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Untitled Prezi

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by

Laura Silveira

on 30 April 2013

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Transcript of Untitled Prezi

Violência contra a Mulher Para a maioria da população (83%), os homens agridem as mulheres principalmente após o consumo de bebidas alcoólicas.
O ciúme é o segundo motivo para agressões contra mulheres.
A responsabilidade do marido ou parceiro como principal agressor varia entre 53% e 70% das ocorrências de violência em qualquer das modalidades investigadas, excetuando-se o assédio. Outros agressores comumente citados são o ex-marido, o ex-companheiro e o ex-namorado, que somados ao marido ou parceiro constituem sólida maioria em todos os casos. Como reverter a situação? 1 bilhão de mulheres, ou uma em cada três do planeta, já foram espancadas, forçadas a ter relações sexuais ou submetidas a algum outro tipo de abuso.
Na comparação com os outros nove países, os índices das cidades brasileiras foram semelhantes aos registrados na Tailândia e na Namíbia.
NO BRASIL:
Aproximadamente uma em cada três mulheres pesquisadas em São Paulo e Pernambuco do Brasil diz já ter sofrido algum tipo de violência cometida pelo parceiro.
O estado de Pernambuco registrou um número alarmante de 291 mulheres mortas no ano de 2006. O estado apresenta as maiores taxas de assassinatos no país.
Uma em cada cinco brasileiras declara espontaneamente já ter sofrido algum tipo de violência por parte de um homem. A cada 15 segundos uma mulher é espancada por um homem no Brasil Um terço das mulheres entrevistadas (33%) afirmam que a violência sexual é a forma mais grave de violência doméstica, seguida pela violência física (29% ). Para 35% das mulheres brasileiras os tipos mais graves de violência são os mais sutis e que não deixam marcas aparentes, como é o caso da violência moral e da psicológica.
Dentre as formas de violência mais comuns destacam-se a agressão física mais branda, sob a forma de tapas e empurrões, sofrida por 20% das mulheres; a violência psíquica de xingamentos, com ofensa à conduta moral da mulher, vivida por 18%, e a ameaça através de coisas quebradas, roupas rasgadas, objetos atirados e outras formas indiretas de agressão, vivida por 15%. Pioneira na luta pela proteção à mulher, a Lei Maria da Penha é responsável pela criminalização da violência contra a mulher desde 2006, já que prevê punição para os agressores. Com leis e projetos similares a este, talvez sim, seja possível mudar o quadro, e tentar reverter a situação, embora grande parte dos casos ocorram dentro de casa, diminuindo assim a influencia do estado em medidas preventivas. MOTIVOS: TIPOS DE VIOLÊNCIA -Disque Denuncia: 180
-Disque Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes: 100

Dia Nacional da Mulher
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