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Introdução

Aula de motivação
by

Jefferson Cardoso

on 8 August 2016

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Transcript of Introdução

Avanços tecnológicos como o microprocessador e o computador pessoal, surgiram durante a década de 1970.

O constante desenvolvimento dessas tecnologias durante as duas décadas seguintes transformariam, - de uma forma nunca antes vista -, como nós nos relacionaríamos.

Dentre tais mudanças, a relação entre a obtenção da informação e de que modo ela é utilizada por nós, está entre as mais interessantes.
A Era da Informação
Estudar Pra Quê?
Pérolas
Sobre a disciplina...
A disciplina consiste no estudo da língua portuguesa com o objetivo de auxiliar e capacitar o estudante na compreensão, interpretação e composição de textos de cunho acadêmico, formal e científico, com ênfase em Arquitetura e Urbanismo.

DA LÍNGUA PORTUGUESA

Segundo Luiz Antonio Ribeiro (2013) "As discussões sobre nossa Língua Portuguesa sempre suscitaram muitas questões que, na maioria das vezes, não puderam ser respondidas com precisão ou sem levar em conta idiossincrasias pessoais e de um momento histórico. Acontece que toda discussão da língua é uma meta-discussão que inclui em si as impossibilidades da própria. De qualquer forma, sempre me interessou a relação que temos entre gramática, uso comum e diferenças com o português de Portugal."

Português
Prof. Jefferson
Análise da canção "Língua" de Caetano Veloso
"Questões teóricas à parte, o que se pode dizer é que a língua é sempre viva e deve ser celebrada por aquilo que ela manifesta: a cultura, a música, a arte, o pensamento, enfim, as subjetividades."

Com o intuito de explorar as diversas questões sobre nossa língua mãe expostas na canção "Língua" de Caetano Veloso, usou-se a seguinte metodologia: o autor cita um trecho da letra de Caetano e em seguida faz breve análise referente a esse trecho.
Pérolas
Pérolas
"Estudar Pra Quê?"
Pato Fu
Toda Cura para Todo Mal (2005)
Pérolas
Objetivo Geral
O aluno deverá compreender as estratégias envolvidas no processamento da leitura e da produção de variados tipos de texto, através das interações sociocomunicativas que se estabelecem entre os seus diversos usuários. Deverá também adquirir conceitos e informações que lhe permitam desenvolver habilidades de reconhecimento e distinção dos aspectos cognitivos, lingüístico-semânticos e textuais, tanto do ponto de vista da produção dos textos quanto do ponto de vista da recepção.
Objetivos Específicos
Ler e produzir diferentes tipos e gêneros textuais orais e escritos, considerando as condições discursivas de produção.

Ler e produzir competentemente enunciados em função dos objetivos e das condições de produção.

Monitorar, conscientemente, os processos envolvidos na leitura e produção de textos, sendo capaz de selecionar, organizar e planejar as informações em função dos seus objetivos, utilizando, para tanto, de estratégias que favoreçam a interação interlocultiva.

Objetivos Específicos
Utilizar, com propriedade, as estratégias de leitura, apropriando-se de pistas que possibilitam apontar os pontos relevantes do texto lido, bem como fazer uso de elementos de coesão em suas produções de forma a marcar suas intenções.

Identificar, compreender e utilizar as convenções da língua de acordo com os gêneros, reconhecendo-as como recursos da língua que favorecem a relação entre leitor/autor.

Para Refletir
Conforme Andreza (2013), "comunicar-se bem, tanto na expressão oral quanto na escrita, exige objetividade, clareza e coesão. Evitar modismos e gírias, além de cuidar da ortografia, correção e coerência das ideias apresentadas ajudam bastante [...]. Ainda não se deve esquecer de fazer boas leituras (livros literários, livros técnicos, revistas e artigos). Expressões como 'vou está transferindo' ou 'Aonde você mora?', utilizadas na oralidade e na escrita, podem comprometer a credibilidade de seu texto, de seu argumento, ou até mesmo de seus negócios."
Para Refletir
"[...] Vivemos em uma era altamente tecnológica e que exige rapidez nas comunicações. Assim, as possibilidades de 'erros', [...] aumentam. Se a agilidade é importante em plena era da 'sociedade conectada', comunicar-se bem e de forma eficiente em língua portuguesa, tornou-se algo essencial."
"Gosto de sentir a minha língua roçar a língua de Luís de Camões"
"A canção começa, não por acaso, com a palavra “gosto”, que pode remeter também ao gostar no sentido comum, de ter preferência por algo, como também do sentido do paladar – língua como parte do corpo e não como apenas linguagem, objeto da fala.

Gostar de roçar a língua de Luís de Camões é quase uma celebração carnal do encontro das duas pontas de nossa língua: a falada pelo poeta português escritor d’Os Lusíadas, principal formatador do que conhecemos como Língua Portuguesa, com aquilo que se tem de mais contemporâneo: a música popular e a língua do rap."
"Gosto de ser e de estar"
"Gostar de ser e de estar é se ver diferente, e quem sabe melhor, do que a Língua Inglesa onde o verbo
to be
concentra os dois em apenas um. Enquanto ser remete a uma permanência, a uma possibilidade de essência, o estar é uma posição transitória, um estado, coisas que não podem ser expressas, pelo menos não com nossa precisão pela língua anglo-saxã."
"E quero me dedicar a criar
confusões de prosódia
E uma profusão de paródias
Que encurtem dores
E furtem cores como camaleões"
"Eis a função do poeta: confundir prosódias, ou seja, tipos de fala, sotaques, ritmos, acentos, misturando tudo em um amálgama poético. Profundir paródias, também uso do poeta, está ligado ao fato do Caetano, entre outras coisas, se utilizar do rap para contar sua história da língua.

A paródia é um termo grego que vem de para – ao lado (paralela) e odes (canto), então uma paródia é uma forma de cantar ao lado, que se refere ao original, mas transforma-o, muitas vezes ironiza-o. No caso de Língua, Caetano canta ao lado de um estilo fixo – o rap – o seu rap celebração, cuja função seria, segundo ele, encurtar as dores e furtar as cores, como um camaleão."
"Gosto do Pessoa na pessoa
Da rosa no Rosa"
Aqui temos a utilização dupla dos substantivos:
Pessoa
– Fernando Pessoa e
Rosa
– Guimarães Rosa
E sei que a poesia está para a prosa
Assim como o amor está para a amizade
E quem há de negar que esta lhe é superior?
"A relação entre amor e amizade foi muito explorada no decorrer da nossa história. Segundo Aristóteles, a amizade é superior ao amor porque dela se extrai uma relação moral, ou seja, existe nela uma incondicionalidade da bondade, diferente do pathos do amor que gera uma espécie de cegueira e engano no amador."
"nesse trecho ele destaca dois importantes escritores e poetas, Fernando Pessoa e João Guimarães Rosa. Ele gosta de ver a alma poética de pessoa nas diversas pessoas, e da “sensibilidade” de uma rosa nos escritos de Guimarães". (Diego Agnelo)
E deixe os Portugais morrerem à míngua
“Minha pátria é minha língua”
"Minha Pátria é minha língua" é frase de um poema de "O Livro do Desassossego" de Bernardo Soares, heterônimo de Fernando Pessoa, no qual ele diz que seu apego não está ligado à nação, à pátria como um território, uma terra, que tudo isso lhe pode ser retirado. Sua língua é a sua grande referência de sentimento nacional, de pertencimento.
Flor do Lácio
Sambódromo
Lusamérica latim em pó
O que quer
O que pode esta língua?
"Última Flor do Lácio é como ficou conhecida nossa Língua Portuguesa. As línguas neolatinas são todas conhecidas como línguas do “lácio”, região europeia. O termo chega até nós pelo poema de Olavo Bilac, lembrando que o português é chamado de inculto justamente por que vem do latim vulgar:



“Última flor do Lácio, inculta e bela, És, a um tempo, esplendor e sepultura”. (O. Bilac)

Sambódromo é uma das palavras mais recentes do português, criação tipicamente brasileira que mistura samba – de origem africana – e o sufixo dromos – do grego, lugar onde se corre (autódromo, kartódromo)."

“samba + -o- + –dromo, hibr. criado por Darci Ribeiro, então vice-governador do estado do Rio de Janeiro (1984), para designar essa construção projetada por Oscar Niemeyer”. (Houaiss 3.0).

“'Flor do Lácio Sambódromo' é contar a história de nossa língua em uma linha”.
Vamos atentar para a
sintaxe dos paulistas
E o falso inglês relax dos surfistas
Sejamos imperialistas!
Cadê?
Sejamos imperialistas!
"A sintaxe dos paulistas é conhecida por grande parte de nossa população, por isso vou dar apenas um exemplo: aquela parte italianada, principalmente da Mooca que se utiliza de frases como: Mas vê se não ME pega uma gripe! Mas vê se não ME fica na chuva! Esse “me” sem função sintática, apenas de cunho enfático representa bem aquilo que Caetano tentou dizer.

O falso inglês relax dos surfistas é aquele do: “po brother… coé… mó vibe…”. Precisa dizer mais?"
Vamos na velô da dicção
choo-choo de Carmem Miranda
Quem não conhece, devia conhecer a dicção que Caetano destaca de Carmem Miranda. Ela possui uma forma única de cantar, apressada, silábica, rítmica, percussiva, apenas alguns dos motivos que fizeram os americanos se apaixonarem pelo seu canto.
E que o Chico Buarque de Holanda nos resgate
E – xeque-mate – explique-nos Luanda
Ouçamos com atenção
os deles e os delas da TV Globo.
"A questão é que, de certa forma, ficamos “mirandados”, ou seja, mesmo que Carmem negue, ficamos “americanizados” e foi preciso um Chico Buarque nos trazer de volta para África – e o fez – com a canção Morena de Angola que nos religa, definitivamente, com Luanda, apesar da televisão afirmar e tentar nos criar para o contrário."
Sejamos o lobo do lobo do homem
Lobo do lobo do lobo do homem
"Thomas Hobbes afirmou que “o homem é o lobo do homem” para dizer que somos nossos próprios algozes e agentes de nossa própria destruição, e, de certa forma, servimos de alimento a nós mesmos."
"O movimento antropofágico brasileiro, a partir do manifesto de Oswald de Andrade, se utiliza do conceito que Caetano resignifica na canção: ser o lobo do lobo do lobo do lobo do homem…"
"Trata-se de um movimento espiral e infinito de se alimentar de todas as culturas, manifestações, estilos e proposições culturais, incorporá-las e transformá-las para nosso contexto."
Adoro nomes
Nomes em ã
De coisas como rã e ímã
Ímã ímã ímã ímã ímã ímã ímã ímã
Nomes de nomes
Como Scarlet Moon de Chevalier,
Glauco Mattoso e Arrigo Barnabé
e Maria da Fé
“Scarlet Moon”, jornalista e atriz carioca, que acompanhou o nascimento do rock pop; “Glauco Mattoso”, poeta, ficcionista, ensaísta e articulista em diversas mídias; “Arrigo Barnabé”, compositor singular da Música Popular, com características que vão do dodecafonismo à atonalidade; e “Maria da Fé”, poeta portuguesa que se dedicou a ler e a escrever desde muito nova, e que era admiradora de Antero de Quental e de Fernando Pessoa.
Se você tem uma ideia
Incrível!
é melhor fazer uma canção
Está provado que só é possível filosofar em alemão
Blitz quer dizer corisco
Hollywood quer dizer Azevedo
E o Recôncavo, e o Recôncavo, e o Recôncavo meu medo
"Caetano coloca termos da língua inglesa com significados aleatórios. Podemos inferir que se trata de uma ironia em razão do uso aleatório de estrangeirismos dentro do Brasil. A repetição confere ênfase à preocupação que o sujeito tem em relação ao seu país. O “Recôncavo” faz referência ao Recôncavo Baiano, à Bahia reconhecida historicamente como o princípio da identidade brasileira."
A língua é minha pátria
E eu não tenho pátria,
tenho mátria
E quero frátria
Caetano retoma Bernardo Soares (Fernando Pessoa): “Minha pátria é a língua portuguesa”, invertendo a ordem sintática e ironizando, concluindo que não tem pátria, tem “mátria”, fazendo referência ao Hino Nacional, letra de Joaquim Osório Duque Estrada: “Dos filhos deste solo és mãe gentil”. Conclui, criando um neologismo: “frátria”, que estabelece uma relação de sentido com a palavra ‘fraternidade’, voz que expõe o desejo de ver a língua nacional e as demais línguas em fraternidade, pois todas significam, apenas produzem discursos diferentes, significam diferente.
Poesia concreta, prosa caótica
Ótica futura
Samba-rap, "chic-left" com banana
- Será que ele está no Pão de Açúcar?
– Tá craude brô
– Você e tu
– Lhe amo
– Qué queu te faço, nega?
– Bote ligero!
"O sujeito enunciador traz ainda para a canção uma série de outros registros discursivos, remetendo a diversas outras vozes exteriores ao discurso, registros da linguagem coloquial comumente encontrada em diferentes regiões do Brasil, berço que acolhe as etnias e variedades lingüísticas ímpares."
Nós canto-falamos como quem inveja negros
Que sofrem horrores no Gueto do Harlem
Livros, discos, vídeos à mancheia
E deixa que digam, que pensem, que falem.
"Na primeira frase, há metáfora da fala dos brasileiros, incluindo-se por meio da marca lingüística de primeira pessoa do plural ‘nós’.
Faz, também, uma comparação com a fala dos “negros que sofrem horrores no gueto do Harlem”, bairro de Nova York, onde a maioria é de negros, que estão fora, portanto, de sua origem étnica.
A expressão “canto-falamos” remete também à característica da voz do rap (rithm and poetry), música dos negros americanos que se caracteriza pelo canto-falado. O rithm and poetry é a música do Harlem."
"A partir da sequência: “Livros, discos, vídeos à mancheia/ E deixa que digam, que pensem, que falem” é possível inferir que o sujeito quis reafirmar a língua nacional como cheia de vida. Que é possível falar dentro dos livros, dos discos e dos vídeos. Estes meios de comuniação transmitem, respectivamente, o texto escrito, a música e o texto oral (programas de TV, filmes, telejornais). Por meio deles, é possível falar todas as línguas, refletir ideologias, construir sentidos, ser fraternos diante da imensa variedade lingüística presente no país."
A letra da canção comprova, por meio do uso das citações, das metáforas, das alusões, da pluralidade de vozes, a existência de um sujeito enunciador que está perpassado por uma ideologia. Caetano reflete sua preocupação com o uso da língua, que deve ser feito a partir de cidadãos críticos, sabendo discernir o que é o bom uso, do que é mera cópia, e que por isso, não constrói sentidos. Há sentidos a partir do intenso e intermitente jogo polifônico, carnavalizado, avatar das múltiplas intertextualidades.
O que quer
O que pode esta língua?
"Língua"
Caetano Veloso
Vêlo (1984)
"REBOLA A BÓLA"
Embolada

De Aloysio de Oliveira, Nestor Amaral e Brant Horta. Acompanhamento do Bando da Lua.

Gravado em Nova York em 9 de outubro de 1941.

Apresentada no filme:
"ACONTECEU EM HAVANA", 1941.
Rebola a bola vou mostrar como é que é
Um batuque rebolado da cabeça até o pé

Bando da Lua:
Rebola a bola prende a bata no botão
Rebola a bola morena que eu te dou meu coração

E eu vi um papo empapar em papa dela
E papo empapuçado de uma papa de fubá
E o papo pipo a papa papa amarela
Num papo de papo em papo que papou lá no Amapá

E quando eu disse ao papa que papipava
Meu papá teve um desmaio porque o papa era papão
E eu fiquei foi com um papo numa estapa
Quando escuto o papagaio lhe dizer papa pagão

Rebola a bola vou mostrar como é que é
Um batuque rebolado da cabeça até o pé, pé, pé

Bando da Lua:
Rebola a bola prende a bata no botão
Rebola a bola morena que eu te dou meu coração

E eu não foi quis mais saber de ver um papo
Que de papa numa pipa na papada se empapou
E é por isso que meus olhos logo eu tapo
Quando eu vejo um tico-tico a papapá e o papavô

E que se cubra o capeta de uma capa
Que se atreve na garupa do capeta capataz
Pra que ninguém possa ver o papo pipa
Pipa pupo papa popo papapô sambar em paz

Rebola bola vou mostrar como é que é
Um batuque rebolado da cabeça até o pé, pé, pé

Bando da Lua:
Rebola a bola prende a bata no botão
Rebola a bola morena que eu te dou meu coração

E eu vi um papo empapa em papa dela
E outro papo empapuçado de uma papa de fubá
E o papo pipo a papa papa amarela
Num papo de papo em papo que papou lá no Amapá

E quando eu disse ao papa que papipava
Meu papá teve um desmaio porque o papa era papão
E eu fiquei foi com um papo numa estapa
Quando escuto o papagaio lhe dizer papa pagão

E que se cubra o capeta de uma capa
Que se atreve na garupa do capeta capataz
Pra que ninguém possa ver o papo pipa
Pipa pupo papa popo papapô sambar em paz

E eu não foi quis mais saber de ver um papo
Que de papa numa pipa na papada se empapou
E é por isso que meus olhos logo eu tapo
Quando eu vejo um tico-tico a papapá e o papavô
"Essa resposta, ainda mais provocadora que a afirmação de Heidegger, descreve o caráter do uso de nosso idioma e, logo, o modo como por ele vemos o mundo. Dentre as várias revelações dessa "resposta", destacam-se duas: fazer canção é melhor que filosofar e, em português, é melhor fazer uma canção. Caetano diz: "é melhor fazer uma canção", mas não só isso. Se fizermos o necessário paralelo com a Segunda parte da frase em que ele diz: "só é possível filosofar em alemão", devemos completar a primeira e dizer: "é melhor fazer uma canção em português". Agora podemos entender melhor a canção a qual ele se refere, pois apenas pode ser uma que se dê no idioma português e não em notas musicais. Essa canção é a musicalidade de nossas letras." (Alexander De Carvalho)
Referências
http://literatortura.com/2013/09/cancao-lingua-caetano-veloso-minucioso-tratado-lingua-portuguesa/
http://philosophianarede.blogspot.com.br/2012/05/por-que-so-e-possivel-filosofar-em.html
www.ifcursos.com.br/.../14-30-45-ap0stilap0rtuguesinstrumental.pdf
http://www.vagalume.com.br/carmen-miranda/rebola-bola.html
https://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20090915201011AA62yRe
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