! Double click to crop it if necessary San Francisco Budapest (cc) photo by Metro Centric on Flickr (cc) photo by Franco Folini on Flickr (cc) photo by jimmyharris on Flickr Stockholm (cc) photo by Metro Centric on Flickr Theodor Wiesengrund-Adorno, Max Hokheimer, Herbert Marcuse, Walter Benjamin, Erich Fromm, Siegfrield Kracauer, Jürgen Harbermas. Fundamentos da Teoria Crítica:

- Pensamento alemão 1850-1950;

- Influência de Marx, Freud e Nietzsche;

- Escola de Frankfurt fundada em 1924 grande presença na Alemanha, buscou estudar os tormentos da vida moderna. Com 2nda Guerra Mundial e a perseguição de Hitler, muitos filósofos foram obrigados a se mudarem para Nova York. Influência de Karl Marx (1818-1883)
e o Fetichismo da Mercadoria Esses filósofos concluíram que todo aquele projeto iluminista científico e racional do homem moderno apenas promoveu o desenvolvimento econômico. Não houve progresso social, mas sim um regresso.

Conseqüente do Iluminismo surge a Razão Instrumental, o fim da razão iluminista típica do capitalismo, é a racionalidade que se volta apenas para o aprimoramento da técnica, para o aumento da produtividade, sem levar em consideração a reflexão e o desenvolvimento social. Esses dois filósofos tinham uma visão extremamente pessimista sobre a indústria cultural e cultura de massas, falando que essas apenas provocavam a alienação e o fetichismo da mercadoria. Desse modo a ignorância e os meios de comunicação dominariam as mentes dos sujeitos. Essa cultura de massas, portanto, não possui reflexão alguma com parte da razão, mas é apenas uma forma de lucrar e aumentar a produtividade. - primeiro filósofo a analisar o papel do cinema para o imaginário social, como uma substituição dos contadores de história;

- com as fotografias, exposições universais, rádios, televisões, e cinema ARTE PERDEU A SUA AURA;

- a aura é o caráter único de cada obra, ou seja, é a única versão ou cópia, que não pode ser reproduzida;

- a aura também é uma contemplação daquilo que é único e do que não pode ser reproduzido, e essa contemplação não acontece da mesma maneira quando observamos uma cópia;

- perda da aura no capitalismo com os instrumentos de reprodução e massa das obras acessíveis a todos;

- Reprodução ou criação de uma reprodutibilidade técnica na obra com Xerox, fotografia, internet novas tecnologias - obra perde seu caráter único para se tornar um instrumento mercadológico. - Walter não possui uma visão pessimista da arte no capitalismo como Adorno e Horkheimer, o que gerou críticas;

- Para ele o capitalismo e as obras de arte podem ser contraditórios;

- a arte pode ter dois rumos. Politização da arte

Ocorre quando ela, mesmo num cenário capitalista e da reprodutibilidade, permite a reflexão e o engajamento político e o combate contra a ignorância nos diversos âmbitos;

O cinema alternativo é um exemplo. Ele é acessível às massas e também se utiliza das técnicas de reprodução que supostamente alienariam o homem. No entanto, ela produz em nós pensamentos, reflexões, imagens de pensamento, que criam análises críticas do mundo que nos rodeia. Assets map details doodles notes outlook photo frame F. Nietzsche
(1844-1900)

Critico da racionalidade imperante, afirmou a primazia de tudo aquilo que fora recalcado, como a vida instintiva;

Os princípios Apolíneo (serenidade) e Dionisíaco (forças impulsivas) estavam presentes na cultura grega, antes da influência de Sócrates se fazer sentir. A partir de Sócrates-Platão a cultura ocidental seria marcada pela repressão dos instintos vitais e a negação do prazer;

Dotado de um pensamento reducionista, o "homem teórico" (Modernismo) encara o mundo pelos olhos da lógica e da ciência, descobrindo uma ordem cósmica onde existe o caos. Repudia tudo aquilo que se mostra incerto, misterioso ou irracional, munindo-se para este combate de poderosos instrumentos como a Culpa, o Ressentimento. Mostra-se igualmente incapaz de aceitar o sofrimento e as contradições da vida. O homem doente procura sempre uma consolação para os seus fracassos, imagina um outro mundo onde obterá aquilo que abdicou de lutar na terra;

Neste percurso os valores superiores foram sendo substituídos pelos valores dos escravos, difundidos pelo Cristianismo e consagrados nos regimes democráticos e a ascensão das classes trabalhadoras. Estes falsos valores negam a vida em nome de ilusões (ideais) ou de uma vida futura;

O seu modelo de Homem está nos príncipes do Renascimento: valente, hábil, sem moral (acima do Bem e do Mal), apenas se guiando pela sua vontade de poder, a sua energia vital. O super-homem é aquele que aceita a vida como ela é: incerta, conflituosa e sem ilusões;

Em primeiro lugar critica a moral socrática, que subordina tudo à razão. A seguir condena a religião e a moral cristã que enaltece os fracos, apela à compaixão e à resignação dos homens, promete recompensas num mundo no além que não existe, estimulando a inveja pelos poderosos. Conceito de Indústria Cultural Percebe que as mercadorias não eram comercializadas pelo seu valor real de venda (o equivalente ao trabalho necessário), mas sim por um valor irreal, infundado, simbólico.

- No modernismo o homem estava tratando as mercadorias como objetos míticos, mágicos  objetos de adoração. Ela deixa de ser consumida por sua utilidade, para passar a ser comprada por seu valor simbólico (como por exemplo, pela marca que representa). A mercadoria perde sua relação com o trabalho para adquirir vida própria

- O ser humano não compra o real, mas sim a transcendência que determinado artefato representa; Freud (1856-1939) e a Teoria Psicanalítica do Inconsciente

Postulado da Existência do Inconsciente, ou seja, o nosso inconsciente é:

1) Um receptáculo, ou seja, um lugar onde se reúne lembranças traumáticas reprimidas. Ao longo do tempo, nós vamos sofrendo repressões. Nós apesar de nos acostumarmos com essas repressões de modo que não mais as estranhamos, ainda as guardamos no nosso inconsciente.

2) Um reservatório de impulsos, de instintos, que constituem fonte de ansiedade, por serem socialmente ou eticamente inaceitáveis. Todos os nossos instintos reprimidos (a raiva, a violência, o erotismo) ficam acumulados no inconsciente, apenas se manifestando de vez em quando.

As motivações do inconsciente estão disponíveis para o consciente apenas de maneira disfarçada

Para Freud desde o momento que nascemos somos reprimidos, por todas as nossas ações. Para ele o primeiro amor de todo filho é a mãe, mas ao ser reprimido, a criança guardara essa lembrança traumática, buscando no futuro uma parceira que possua as mesmas características de sua mãe.

Para Freud os nossos sonhos e lapsos de linguagem são exemplos dissimulados do conteúdo dos nossos inconscientes, conteúdo que não foi confrontado diretamente. Portanto, em nossos sonhos lembramo-nos de acontecimentos passados, acontecimentos que não foram confrontados diretamente, e ficaram guardados no nosso inconsciente.

Em Freud, o consumo exagerado de mercadoria representa uma forma de canalizar ou reprimir o inconsciente, ou seja, a adoração e a necessidade de compras são apenas uma forma de que o homem encontrou de conseguir canalizar toda raiva, culpa, violência, erotismo, os problemas psíquicos reprimidos e não resolvidos. Adorno e Horkheimer: – a visão pessimista da indústria cultural e a cultura de massas Essa razão, em vez de analisar as questões e necessidades humanas, a busca pelo aprendizado; ela busca apenas desenvolver novas tecnologias cada vez mais avançadas, e que gerarão cada vez mais lucros.

Essas tecnologias (TV, rádio, jornais e revistas) podem acabar sendo utilizadas a serviço da barbárie, do fascismo e de modelos políticos retrógrados.

No iluminismo o homem desenvolveu a ciência e a tecnologia com o objetivo de livrar os homens do mito e da ignorância, e fazer do homem senhor da natureza. No entanto ocorre no capitalismo o oposto, onde a natureza e a ciência se voltam contra o homem e tornam-se elas próprias um mito, como é o caso da Indústria Cultural. Portanto, exatamente pela indústria ser um mito, é que as pessoas se submetem aos produtos, e ao consumo massificado. Cultura Popular para Adorno e Horkheimer

- manifestação da história (passado histórico que é transmitido de geração a geração) e das tradições de um povo;

- tem caráter único;

- ela é heterogênea, ou seja, varia sempre na maneira como é manifestada. As festas religiosas por exemplo, apesar de terem o mesmo significado, são comemoradas cada ano de uma maneira diferente;

- não se presta ao consumo, mas uma atividade voltada ao divertimento e a originalidade;

- não visa lucro;

- existe ou existiu em sociedades pré-capitalistas onde consumo massificado não atingiu seu apogeu: sociedades indígenas, de áreas rurais, e algumas áreas urbanas Indústria Cultural para Adorno e Horkheimer

-como a produção cultural e artística é organizada dentro das relações de produção? como ela é lançada no mercado? como ela é por esse, consumida?

- arte perde caráter único de expressão do artista para ser um bem de consumo coletivo;

- a arte é destinada desde o início à venda –sendo avaliada segundo sua lucratividade e aceitação no mercado e não pelo seu valor estético, filosófico, e literário;

- caráter homogêneo sempre a mesma coisa, não muda. A própria moda volta sempre da mesma maneira;

- caráter massificado – reproduzido em grandes quantidades onde tudo é a mesma coisa, sempre repetitiva novidade como retorno infernal do mesmo;

Novo é aquilo que surge e fica guardado X novidade é aquilo que surge, faz sucesso, e é esquecido (eterno e transitório), não produz reflexão e desse modo aliena o homem;

- não reproduz nada que se diz respeito à história ou a tradição de um povo, a não ser em seu contexto fútil e burguês;

- constante ameaça a cultura popular, pois pode a qualquer momento torná-la uma mercadoria para ser comercializada Cultura Erudita para Adorno e Horkheimer

- nobre e clássica;

- contemplada por poucos, ou por um pequeno grupo de indivíduos;

- não é cultura industrial – pois não visa lucratividade ou a mercadologia – mas pode ser comercializada;

- não é cultura popular – pois não é apreciada pelo povo em geral;

- mas se aproxima mais da cultura popular por gerar uma reflexão, e expressar a história Estetização da Política

A arte à serviço da alienação, da barbárie, e do fascismo na visão de Adorno e Horkheimer - nazistas utilizaram o cinema, o rádio, e jornais e revistas para difundir idéias racistas e políticas de modo a produzir uma aceitação e subordinação do povo.
Esse rumo da arte promove a paralisia mental do sujeito, ao torná-lo passivo, aceitando idéias transmitidas como normais e/ou naturais. Marcuse: pelo princípio do prazer

Concorda com Freud a respeito de que a história da sociedade é a história de sua repressão, mas discorda disto como algo eterno.

Estas imposições repressivas são antes produtos de uma organização histórico-social específica.

a civilização menos repressiva pode surgir do desenvolvimento tecnológico que proporcionará condições para a libertação (obrigação do trabalho, tempo livre).

A intervenção do homem na reorientação da trajetória histórica da sociedade. Caso isso não ocorra, haverá a perpetuação do desenvolvimento técnocientífico a serviço da dominação dos indivíduos que seria incapaz de criticar o sistema e construir alternativas futuras. Harbermas: a teoria da ação comunicativa

Discorda de Adorno e Horkheimer quando estes se refere que a possibilidade de uma razão emancipatória estaria asfixiada pelo capitalismo. O capitalismo narcotiza a consciência do proletariado impossibilitando a razão no mundo.

Tendência do irracionalismo na pós-modernidade. O projeto da modernidade ainda não foi cumprido (a racionalização do mundo ainda não está esgotado).

A razão dialógica: brota da argumentação na ação comunicativa, do uso da linguagem como meio de conseguir o consenso que promova as condições de liberdade.

Assim, razão deixa de ser valor absoluto para ser definido consensualmente (aperfeiçoamento da democracia)
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