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Teoria e prática de Ensino

Curso de Multiplicador de Polícia Comunitária
by

Bruno Del Barco

on 1 October 2012

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Transcript of Teoria e prática de Ensino

Teoria e Prática de Ensino Instrutor: Bruno Wendel de Oliveira Del Barco – CapPM ESTADO DE MATO GROSSO
POLÍCIA MILITAR 4. Estratégias de Ensino-aprendizagem 3. Regras básicas de Oratória Emocional 2. Técnicas de ambientação a plataforma 1. Planejamento de Ensino Sumário Discutir possibilidades didáticas de gestão da aula para Cursos de Polícia Comunitária com suporte em diferentes técnicas de ensino. Objetivo Conhecer sobre:

Planejamento de Ensino;

As técnicas de ambientação a plataforma;

Regras básicas de Oratória Emocional;

Estratégias de Ensino-aprendizagem; EXPOSIÇÃO ORAL DIALOGADA: Fundamentação teórico-prática sobre o tema

PRODUÇÃO EM GRUPOS: ‘oficinas’ (sala de aula)

IMPORTANTE: ESPAÇO PERMANENTE PARA TROCA DE EXPERIÊNCIAS Nosso contrato didático: Tornar independente o processo de ensinar e de aprender no desenvolvimento das aulas:

Aos professores cabe ensinar, e aos alunos... aprender

Superar a visão de especialistas que tão somente conhecem e explicam bem o assunto e deixam a tarefa de aprender como responsabilidade exclusiva do aluno. Principal desastre didático... O que o professor pensa sobre o ensino determina o que o professor faz quando ensina O que acredito que sei fazer bem como professor?
O que aprendi a fazer recentemente como professor?
O que gostaria de aprender a fazer como professor?
O que devo fazer para aprender isso? O que é ser professor? Requisitos pessoais para ser professor Resistência a fadiga
Capacidade funcional do sistema respiratório
Clareza vocal
Acuidade visual
Acuidade auditiva Estabilidade emocional
Versatilidade
Iniciativa
Autoconfiança
Disciplina
Paciência
Cooperação
Atenção difusa Inteligência abstrata
inteligência verbal
Memória
Observação
Raciocínio lógico
Rapidez de raciocínio
Precisão de raciocínio
Imaginação
Coordenação
Crítica METAS Conhecimento especializado da matéria

Cultura geral

Conhecimentos e habilidades pedagógicas

O professor, além de ensinar, precisa aprender o que seu aluno já construiu até o momento. Requisitos Técnicos para ser professor Planejamento de Ensino Projeto pedagógico do curso Plano de Ensino da disciplina Conjunto de aulas que você conduzirá Projeto da Instituição (cc) image by nuonsolarteam on Flickr Em relação ao ensino, planejar significa prever de modo inteligente e bem calculado todas as etapas do trabalho escolar e programar racionalmente todas as atividades, de modo seguro, econômico e eficiente. Em outras palavras, planejamento é a aplicação da investigação científica à realidade educacional a fim de melhorar a eficiência do trabalho de ensino.
Marcos Tuler Ao planejar técnicas de ensino, é fundamental estabelecer os objetivos que se pretende no processo de ensino-aprendizagem

Os objetivos comunicam aos alunos a intenção do professor em relação a sua aprendizagem Articulação com os momentos didáticos propostos
Previsão das atividades discentes: qual o envolvimento do aluno na técnica?
Organização do espaço da sala de aula
Apresentação da proposta da aula de forma clara
Abertura para avaliação cooperativa do trabalho vivenciado O que um planejamento com técnicas de ensino aplicado em sala de aula requer? Espaço da Sala de aula O espaço físico da sala de aula deve ser planejado em função dos objetivos didáticos O que significa ENSINAR? Conhecimento ALUNO-VIVÊNCIA CONHECIMENTO SISTEMATIZADO Facilitador ORATÓRIA EMOCIONAL Tornando-se um professor de SUCESSO! O QUE É ORATÓRIA EMOCIONAL? Conhecimento Oratória Desenvoltura na fala “Pessoas convivem e trabalham com pessoas e portam-se como pessoas, isto é, reagem às outras pessoas com as quais entram em contato: comunicam-se, simpatizam e sentem atrações, antipatizam e sentem aversões, aproximam-se, afastam-se, entram em conflito, competem, colaboram, desenvolvem afeto. Essas interferências ou reações, voluntárias ou involuntárias, intencionais ou não-intencionais, constituem o processo de interação humana, em que cada pessoa, na presença de outra, não fica indiferente a essa situação de presença estimuladora” .
(Moscovici) Importância das RELAÇÕES INTERPESSOAIS LINGUAGEM NÃO VERBAL A QUEM VOCÊ CONFIARIA A SUA EMPRESA? LINGUAGEM NÃO-VERBAL Em qual dos dois você se aproximaria para pedir uma informação? Como devo me comportar ao falar em público? Entrada confiante;
Sorriso tranquilo;
Contato visual;
Postura ereta;
Inclinar-se ligeiramente para a frente quando sentado(a), o que transmite a impressão de estar atento. BOA LINGUAGEM CORPORAL! APRESENTAÇÃO EM PÚBLICO CUIDADOS ANTES DA APRESENTAÇÃO Em caso de palestra, evite portar armas;



Quando em locais fechados, retire a cobertura APRESENTAÇÃO EM PÚBLICO –
CUIDADOS INICIAIS Não coma muito antes de se apresentar;
Está nervoso? – NÃO tome remédios beta-bloqueadores de adrenalina;

EMPATIA ! Alguns cuidados ANTES da apresentação em público O palestrante chegou 15 minutos depois da hora marcada;
Trouxe um CD de instalação do produto, entretanto o computador não tinha o driver de CD;
Alguém da platéia se ofereceu para buscar um computador que possuísse o driver de CD (em casa);
Nesse meio tempo, o palestrante continuou a palestra falando sobre as vantagens do produto;
O computador chegou. O CD sumiu!
O QUE O PALESTRANTE DISSE À PLATÉIA?

- NINGUÉM SAI DO AUDITÓRIO QUE IREMOS REVISTAR TODOS! Caso para se pensar: CUIDADOS DURANTE A APRESENTAÇÃO CUIDADOS DURANTE A APRESENTAÇÃO Contato visual
CONTEMPLE A PLATÉIA COM O SEU OLHAR! Regra da verticalidade (posição do corpo);
Caso haja um tropeço, haja naturalmente, brinque com a situação. Jamais transmita a imagem de mal-humor ou chateação em relação ao fato;
Pigarreou, deu sede, tossiu = pigarreia, beba água, tussa. É normal, não peça desculpas por estes motivos. Cuidados durante a apresentação em público O QUE DEVO FAZER COM AS MINHAS MÃOS? O QUE DEVO FAZER COM AS MINHAS MÃOS? Não balance os braços
Não cruze os braços (parado)
Não posicione as mãos atrás – sinal de insegurança;
Não fique com as mãos dentro do bolso;
Não segure o microfone com as duas mãos com força. Cuidados com os braços e a posição das mãos Análise em conjunto: é uma conversa sobre o vídeo, tendo o professor como moderador. O professor não deve ser o primeiro a dar opinião. Deve posicionar-se, depois dos alunos, trabalhando sempre dois planos: o ideal e o real.

Análise Globalizante: fazer estas quatro perguntas: aspectos positivos do vídeo; aspectos negativos; idéias principais que passa e o que vocês mudariam neste vídeo.

Análise Concentrada: escolher depois da exibição uma das cenas marcantes e revê-las. Perguntar oral ou por escrito: o que chama mais atenção; o que dizem as cenas; conseqüências.

Análise Funcional: antes da exibição escolher algumas funções ou tarefas (desenvolvidas por vários alunos). Ex.: o contador de cenas, anotar as palavras chaves, anotar as imagens. Após a exibição cada aluno fala e o resultado é colocado no quadro.

Outra dinâmica interessante é  dramatizar situações do vídeo assistido e discuti-los comparativamente. Ex.: Alguns alunos escolhem personagens de um determinado vídeo e os representa, adaptando-os à sua realidade. Depois se comparam os personagens do vídeo e os da representação.  Algumas dinâmicas para o uso do vídeo : 1. Caracterização da técnica
O grande grupo é dividido em subgrupos que são totalmente reformulados após determinado tempo de discussão;
Cada participante leva para o novo subgrupo as conclusões e/ou idéias do grupo anterior, havendo assim possibilidades de cada grupo conhecer as idéias levantadas pelos demais. A técnica permite a integração de conceitos, idéias, conclusões, integrando-os.
2. A técnica é útil para:
Iniciar a discussão de um assunto ainda não abordado;
Familiarizar os participantes sobre determinado assunto;
Continuar um debate sobre tema apresentado anteriormente;
Aprofundar o estudo de um tema.

3. Use a técnica quando:
Trabalhar com grupos de qualquer tamanho.
Houver um interesse em elevar de níveis de participação e comunicação.
Desejar obter uma visão do assunto sob vários ângulos. USO DE VÍDEO EM SALA DE AULA 1. Realizar breve introdução ao texto que será estudado, expondo os objetivos do encontro e a metodologia que será adotada para alcançar o desejado;

2. Em seguida, divida a sala de aula em pequenos grupos, de igual quantidade em termos de participantes;

3. Entregue para cada grupo uma parte do texto e sugira que o mesmo seja lido e debatido, com destaque para as idéias principais e as dúvidas. Nesse momento, recomenda-se que todos façam suas anotações;

4. O educador pode nomear cada grupo por uma letra do alfabeto ( grupo A, grupo B...) e enquanto os grupos estão reunidos, dá a cada integrante um número. Por tanto, no grupo A haverá o 1, 2, 3... No grupo B, o 1, 2, 3...

5. Uma vez terminados os debates na primeira formação grupal (por letras), agora os que receberam o número 1, formarão o grupo 1, e assim por diante. Assim, o grupo 1, por exemplo, terá representante de cada grupo da primeira formação;

6. Lembra-se de quando orientamos que todos anotassem idéias durante o debate? Pois é! No grupo de nova formação cada um vai apresentar o que estudou na primeira formação, permitindo que naquele grupo sejam tratadas as idéias de todas as partes do texto.

7. Durante exposição de idéias nesta segunda formação, cada grupo elabora idéias conclusivas, registrando-as, preferencialmente;

8. Para finalizar, o grupos pode expor suas descobertas no grupão, em plenário. 4. Como usar a técnica 1. Caracterização da técnica
É o acompanhamento pelo grupo da leitura de um texto. O coordenador fornece, previamente, ao grupo uma idéia do assunto a ser lido. A leitura é feita individualmente pelos participantes, e comentada a cada passo, com supervisão do coordenador. Finalmente o coordenador dá um resumo, ressaltando os pontos chaves a serem observados.

2. A técnica é útil para:
Apresentar informações para o grupo.
Introduzir um conteúdo novo.
A interpretação minuciosa de textos, rotinas, etc.

3. Use a técnica quando:
O tema puder ser apresentado por escrito, com número de cópias ou exemplares suficientes para todos os membros do grupo.
Há interesse do grupo em aprofundar o estudo de um tema.
A participação geral não for o objetivo principal.

4. Como usar a técnica
Providenciar número de exemplares ou cópias igual ao número de participantes.
O círculo continua sendo a melhor maneira de dispor o grupo.
Oferecer inicialmente ao grupo uma idéia geral do assunto a ser explorado.
Comentar os aspectos relevantes do tema.
Após a leitura, é saudável uma discussão em grupo. LEITURA DIRIGIDA 1. Caracterização da técnica
Consiste na divisão do grupo em subgrupos de dois membros que dialogam, em voz baixa, para discutir um tema ou responder uma pergunta, sem requerer movimento de pessoas. Após, é feita a apresentação dos resultados ao grupão. É um método extremamente informal que garante a participação quase total, sendo de fácil organização.

2. A técnica é útil para:
Comentar, apreciar e avaliar, rapidamente, um tema exposto.
Levantar considerações de muitos aspectos distintos sobre o assunto. GRUPO FACE A FACE Apresentar ou definir o problema que será dramatizado.
Os próprios "atores" poderão armar o "palco" que dispensará excessivo mobiliário e roupagem, dando ênfase à descrição verbal da situação.
Permitir “ensaio” preparatório, sem preocupação quanto à "perfeição da representação" dos atores.
Determinar ou definir o papel de grupo a ser desempenhado durante e após a dramatização, o que conclui a escolha do tipo de debates que se seguirá, bem como a determinação dos aspectos que deverão ser avaliados.
Realizar a dramatização em tempo suficiente para permitir a apresentação dos dados, evitando-se a demora excessiva.
Se o instrutor achar conveniente, poderá consultar o grupo quanto ao seu interesse em repetir a dramatização com a inclusão de idéias e sugestões que forneçam novo material para aprofundamento de debate. Como usar a técnica Estratégias de ensino-aprendizagem aplicáveis em cursos de capacitação e/ou aperfeiçoamento CUIDADOS COM O ENCERRAMENTO DA APRESENTAÇÃO O sucesso da sua aula depende de como você lida com o inesperado.
Seja educado e solícito – a pior coisa que pode acontecer a um professor é perder a calma.
A razão é cultural e muito simples: tendemos sempre a torcer pelo mais fraco. Neste caso, seu aluno. A classe inteira tomará partido dele, não importa quem tenha a razão. 4 – A pedra no sapato Escrever e falar da maneira mais simples possível não significa suavizar a matéria ou deixar de mencionar conceitos importantes. Use e abuse de exemplos e analogias.
Divida a informação em blocos curtos, para que seja melhor assimilada. 2 – Simplifique Apresentar a informação de forma qualitativa (transformar informação em conhecimento);

Despertar o interesse e motivação da platéia;

Quebrar a impessoalidade, quebrar a resistência. Para convencer é preciso: né, né;
Hãããããã;
Tipo assim

“Bom dia a todos né, estou muito feliz por estar aqui né, hoje falaremos, tá, de nosso balanço anual, tá, eu peço a atenção de vocês, né, e quero informá-los que estou à disposição, tá, para responder a qualquer pergunta, né?” Vícios de linguagem Não inicie pedindo desculpas;
Não inicie contando piadas;
Se errar, trabalhe com o bom humor;
Cuidado com o roteiro! Ele é permitido, mas não deve ser tratado como amuleto. Linguagem verbal O volume de voz ideal;
Ponha ritmo na fala;
Pronuncie bem as palavras;
Dê cartão vermelho às palavras vulgares;
Tenha cuidado com vocabulário rebuscado;
Reserve o vocabulário técnico aos iguais: Linguagem verbal OBRIGADO.
Contatos:
(65) 8111-3367 (TIM)

delbarco@pm.mt.gov.br SUCESSO! É parte integrante do processo de aprendizagem;
Deve ser contínua;
Deve ser objetiva;
Deve envolver o julgamento dos alunos. Avaliação da Aprendizagem Assista ao filme mais de uma vez e veja se é preciso passá-lo na íntegra ou apenas partes selecionadas;
Antes da exibição: checar som e imagem;
Informar somente aspectos gerais do vídeo;
Prepare um roteiro de perguntas e alerte os alunos para perceberem os conflitos, o tema e personagens;
Lance uma questão a ser investigada e discutida;
Durante a exibição: Anote as cenas mais importantes, se necessário faça a pausa da fita, a qual deve ser rápida e apenas para fazer algum comentário; 4. Como usar a técnica 1. Caracterização da técnica
Possibilita fundir o esforço individual com o do grupo, no entendimento de um texto. Leva a uma leitura cuidadosa, minuciosa e profunda do texto, de forma individual.

2. A técnica é útil para:
Habituar a leitura de texto com o máximo de atenção.
Exercitar a apreender detalhes de um texto.
Exercitar a apreender os aspectos gerais de um texto.

3. Use a técnica quando:
Não souber as condições do grupo em apreender um texto.
Quiser treinar leitura e interpretação de texto.
O assunto exigir aprofundamento.

4. Como usar a técnica
Distribuir o texto entre os participantes, solicitando-se que o mesmo seja lido integralmente e de uma só vez, pelo que o referido texto não deve ser nem muito longo nem muito sintético.
Após esta primeira leitura, os participantes são convidados a uma segunda leitura, devendo ser anotadas as partes não compreendidas, bem como aquelas compreendidas e consideradas significativas ou fundamentais do texto.
Após esta segunda leitura, será levado a efeito um trabalho de esclarecimento quanto às partes não compreendidas, com a cooperação de todo o grupo e o coordenador. Cada participante expõe suas dúvidas, que o grupo procurará esclarecer. Quando o mesmo não conseguir, o orientador o fará. TÉCNICA DE RUMINAÇÃO PAINEL INTEGRADO 1. Caracterização da técnica
O grande grupo é dividido em subgrupos que são totalmente reformulados após determinado tempo de discussão;
Cada participante leva para o novo subgrupo as conclusões e/ou idéias do grupo anterior, havendo assim possibilidades de cada grupo conhecer as idéias levantadas pelos demais. A técnica permite a integração de conceitos, idéias, conclusões, integrando-os.
2. A técnica é útil para:
Introduzir assunto novo.
Integrar o grupo.
Explorar um documento básico sobre determinado assunto.
Obter a participação de todos.
Familiarizar os participantes com determinado assunto.
Continuar um debate sobre tema apresentado anteriormente sob a forma de preleção, simpósio, projeção de slides ou filmes, dramatização, etc ....
Aprofundar o estudo de um tema.
3. Use a técnica quando:
Trabalhar com grupos de 15 pessoas, no mínimo.
Desejar proporcionar contato pessoal entre os membros do grupão.
Quiser diluir o formalismo do grupo.
Houver um interesse em elevar de níveis de participação e comunicação.
Desejar obter uma visão do assunto sob vários ângulos.
O tempo for limitado.
Houver possibilidade de deslocamento de cadeiras e de sua arrumação em círculos. PAINEL INTEGRADO O coordenador propõe o problema e explica qual objetivo que pretende atingir com o grupo.
Explica como se processará a discussão e fixa o tempo disponível
O grupo é dividido em dois.
Um grupo formará um círculo interno (GV) e o outro um círculo externo (GO).
Apenas o GV debate o tema. O GO observa e anota.
Após o tempo determinado, o coordenador manda fazer a inversão, passando o grupo interno para o exterior e o exterior para o interior.
Após as discussões, o coordenador poderá apresentar uma síntese do assunto debatido. Poderá ser, inicialmente, marcado um "sintetizador". 4. Como usar a técnica 1. Caracterização da técnica
Consiste na divisão do grupo em dois subgrupos (GV = grupo de verbalização; GO = grupo de observação). O primeiro grupo é o que irá discutir o tema na primeira fase, e o segundo observa e se prepara para substituí-lo. Na segunda fase, o primeiro grupo observa e o segundo discute. É uma técnica bastante fácil e informal.

2. A técnica é útil para:
Análise de conteúdo de um assunto-problema.
introdução de um novo conteúdo.
Conclusão de estudo de um tema.
Discussão de problema e exame de solução. GV-GO Grupo Face a face 1. Caracterização da técnica
Consiste na encenação de um problema ou situação no campo das relações humanas, por duas ou mais pessoas, numa situação hipotética em que os papéis são vividos tal como na realidade. A síntese desses papéis é um dos aspectos mais importantes do método. Os que vão encenar devem compreender o tipo de pessoa que deve interpretar durante a dramatização.
Essa técnica permite a informalidade e assegura a participação psicológica do indivíduo e do grupo; elimina as inibições e facilita a comunicação. DRAMATIZAÇÃO, ou, ROLE PLAYING Comunicação verbal estruturada, utilizada pelos professores com o objetivo de transmitir determinados conteúdos aos alunos;

Contribui à explicação de conteúdos, podendo ser dinamizada com outras técnicas;

Na exposição, o professor deve mobilizar a atividade interna do aluno de concentrar-se e de pensar articulando com outros procedimentos: AULA EXPOSITIVA Capriche no encerramento!
As melhores formas para encerrar:
Levantar um reflexão;
Fazer uma citação;
Aludir a ocasião;
Elogiar honestamente os ouvintes
Aproveitar um fato bem-humorado; Apresentação em público – encerramento Não arme barraco!
Seja gentil;
Seja você mesmo;
Fale com envolvimento;
Demonstre conhecimento;
Considere o nível intelectual dos ouvintes;
Use a roupa certa;
Use recursos de apoio Algumas dicas para guardar Só há uma maneira de evitar desastres:
Treine antes!
Dê uma aula em casa para seu cônjuge/filhos ou, na falta desses, para o espelho.
Não use animais de estimação, são péssimos alunos – seu cachorro gosta de tudo o que você faz e os gatos têm suas próprias prioridades, indecifráveis para as outras espécies. E o que se busca com o treino é,principalmente, uma crítica construtiva. 5 – Pratique 4 – A pedra no sapato Treine seus gestos, conte histórias, movimente-se com naturalidade. Passe sua mensagem de forma interessante.

Segundo estudos, o impacto de uma aula é feito de:
- 55% estímulos visuais – como você se apresenta, anda e gesticula;
- 38% estímulos vocais – como você fala, sua entonação e timbre;
- e apenas 7% de conteúdo verbal – o assunto sobre o qual você fala. 3 – Ponha emoção Você nunca vai conseguir a atenção de uma sala sem a conhecer.
Quem são esses alunos?
Quais seus interesses?
Quais informações eles tiveram em classes anteriores? 1 – Conheça o ambiente E como devo proceder em uma aula?
O QUE É MAIS DIFÍCIL, FALAR PARA QUATRO PESSOAS OU PARA QUARENTA? “Subir prá cima”,
“Elo de ligação”
“Falta só o acabamento final”
“Eu tenho certeza absoluta”
“É só uma goteira no teto” (na parede, escorre. No chão, é poça!)
“O show será nos dias 08, 09 e 10 inclusive”
“Divido um melão em duas metades iguais”
“O senhor tem de comparecer pessoalmente”
“Todos foram unânimes;
“ Você tem de encarar os seus problemas de frente” Redundância, pleonasmo, tautologia
171 ..positivo....operante....meliante...
“Caso precisem de algo, estou em QAP. Eu responderei todas as dúvidas, basta deixar seu QRA e seu QTH... OKA?” Exemplo de linguagem de POLICIAL. LINGUAGEM VERBAL Controle a situação elegantemente;
Use canais não-verbais para chamar atenção;
- Olhe diretamente para aquela pessoa
Aproxime-se da zona de conforto dela;
Se for persistente, toque levemente o ombro (se for homem);
Não permita que a platéia lhe tire o controle emocional;
A platéia é o espelho do palestrante;
Respeite-a e será respeitado. PESSOAS CONVERSANDO?
PESSOAS DORMINDO? Aula expositiva Tautologia:
Vício de linguagem que consiste em dizer, por formas diversas, sempre a mesma coisa.
2. A técnica é útil para:
Desenvolver a capacidade de relacionamento com outras pessoas através da compreensão da natureza do comportamento humano.
Fornecer dados de relações humanas que podem ser utilizados para análise e discussão.
Facilitar a comunicação, "mostrando" e não "falando".
Criar no grupo uma atmosfera de experimentação e de possível criatividade. 3. Use a técnica quando:
Os padrões e o controle social do grupo são de molde a garantir um nível de comentário e discussão que não afetam psicologicamente os membros.
Sentir-se como coordenador ou instrutor, bastante seguro dos objetivos que pretende atingir ao usar a técnica. 3. Use a técnica quando:
O número de participantes for, no máximo, de 50 pessoas.
Quiser criar o máximo de oportunidades para a participação individual.

4. Como usar a técnica
Dividir o grupão em subgrupos de dois membros, dispostos um junto do outro (lado ou frente).
Explicar que os grupos “face a face” dispõem de tantos minutos para discutir o assunto, após o que um dos membros exporá o resultado ao grupão, na ordem que for convencionada.
Apresentar a questão e conduzir as exposições, que serão feitas, após o diálogo, de forma objetiva e concisa. Estimular a participação geral do grupo.
Estimular a capacidade de observação e julgamento de todos os participantes. Para isso cada participante do GO deve cumprir um papel na observação, buscando encontrar aspectos positivos e negativos na objetividade e operatividade do GV.
Levar o grupo a um consenso geral.
Desenvolver habilidades de liderança.

3. Use a técnica quando:
O número de participantes for relativamente pequeno.
Já houver um bom nível de relacionamento e de comunicação entre os membros do grupo.
For necessário criar uma atmosfera de discussão.
For conveniente diluir o formalismo do grupo.
Desejar estimular a discussão e o raciocínio. "O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.”
(Fernando Pessoa)
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