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Piaget

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mestrado edumatec

on 22 February 2014

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Transcript of Piaget

Teoria de Jean Piaget
Piaget e a Epistemologia Genética

Que questões motivaram Piaget no desenvolvimento de seus constructos teóricos?


O ser humano, o desenvolvimento da inteligência,
a origem e a ampliação do conhecimento.

Como o ser humano constrói o conhecimento?

Quais são as etapas desta construção?
Situando Piaget e sua produção teórica:
Principais conceitos
da teoria de Piaget
Principais críticas/defesas à Teoria de Jean Piaget
Jean Piaget: vida e obra
Definida enquanto função e estrutura, é comum a todos os sistemas biológicos sob duas formas:

- A inteligência enquanto função é adaptação, ou seja, relacionada à necessidade de permanecerem vivos, de sobreviverem em nosso ambiente (adaptação)
- Necessidade de terem uma estrutura bem organizada e ordenada (organização).
Trata-se de uma ação interiorizada dinâmica e organizada.
ESQUEMAS

- É a maneira como uma pessoa representa o mundo, a qual muda sistematicamente com o desenvolvimento.
- São variáveis.
ASSIMILAÇÃO
Ato de incorporar, a partir de esquemas ou estruturas mentais, objetos do mundo exterior ou aspectos destes.

Assim, o sujeito interpreta as informações novas em função de tais estruturas internas já existentes (aprendizagem antiga).
ACOMODAÇÃO
Processo no qual há uma mudança de uma atividade ou capacidade cognitiva em função de um novo conceito incorporado em função das demandas do ambiente.

Para Pozo (2002, p.180) Significa a aquisição de novos conceitos por meio da modificação de outros conceitos prévios.
INTELIGÊNCIA
EQUILIBRAÇÃO
Do conflito cognitivo à equilibração
ADAPTAÇÃO
Seria o equilíbrio constante entre acomodação e assimilação.
Este conceito tem central importância na teoria de Piaget.
ABSTRAÇÃO EMPÍRICA
ABSTRAÇÃO REFLEXIVA
ESTÁGIOS DO DESENVOLVIMENTO
1. SENSÓRIO MOTOR (0-2 ANOS)
2. PRÉ-OPERATÓRIO (2- 7 ANOS)
3.OPERATÓRIO CONCRETO (7-12 ANOS)
4. OPERATÓRIO FORMAL ( 12 ANOS EM DIANTE)

- Críticas relacionadas às competências das crianças

1. Teoria de Piaget subestima a competência das crianças.
2. Piaget caracteriza o desenvolvimento negativamente.
3. Teoria de Piaget é uma teoria da competência extrema.
4. Teoria de Piaget negligencia o papel dos fatores sociais no Desenvolvimento.
- Críticas relacionadas aos estágios/fases do desenvolvimento

5. Teoria de Piaget prevê desenvolvimento síncrono não corroborado pelos dados.
6. Teoria de Piaget estabelece normas de idade não confirmadas pelos dados.
9. A teoria de Piaget ignora o desenvolvimento pós-adolescente.
- Críticas relacionadas às formas de investigação utilizadas por Piaget

7. Teoria de Piaget descreve mas não explica
8. Teoria de Piaget é paradoxal porque avalia pensando através da linguagem.
10. Teoria de Piaget apela para modelos de lógica inapropriados.
Piaget e o Método Clínico
Em suas investigações, Piaget usou a técnica de entrevista semi-estruturada, na qual as respostas dos sujeitos às perguntas determinam qual será a pergunta seguinte. Este método foi emprestado da psicologia clínica, especialmente da psicanálise. Este método exige que uma escuta aguçada e atenta, enquanto a criança fala e requer que o investigador se deixe conduzir pelas explicações e perguntas formuladas pela criança.
O Conflito cognitivo é importante disparador da evolução da inteligência e da construção do conhecimento.
Diante de fenômenos ou situações novas, o indivíduo tenta assimilá-los, pondo a prova seus esquemas prévios. Quando os esquemas prévios não dão conta do novo fenômeno observado, o indivíduo entra no que chamamos de conflito cognitivo (fonte do progresso do pensamento), surgindo a situação de desequilíbrio, um vácuo nas estruturas lógico-conceituais. Para superação deste estado há a necessidade de esforço de assimilação ou uma série de construções compensatórias.

Segundo Piaget, diante da situação de conflito cognitivo, o mecanismo de
equilibração da criança pode manifesta-se por três fases:

1. Comportamento alfa (desequilíbrio precário): tentativa de neutralizar o conflito, não dando a este a devida importância.
2. Comportamento beta: aceitação e integração do fenômeno no sistema de pensamento sem o entendimento ou sem dar a explicação devida. O equilíbrio é parcialmente restaurado.
3. Comportamento gama: recuperação do equilíbrio, mediante atitude investigativa, levantamento e validação de hipóteses. Há , neste caso, mudança conceitual.
PERGUNTA:
O que é a clorofila?
A aprendizagem do ponto de vista da terminologia piagetiana (Pozo, 2002)

Aprendizagem no sentido amplo:
consiste no progresso das estruturas cognitivas por processos de equilibração.

Aprendizagem no sentido estrito:
aquisição de informação específica no meio. Esta aprendizagem depende completamente do desenvolvimento de estruturas cognitivas gerais, ou seja, depende da aprendizagem no sentido amplo.

“(...) para apresentar uma noção adequada da aprendizagem é preciso primeiro explicar como procede o sujeito para construir e inventar, não simplesmente como repete e copia”
(Piaget apud Pozo, 2002. p. 178).
?
O que é aprendizagem
para Piaget?
“Primeiro, eu gostaria de esclarecer a diferença entre dois problemas: o problema do desenvolvimento e o da aprendizagem ...desenvolvimento é um processo que diz respeito à totalidade das estruturas de conhecimento. Aprendizagem apresenta o caso oposto. Em geral, a aprendizagem é provocada por situações, por psicólogos experimentais; ou por professores em relação a um tópico específico; ou por uma situação externa. Em geral, é provocada e não espontânea. Além disso, é um processo limitado a um problema único ou a uma estrutura única. Assim, eu penso que desenvolvimento explica aprendizagem, e esta opinião é contrária à opinião amplamente difundida de que o desenvolvimento é uma soma de experiências discretas de aprendizagem.”

(PIAGET, 1964, p. 176).

A construção do conhecimento e o desenvolvimento da inteligência através da abstração empírica( física) e a abstração reflexiva.
A relação do sujeito com o mundo
“Piaget propôs  a abstração física e a abstração reflexiva como as principais fontes de conhecimento físico e lógico-matemático, respectivamente. O conhecimento físico  vem diretamente de ações e da experiência com objetos, já o conhecimento lógico-matemático deriva da coordenação das próprias ações, ou seja da abstração reflexiva. ”
 ”Nos últimos anos da carreira de Piaget (por exemplo, Piaget, 1977), a abstração reflexiva se tornou um dos pilares de sua teoria, visto que representaram as transições no desenvolvimento cognitivo e para a construção de estruturas de conhecimento novos.” 
A abstração reflexiva foi considerada por Piaget (1975) como um elemento chave na construção do conhecimento, pois sua principal função é coordenar em um todo coerente os fatores tradicionais de desenvolvimento, maturação, experiência física e os fatores sociais.
Assim como o processo de  equilibração, atividade do sujeito dirigida para assimilar, integrar e regular todos os conflitos cognitivos surgidos nas contradições, quer externos ou internos.”
( Tradução: Lourenço e Machado,1996. )
Piaget caracteriza o desenvolvimento negativamente:
Na teoria de Piaget, o desenvolvimento de um estágio para o seguinte é caracterizado pela ausência da competência da criança em relação ao próximo estágio. Há transição de um estado de incompetência para o de competência.
Tais críticas são censuráveis, pois é patente na obra de Piaget sua visão de que desenvolvimento é um processo dinâmico e contínuo, em que não há começo absoluto e nada se inicia abruptamente, ou seja, a criança não sai da incompetência absoluta para a completa competência. Reconhecer na criança a ausência temporária de uma competência é diferente de considerá-la incompetente.
Teoria de Piaget é uma teoria de competência extrema
1. Subestima por um lado o significado psicológico das estruturas lógicas das crianças e por outro os efeitos do conteúdo e do contexto;
2. Minimiza a importância do aprendizado na forma das estruturas cognitivas;
3. Negligencia o contexto cultural e a linguagem;
4. Estudou as competências muito globais em vez das específicas;
5. Não abordou o processo de transição entre as fases do desenvolvimento e as diferenças individuais.
Há sérios mal-entendidos e incompreensões sobre os propósitos da teoria de Piaget.
Ele nunca acreditou que o desenvolvimento em suas tarefas dependia exclusivamente
de competências cognitivas.
Ele diz que a ciência começa na descrição, não na explicação dos fenômenos.
Se uma teoria da competência centra-se no padrão de organização das operações cognitivas dos indivíduos, no lugar dos problemas, dos conteúdos e de conhecimentos específicos, salientando as causas formais de comportamentos e de sua organização, então a teoria de Piaget é por excelência uma teria da competência!
A partir de 1970, Piaget mudou de perspectiva e passou a ver o processo
dialético(equilibração), a contradição, abstração reflexiva como focos de sua pesquisa sobre
como se dá gênese do conhecimento.
Piaget tinha prioridades epistemológicas desconsideradas por seu críticos:
Descrever os novos tipos de pensar no desenvolvimento humano.
Seu sujeito epistêmico não tem classe social, sexo, nacionalidade, cultura e personalidade;
Piaget fica preso ao individualismo genético e estende sua teoria a todos os domínios, assuntos e culturas.
A teoria de Piaget negligencia o papel dos fatores
sociais no desenvolvimento
 Piaget nos diz:
"A sociedade é a unidade suprema e o indivíduo pode alcançar suas invenções e
construções intelectuais apenas na medida em que ela é a sede de interações coletivas, cujo
nível e valor dependem, obviamente, da sociedade como um todo.”
(Piaget, 1967a, p 508;. Ver também Piaget, 1947 / 1967b)
"O indivíduo não viria a organizar suas operações em um todo coerente, se ele não se
envolver em trocas de pensamento e de cooperação com os outros "
(Piaget, 1947/1967b, p. 174)
O trabalho de Piaget sobre o desenvolvimento moral na criança exemplifica e contradiz, entre outros pontos, os argumentos de seus críticos. Piaget era um desenvolvimentalista (e não um teórico social). Esteve preocupado com questões epistemológicas nunca pensadas e examidas por seus críticos, e nem por isso deixou de considerar a interação como parte integrante do desenvolvimento humano.É claro constatar que a crítica está em desacordo com as declarações do próprio Piaget, mostrando conhecimento interno de sua teoria.
Teoria de Piaget subestima a competência das crianças:
Tarefas dependiam do desenvolvimento de uma linguagem mais avançadas nas crianças, por isso as dificuldades de Piaget para encontrar certas capacidades e compreender períodos iniciais do desenvolvimento;
Crianças mais novas (3-4 meses) que as investigadas por Piaget já apresentavam reação de surpresa quando era examinada a permanência do objeto;
Crianças entre 5 e 6 anos já são capazes de conservação, inclusão de classes, representação de distância, tempo e espaço, raciocínio numérico , transitivo, causal e outras especialidades do pensamento concreto. São capazes de raciocínio condicional e silogístico e, portanto, capazes do pensamento dedutivo ou formal, ao contrário do que apontam as pesquisas de Piaget.
Há diferenças metodológicas que separam Piaget de seus críticos . Para estes era importante remover das tarefas requisitos de desempenho suscetíveis de diminuição do raciocínio, o que para Piaget era de extrema importância manter. A simplificação das tarefas por parte dos críticos demonstram desconhecimento dos propósitos científicos de Piaget.
Teoria de Piaget descreve mas não explica
- Sua principal tarefa era identificar e caracterizar as novas formas de pensamento que surgem, desenvolvem, e atingem um completo equilíbrio e reversibilidade no curso da ontogênese.

- Ele acreditava que somente quando esta fase puramente descritiva da pesquisa é alcançada podemos tentar explicar as transições de uma forma de pensamento para a próxima
Teoria de Piaget é paradoxal porque avalia pensando através da linguagem
Críticos dizem que a fim de avaliar o desenvolvimento cognitivo, Piaget contou com o método clínico e relacionou técnicas verbais, mas, não incluiu a linguagem na sua definição teórica do pensamento operacional.

Piaget disse explicitamente que a linguagem não é apenas parte integrante da definição de pensamento formal, mas importante no desenvolvimento do pensamento operacional concreto:

"Sem este sistema de expressão simbólica que chamamos de linguagem, as operações não seriam mais que sucessivas, ações desconexas, ou seja, ações não integradas em sistemas de coordenadas e transformações simultâneas " (Piaget, 1964, p. 113).

- Essa crítica , embora incorreta quando examinada em detalhe, é pertinente e oportuna: pertinente, porque vem de dentro da teoria de Piaget; oportuna porque Piaget falhou em integrar o componente comunicativo de interação, investigado no início de sua carreira, com o componente operativo dessa mesma interação, investigado mais tarde durante seus anos estruturalistas.
Teoria de Piaget apela para modelos de lógica inapropriados
Piaget utilizou modelos de lógica, porque, segundo ele, explicações psicológicas
devem ir além das "eficiente causas aristotélicas”. Eles devem descrever, coordenar e, eventualmente, integrar os fenômenos psicológicos em uma teoria coerente.
Piaget acredita que a lógica fornecia uma linguagem que pode ajudar os psicólogos atingir esses objetivos.

Em resumo, a crítica de que Piaget usou modelos inadequados de lógica ignora o fato de que ele estava principalmente preocupado:
com um programa operacional, e não uma lógica, axiomática;
que em seus escritos posteriores ele revisou seu modelo de operações formais consideravelmente;
e que ele se mudou para uma lógica de significações que enfatiza que a partir do seu início conhecimento sempre envolve organização, inferência, e significado.
Periodo Sensório Motor
A Criança conquista através da percepção e dos movimentos.
No recém-nascido, a vida mental reduz-se ao exercício dos aparelhos reflexos, de fundo hereditário, como a sucção.
No final, a criança é capaz de usar um instrumento como meio de atingir o objeto, utilizando a inteligência prática ou sensório-motora;
Neste período fica evidente o desenvolvimento físico acelerado, e o aparecimento de novas habilidades.
No aspecto afetivo, o bebê passa das emoções primárias, para uma escolha afetiva de um objeto.
Por volta dos dois anos a criança evolui para uma atitude ativa e participativa.
Período Pré Operatório
Surgimento da linguagem, modificando aspectos intelectual, afetivo e social da criança.
Procura definição em tudo;
No aspecto afetivo, surgem os sentimentos interindividuais (respeito pelos indivíduos que julga superiores a ela).
A maturidade neurofisiológica completa-se, permitindo o desenvolvimento de novas habilidades, como coordenação motora fina;
Período das Operações Concretas
O desenvolvimento mental neste período é dado pela construção lógica, isto é, capacidade da criança estabelecer relações que permitam a coordenação de ponto de vista diferentes.
No plano afetivo, será capaz de cooperar com os outros, trabalhar em grupo e ter autonomia pessoal.
No plano intelectual, é o surgimento das operações, ou seja, ela consegue realizar uma ação física ou mental dirigida para um fim, e revertê-la para seu início.
Em nível de pensamento a criança consegue:
estabelecer corretamente as relações de causa e efeito e de meio e fim;
sequenciar ideias ou eventos;
trabalhar com ideias ou dois pontos de vista, simultaneamente;
formar conceito de número;
Surge noções de comprimento, quantidade,
peso e volume;
No aspecto afetivo, ocorre o aparecimento das
vontades, que atua quando há conflitos de tendências e intenções;

Novos sentimentos como respeito mútuo, honestidade, companherismo e a justiça, que a considera na ação;

A necessidade de pertencer ao grupo de colegas torna-se cada vez mais forte;
Período das operações formais

Passagem do pensamento concreto, para o pensamento formal, abstrato. Realixa operações no plano da idéia, sem a necessidade de referências concretas.

Domina a capacidade de abstrair e generalizar, cria teorias sobre o mundo. Graças a essa capacidade de reflexão espotânea tira conclusões de suas hipóteses;

Relações sociais, ocorre uma fase de
interiorização, aparentemente anti-social
Posteriormente atinge o equilíbrio entre pensamento e realidade, quando compreende a importância da reflexão para sua ação.


No aspecto afetivo, vive em conflitos.

Os interesses são diversos e mutáveis, a estabilidade chega com a idade adulta;


Os críticos afrimavam que Piaget estava mais interessado na emergência e na seqüência de etapas cognitivas, do que nos fatores que podem acelerar, retardar,ou até mesmo impedir seu aparecimento.
Apelou para o processo de equilibração, e não aos fatores tradicionais de desenvolvimento, maturação, experiência física, e fatores sociais. Além disso, Piaget (1952, 1967e) sempre tentou formalizar em termos lógico-matemáticos as atividades cognitivas do sujeito humano.
Muitos pesquisadores têm acusado Piaget para negligenciar o papel de fatores sociais no desenvolvimento (Winegar & Valsiner, 1992), ser vítima do individualismo genético (Forman, 1992), por conceber desenvolvimento no vácuo social (Broughton, 1981), e por estender a todos os domínios, assuntos e culturas as formas de pensar que ele encontrou em seus estudos
.

- Os argumentos anteriores mostram que a negligência de fatores sociais na teoria de Piaget
(a) é mais aparente do que real
(b) não conduz a um individualismo genética;
(c) aconteceu porque Piaget rejeitou o empirismo social, e mais importante, porque ele estava preocupado com questões epistemológicas não examinadas geralmente por seus críticos
.
Teoria de Piaget prevê desenvolvimento síncrono não corroborado pelos dados
Teoria de Piaget negligência o papel dos fatores sociais no Desenvolvimento
Teoria de Piaget ignora o desenvolvimento pós-adolescente

- Associam idades específicas com níveis de desenvolvimento.
- A teoria de Piaget prevê fortemente desempenho homogêneo e sincrônico em tarefas operacionais.
- Um mal-entendido que também apóia a idéia de que a teoria de Piaget é incompatível com manifestações assíncronas do desenvolvimento é conceber os estágios piagetianos como fases cronológicas e globais de desenvolvimento.
- Interpretar a teoria piagetiana em termos de idade de aquisições em vez de seqüência de transformações está em desacordo com desenvolvimento de Piaget, dialético, e interesses construtivistas.
- Não existem fases gerais. . . Nós vemos um entrelaçamento de processos de desenvolvimento que são, evidentemente interligados, mas em diferentes graus ou de acordo com vários ritmos temporais; não há razão para que esses processos devem constituir um único todo estrutural em cada nível "(Piaget, 1960, pp 14-15).
- Embora questões de homogeneidade e heterogeneidade e sincronia- assincronia são importantes em seu próprio direito, eles são irrelevantes para testar a implicações empíricas da teoria de Piaget, porque a própria teoria permitiu assincronia de desenvolvimento.
- Até 1970 Piaget habituou-se a mencionar que a fase de pensamento formal começa algumas vezes entre 11 a 12 de idade, e que nesta fase de cognição humana atinge a forma final de equilíbrio.

- A teoria de Piaget, que ignora o desenvolvimento cognitivo após a adolescência, quando todas as evidências disponíveis indicam o contrário.

- Final no fase formal de Piaget refere-se à estrutura, não ao conteúdo, do estágio, caracteriza a maneira operatória de resolver problemas físicos, lógicos e matemáticos, e não impede, nem é incompatível com, um conhecimento amplo base em qualquer domínio da experiência humana, seja ela afetivo, emocional ou artística.

- Em em seus escritos sobre a possibilidade e necessidade (Piaget, 1981, 1983a, 1986), ele caracterizou o desenvolvimento
como uma abertura permanente para novas possibilidades e, como um processo interminável. O fato dessas idéias foram expressas no final de carreira de Piaget explica em parte por que os críticos ainda afirmam que a teoria de Piaget ignora desenvolvimento após a adolescência.

- Em resumo, Piaget não ignorou o desenvolvimento pos-adolescente, como seus críticos têm freqüentemente afirmado, e estudos empíricos não tem demonstrado inequivocamente que a partir de ponto de vista operacional o estágio pós-formal é mais avançado do que seu antecessor. Ironicamente, a maioria dos defensores da nova fase confessam que o alvo de sua crítica, o estágio formal de Piaget, fornece um bom modelo para conceituar seu próprio estágio pós-formal.
Fim
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