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Copy of Sociedade Medieval Portuguesa

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by

Vera Borges

on 5 November 2013

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Transcript of Copy of Sociedade Medieval Portuguesa

Sociedade Medieval Portuguesa
Feudalismo
Contextualização da Idade Média
Contextualização da Idade Média
Odoacro
Divisão do Império Romano
Rómulo Augusto
Édito de Nantes
Sistema de organização política e social prevalente na Europa Ocidental durante a Idade Média, baseada na relação entre o senhor que providenciava a terra e proteção, e o vassalo que em troca prometia serviços, tanto militares como de outros tipos ao mesmo.
Definição
Queda do Império Romano e Invasões Germânicas

Porque é que Apareceu o Feudalismo?
Senhorio
Feudalismo em Portugal
VS.
Quotidiano
Estrutura da Sociedade Medieval Portuguesa
Estrutura da Sociedade Medieval Portuguesa
POVO
(Estratos Sociais Rurais)
Clero
Nobreza
Sociedade muito escassa, cerca de um milhão de habitantes

Distribuidos de forma irregular pelo Norte e Sul do país
Nas cidades surgiam homens originários do povo, dedicados às novas atividades emergentes, constituindo a nova classe social
A Burguesia
A um sistema feudal, em que é estruturada uma vassalidade medieval



em troca de bens concedidos o rei esperava uma rede de vassalos fiéis, pronta a segui-lo na guerra, a ajudá-lo; a aconselhá-lo e apoiá-lo.

Os membros do clero estavam presentes nos principais momentos da vida da população, prestando auxílio aos doentes
os monges compiavam os manuscritos, a estes eram designados por monges copistas.
Os livros tinham uma beleza rica, pois os monges decoravam-nos com desenhos e pinturas
GRANDES CATEGORIAS COM FUNÇÕES ESPECÍFICAS
O clero regular:seguiam regras, e viviam afastados de todos

O clero secular: os bispos viviam numa cidade que era a sede da sua diocese, comunidades monásticas e Igrejas rurais
Alto
Baixo
constituído por Bispos, Arcebispos e abades, mestres que pertenciam aos estratos superiores, provenientes da nobreza que dirigiam a Igreja e administravam altos cargos administrativos usufruindo de regalias e privilégios
que pertenciam ao estrato inferior, era constituído pelos Párocos, monges e freires, estes viviam junto das populações, oriundas da baixa nobreza, tendo assim uma vida modesta
MOVIMENTO REFORMISTA:
ORDEM CLUNY E ORDEM CISTER
O movimento reformista, foi conduzido por duas ordens religiosas beneditinas: a Ordem Cluny e a Ordem de Cister.

A Ordem Cluny, foi crada no séc. X e, seguindo as regras de S.Bento, valorizava a oração e as práticas litúrgicas, defendia a dignidade e o esplendor dessas práticas. Estes prestavam menos atenção aos trabalhos agrícolas e artesanais, que entregavam aos servos e a outros trabalhadores dos mosteiros.

O monge S. Bernardo criou a Ordem Cister, que surgiu no séc XI, estabelecendo para os seus monges uma vida austera, dedicada à copia de manuscritos, à oração e ao cultivo da terra, opondo-se ao luxo e às formas de ostentação

Está associada a um título nobliárquico, reunia os senhores feudais, os cavaleiros, os condes, os duques e os viscondes.

Combater era a principal ocupação, surgindo em defesa das outras duas classes: o Clero e o Povo.

Possuíam de grandes propriedades, viviam nos castelos e possuíam de grandes prestígios, associado ao seu poder senhorial

Usufruíam, isenção de impostos, pelo julgamento em tribunais, pelo direito de usar armas e possuir cavalos e pelo comando militar. Tinham na posse também o exércício de justiça, por poder exigir multas, como também cobrar impostos às populações que trabalhavam nas suas propriedades
Pagamento das Rendas
pelo aluguer das terras, uma parte da colheita;
Banalidades
pelo uso dos instrumentos de produção, como o forno, o moinho e o lagar do senhor mediante a entrega da parte do produto recolhido;
Peagens e as Portagens
tributo que recía sobre o trnânsito de mercadorias que passavam pelas terras do senhor e as atividades comerciais;
Talha
que era destinado a assegurar a proteção do senhor;
Cumprimento de Corveias
trabalho de um certo número de dias por semana na reserva do senhor;
Jantar
dever de alimentar o senhor e o seu séquito,
Lutuosa e a Manaria
espécie de impostos de sucessão
Osas ou Gaiosas
prestações pagas por quem casasse fora do domínio senhorial.
Impostos
O exército era composto pela cavalaria e pela infantaria.
A cavalaria eram as tropas montadas, pertenciam à ordem militar da cavalaria, e dedicavam-se à guerra, devendo cumprir um rigoroso código de honra e de cortesia.
A infantaria eram as tropas apeadas, a quem os condes de Portucale delegaram funções públicas de governação de terras e castelos. O termo infanção acabou por cair em desuso, dando lugar ao de
fidalgo
.
Durante as guerras os cavaleiros eram a primeira linha de ataque dos exércitos medievais, enquanto a infantaria se mantinha na retaguarda, formando uma força de reserva durante a batalha. Havia, ainda, os escudeiros, que deviam acompanhar o seu cavaleiro, ajudá-lo a vestir as armas e combater na sua retaguarda. À medida que as armas se aperfeiçoavam, a cavalaria defrontava-se com “inimigos” cada vez mais poderosos e eficazes

O aparecimento da pólvora, no início do século XIV, que veio minar o prestígio do cavaleiro e tornar vulnerável o castelo, base do seu poder. O canhão,derrubava, as mais altivas fortificações.
Tinham uma promoção social pelos serviços prestados, eram governadores das terras, em nome do Rei que ocupavam elevados cargos no Reino
Ricos-Homens ou Alta Nobreza
Propriatários de Terras
Descendentes de antigas famílias de homens-livres romano-suevo-visigóticos.
Era a mais numerosa
Constituida por:
Infanções essencialmente proprietários rurais
Cavaleiros dedicavam-se a funções militares
Escudeiros auxiliares de cavaleiros
Baixa Nobreza
Herdeiros da classe medieval dos vilões, distinguem-se estes trabalhadores por habitarem em burgos, pequenas cidades protegidas por muros

Os burgueses mais pobres ficavam fora destas muralhas e eram chamados por extraburgos.
Impediu a ascensão económica do povo “miúdo”. Com isto, verifica-se uma divisão da classe média entre mais ricos, mais bem posicionados,desejavam poder político, honras e cargos.

Os menos ricos, em maior número, um “tipo” de burguesia mais próxima do povo “miúdo”. ambicionavam expandir as fontes de receita e empreender investimentos comerciais.

Nos meios urbanos eles eram mercadores de tráfego marítimo e internacional, advogados, legistas, médicos, conselheiros municipais designados por homens-bons, oficiais da Coroa não nobres e, também, artífices.
A cidade medieval animada por estes artesãos e comerciantes, foi um polo de atração para os nobres, que aí procuravam divertimentos e artigos de luxo e, também, por ela passavam peregrinos em busca de hospitalidade
Grupo social mais numeroso na qual tinha a maior parte das obrigações e poucos direitos. Distribuíam-se pelos campos, litoral e pelas cidades onde se ocupavam das mais diversas atividades.

Tinha como função de lavrar a terra, que havia de manter a sua subsistência. Os camponeses faziam parte do povo, sendo que a maioria destes trabalhadores da terra vivia nos domínios senhoriais.

Nele era englado a minoria étnica como os Judeus, Muçulmanos e estrangeiros .
Os camponeses viviam num mundo de insegurança, pois refugiavam-se na proteção do castelo ou da abadia

Eram obrigados a fazerem o pagamento em produtos, sobretudo em maus anos agrícolas, levava as famílias camponesas, muitas vezes, à miséria.

No entanto, o trabalho que mais lhes prejudicava a vida era o de terem de trabalhar gratuitamente alguns dias da semana, pois impedia-os de trabalharem nas suas terras muitos dias do ano
Poder Senhorial
No caso português, os senhorios pertenciam ao Rei o chamado Dominus Rex (senhor rei), que guardava para si próprio as terras mais importantes como cidades e grandes vilas, a estas terras chamavam-se Reguengos, este tipo senhorio era optido por presúria, pois pertencia ao rei.
O povo que habitavam nestas grandes propriedades era obrigado a pagar impostos
Reserva em que era uma área explorada pelo senhor e onde se encontrava o castelo e o mosteiro.
Mansos, que em Portugal era designado por Casal, que eram pequenas parcelas de terra do domínio senhoril arrendadas aos camponeses livres a troca de géneros e serviços prestados na reserva.
O Norte Atlântico tornou-se a terra de eleição dos nobres por exercerem os mais antigos cargos públicos, delegados pelos reis de Leão na nobreza condal eram acompanhados de dotações territoriais que os retribuíram, e como eram designados de honores, assim surge às terras da Nobreza de honras.

Às terras do Clero eram designados pelos coutos, estes como senhorios da Igreja, tinham privilégio perante o rei. Em Portugal, o resultado de doações régias e de legados à hora da morte, os bens fundiários da Igreja ultrapassavam os de qualquer outro proprietário.
DOMÍNIO DAS ORDENS MILITARES
Ao longo de todo século XII e na primeira metade do século XIII, a recuperação do território é conduzida de modo mais sistemático, aproveitando o auxílio das ordens religiosas e militares ,cuja missão primordial consistia em expulsar os Mouros e libertar as terras para Cristo. Os Templários estabeleceram-se na Beira Baixa e entre o Alentejo e o Mondego,
No mesmo local os Hospitalários dispunham de domínios, embora mais modestos. Calatrava recebeu várias doações na região de Évora e Avis, vindo os seus elementos a designar-se de “freires de Avis”. Também a ordem de Santiago da Espada, detinha vários domínios no Alentejo, em Setúbal e no Algarve.
As ordens não militares beneficiaram igualmente de vastas doações, sobretudo os Cistercienses, que ficaram senhores de vastíssimos domínios na Beira Litorale nas Estremadura.
CARTAS DE COUTO
Grande parte da propriedade eclesiástica torna-se imune

IMPLICA

A proibição da entrada de funcionários régios na terra coutada
a dispensa de pagamento de tributos pecuários e braçais ao monarca
cumprimento de serviço militarno exército real

Era condição pessoal nobliárquica que convertia em preivilégio certo território e nisto se distinguia de honras e coutos
As honras usufruíam de importantes privilégios
A isenção de encargos a pagar à coroa pelos seus moradores,
O direito de justiça
Proibição da entrada dos oficiais régios.
HONRAS
Divisão do senhorio em duas partes:
Quintã, conhecida na Europa por reserva, encontrava-se a morada dos senhores e era onde estes exploravam diretamente as terras.
A exploração da quintã cabia aos escravos, servos e colonos livres dos casais, que aí prestavam serviços gratuitos e obrigatórios durante um certo número de dias por ano: as jeiras.
Os casais eram pequenas parcelas de terreno, explorados por famílias de camponeses e onde estes viviam. A exploração dos casais concretizava-se por intermédio de contractos entre os senhores e os colonos, também designados de caseiros. As rendas consignadas nestes contractos eram de dois tipos: fixas ou de parceria, correspondendo a última a uma fração das colheitas.


SISTEMA DE ORGANIZAÇÃO ECONÓMICA DOMINAL
destaca-se de a exploração económica ser aí mais rigorosa e o controlo senhorial mais absorvente.
Nas suas granjas, a quintã do domínio nobre, praticava-se, sobretudo, a administração direta, e anotavam-se as rendas que cada casal devia pagar.
No início do século XIII estava já instituído o pagamento da dízima à Igreja, que recaía em 10% de toda a produção bruta (agrícola, pecuária) e nem os rendimentos régios estavam isentos dele.  
DOMÍNIOS ECLESIÁSTICOS
Homens – livres chamados de foreiros ou herdadores, agrupavam trabalhadores rurais, artífices ou criados domésticos. Mantinham o laço para com os seus senhores por via de contractos de arrendamento ou trabalho assalariado. Quando tinham dinheiro podiam ir à guerra, designando-se de cavaleiros-vilãos, embora o pudessem fazer a pé, denominando-se de peões.


TRABALHADORES ERAM AGRUPADOS
Homens – não livres compostos pelos escravos, muitas vezes “mouros” ou seus descendentes.
Estes trabalhadores eram inúmeros e estavam ligados, por costume e tradição, à terra e ao proprietário da mesma.Prestavam serviços da sua condição, quase sempre miserável, e pagavam rendas anuais e tributos, os chamados direitos dominiais. Os trabalhadores não-livres em troca da sua proteção, concebida pelo seu senhor, viam-se sujeitos a várias obrigações (banalidades)
Vestuário
Clero
Nobreza
Povo
A Sociedade Medieval
Alimentação
Actividade
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