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Sector Textil

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on 29 April 2014

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Transcript of Sector Textil

Sector Têxtil
Mas ...


Nem sempre foi assim...



Se voltarmos atrás na história desta vila, é impossível passar ao lado daquela que foi a grande impulsionadora da região: A INDÚSTRIA TÊXTIL.
Riba d`Ave.
É uma pequena vila situada na região do Vale do Ave, intensamente marcada pela indústria têxtil. Hoje, poucas são as fábricas que resistiram às mudanças impostas pelo tempo: a segmentação da produção, a falta de modernização, ou as profundas alterações ocorridas na sociedade portuguesa dos anos 70, são apenas alguns exemplos.
“Evocar a história deste pólo algodoeiro é , assim, ir ao encontro das vivências de homens e de mulheres que desde há muito tempo, mas de forma mais intensa no último século, moldaram as suas vidas de trabalho pelos batimentos ritmados das máquinas de fiação e tecelagem, assegurando um interminável processo de produção de cotins, de cobertores, de flanelas, de telas e de outras variedades de tecidos…”


Jorge Fernandes Alves-Ribad`Ave na memória da indústria algodoeira

A Industrialização

O desenvolvimento industrial da região do Vale do Ave foi impulsionado em finais do século XIX.

Alberto Sampaio é o forte representante do idealismo industrializador:
Defendeu o rejuvenescimento das indústrias históricas;
Repensou as potencialidades hídricas da região de Vale do Ave;
Contrariou o fenómeno da urbanização.
As primeiras fábricas arrancam no Vale do Ave.Motivos:


Crescimento do mercado interno e ultramarino de tecidos;
Quebra da moeda portuguesa;
Fenómeno da disseminação mundial da indústria têxtil;
Investimento de negociantes do Porto, reconhecedores das potencialidades da zona.
Indústria Têxtil no vale do Ave
Enquadramento Histórico
Em 1890…Estão referenciadas apenas quatro pequenas indústrias:

Bernardo da Silva-José Alves de Faria
José Joaquim de Castro
Narciso Ferreira

Era a que apresentava um valor mais alto em consumo de fio de algodão, assim como a maior produção anual de cotins.Curiosidade:
Actualmente, é impossível andar pela vila de Ribad`Ave sem esbarrar em referências ao empresário Narciso Ferreira.


Curiosidade
:Actualmente, é impossível andar pela vila de Ribad`Ave sem esbarrar em referências ao empresário Narciso Ferreira.
A fábrica Sampaio, Ferreira & CªLegalizada por escritura de 24.06.1896, com a designação Fábrica de Fiação, Tecidos e tinturaria de Ribad`Ave.Surge pela ligação do empresário Narciso Ferreira com Joaquim Alves de Oliveira, José Augusto Dias, Ortigão Sampaio e J.Fernandes Machado. Foi a primeira grande unidade industrial do concelho de Vila Nova de Famalicão, sendo a grande impulsionadora do pólo industrial de Ribad`Ave.Em 1908, começa a erguer-se a fábrica Oliveira, Ferreira & Cª, produtora de telas para estamparia e flanelas.Seguem-se outras empresas, constituídas pela descendência de Narciso Ferreira, nomeadamente a Ferreira & Irmão e a D. Ferreira, Ldª.











“Representada como o símbolo do pólo algodoeiro de Ribad'Ave e vizinhanças, sucessivamente ampliada, gerida com mão-de-ferro, não faltando as polémicas com as associações operárias, nem as acções de tipo paternalista, através de uma importante obra social (hospital, creche, escolas, bairro), a Sampaio, Ferreira & Cª foi também uma fábrica-escola, empregando sucessivas gerações de operários…”Jorge Fernandes Alves-Ribad`Ave na memória da indústria algodoeira
O Declínio…Este quadro social e fabril conheceu profundas alterações no pós-25 de Abril de 1974, em que a ordem estabelecida se esbateu e as indústrias começaram a sofrer na pele os efeitos de um novo ordenamento social e económico. Esta situação, aliada à conhecida “crise do Vale do Ave”, explica as alterações vividas em finais do século XX nas empresas de Ribad`Ave, que em tempos contribuíram para a estruturação de um território, impulsionado pela tecelagem e fiação
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