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shopping center

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by

victoria wendling

on 14 April 2014

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Transcript of shopping center

shopping center
A ideologia por trás do
Geografia
Filosofia
sociologia
história
Dubai Mall, o maior shopping center existente.
a globalização do shopping center
´´rolezinho´´
Os rolezinhos foram fenômenos sociais que ocorreram esse ano e ano passado. Tratam de encontros gigantescos marcados pela internet entre centenas e milhares de jovens da periferia que iam em grandes massas para shoppings com o simples propósito de diversão, causando baderna e desorganização nos espaços públicos.
É de entendimento geral que a presença de shopping centers é um dos maiores fatores influenciadores da sociedade contemporânea movida à base do consumismo. É um estabelecimento que está presente na nossa vida diária, aparentemente superficial e banal, mas se analisado indica muito sobre a dinâmica e os valores de nosso cotidiano, sendo não apenas centro de consumo, mas também de ideologias, valores e paradigmas sócio- culturais.
Introdução
O surgimento do shopping

O marco inicial dos estabelecimentos comerciais onde grandes quantidades de pessoas se reúnem para negociar artigos são os bazares persas, como o Grande Bazaar, datado do séc. X a.C.


Se formos considerar a concepção moderna de shopping center como um local que oferece produtos dos mais diversos tipos e opções de entretenimento e artigos de compra, o primeiro shopping foi a galeria Le Bon Marché, em Paris, cuja fundação data de 1852.
Há quem discuta que as galerias francesas eram mais lojas de departamentos do que shoppings, apesar da variedade de produtos.
O primeiro shopping center dos EUA foi construído no estado do Missouri. Seu nome era Country Club Plaza, fundado em 1922 pela companhia J.C. Nichols.
Foi lá que o shopping começou a tomar sua forma atual como grandes centros consumistas e populares espaços de entretenimento.
O Shopping chegou ao Brasil com o Iguatemi de São Paulo, em 1966. Quando isso aconteceu, os shoppings já traziam uma longa experiência acumulada nos EUA, onde surgiram muito antes, além do mesmo tipo de estrutura e finalidades.
A modificação do shopping no brasil desde seu surgimento
Crescimento:
O shopping no Brasil surgiu perto de tempos de crise e dificuldades de consumo, o que travou sua expansão. Foram nas décadas de 80 e 90 em que os shoppings aumentaram seu número de 7 para centenas devido à capacidade de compra e consumo da população.

Consumidores:
Hoje em dia os brasileiros têm muito mais capacidade de compra em shoppings do que tinham na década de 60, quando os shoppings eram lugares apenas para a elite. O aumento da classe média contribuiu muito para a popularização do shopping.

Finalidade:
Os shoppings deixaram de ser apenas um centro de compras e passaram a se tornar um destino mais amplo e democrático, envolvendo entretenimento, pontos de encontro sociais e complexos comerciais.
A consolidação do capitalismo no mundo iniciou a era da globalização, e o shopping center foi um dos elementos que se espalhou por todos os continentes com ela.

O shopping se tornou um ponto de intensificação do consumismo global, com grandes marcas e lojas que nele se instalam ao redor do mundo. Ele age como um meio de internacionalização financeira e da produção, sendo um verdadeiro templo mundialmente conhecido do capitalismo.

O Shopping Center integra produtos de várias partes do mundo:
shoppings e centros urbanos
marcas que vendem status
• Os shopping centers são estabelecimentos que ressaltam o caráter capitalista da sociedade.

• Rondados por ideais consumistas, apresentam características que moldam a figura do indivíduo contemporâneo.

• As pessoas tendem a acreditar que o individuo bem sucedido é aquele que possui maior poder aquisitivo.

• O consumismo está cada vez mais e mais presente na vida cotidiana, influenciando-a constantemente.
A filosofia do consumismo no shopping center
curiosidades
q bosta hein
A integração dos shoppings nas metrópoles acelerou a urbanização das cidades e produziram um novo mapa urbano:
Os shoppings retiraram o monopólio e o papel exclusivo do centro das cidades de oferecer artigos para a compra e passaram a ser os novos centros de comércio .

Concentrando uma atmosfera de lazer consumista, os shoppings atraem grandes multidões para as cidades.
Além de ''tomarem o lugar'' das cidades, os shopping tentam representá-las em seu espaço interior:
Em construções arrojadas, o projeto arquitetônico do shopping procuram reproduzir a cidade e a natureza, tendo como ideia básica simular a cidade dentro desse espaço, assim como as práticas urbanas. Transmitem uma imagem de mini-cidade do consumo, de locais seguros, bastante organizados e atraentes àqueles que chegam.
Shopping: uma armadilha forçada
Sabemos que o shopping é um grande centro de consumo, mas muitos não se dão conta das artimanhas projetadas para a atração e contenção dos individuos nesse espaço:

Os shoppings procuram transmitir a ideia de um lugar atraente ao consumidor, espaços seguros, bastante organizados, com ampla acessibilidade, clima agradável e um meio agradável. Assim funciona a atração.

Os consumidores são bombardeados de propagandas coloridas e banners reluzentes, influenciando o individuo a acreditar que não pode ser feliz sem tal produto. São expostos um local onde o tempo para (a ausência de relógios e janelas) e perdem a noção da hora, sendo contidos nos shoppings.
• O consumismo representa uma das colunas que sustentam o capitalismo

• A dinâmica do consumismo projeta nas pessoas uma constante vontade de “se sentir superior” (enaltecer o status)

• Na maior parte dos casos, consumimos mais do que necessitamos

• O consumismo exagerado pode vir a tornar-se um vício que deve ser tratado (viciados em compras que compram por puro impulso)
o excesso de consumo
• Os primeiros shoppings eram bazares a céu aberto no Oriente Médio.

• O conceito de shopping começou a se ocidentalizar com o surgimento de galerias na França e centros de compras propriamente ditos.

• Os centros de compras passaram a desenvolver-se devido ao lucro gerado com os hábitos consumistas da população.

• A venda em massa tornou-se responsável pela modernização de tais centros de compras que acabaram por se tornar os tão conhecidos shopping centers.

• O shopping contemporâneo exerce um papel importantíssimo na dinâmica do capitalismo.
A evolução do shopping center
Status é o motivo máximo (e sempre escondido), uma força subconsciente mas sempre presente em toda compra. Numa sociedade tradicional de consumidores, onde a posse é um dos principais indicadores de sucesso, aqueles que consomem mais e especialmente os que consomem o mais raro e o mais caro, são os que conseguem mais status.
O objetivo da marca não é vender um produto, mas vender uma ideia, uma reputação, um ideal de beleza. As pessoas procuram se distinguir das demais por meio de produtos que adquirem.
Ao explicitar desigualdades e incomodar clientes, os rolezinhos mobilizaram o Estado e a segurança privada em ações de repressão da ''invasão'' dos jovens pobres nos shoppings considerados de classe média e alta.

As medidas repressivas expõem uma quadro crônico de preconceitos sociais, o tipo mais presente no Brasil, e ao mesmo tempo medo por parte da classe média, que encara com incômodo a quebra de paradigma, ou de um ''apherteid social'' não pronunciado.

No final, a justiça paulista concedeu uma preconceituosa ordem provisória para barrar a entrada de jovens da periferia nos shoppings. A PM não hesitou em usar extrema brutalidade para dispersar os mais pobres.
Repressão e preconceito
a sociologia por trás do rolezinho
O ato dos rolezinhos pode ser considerado uma tentativa de afirmar a individualidade e se diferenciar das massas, ou um jeito de jovens invisibilizados pelas classes sociais superiores se fazerem vistos.

Reflete também a necessidade de status por parte dos jovens. Ligado ao funk ostentação, cujas letras enfatizam o consumo excessivo: falando de dinheiro, carros, aquisição itens de uso pessoal e fazendo menção à marcas famosas, os ''rolezeiros'' ostentam roupas de grife e itens de marca. Isso revela busca incessante por bens que retêm uma ideia de pertencimento.

Os rolezinhos são uma clara indicação da incapacidade da sociedade brasileira de diálogo e inclusão social, partindo diretamente para a segregação.
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