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Desenvolvimento Humano II

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by

Júlia Fantini

on 28 November 2013

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Transcript of Desenvolvimento Humano II

Morte no Processo de Desenvolvimento Humano
A Criança
O Adolescente
“Temos medo do que não conhecemos” (Leo Buscaglia, História de uma Folha)
Texto “Cada criança tem seu Monstro-da-Guarda”

É melhor sentir medo de uma coisa específica, que tem nome, do que sentir angústia.

Sono ou adormecer
Crianças (também alguns adultos) perdem seus contornos pessoais, sentem-se diluídos, inexistentes, dá vetigem, MEDO DE MORRER.

Falando de Morte com a Criança
NUNES, Deise Cardoso; CARRARO, Luciane; JOU, Graciela Inchausti de and SPERB, Tânia Mara. As crianças e o conceito de morte Psicol. Reflex. Crit. [online]. 1998, vol.11, n.3, pp. 579-590
Luto
O luto refere-se à um movimento de desidentificação, desenvestimento de energia, ou seja, retirada da libido do objeto perdido.
Raimbault (1979) e Freud (1917)
Culpa pela morte do outro Desejo de unir-se ao objeto perdido


Manifestação de Sintomas
Perturbações fisiológicas
Dificuldades de alimentação e sono
Retorno ao auto-erotismo
Distúrbios nos relacionamentos sociais
Desejo de reencontro com o objeto perdido = Micro-suicídios
Aberastury
Luto
Perder um irmão pode levar à uma ferida narcísica.
Flores ( 1984) – Estudo com crianças vítimas de doenças fatais.
Os principais temores apontados foram:
Cessação da vida
Perda do movimento vital
Experiência de uma sensação física ou moral desagradável
Perda da existência
Aniquilamento
Desaparecimento
Perda da individualidade
Perda do brilho e do vigor
Ser esquecido
Desaparecimento da lembrança
Crianças Terminais
Em suas vidas, permeiam outros medos, além do da morte;
Suas principais angústias estão relacionadas à rejeição e separação;
No estudo realizado, possuiam clara percepcão da morte.
Nagy (1959, citado por Torres, 1980)
Irreversibilidade, não-funcionalidade e universalidade possuem relação com o conceito de morte.
Aponta para três etapas com as quais as crianças lidam com a morte:
Primeira etapa (até 5 anos): morte com possibilidade de ser revertida;
Segunda etapa (5 a 9 anos): tendência a personificar a morte;
é irreversível, mas poderia ser evitada, não sendo universal;
Terceira etapa (9 a 10 anos): morte como cessação das atividades corporais; é inevitável e universal.
Falando de Morte com a Criança
Questões sobre a origem da vida e da morte fazem parte dos conceitos da criança.
Ao não se tratar o tema da “morte” com a criança, pensa-se estar protegendo ela, enquanto tal atitude pode lhe causar a manifestação de sintomas.
É importante dar espaço para a criança falar da morte de alguém de sua família, como a de seus pais ou irmão.
Ocultar a verdade da criança prejudica em seu processo de luto e na relação com o adulto, além de atrapalhar o desenvolvimento dessa.
Deve-se considerar que para abordar tal tema com a criança, se faz necessário considerar seu nível de compreensão.
Koocher (1974)/ Piaget
Nível 1/Período : Pré-operacional
Raciocínios fantasiosos e mágicos/ Morte não é definitiva ou irreversível.

Nível 2 / Período : Operações Concretas
Forma de inflingir a morte/ Imobilidade do corpo e irrevesibilidade.
Nível 3/ Período : Operações formais

Morte como fenômeno natural/ Cessar das atividades do corpo, universal e é parte da vida.
5 e 7 anos – aquisição do conceito de morte pelas crianças (em sua maioria).
O conceito de morte depende das experiências do individuo e será na adolescência que ocorre uma verdadeira compreensão sobre a temática.
Considerar a morte como reversível é uma maneira de agir defensivamente diante dela.
O conceito de morte que a criança tem pode dar pistas daquilo que é capaz de compreender em suas etapas de desenvolvimento

Reflexões sobre Psicanálise e Morte

O Terror diante do "Não saber"
Submissão ante o desconhecido
Necessidade de criar verdades
O não-saber é preenchido com "verdades"
As Fantasias Inconscientes sobre a Morte
Pulsão de vida x Pulsão de morte
Estamos constantemente num estado de conflito entre:
Eros
Tanatos
Força no sentido construtivo e assimilatório

Força no sentido
destrutivo e dissimilatório

Agressividade normal = Pulsão de morte “fertilizada” pela de vida.
A pulsão de morte, quando livre, gera situações de sofrimento.
Tanatos reina, já que todos morremos.
Eros reina a um nível individual, pois as espécies perpetuam por eras.
Problema: É preciso dar-nos conta de nossas potencialidades e limitações para podermos viver melhor a vida, aqui e agora.
Impotência X Onipotência
Nos defendemos da impotência através da criação da onipotência;
Profissionais da saúde e suas tentativas de serem onipotentes;
Potencialidades + Limitações = CARPE DIEM
As sabotagens internas
A pulsão de morte como sabotadora inconsciente
A inveja;
O filicídio
Mortes Físicas e outras Mortes
Passamos por diferentes mortes ao longo de nossas vidas - “micromortes da vida cotidiana” - a morte física só é a última a acontecer;

Manifestação de conflitos – Psicose ;
;
Se esses conflitos são mais primitivos, tem sua manifestação na área física do corpo do sujeito;
Reflexo na área social: preocupação com a violência nos tempos atuais.
Tentando Combater a Morte
A morte sendo adiada cada vez mais;
A constante luta:
Vida X Morte
O Processo de Luto
Objeto perdido é incorporada pelo enlutado
Exerce papel dual na vida do sujeito

Luto -> Trabalho de retirada da libido e fantasias destrutivas que estava sendo depositada no objeto perdido.
O luto mal-elaborado diz respeito à objetos introjetados que se apresentam como persecutórios ao sujeito. –> Melancolia.
Com a negação da morte, vê-la com temor, falta de rituais que auxiliem, a elaboração dos lutos.
A melancolia é “contagiosa”.
Reações de Aniversário
Forma de manifestação do processo de luto mal-elaborado, que ocorrem provocadas por datas.
Manifestações de conflito: ansiedade, tristeza, surtos psicóticos, ideias ou tentativas de suicídio, somatizações, atuações em áreas sociais , sonhos.

Situações de Aniversário:
No aniversário de morte;
Quando se atinge a idade da pessoa que morreu;
Quando seus filhos atingem a idade que tinha quando seu pai/mãe faleceram;
Na data de abortos ou data que a criança nasceria.
Alessandra Zimmerman -
Júlia Fantini -
Ricardo Beffart
O que seria a morte:
Reecontro com pessoas queridas já falecidas;
Encontro com figuras idealizadas;
Ida para o mundo paradisíaco;
Volta ao útero materno.
Fantasias persecutórias ligadas à culpa, etc.
Fantasias inconscientes e algumas conscientes são consideradas "normais" por tratarem-se de revivências de situações primitivas.
Para Freud, representação de morte não existiria, mas seria equivalente ao terror da castração.
Falando de Morte com Adolescentes
Percebe características da morte porém mantem-se paradoxalmente longe dela.
Irreversibilidade
Universalidade
Adolescência é uma transição marcada por lutos
Corpo infantil
Identidade como criança
Pais infantis
A grande tarefa da adolescência é a aquisição de identidade.
Erikson (1963)
Romper limites!
Sociedades Primitivas
Sociedades Capitalistas
Adolescente, desde muito cedo, tem de ajudar a comunidade em atividades de subsistência.
Medo e solidão
Nítida separação:
infantil - adolescente - adulto
Ritos de adolescência já não são bem definidos.
Final da adolescência e adulto muito diluídos.
Identidade indefinida
Terceiro Mundo seus Contextos Culturais
Impossibilidade de "adolescer".
Jung
Período em que toda libido esta voltada para a vida, restando pouco espaço para se pensar sobre a morte.
Adolescente como sendo a personificação do herói:
Imortal
Auge na adolescência
É necessária a vivência do poder e da força -> Identidade
Jovem que teme a morte e o futuro provavelmente terá esse mesmo medo no futuro.
Jung
Jovem com medo da morte não vive -> todo investimento de energia está depositado na vida.
Período auge da vida = Período com maior risco de mortes inesperadas?
O herói não conhece o medo nem a derrota.
(mesmo que sinta, será oculto)
Extrapolar, testar seus limites - os limites da vida.
Limite físico
Perigo da morte
>
"O grande prazer encontra-se efetivamente em desafiá-la, senão não tem graça"
Limite velocidade
...
Busca da identidade: limites da vida
Busca da identidade: limites da vida
Elementos facilitadores da urgência da intensidade vida:
Busca-se a vida em sua maior escala, o desafio da/à morte
Drogas
> Pode ocorrer a morte por exagero
Amor
> suicídio pela frustração
> realização amorosa que é encontrada na vida
Vida e Morte em seu auge
Vida = Possibilidade de desenvolvimento pleno
Morte= continuação dessa plenitude
(mesmo negada)
Saudades Larinha!
Beijocas!
hihi ;)
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