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Os Lusíadas - CANTO VI - est. 95 e 96

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by

Márcia Silva

on 26 January 2014

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Transcript of Os Lusíadas - CANTO VI - est. 95 e 96

Os Lusíadas - CANTO VI
Antecedentes da reflexão do poeta
Acabada a narrativa de Vasco da Gama sobre a história de Portugal e a armada portuguesa deixa Melinde.
Os navegantes são guiados por um piloto a quem cabia a função de indicar o caminho até Calecut.

Baco apercebe-se que os portugueses estão prestes a chegar a Índia, e, com a ajuda de Neptuno convoca o Consílio dos Deuses Marinhos, onde fica decidido apoiarem-no e é dada a ordem para que Éolo solte os ventos e faça afundar a armada.
É então que surge uma tempestade, que leva Vasco da Gama a realizar uma prece a Deus e, mais uma vez, é Vénus que ajuda os portugueses, mandando as ninfas seduzirem os ventos para estes se acalmarem.

Após o episódio da tempestade , a armada avista Calecut e chega a Índia.
95
Por meio destes hórridos perigos,
Destes trabalhos graves e temores,
Alcançam os que são de fama amigos
As honras imortais e graus maiores:
Não encostados sempre nos antigos
Troncos nobres de seus antecessores;
Não nos leitos dourados, entre os finos
Animais de Moscóvia zebelinos;
96
Não cos manjares novos e esquesitos,
Não cos passeios moles e ociosos,
Não cos vários deleites e infinitos,
Que afeminam os peitos generosos;
Não cos nunca vencidos apetitos,
Que a fortuna tem sempre tão mimosos,
Que não sofre a nenhum que o passo mude
Pêra algua obra heroica de virtude:
CANTO VI - Reflexão do poeta
Neste canto encontra-se uma reflexão sobre o verdadeiro e árduo caminho da fama e da glória.

O poeta defende um novo conceito de nobreza e, segundo este conceito a fama, o prestigio e o poder adquirem-se através do esforço humano (batalhas, sacrifícios, perda de companheiros, etc), ou seja, não só se é nobre por viver luxuosamente e deter riquezas mas também por se realizar grandiosos feitos.

Viagem a Melinde
- CANTO VI
Esta reflexão situa-se na página 178 e 179 do manual entre as estrofes 95 e 99 após a chegada dos marinheiros ao seu destino - a Índia.
Nota:
terríveis
pele dos zebelinos da Rússia, raras, muito apreciadas
~
manjares - alimentos; petiscos
ociosos - desnecessários
deleites - gostos; prazeres
-
Extrutura Externa
Extrutura Interna
Narração
Plano da Viagem
Plano da História de Portugal
Plano da Mitologia
Bibliografia
http://portugues-fcr.blogspot.pt/2013/01/os-lusiadas-vi-95-99.html
http://leonorestuda.blogspot.pt/2007/10/reflexo-do-poeta-canto-vi-est95-99.html
http://cientificos1213esqm.blogspot.pt/2012/10/canto-vi-95-99-os-lusiadas.html
Anáforas
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