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Copy of Copy of Adam Watson

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Andressa Nunes

on 27 February 2014

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Adam Watson
A evolução da Sociedade Internacional
Capítulos:
18 - A idade da razão e do Equilíbrio
19 - A expansão europeia no mar e na terra
20 - O Império Napoleônico
21 - A hegemonia Coletiva: O concerto da
Europa no século XIX
Resumo
Grupo
ARAÚJO, Ana Beatriz Arantes
AMORIM, Lucas
GRZYBOWSKI, Natasha Marina Melo
MASCARELLO, Júlia
NUNES, Andressa Alexandre
PALHARES, Carolina de Castro
RESENDE, Estevão Prado
Idade da razão e do equilibrio
Expansão Européia - no mar e na terra
Idade da razão e do equilibrio
Resumo

Fim da guerra de sucessão espanhola.


Ir além do princípio anti-hegemônico de Vestfália em prol de um Equilíbrio Móvel Contínuo de Poder.

Tratado de Utrecht - 1714
Acordo de Utrecht (1714)
Revolução Francesa (1789)



Período de paz com guerras relativamente pequenas cujos motivos são essencialmente militares.



Equilíbrio de Poder

União dos Sistemas Setentrional e Ocidental
Equilíbrio de Poder Complexo
Coalizão anti-hegemonia francesa sem Estado dominante
Poder dominante era inaceitável mesmo que legítimo

Equilíbrio de Poder
Equilíbrio Adequado: evitar a acumulação de poder e manter a paz

Equilíbrio móvel continuamente ajustado para manter os Estados sob contenção

Participação de todos os Estados para garantir a autonomia

França e Áustria razoável e suficientemente satisfeitas para manter o Sistema
Equilíbrio Multilateral
França, Áustria, Prússia, Rússia e Grã-Bretanha-Hanôver

Rússia de Pedro, O Grande: ocidentalizada e modernizada aceita no Sistema europeu

Equilíbrio de poder Antifrancês

Século XVIII - Idade da razão e da matemática
Cálculo do interesse próprio
Poder mensurável
Estado separado do governante
Sistema de Estados como um diagrama de forças de Newton: Estados exerciam atração e repulsão uns aos outros na proporção de suas massas e da distância entre eles
Sociedade Internacional Europeia administrada por quatro instituições: Direito Internacional, Legitimidade, Diálogo Diplomático e Uso da Força

1 - Direito Internacional
Equilíbrio de Poder não era suficiente
Cultura comum
Autoridade, ordem e leis como necessárias em um Estado Leviatã
Usado como justificativa hegemônica
Regras ditadas por
Contratos
"Vida Internacional mais ordenada, previsível, segura e civilizada"
Vattel: le droit des gens - igualdade dos Estados perante a lei

Direito Internacional

x

Equilíbrio Móvel de Poder
Mais rígido
Assegurava direito às regras
2 - Legitimidade
Derivada de Acordos e Tratados ratificados
Ordem e Previsibilidade
Flexível
Princípios da soberania e não interferência
Princípio da Hereditariedade: pode ser impedido pelo Equilíbrio de Poder

3 - Diálogo Diplomático
Luis XIV e Richelieu
Multilateral e contínuo
Diplomacia permanente
Objetivos dos soberanos mediados pelo corpo diplomático
Questões que exigissem consentimento amplo
Possibilitou relações móveis entre os Estados
Ajustes sutis
4 - Uso da força
Caso a persuasão e ameaça do diálogo diplomático falhassem
Consequências do Equilíbrio Móvel de Poder nem sempre rápidas o suficiente
Soberanos nem sempre dispostos a ajustar mudanças em seu poder
Sanção de última instância: Guerra
Moderada
Guerras menores fazem ajustes, Grandes Guerras destroem.

Voltaire - 1750

Europa como uma espécie de G
rande République
Relações entre todos os Estados
Negociações Contínuas

Vattel - 1750
Nações ligadas em uma só Europa, uma comunidade
Unida para a manutenção da ordem e da liberdade
Equilíbrio de Poder não poderia existir sem injustiças e violência
Não há como mantê-lo
Inglaterra detem a balança política se utilizar as alianças e confederações
Variedade europeia possibilitou visões ampliadas da política geral
Império Alemão: "importante para todos e perigoso para nenhum"
Independência Mútua: atenção vigilante aos demais Estados, maior importância dos Estados de Segunda e Terceira Classe, respeito à Independência.
Heeren
Visão de Watson do século XVIII
Burke: Europa como Sociedade Federativa, República Diplomática
Heeren: essa Europa exigiria valores, tradições e costumes comuns. Império Alemão como uma esponja - absorve e equilibra as pressões das grandes potências
Kant: a República Diplomática deveria agora diminuir os custos evitando as guerras. Paz Perpétua: não era desejável nem possível abolir as soberanias em prol de um único governo
Paz será assegurada através de uma Liga e Acordos
Perpétuos
Grande République
do século XVIII foi bem sucedida pela cooperação valorizando a independência em um quadro de Ordem Equilibrada.
A Expansão
Expansão europeia para o resto do mundo foi um evento de extrema importância que ocorreu de forma longa e complexa e trouxe alterações na natureza e equilibro do sistema europeu;
Ocorreu paralelamente ao processo de organização dos Estados verticais da Europa em uma grande republique = uma sociedade internacional anti-hegemônica;
Expansão para grandes civilizações da Ásia X expansão para povos primitivos (Américas);
Forte importância dos tratados que regulavam o equilíbrio da época;

Presença Otomana
Otomanos ocupavam aproximadamente um quarto do continente europeu até o fim do séc XVII;
O Tratado de Vestfália, a fim de acabar com as tentativas hegemônicas dos Habsburgos, se concretizou graças à forte pressão Otomana;
Permaneceram ausentes dos acordos de Vestfália, Utrecht e Viena;

Presença Turca
- Não foram membros da
grande république
, ou república diplomática da Europa;
- Desdenhavam a possibilidade de serem membros da sociedade europeia de Estados cristãos, pelo óbvio motivo de não serem cristãos;
- Não aceitavam os princípios europeus de direito internacional;

As Capitulações
Expansão europeia não foi marcada por regras fixas, alteravam-nas continuamente para atender a maior abrangência;
Originalmente eram formulações mulçumanas unilaterais que regulavam os Estados infiéis;
Utilizada pelos estados europeus como “capítulos” ou regras que regiam o comércio e a jurisdição com outros países;
Comerciantes estrangeiros eram submetidos a regras diferentes, seguindo, de forma a simplificar, suas próprias regras;
Otomanos consideravam capitulações como unilaterais e válidas apenas enquanto o sultão que as proclamasse se mantivesse vivo. Elas eram, portanto, alteradas a cada ascensão ao trono; (noção de Estado)
Enfraquecimento dos Otomanos acarretou na modificação das Capitulações a favor dos europeus que, ao contrário, aumentavam seu poder;

A Diplomacia
Os europeus adotaram de princípios utilizados pela diplomacia otomana e os adaptaram ao seu método;
“Europeus e Otomanos formavam uma sociedade internacional visto que cooperavam para o funcionamento de procedimentos acordados de direito internacional, diplomacia e organização internacional geral e certos costumes e convenções relativos à guerra” (WATSON, PP: 306);
As Colônias
Expansão europeia Ocidental para o Atlântico. As Américas eram tratadas como povos primitivos e desconhecidos da civilização, diferentes das civilizações antigas e desenvolvidas da Ásia;
As colônias do Novo Mundo eram a extensão da Europa cristã;
Exploração econômica das colônias gerava grande lucro comercial, além de impressionar os outros Estados europeus que não as tinha;
Colônias europeias eram vinculadas à mãe-pátria culturalmente, comercialmente e por civilizações comuns;
Expansão Marítima
A expansão marítima europeia era direcionada ao comércio, de preferência com a Índia e as Ilhas Molucas;
Procuravam ter o maior domínio marítimo possível, para garantir suas forças no mar;
Além das vantagens comerciais, os europeus, principalmente os portugueses, dominavam os mares com canhões com mais tecnologia do que qualquer outro;
O lucro que os portugueses obtinham com o comércio chamava a atenção de comerciantes e banqueiros dos Países Baixos;
Holandeses deixaram as colônias espanholas das Américas e iniciaram ataques aos portugueses. Ingleses e Franceses também o fizeram;
Os holandeses atacavam os portugueses sempre que tivessem a oportunidade e cooperavam com os mulçumanos que ajudavam na sua independência;
As expansões marítimas para o Pacífico foram ainda mais tênues;
Expansão Marítima
Portugueses e holandeses marcaram o início no envolvimento econômico e estratégico do sistema europeu com as civilizações da Ásia e leste do Império Otomano;
Europeus levaram suas ideias de leis naturais para a Ásia. Tais regras regem as relações entre seres humanos em todos os lugares.
As leis naturais eram consideradas sendo formuladas pelo jus gentium romano que regulava as relações de povos e Estados entre si em assuntos como guerra, paz e obrigações de estrangeiros residentes;
As leis naturais foram aplicadas na Ásia com êxito e aceitação, visto que eram povos altamente civilizados e que compartilhavam das mesmas ideias;
O jus gentium era utilizado com as formalidades e as práticas do intercâmbio diplomático europeu;
As Sociedades
Tipos de sociedades com coordenação diferente da utilizada pelos Europeus;
Império Mongul dominou a Índia do séx. XVII até o séc. VXIII.
Tanto a Europa quanto a Índia utilizaram de disputas armadas a fim de realizar sua expansão territorial. Surge a necessidade de restaurar o equilíbrio de poder;
Estados Unidos e Rússia, Estados que haviam sido criados ou muito influenciados pelos europeus, se uniram à sociedade europeia, feito que marcou a expansão da Europa;
Rússia
O
Rússia, após decadência do período de domínio dos príncipes da Moscóvia, ficam sob domínio e influência da Polônia;
Pedro, o Grande, quebra essa dependência com a Polônia, utilizando de Estados como Suécia, Holanda e Inglaterra para suprir suas necessidades militares e tecnológicas; Junto a isso, Rússia entra também em processo de expansão, onde Pedro erigiu um Stato europeu nas costas do povo russo.
A Rússia se expandiu para leste, até encontrarem a China e assinaram tratados sobre esfera de influência em 1689;
Os Russos não seguiam o modelo da grande republique europeia, herdando uma autoridade sem limites e monocêntrica de Bizâncio e dos tártaros
Ao fim do séc. XVIII, os europeus controlavam as Américas e haviam também avançado para a Ásia por mar e por terra;
Os Estados europeus atuaram de maneira separada e com forte concorrência e conflitos uns com os outros. Não dominavam os outros sistemas de Estados do mundo nem haviam ainda criado um sistema global único, que só irá acontecer no séc. XIX.
A Nova Ordem Europeia
• A ordem imperial francesa foi oposta com sucesso, tanto por outros Estados quanto pelo nacionalismo anti-francês.
• No entanto, o império de Napoleão alterou as estruturas sociais da Europa permanentemente de forma que a ordem instaurada pelo Congresso de Viena foi um “caminho do meio”
Situação das Potências
• A Áustria voltou à condição de potência independente aliando-se à Grã-Bretanha e à Rússia (Metternich).
• Grã-Bretanha como potência dominante com um império global.
• Rússia igualmente interessada na expansão além da Europa.
• Os dois países encontraram-se com objetivos semelhantes.
• Interessava à nova ordem que Áustria, Prússia e uma França Bourbon restaurada fossem reconhecidos como potências.
A Tentativa de retorno à antiga ordem
• Superficialmente restaurou-se a ordem de cinco potências do século XVIII
• Analisando mais profundamente era impraticável retornar à ordem anterior à Revolução Francesa.
• Além do risco de um possível desequilíbrio de poder, também haviam os princípios revolucionários.
• Contradoutrina da legitimidade dinástica como justificativa para intervenção.
• “Santa Liga de Príncipes Cristãos” de acordo com o Czar
Le Grand République
• Nessa nova ordem as cinco potências exerciam hegemonia difusa sobre o sistema.
• Ficou claro logo depois que não se manteria a estreita semelhança de afinidades após a guerra, pois os interesses divergiam e as principais potências tinham princípios.
• A história do século XIX consistia em esforços das cinco potências para mediar as relações de seus parceiros europeus e manter a ordem vantajosa a todos.
Papel das médias potências
O sistema excluía as potências médias que se ressentiam do sistema
A ordem era mantida pelo fato de que os Cinco Grandes detinham ¾ da população e do “poder efetivo” no continente europeu e de mesmo assim elas admitiam as potências médias no diálogo diplomático quando isso envolvia os interesses delas
Século XIX em 3 Períodos
• As três primeiras décadas (1815 – 1848): paz entre as potências e repressão de revoluções.
• O segundo período (1848 – 1871): nacionalismo revolucionário e guerras de ajuste.
• O terceiro período de (1871 em diante): novo período de paz comandado por Bismarck
A Primeira Fase (1815 – 1848)
• Reconhecimento do direito de intervenção.
• Manutenção da hegemonia sobre a parte da Europa não controlada pelos Cinco
• Solidariedade de fins entre as potências:
raison de système
“Eles [os cinco] temiam os riscos que ameaçavam seus mundos, mas não uns aos outros.” (WATSON, p. 304)
• Grã-Bretanha e Rússia como os “suportes de livros” que mantinham o sistema no lugar”
• As potências não se opunham ao uso da força e nem eram comprometidas com o status quo.
• Mesmo as duas Guerras do período – Criméia e França-Prússia – impediram o progresso dos países envolvidos.
• Logo, as guerras não pareciam um meio inaceitável de resolução de conflitos.
Império Napolônico
Configuração Europeia
Estados soberanos/ Independências múltiplas;
Legitimidades anti hegemônicas de Utrecht (1713-1715) e WF (1648);
Clube dos soberanos Séc. XVIII – Equilíbrio multilateral (efetivo);
Novo objetivo no cenário europeu;
Hegemonia pressupõe vantagens;
Novo meio: Equilíbrio de poder e Direito Internacional;
Equilíbrio entre potências gera propensões à hegemonia (coalizões);
Revolução Francesa
“A Revolução produziu, e seus líderes ativamente estimularam uma stasis geral na Europa a leste da França.”

Ato mais dramático de autoafirmação do 3º Estado;
Exigiram mudanças > força explosiva > derrubaram o antigo regime > modifica as relações entre as várias comunidades europeias;
Participação, voz ativa no governo;
Conceito de Nação;

“A soberania do povo implicava que o único Estado legítimo fosse um Estado baseado na vontade de um tipo específico de entidade coletiva, chamada uma NAÇÃO, e que representasse essa vontade.”

Em que a Nação contribuiu para a nova hegemonia francesa?
Decisiva importância do indivíduo, história não aborda;
Mobilizou o nacionalismo e o patriotismo francês, mobilização geral. “Vamos, filhos da pátria!”;
Poder do governo X poder do povo;
Não aceitação do absolutismo e nobreza hereditária;
Preferência por administradores da classe média;
Classe média e baixa educadas e próperas;
Efeito desestabilizador sobre os Áncien Régimes (Grã-Bretanha e Países Baixos);
Solvente de impérios e não de soberanias;
Reação mais ampla – governos mais eficientes e representativos, contra a artificialidade da vida na corte, a favor da participação popular;
Mudanças radicais, num período curto, porém, duradouras;
Napoleão Bonapate
Manteve o entusiasmo revolucionário;
Transformou todos os aspectos da arte da guerra, mobilização de recursos da nação, estratégias de campanhas e comando tático de uma batalha;
Escolha dos oficiais;
Criação de um Superstato;
Diplomacia (negociações, persuasão, suborno, ameaças);
Métodos maquiavélicos;
Invencibilidade, lucidez, genialidade;
Poder absoluto e ilimitado;
Reconhecimento internacional;
Monarquia hereditária;
Polarizou o sistema europeu e o concentrou em torno de uma potência dominante;
Âmbito externo: poder demasiado inovador para ser legítimo;
Âmbito interno: o bom governo já seria em si, legítimo;
Expansões Napoleônicas
Apoio dos Estados aliados (Itália e Alemanha), poder francês legítimo;
Preocupação dos Estados europeus;
Não há indícios de que queria estabilizar a Europa/ tentar novas conquistas;
Apoio dos Estados aliados (Itália e Alemanha);
Demais Estados – pôr fim ao domínio de Napoleão sobre Itália e Alemanha;
Acerto de paz, equilíbrio justo, distribuição de poder, evitar misérias das guerras;
Estados genuinamente independentes: Rússia, Grã-Bretanha, Otomanos;
1812 – Invasão napoleônica na Rússia;
“O seu governo imperial foi a mais ambiciosa e mais bem sucedida tentativa de levar decisivamente a Europa na direção da extremidade imperial de nosso sistema; e todas as três forças oponentes precisavam trabalhar juntas para derrubá-lo. Quando, depois de vinte anos de lutas, elas finalmente atingiram seus objetivos, os vencedores não puderam, ou não quiseram restaurar o padrão do século XVIII. Uma grande parte do que a Revolução e Napoleão haviam alterado havia se alterado para sempre.”
“De modo geral, teriam tido os europeus mais liberdade, igualdade e prosperidade (sem falar de unidade e de poder), se tivessem temporariamente se sacrificado para permitir que Napoleão atingisse sua anunciada “paz geral”“?

O Período Médio: revolução e ajuste (1848-71)
Ocorreu uma revitalização do nacionalismo popular, de revoluções contra a ordem política e guerras de ajustes entre as potências.
Em 1848 a classe média se rebelou contra o sistema Metternich.
Os nacionalistas do século XIX desejavam uma independência plena, liberdade com relação a limitações externas e o exercício soberano da vontade popular geral. Dessa forma, a Europa central e oriental foram reorganizadas segundo uma legitimidade exclusiva de estados-nações.
Pangermanismo; Pan-Eslavismo e Império Austríaco Habsburgo.
A revolução de 1848 colocou no poder da França Napoleão III, tentou fazer novamente do país uma hegemonia, mas não conseguiu.
Por causa de guerras entre as cinco potências, a Prússia ganhou certo destaque e fez uma unificação parcial alemã sem a Áustria.
A maior parte da Itália foi unificada num estado-nação e a maior parte da Alemanha sob a liderança da Prússia.
O sistema europeu foi afrouxado e continuou funcionando, mas a Europa não tinha tanto espaço para formações de muitos Estados-nações. O funcionamento foi exercido principalmente pela Rússia e Grã-Bretanha.
A Ordem europeia de Bismarck
De 1871 até o final do século foi um período de paz na Europa.
Novo Reich alemão era a potência mais forte, o que possibilitou que Bismarck tivesse grande controle sobre a ordem europeia.
A pressão da Revolução Industrial e do nacionalismo popular crescia na Europa.
Em 1890 Bismarck sai do poder, próximos governantes foram mais nacionalistas.
Rússia começou uma aliança anti-hegemônica com a França.
"O século XIX teve grande prosperidade na Europa nos padrões de vida com o concerto da Europa com os cinco maiores Estados, mas nenhum deles em situação de dominar os outros combinava hegemonia e equilíbrio."
A Sociedade Comum: a sociedade e o sistema
• Conceito de Stato
• A expansão dos impérios ultramarinos não foi uma empreitada coletiva. Porém, houve muitos acordos regulando tais expansões.
• Práticas, instituições e regras da sociedade europeia se adaptaram devido à expansão ultramarina, tornaram-se um pouco mais aceitáveis a não europeus quando esses eram admitidos no processo.
• Assentamentos europeus subordinados à cultura europeia.
• Por que ao mesmo tempo em que o Império Otomano fazia parte do sistema europeu, ele não era membro da sociedade europeia?
• Séc. XIX e XX: abertura da sociedade europeia aos outros Estados não europeus = sociedade global .
• Sociedade de Estados: cultura comum.
• Por que a sociedade europeia penetrou em todo o sistema? Na Ásia, por causa da tecnologia.
• E se não tivesse ocorrido o imperialismo
A comparação com outros sistemas
• Sistema europeu de Estados: pautado no conceito de independências múltiplas
• Com os Estados independentes, há propensão à hegemonia.
• A hegemonia desempenhou um papel importante na ordem da grande republique
• Martin Wight pergunta se sempre há uma hierarquia no Sistema de Estados independentes? Watson crê que sim. São exemplos: atenienses e espartanos na Hélade.
• Analogias da expansão da sociedade europeia com o Mundo antigo: técnicas assírias, macedônicas e romanas utilizadas para relacionar-se com diferentes comunidades; Roma impunha-se em comunidades consideradas fracas e aceitava regras e costumes de comunidades mais fortes e desenvolvidas.
Princípios e Práticas: independência e hegemonia
Liberdade de Ação - Soberania
Hegemonia e Equilíbrio de Poder
Ordem: questão crucial (maior poder individual dos Estados)
Anárquica e Sociedade Internacional
Escola Inglesa - BULL
"A ordem é promovida, ademais, por acordos e regra gerais e voluntários que limitam, e num certo grau beneficiam, os membros de um sistema e transformam-no numa sociedade.

Domínio
Independências Múltiplas
Hegemonia
Habsburgos
Vestfália
Luís XIV
Utrecht
Napoleão
Concerto
Primavera dos Povos
Bismarck
Interpretações do século XVIII
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