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ANATOMIA INDIVIDUAL DOS DENTES PERMANENTES

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joao victor azevedo

on 31 August 2014

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Transcript of ANATOMIA INDIVIDUAL DOS DENTES PERMANENTES

ANATOMIA INDIVIDUAL DOS DENTES PERMANENTES ANTERIORES
Incisivos Centrais Superiores
Incisivos Laterais Superiores
Caninos Superiores
Incisivos Centrais Inferiores
Incisivos Laterais Inferiores
Caninos Inferiores
Dente absolutamente indispensável na estética facial e o mais importante na articulação das palavras para emissão de sons línguo e lábio-dentais.
Forma de Cunha ou chave de fenda (Cortar).
Dois Sulcos rasos em sua face vestibular.
Três tubérculos.
Consequência da fusão dos lobos de desenvolvimento.
Erupcionam com incisal serrilhada que vai desaparecendo com o desgaste gradual dos dentes.
Face Vestibular
Coroa estreita no terço cervical e larga no terço incisal.
Bordas mesial e distal convergem na direção cervial.
Borda mesial mais retilínea e cotinua em linha com a superfície mesial da raiz.
Borda distal é mais convexa, mais inclinada, e ao encontrar a superfície distal da raiz o faz em ângulo.
O ângulo mésio-incisal é mais agudo do que o ângulo disto-incisal, que é mais obtuso ou arredondado.
O desgaste excessivo faz desaparecer o arredondamento dos angulos
A área de contato distal se situa mais cervicalmente que a mesial, entre terço médio e distal, devido a inclinação da face distal e arredondamento do ângulo disto-incisal.
A área de contato mesial situa-se no terço incisal bem próxima ao ângulo mesio-incisal.
Face Lingual
Mais estreita que a vestibular devido convergência da mesial e distal para lingual.
Possui o cíngulo em seu terço cervical, uma saliência arredondada bem desenvolvida.
A fossa lingual se localiza em seu terço médio e incisal, de profundidade variável, dependendo das elevações que o circundam (cíngulo e cristas marginais)
As cristas marginais são espessas próxima ao cíngulo e vão perdendo espessura a medida que se aproxima dos ângulos incisais. (fossa também perde profundidade
O cíngulo tem, às vezes, uma extensão que invade a fossa lingual. (sulcos, fossetas e forames cegos não são comuns)
Face de Contato
Aspecto de cunha
Faces vestibular e lingual convergem acentuadamente para incisal
Face vestibular convexa (terços incisal e médio planos)
Por esse ângulo pode-se ver o bisel da borda incisal, que se estende para lingual(quando há desgaste)
O diâmetro vestíbulo-lingual é grande no terço cervical, diminuindo1mm ou menos junto à linha cervical.
Tem forma grosseiramente cônica, mas, na realidade
Sua secção transversal é triangular com ângulos arredondados, porque é mais larga na vestibular do que na lingual.
Corresponde a uma vez e um quarto do comprimento da coroa.
O ápice costuma ser rombo e não se desvia muito para a distal.
Raiz
Tem os mesmos elementos arquitetônicos do incisivo central, porém, com cristas marginais geralmente mais salientes e fossa lingual mais profunda.
O cíngulo, apesar de alto e bem formado, é mais estreito.
Entre o cíngulo e a fossa lingual surge freqüentemente uma depressão em forma de fosseta, o forame cego.


A raiz é retilínea
Sem inclinação para qualquer lado
Muito achatada mésio-distalmente. Isso a torna larga no sentido vestíbulo-lingual, com sulcos longitudinais evidentes, sendo o distal o mais profundo dos dois.
Num corte transversal, a raiz mostra-se oval, com dimensão vestibular maior do que a lingual.
Comparando-se com a raiz do central
É mais longa
Mais robusta
Com sulcos mais profundos, principalmente o distal
É geralmente desviada para a distal.
Por ser um dente mais estreito que o canino superior, sua face vestibular é mais convexa, mas não tem a crista cérvico-incisal tão marcada.
Os sulcos de desenvolvimento são apenas vestigiais.
A borda mesial é mais alta que a distal, mais retilínea, e continua alinhada com a superfície mesial da raiz.
Como o dente é mais estreito, a convergência dessas bordas para a cervical é menor em relação ao canino superior.
Tal como no homônimo superior, a coroa não tem simetria bilateral, porque o segmento mesial da aresta longitudinal da cúspide é menor e menos inclinado (quase horizontal) que o distal.
Os ângulos mésio-incisal e disto-incisal e as áreas de contato se dispõem como no canino superior.
Dividindo-se a face vestibular ao meio, nota-se que a metade distal é mais larga e prolonga-se no sentido distal. Por outro lado, a metade mesial é mais robusta e se proteja vestibularmente, como no canino superior.
Verifica-se esse detalhe posicionando corretamente o dente, de tal modo que a linha de visão coincida com o longo eixo, a partir do vértice da cúspide.

Pela sua forma, lembra o incisivo central. No entanto, é menor em todas as dimensões, com exceção do comprimento da raiz.
Por ser mais estreita que a do incisivo central, a coroa do incisivo lateral tem convexidade mais acentuada no sentido mésio-distal.
As bordas mesial e distal são mais convergentes
Ângulos mésio e disto-incisal, mais arredondados, principalmente o último.
Borda incisal bem inclinada para a distal.
As áreas de contato são mais distantes de incisal do que no incisivo central.
Face Vestibular
Face Lingual
Faces de Contato

É proporcionalmente mais longa que a do central. Corresponde a uma vez e meia o comprimento da coroa. Na realidade, o comprimento da raiz se equivale em ambos os dentes. Comparando ainda com a raiz do incisivo central,
Mais afilada
Mais achatada no sentido mésio-distal
Seu terço apical é mais desviado para a distal.
São muito parecidas com as do incisivo central, mas a menor dimensão vestíbulo-lingual ao nível do terço cervical faz com que a linha cervical seja de curva mais fechada.
A borda incisal coincide com o longo eixo do dente.
Raiz
Face Vestibular
Face Vestibular
Face Vestibular
Face Vestibular
Face Lingual
Face Lingual
Face Lingual
Face Lingual
Faces de Contato
Faces de Contato
Faces de Contato
Faces de Contato
Raiz
Raiz
Raiz
Raiz
é o menor e mais simétrico dente da dentição permanente humana. Seus elementos anatômicos, como sulcos e cristas, são os menos evidentes.
Sua largura corresponde a dois terços da largura da mesma face do incisivo central superior.
É convexa no terço cervical, mas torna-se plana nos terços médio e incisal.
As bordas mesial e distal encontram a borda incisal em ângulos quase retos, muito pouco ou nada arredondados.
As áreas de contato estão no mesmo nível, muito próximas desses ângulos.
O desgaste da borda incisal provoca a inclinação desta para a mesial, isto é, há maior desgaste próximo ao ângulo mésio-incisal, numa oclusão normal.
As bordas mesial e distal convergem para o colo mas não muito acentuadamente; elas tendem ao paralelismo mais do que em qualquer outro incisivo.
a face lingual, levemente côncava, é menor que a vestibular em razão da convergência das faces de contato para a lingual e para a cervical.
Contorno tende para triangular.
O cíngulo é baixo
Cristas marginais são dificilmente perceptíveis.
Fossa lingual é apenas uma leve depressão.

As faces mesial e distal são triangulares, ou seja, relativamente espessas no terço cervical com perda de espessura à medida que as faces vestibular e lingual convergem para a borda incisal.
Esta borda está deslocada para a lingual em relação ao longo eixo do dente. Os dois terços incisais da coroa aparecem, então, inclinados para o lado lingual em relação à raiz.
As faces mesial e distal são planas, ou quase planas, nos terços médio e cervical e convexa no terço incisal. Nelas,a linha cervical descreve uma curva bem fechada, que se estende incisalmente até um terço do comprimento da coroa e é mais fechada ainda no lado mesial.
Por esse ângulo de observação pode-se ver o contorno arredondado da borda incisal. Após o desgaste, identifica-se uma forma de bisel(semelhante a um cinzel) na borda incisal, que se estende pela face vestibular.
É muito parecido com o incisivo central inferior, mas ligeiramente maior em todas as dimensões da coroa e da raíz. Até a borda incisal é um pouco mais larga.
A coroa do incisivo lateral difere da do central por apresentar as bordas mesial e distal mais inclinadas ( mais convergentes), o que lhe dá um aspecto tendente a triangular.
A borda mesial é ligeiramente mais alta que a distal; o desgaste acentua essa diferença, provocando grande inclinação no sentido cervical, de mesial para distal.
O ângulo disto-incisal é mais arredondado e obtuso.
Todos esses detalhes fazem com que a área de contato distal esteja um pouco mais deslocada para a cervical em relação à área de contato mesial.
Por esta vista são observados os mesmos aspectos citados na vista vestibular.
A diferença mais significativa entre ambos os incisivos inferiores é a projeção lingual do ângulo disto-incisal. A borda incisal não está em perfeita linha reta, isto é, não corta o diâmetro vestíbulo-lingual em ângulos retos. Ao contrário, ela é girada disto-lingualmente, de tal forma que o ângulo disto-incisal fique em posição mais lingual que o ângulo mésio-incisal. Este detalhe pode ser mais bem observado pela vista incisal do dente.
O cíngulo também acompanha essa rotação, pois sua maior proeminência fica ligeiramente distal em relação ao longo eixo do dente. A rotação da borda incisal corresponde á curvatura do arco dental.
É 1 ou 2mm mais curta que a do canino superior
Bastante achatada no sentido mésio-distal.
Suas superfícies mesial e distal são sulcadas longitudinalmente, particularmente a distal.
A raiz inclina-se freqüentemente para a distal, ou pelo menos seu terço apical.
Por esta vista, a borda vestibular é menos convexa que a do canino superior.
O diâmetro vestíbulo-lingual também é menor.
O vértice da cúspide está centrado sobre a raiz.
Quando há desgaste, percebe-se por esta vista um plano inclinado invadindo a face vestibular a partir da cúspide.
Os desgastes acentuados tornam a borda incisal quase reta e o dente fica parecendo um incisivo lateral superior pelo aspecto da coroa.

Em contraste com o canino superior, nem o cíngulo nem as cristas marginais são bem marcados.
Também não há crista que una o cíngulo à cúspide.
Sua forma acompanha, assim, a dos incisivos inferiores, com uma fossa lingual pouco escavada.

Em comparação com o canino superior, o canino inferior tem a coroa mais longa e estreita. Na realidade, ela habitualmente é só um pouco mais longa, mas a sua reduzida dimensão mésio-distal dá-lhe a aparência de coroa bem alta.
É cónica
Fortíssima
Longa (pode chegar ao dobro do comprimento da coroa)
Reta, raramente se desvia acentuadamente para a distal
Seccionada transversalmente, tem aspecto oval, com maior diâmetro vestibular
É sulcada longitudinalmente nas superfícies mesial e distal
As faces mesial e distal são triangulares, lisas e convexas em todos os sentidos.
A face mesial é maior e mais plana.
Comparando com os incisivos, o canino é bem mais espesso vestíbulo-lingualmente
A linha cervical tem uma curva mais aberta e a borda vestibular é mais convexa
Quando desgastada, a borda incisal mostra um plano inclinado em direção lingual
Tem a mesma silhueta da face vestibular, mas é mais estreita, principalmente no terço cervical, devido à convergência pronunciada das faces de contato para a lingual e para a cervical.
As cristas marginais e o cíngulo são bem desenvolvidos no canino superior.
O cíngulo é especialmente robusto, lembrando uma pequena cúspide.
Frequentemente, está unido à cúspide por uma crista cérvico-incisal, semelhante àquela da face vestibular.
Quando presente, esta crista lingual divide a fossa lingual, que já é rasa, em uma mesial e
outra distal, mais rasas ainda.
Algumas vezes, a face lingual é lisa, sem a presença de crista ou fossas.
visto por vestibular, difere dos incisivos por ter uma coroa de contorno pentagonal e não quadrangular. Isto se deve à presença de uma cúspide na borda incisal
A cuspide divide a borda em duas inclinações. O segmento mesial da aresta longitudinal é mais curto e menos inclinado. O distal maior e mais pronunciado
segmento distal torna o ângulo disto-incisal mais arredondado e mais deslocado para a cervical do que o ângulo mésio-incisal.
As bordas mesial e distai convergem para o colo
A convergência da borda distai é mais acentuada.
A borda mesial é mais alta e mais plana do que a borda distal que é mais baixa e mais arredondada.
As áreas de contato estão em níveis diferentes
A posição da área de contato distal é mais cervical (no terço médio).
A face vestibular tem no centro uma elevação longitudinal em forma de crista que termina na ponta da cúspide. É acompanhada de cada lado por sulcos rasos, que dão um aspecto trilobado à face, sendo que o lobo central é o mais proeminente.
A cúspide está alinhada com o longo eixo do canino, isto é, o eixo passa pelo ápice da raiz, corta todo o dente e alcança o vértice da cúspide.
Toda a face vestibular é bastante convexa.
Quando vista por incisal, seu contorno convexo mésio-distal mostra uma particularidade própria dos caninos (superior e inferior): a metade mesial é mais convexa, mais proeminente e mais projetada para a vestibular do que a metade distal.
É o mais longo dos dentes. A coroa tem o mesmo comprimento da coroa do
incisivo central superior, mas a raiz é bem mais longa. A forma da coroa dá ao
canino um aspecto de força e robustez.
João Victor Azevedo Freire
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