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GONIOMETRIA

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by

Nathália Lucena

on 21 June 2011

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Transcript of GONIOMETRIA

GONIOMETRIA A palavra goniometria vem da junção de duas palavras gregas: Gonio que significa ângulo e Metria que quer dizer medida, ou seja, quantifica o movimento de uma articulação. É a aplicação de um sistema coordenado a uma articulação com o intuito de medir os ângulos de movimentos existentes. É amplamente ultilizada a fim de avaliar as amplitudes de movimento articular e decidir a intervenção terapêutica apropriada. O instrumento utilizado para fazer essas medidas é o goniômetro universal. Ele é formado por dois braços e um eixo, um braço vai acompanhar o movimento, o outro vai permanecer fixo até o final da medida, e o eixo vai ficar sobre a articulação avaliada. Tem a vantagem de ser um instrumento barato, fácil de manusear e as medidas são tomadas rapidamente. O goniômetro universal tem duas principais limitações: A impossibilidade de avaliar o movimento articular em mais de um plano e a discrepância dos resultados devido a variação de posição entre o eixo articular e o eixo do goniômetro durante um movimento. Alguns fatores influenciam na precisão da medida como a qualidade do goniômetro, o procedimento utilizado e a utilização do movimento ativo ou passivo (SACCO et.al., 2007).
As medidas devem ser sempre comparadas com o lado contra-lateral, se esse estiver são, assim estabelecendo um parâmetro de normalidade.
Cada articulação tem uma amplitude normal dos ângulos e é importante o conhecimento dessas medidas para que se possa identificar alterações nas amplitudes articulares Objetivos da goniometria:
•Determinar a presença ou não de disfunção
•Estabelecer um diagnóstico
•Estabelecer os objetivos do tratamento
•Direcionar a fabricação de órteses
•Avaliar a melhora ou recuperação funcional
•Modificar o tratamento Medidas angulares normais das articulações. (Segundo Marques, 2002)
Ombro
Flexão 0-180°
Abdução 0-180°
Extensão 0-45°
Adução horizontal 0-40°
Rotação interna 0-90°
Rotação externa 0-90°
Cotovelo
Flexão 0-145°
Extensão 145-0° --> 5 a 10 graus de hiperextensão
Pronação 0-90°
Supinação 0-90°
Punho
Flexão 0-90°
Extensão 0-75°
Desvio Radial 0-25°
Desvio Ulnar 0-45° OMBRO


Flexão- 0 a 180 graus

O movimento ocorre na articulação glenoumeral no plano sagital, sendo acompanhado por movimentos nas articulações esternoclavicular, acromioclavicular e escapulotorácica.
Amplitude Articular: 0-180°(Marques, 2003; Palmer & Apler, 2000), 0- 170°/180°(Magee,2002).
O membro deve mover-se com a palma da mão voltada para cima.Medir a partir da face lateral do corpo.
Posição preferencial do paciente: De pé, decúbito dorsal ou sentado.
Braço fixo: Ao longo da linha axilar média do tronco em direção ao grande trocânter do fêmur, sem permitir aumento da lordose lombar.
Braço móvel: Ao longo da linha média lateral do úmero em direção ao epicôndilo lateral. Na flexão acima de 150 graus o epicôndilo deve estar fora do alinhamento, devido a rotação do úmero. Além deste pode-se ultilizar o olécrano. Flexão do ombro Precauções
Evitar a hiperextensão da coluna lombar;
Evitar a abdução do ombro e a elevação da escápula;
Permitir que o movimento escapular e da articulação clavicular ocorra em aprox. 30° de flexão do ombro;
Manter a articulação do cotovelo em extensão. Extensão- 0 a 50 graus
O movimento representa o retorno da flexão e ocorre no plano sagital
Amplitude Articular: 0°-45°(Marques, 2003); 0-50/60°(Magee, 2002); 0°-50° (Palmer & Apler, 2000).
Posição preferencial : De pé, sentado ou em decúbito ventral.
Braço fixo e braço móvel: Ultilizam-se os mesmos pontos de referência da flexão. Extensão do ombro Precauções
Evitar a flexão do tronco ou elevação da escápula;
Evitar a abdução da articulação do ombro;
Evitar a adução escapular. Abdução
O movimento ocorre no plano frontal. A abdução da articulação glenoumeral é acompanhada por elevação clavicular, seguida por rotação lateral do úmero.
Amplitude Articular: 0°-180°(Marques, 2003; Palmer & Apler, 2000) e 0-170/180°(Magee, 2002).
Posição Preferencial : De pé , sentado ou em prono, com as costas voltada para o examinador.(polegar voltado para cima).
Braço fixo: Paralelo à coluna, na face lateral do corpo, ou seja, na linha axilar posterior.
Braço móvel: Na face posterior do braço, paralelo à linha média posterior, em direção ao olécrano. Abdução do ombro Precauções
Evitar a flexão da coluna vertebral para o lado contralateral;
Evitar a elevação da escápula;
Permitir que o ombro rode lateralmente em aprox. 90°;
Evitar a flexão e extensão do braço. Adução

É o retorno a partir da abdução e ocorre no plano frontal.Ultiliza-se a mesma técnica da Abdução

A adução horizontal ocorre no plano transverso.
Amplitude Articular (adução horizontal): 0°-40°(Marques, 2003); 0°-50/75°(Magee, 2002); 0°-30°(Palmer & Apler, 2000).
Posição Preferencial : Sentado, de pé ( cotovelo , punho e dedos estendidos)
Braço fixo: Paralelo a linha mediana anterior.
Braço móvel: sobre a superficie lateral do úmero .
Eixo: Sobre o eixo antero posterior da articulação glenoumeral . Adução do ombro Precauções:
Evitar a flexão ipsilateral da coluna vertebral;
Evitar a depressão escapular;
Evitar a rotação de tronco. Rotação Medial e Rotação Lateral
Na posição anatômica, o movimento ocorre no plano transverso. Para a avaliação goniométrica, esta é abduzida e a articulação do cotovelo é fletida em 90° portanto o movimento teste ocorre no plano sagital.
Amplitude Articular: 0°-90°(Marques, 2003); 0°-60/100° (Magee, 2002); 0°-65/90°(Palmer & Apler, 2000).
Posição Preferencial: Decúbito dorsal.Fazer a abdução do ombro a 90 graus, com o cotovelo fletido a 90 graus e a palma da mão voltada para o corpo. Toda a extensão do braço deve descansar sobre o tampo da mesa, permitindo apenas que o cotovelo fique sobre a borda da mesa.
Braço Fixo: Paralelo ao bordo da mesa.
Braço móvel: Na face posterior do antebraço , entre os processos estilóides. Rotação Medial do Ombro Precauções:
Manter a articulação do ombro abduzida em 90 graus para que o olécrano fique em linha com a fossa glenóide;
Evitar a flexão, extensão adução ou abdução na articulação do ombro;
Evitar a extensão do cotovelo;
Evitar a adução e abdução da mão;
Evitar a elevação e a inclinação anterior da escápula.
Rotação Lateral do ombro Precauções:
Manter a articulação do ombro abduzida em 90 graus para que o olécrano fique em linha com a fossa glenóide;
Evitar a flexão, extensão, a adução e a abdução da artic. do ombro;
Evitar a extensão do cotovelo;
Evitar a adução e abdução da mão;
Evitar a inclinação posterior da escápula. Flexão- 0 a 160 graus
É uma articulação em dobradiça uniaxial. O movimento teste ocorre no plano sagital.
Amplitude Articular: 0-145°(Marques, 2003; Palmer & Apler, 2000) 0-140°/150° (Magee, 2002).
Posição Preferencial: Decúbito dorsal, de pé.
Braço fixo: Ao longo da linha média lateral do úmero em direção ao acrômio.
Braço móvel: Ao longo da linha média lateral do rádio, em direção ao processo estilóide. Cotovelo Precauções

Evitar a flexão da articulação do ombro;
Observar a posição do antebraço, este deve estar na posição anatômica. Extensão- 145 a 0
O cotovelo em posição anatômica já se encontra em extensão total, permitindo de 5 a 10 graus de hiperextensão.
Ultilizar os mesmos pontos de referidos na flexão. Punho Flexão - 0 a 90 graus
Ocorre na articulação radiocárpica, no plano sagital nas articulações radiocárpicas e intercápicas;
Amplitude articular: 0°-90° (Marques, 2003; Palmer & Epler, 2000) e 0°-80/90° (Magee, 2002)
Posição Preferencial : Sentado com o antebraço em pronação
Braço fixo: Ao longo da linha média lateral da ulna , em direção ao olécrano.
Braço móvel: Ao longo da linha média lateral do quinto metacárpico, em direção a articulação metacarpofalangeana. Extensão - 0 a 80 graus
Ocorre no plano sagital nas articulações radiocárpicas e intercápicas;
Amplitude articular: 0°-70° (Marques, 2003) 0°-70/90° (Magee, 2002)
0°-90(Palmer & Epler, 2000) .

Os mesmos pontos de referência da flexão. Precauções
Certificar-se de que os dedos permanecem relaxados durante a mensuração;
Evitar os desvios radial e ulnar da articulação do punho. Precauções
Evitar a extensão dos dedos;
Evitar o desvio radial e ulnar na articulação do punho. ADUÇÃO DO POLEGAR Adução do Polegar
Braço fixo: paralelo ao segundo metacarpiano
Braço móvel: paralelo primeiro metacarpiano e o eixo na articulação carpometacarpo do polegar.
O antebraço e punho devem ser mantidos em posição neutra e o polegar posicionado em alinhamento completo com o segundo metacarpiano, como posição inicial para a mensuração da ADM ativa máxima de abdução do polegar. Uso de órtese para abdução do polegar no desempenho funcional de criança portadora de paralisia cerebral: estudo de caso único
Use of abduction thumb orthosis in functional performance of a child with cerebral palsy: a single-subject study
Adriana M. Valladão N. RodriguesI; Marisa C. ManciniI; Daniela V. VazII; Lílian de Castro Silva FIM
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