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Anabela Prezi

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by

Anabela Silva

on 11 April 2013

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Transcript of Anabela Prezi

Tronco Comum V – Doenças Respiratórias Interpretação da avaliação funcional respiratória Índice Quando e Porquê? Tem utilidade: Provas de Mecânica Ventilatória
Espirometria Seminário Síndromes Respiratórios Síndrome Restritiva Síndrome Obstrutiva Síndrome Ventilatória restritiva Padrão Restritivo Normal Curvas Débito-Volume Síndrome Ventilatória restritiva Situações em que se verifica: Síndrome Ventilatória restritiva Síndrome Ventilatória obstrutiva Síndrome Ventilatória obstrutiva com insuflação Normal Obstrução variável Obstrução fixa Obstrução vias aéreas extratorácicas Obstrução vias aéreas intratorácicas Curvas Débito-Volume Síndrome Ventilatória obstrutiva Situações em que se verifica: Síndrome Ventilatória obstrutiva Síndrome Mista Síndrome Ventilatória Mista Situações em que se verifica: Síndrome Ventilatória mista Alteração:
FEV1
FVC
IT (FEV1/FVC)


Síndrome Restritiva
Síndrome Obstrutiva
Síndrome Mista Em Resumo… Pneumotacografia Método de depuração de nitrogénio Pletismografia EM Recentemente (1 mês)
Recente AVC, cirurgia ocular, Cirurgia torácica /abdominal;
Hemoptise;
Aneurisma
Pneumotorax Recente;
HTA mal controlada;
TEP Contra-Indicações Espirometria Fatores que afetam difusão (+):

- Idade
+ Superfície corporal
+ Volume pulmonar
+ Concentração de Hb
+ Concentração alveolar de O2
- Altitude
- Carboxihemoglobina
- Consumo de tabaco
Posição corporal (+ sentado, - deitado)
… Difusão Alveolar Avaliação da integridade da membrana alvéolo-capilar Prova de difusão CO Provas de broncomotricidade Diagnóstico diferencial entre asma e DPOC Figura 2: administração de broncodilatador com ajuda inalatória com câmara expansora (N) Figura 1: administração de broncodilatador (exp. lenta e máx, insp. profunda, apneia, N) Broncodilatação Provas de Provocação Brônquica (PPB) Provas de Provocação Brônquica HRB: Expressa em termos da dose /concentração do estimulo requeridos para provocar um grau de broncoconstrição que resulta na diminuição (em relação ao valor basal) do FEV1 em 20% (PD20 e PC20) Monitorização de:
ECG
PA
Saturação de O2


Colheitas de sangue capilar (3-3 min)

- Medição pressões parciais de:
O2
CO2
HCO3- Ergometria Avalia a capacidade física funcional, incluíndo a resposta global e integrada de todos os sistemas do organismo na realização da actividade proposta (sistemas respiratório, cardiovascular, unidades neuromusculares e metabolismo muscular). Prova de marcha dos 6 minutos Caso Clínico Homem, 25 Anos;
Altura: 170cm;
História de sibilos e sensação de aperto torácico;
Particularmente de manhã ou durante exercício;
Nega fumar;
Débito expiratório máximo: 43% abaixo do previsto
Pedido de confirmação de diagnóstico e investigação de reversibilidade Caso Clínico Caso Clínico Qual o diagnóstico mais provável?

Obstrução fixa de uma via aérea?
Asma?
Fraqueza diafragmática?
DPOC?
Normal? Caso Clínico Obstrução fixa de uma via aérea? Caso Clínico Asma?

Melhoria significativa a nível do fluxo após inalação de um broncodilator Caso Clínico Fraqueza diafragmática?

CVF dentro dos limites normais
O débito inspiratório máximo (pós-broncodilatador) dentro do normal Caso Clínico DPOC?

Apesar da função ventilatória ter um defeito obstrutivo consistente com DPOC, houve uma melhoria significativa com o broncodilatador.

No entanto não se pode excluir uma componente de DPOC. Caso Clínico Normal?

A forma da curva débito-volume pré-broncodilatador é anormal;

FEV1 e FEV1/FVC estão anormalmente baixos o que indica limitação do fluxo. Caso Clínico

Asma Caso Clínico Sarcoidose (grave)
Asma brônquica e lobectomia pulmonar
Bronquite crónica + fibrose pulmonar Bibliografia:



Jornal de Pneumologia, volume 7, Março 1981, página 31. Publicação oficial da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia


Pneumologia Clinica 1º e 2º volume - Ed. Bugalho de Almeida, Lisboa 2005 e 2006


http://www.esscvp.eu/cursos/lic/cardiopneumologia/links/link7.pdf


Avaliação Funcional Respiratória In: Almeida A, eds. Pneumologia Clínica vol. II, 1ª ed. Braga, Portugal: Tilgráfica, S.A., 2006:187-282.

http://www.hospitaldaluz.pt/PopUp.aspx?showArtigoId=8161&PopUp=1


Sítio das Doenças Respiratórias – Especialistas em Ciências da Saúde (consultado a 19 de Março de 2013, http://www.doencasrespiratorias.dgs.pt/index.php?s=profissionais)


Harrison’s Principles os Internal Medicine (2010) 18th Edition, editors Anthony S. Fauni & Dan L. Longo et al, Mc Gram Hill, USA.

Part 11 – Section 1, Chapter 252 Obrigada pela atenção! Anabela Silva n. 12738;

André Soeiro n. 12919;

Andreia Ribeiro n. 12667;

Bruno Silva n. 12567;

Fábia Cruz n. 12899;

Marina Raquel Santos nº 14533; Trabalho realizado por: Volume pulmonar Provas de Mecânica Ventilatória
Espirometria Método de diluição do hélio - Hiperreactividade Brônquica (HRB) - Resposta ventilatória basal
(espirometria) Reavaliação Estímulo Broncoconstritor Físico Exercício físico
Hiperventilação
Outros Farmacológico Metacolina
Histamina
Carbacol Hiperreactividade Brônquica Reavaliação
Resposta ventilatória basal
(espirometria) Limitações:
Subestima a FRC nos doentes com obstrução (regiões pouco ventiladas que perdem pouco N) Limitações:
Subestima a FRC nos doentes com obstrução (áreas mal ventiladas impedem penetração do He), quistos aéreos ou bolhas de enfisema. Cabine hermética
1. Pneumotacógrafo (débito aéreo)
2. Transdutor (P boca e cabine)
3. Shutter Diagramas Débito-Pressão (Resistance - Raw) (ângulo inversamente proporcional a Raw) Limitações:
Custo elevado e complexidade (Gás com 10% He, 0,3% CO, 21% O2, N2)
- 3 VC, Exp. Completa, Insp. até TLC, apneia 10 seg, exp. (0,1-o,2% CO até eq.) Fármaco de ação rápida com MDI (Metered Dose Inhalers) Aumento na facilidade e grau de estreitamento das vias aéreas
em resposta a estímulos broncoconstritores Indivíduos com hiperreactividade das vias aereas necessitam de estimulos farmacologicos (doses) muito menores para apresentar broncoconstrição significativa do que pessoas com reactividade normal. Asma brônquica Alta sensibilidade
Baixa especificidade Indicação História sugestiva de broncospasmo Contra-indicações absolutas Limitação grave do fluxo de ar FEV1<50% do previsto
EAM ou AVCi nos ultimos 3 meses
HTA sistémica não controlada
Aneurisma da aorta
Antes e depois da prova são medidos:
- Níveis de oxigénio
- Frequência cardíaca
- Pressão arterial Usada com frequência: Avaliação da resposta a intervenção médica em doentes com alterações estruturais do pulmão (e.g. DPOC) ou doença cardíaca moderada a grave
Avaliação pré-/pós-operatória de doentes submetidos a transplante pulmonar ou cirurgia com redução de volume pulmonar
Monitorização da resposta a terapêuticas e/ou reabilitação pulmonar
Estimar a morbilidade e mortalidade em doentes com alterações cardiovasculares ou pulmonares Contraindicações absolutas Angina instável e EAM (último mês) Contraindicações relativas FC (repouso)>120bpm
PAs>180mmHg
PAd>100mmHg Interrupção:
Dor retroesternal
Dispneia
Sudação excessiva
Alterações ritmo passadas
Palidez
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