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Os Maias

Trabalho de Português sobre "Os Maias" de Eça de Queirós. Fernando Brito Nº6; José Ricardo Nº12; Nuno Vares Nº16
by

Fernando Brito

on 23 March 2014

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Transcript of Os Maias

Eça de Queirós
(1845-1900) foi um
importante romancista
português do século XIX.
Nasceu em 25 de novembro, de 1845, na cidade portuguesa de Póvoa de Varzim.

Principais obras

· A Cidade e as Serras
· A Ilustre Casa de Ramires
· A Relíquia
· A Tragédia da Rua das Flores
· As Farpas
· Contos e Prosas Bárbaras
· O Crime do Padre Amaro
· O Mandarim
· O Mistério da Estrada de Sintra
· O Primo Basílio
· Os Maias
· Uma Campanha Alegre
Escrita por Eça de Queirós, O
s Maias
foi uma obra publicada em 1888.
A obra faz o retrato da sociedade portuguesa da segunda metade do século XIX, utilizando para o efeito diferentes personagens-tipo.”
Os Maias
Transportes

n
'Os Maias
Coupé
Faetonte
Transportes n'
Os Maias
Transportes

n
'Os Maias
Dog-cart
Eça de Queirós
Os Maias
O
dog-cart
é uma pequena viatura, puxada por um cavalo, com duas rodas altas e equipada com uma cesta para acomodar os cães de caça. Esta carruagem foi inventada na Grã-Bretanha.
“— Ó vovô — gritou Carlos já excitado — diz ao Vilaça, anda. Não é verdade que eu era capaz de governar o dog-cart?
Afonso reassumiu um ar severo.
— Não nego... Talvez o governasse, se lho consentissem. Mas faça-me o favor de se não gabar das suas façanhas, porque um bom cavaleiro deve ser modesto... E sobretudo não enterrar assim as mãos pela barriga abaixo...” (Capítulo 3)

"Sentiu-se canalha em andar ali de cima do seu
dog-cart,
a preparar friamente a vergonha e as lágrimas daquele pobre pai tão inofensivo no seu paletó coçado!" (Capítulo 4)
O Coupé é uma carruagem do séc. XIX inventada na França. Tem quatro rodas, é coberta e o único passageiro que pode acolher vai virado para a frente do veículo, atrás do condutor que permanece no exterior, à frente do veículo. Normalmente existe um vidro, a separar o passageiro e o condutor, que é protegido da sujidade da estrada.
"E em Lisboa, realmente, era exacto. Rico, estimado na sociedade, com
coupé
e parelha, todas as meninas tinham para ele um olhar doce." (Capítulo 7)

"Uma noite, ao sair da Maison d’Or, ele vira a Monforte saltar
de um coupé com dois homens de gravata branca; tinham-se logo reconhecido; e um momento ficaram hesitando, um defronte do outro, debaixo do candeeiro de gás, no trottoir." (Capítulo 3)
O faetonte é uma antiga carruagem de quatro rodas, pequena, alta e descoberta, que apareceu no século XVII e que evoluiu ao longo dos séculos seguintes.



"No domingo seguinte, pelas duas horas, Carlos no seu faetonte de oito molas, levado ao lado Craft, que durante os dois duas de corridas se instalara no
Ramalhete
(...)" (Capítulo 9)

"— E aqui tens tu uma existência de homem! Em dez anos não me tem sucedido nada, a não ser quando se me quebrou o faetonte na estrada da Saint Cloud..." (Capítulo 8)
Landau
Transportes n'
Os Maias
O landau era um antigo tipo de carruagem de dois bancos situados frente a frente. Tem origem no século XVIII e deve o seu nome à cidade alemã de Landau, onde foi produzido.


"Taveira vira-o na véspera, num grande
landau
da Companhia, com uma esplêndida mulher, muito elegante e que parecia estrangeira..." (Capítulo 7)

"Levavam uma maleta no landau, e atrás ia uma criada num coupé com uma mala maior... Aquilo cheirava a ida a Sintra. E a mulher é divina! Que toilette, que ar,
que chique!" (Capítulo 7)
Caleche
Transportes n'
Os Maias
A caleche é uma carruagem do séc. XVIII inventada em França.
É semelhante aquela que é chamada "barouche" mas, em vez de duas rodas, tem quatro rodas e dois assentos duplos de frente um para o outro.


"Nos jornais, na secção do High Life, ela era «uma das
nossas primeiras elegantes»: e toda a Lisboa a conhecia, e a sua luneta de oiro presa por um fio de oiro, e a sua caleche azul com cavalos pretos." (Capítulo 5)

"Iam calados, não viram o mirante; e, no caminho
verde e fresco, a caleche passou com balanços lentos, sob os ramos que roçavam a sombrinha de Maria." (Capítulo 1)
Coche
Transportes n'
Os Maias
Coche foi uma carruagem antiga usada em certas solenidades.
A palavra coche surgiu na Europa, em meados do século XV, para designar um novo tipo de tração animal destinado ao transporte de pessoas, no qual a caixa se encontrava suspensa sobre o rodado através de fortes correias de couro fixas a a uma estrutura de montantes.

"Desde essa manhã as janelas do palacete conservaram-se cerradas;
não se abriu mais o portão nobre para sair o coche da senhora; e
daí a semanas, com a mulher e com o filho, Afonso da Maia partia
para Inglaterra e para o exílio." (Capítulo 1)
Traquitana
Transportes n'
Os Maias
Tipo de carruagem extremamente luxuosa , utilizada pela corte e pela burguesia , tanto europeias como Brasileiras,entre os seculos XVII e XIX , o nome passou a definir com o passar do tempo "coisa antiga , ultrapassada , velharia"
milton

"E com efeito a velha traquitana de rodas amarelas
acabava de ser uma alcova de amor, perfumada de verbena,
durante as duas horas que Carlos rolara dentro dela, pela estrada
de Queluz, com a senhora condessa de Gouvarinho." (Capítulo 10)

"Ega não voltara à Toca desde a noite fatal da soirée dos Cohens,
em que ele ali tanto bebera e delirara tanto. E lembrou logo a
Carlos a jornada na velha traquitana, debaixo de um temporal, o grogue do Craft, a ceia de peru..." (Capítulo 15)
Trem
Transportes n'
Os Maias
Um trem ou é um transporte ferroviário que consiste num ou vários veículos (vagões ou carruagens), ligados entre si e capazes de se movimentarem sobre trilhos ou carris, para transportarem pessoas ou carga de um lado para outro, segundo uma rota previamente planeada.

"Com efeito, apenas desembarcou, correu num trem a Benfica.
Dois dias antes o pai partira para Santa Olávia: isto pareceu-lhe
uma desfeita — e feriu-o acerbamente." (Capítulo 2)

"Ordinariamente ao meio-dia, ao acabar de almoçar, Maria
Eduarda, ouvindo rodar o trem na estrada silenciosa, vinha esperar
Carlos à porta da casa, no topo dos degraus ornados de vasos e
resguardados por um fresco toldo de fazenda cor-de-rosa." (Capítulo 14)
Americano
Transportes n'
Os Maias
O Americano surgiu nos EUA em 1834. Era um meio de transporte colectivo que se deslocava sobre carris, puxado por mulas.

"De novo a lanterna deslizou e fugiu. Então, para apanhar o
americano, os dois amigos romperam a correr desesperadamente pela Rampa de Santos e pelo Aterro, sob a primeira claridade do luar que subia." (Capítulo 16)

"Rolavam então pelo Largo do Pelourinho. Carlos gritou ao
cocheiro que parasse no começo da Rua do Alecrim: eles
apeavam-se e tomavam de lá o americano para o Ramalhete." (Capítulo 15)
Brake
Transportes n'
Os Maias
Um brake, também conhecido por break ou breque, é uma carruagem usada no século XIX e princípios do século XX. Foi inventada no Reino Unido, não tinha cobertura, assentava em quatro rodas e foi desenhada sobretudo para ser conduzida no campo.
"Ao fim de alguns meses, Carlos, simpático a todos, conciliara
dandies e filósofos: e trazia muitas vezes no seu break."
(Capítulo 4)

"O break rodava na estrada de Benfica: iam passando muros
enramados de quintas, casarões tristonhos de vidraças quebradas,
vendas com o seu maço de cigarros à porta dependurado de uma
guita: e a menor árvore, qualquer bocado de relva com papoulas,
um fugitivo longe de colina verde, encantavam Cruges. Há que
tempos ele não via o campo!" (Capítulo 7)
Diligência
Transportes n'
Os Maias
Uma diligência é um tipo de carruagem fechada de quatro rodas utilizada para o transporte de passageiros e mercadorias, extremamente resistente e puxada por quatro cavalos. Amplamente usada antes da introdução do transporte ferroviário.
"Vilaça fora consultado sobre a localidade própria para o laboratório; e o procurador, muito lisonjeado, jurou uma diligência incansável. Primeira coisa a saber, o nosso doutor tencionava fazer clínica?..." (Capítulo 4)

"Depois falaram das viagens de Carlos, do Ramalhete, da
demora do Ega em Lisboa... Ega vinha para sempre. Tinha dito do
alto da diligência, às várzeas de Celorico, o adeus de eternidade." (Capítulo 4)
Português
Carla Martins
Os Maias
Fernando Brito nº6
Ricardo Pereira nº12
Nuno Vares nº 16
Liceu Jaime Moniz
Os Maias
Os meios de transporte no tempo dos Maias eram utilizados para diferentes meios e várias funções por exemplo o coche foi utilizado pelo Afonso da Maia com o objectivo de fugir de Portugal e exilar-se em Inglaterra “Desde essa manhã as janelas do palacete conservaram-se cerradas; não se abriu mais o portão nobre para sair do coche da senhora; e daí a semanas, com a mulher e filho, Afonso da Maia partia para Inglaterra e para o exílio”, já seu neto Carlos usava a traquina para disfrutar do prazer que tinha com a senhora condessa de Gouvarinho, como podemos ver no vídeo disponível no youtube ”Os Maias-miniserie-parte2 no tempo 2horas e 28 minutos também presente no excerto “E com efeito a velha traquitana de rodas amarelas acabava de ser uma alcofa de amor, perfumada de verbena, durante as duas horas que Carlos rolara dentro dela, pela estrada de Queluz, com a senhora condessa de Gouvarinho”, outro exemplo é o trem que Carlos e Afonso usavam-no com a objectivo de criarem ligação, Afonso dirigia-se a Santa Olávia e Carlos visitava a Maria Eduarda “Ordinariamente ao meio-dia, ao acabar de almoçar, Maria Eduarda, ouvindo rodar o trem na estrada silenciosa, vinha esperar Carlos à porta da casa, no topo dos degraus ornados de vasos e resguardados por um fresco toldo de fazendo cor-de-rosa”, “Com efeito, apenas desembarcou, correu num trem a Benfica. Dois dias antes o pai partira para Santa Olávia: isto pareceu-lhe uma desfeita- e feriu-o acerbamente”
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