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Educação Especial - Educação Inclusiva

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Ana Cláudia

on 13 October 2012

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Transcript of Educação Especial - Educação Inclusiva

Educação Inclusiva: O que o Professor tem a ver com isso? Formas de aprender e de avaliar o aprendizado Como podemos estimular e ajudar um aluno, de outras series, com o perfil do Lucas? Práticas na sala de aula: Exemplo: na prática docente, a Astronomia é trabalhada essencialmente como conteúdo (quando é abordada), não enquanto tema ou oportunidade para problematizações e outras abordagens Embora não garantindo uma autonomia efetiva em toda a amostra, encontramos indícios para tal Agradecimentos:
Pólo Astronômico "Casimiro Montenegro Filho"da Fundação Parque Tecnológico de Itaipu Muitas vezes, o professor, adota estratégias de aprendizagem que usam as habilidades de escrita do aluno, porém elas não são a única forma de aprender e de avaliar o aprendizado. A História do Lucas: CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE

Professora: Márcia Maria de Freitas Hauss

Alunos:

Ana Cláudia Oliveira
Bruno Henrique
Davisson C. dos Santos
Flávia Nascimento
Isabela Marcondes
Viviane Bertoldi Como saber qual recurso o aluno precisa? Observe o aluno. Preste atenção nas dificuldades e soluções que
ele adota para lidar com suas limitações;
Converse com o aluno.
Avalie e defina com o aluno quais as atividades que podem ser facilitadas com
uso de materiais pedagógicos adaptados ou tecnologias assistivas para as
atividades da vida diária;
Converse com outros profissionais que também trabalham com o aluno;
Pesquise produtos disponíveis no mercado, materiais e objetos baratos que
podem ajudar a desenvolver habilidades. Levando em conta as necessidades dos alunos que se encontram em sala, sendo essas: motora, mental, auditiva ou visual, usar criatividade que busque soluções para facilitar o aprendizado de todos os alunos. É importante relembrar que as tecnologias assistivas vão desde uma fita crepe colocada nos cantos do papel para que a folha não escorregue com os movimentos involuntários de um aluno com deficiência motora, a criação de um jogo da memória com desenhos feitos em relevo (com cola plástica, dentre outras alternativas) até um software adaptado para que os cegos possam ter acesso ao computador. Uma boa dose de criatividade fará com que você encontre soluções simples para facilitar o aprendizado de seus alunos. Equipamentos que todos podem aprender a usar: Reglete (tipo de régua para se escrever em braile) Punção é o lápis - ou a caneta da pessoa cega; Máquina braile - é a máquina de escrever usada pelas pessoas cegas Mapa tátil para ensinar geografia e informar sobre a localização de lugares para pessoas cegas. Lupas, lentes de aumento e réguas de leitura. Soroban - é um instrumento de cálculo de origem oriental, formado por continhas de madeira ou de plástico enfiadas em arames. Um pouco de história

A primeira tentativa conhecida para desenvolver um sistema de leitura para pessoas cegas ocorreu em 1580, quando letras do alfabeto romano foram gravadas, em baixo-relevo, sobre pedacinhos de madeira.
Em 1825, Louis Braille inventou o sistema de leitura e escrita para cegos, que leva seu nome17 e ainda hoje é usado no mundo inteiro.
O sistema braile, escrito em relevo, usa 6 pontos dispostos num retângulo de 6 milímetros de altura por 2 de largura. São possíveis 63 diferentes combinações que formam todos os sinais necessários à escrita: letras do alfabeto, sinais de pontuação, maiúsculas e minúsculas,símbolos de Matemática, Física, Química e notação musical. Para facilitar sua identificação, os pontos são numerados.
O sistema braile pode ser escrito com dois tipos de equipamento: o conjunto manual de reglete e punção e a máquina de datilografia (Perkins - Braille), que começou a ser produzida no Brasil em 1999. Garoto de 6 anos que possuia limitações físicas, tais como: Estatura abaixo da média,dificuldades para andar e não tinha o polegar da mão direita.

Tinha dificuldades para escrever

Para ajuda-lo foi feito tentativas entre elas fazendo o uso de canetas, canetinhas e lápis de cor mais grossos, para ajudar na escrita.

Estratégia inicial foi subtituida pelo uso das letras móveis escritas em quadradinhos de cartolina ate que Lucas alcançasse o ritmo da turma e assim pudesse fazer as mesmas lições propostas aos outros alunos da classe. A utilização de recursos visuais adequados facilita a compreensão do que está sendo ensinado.
Alguns desses recursos são: objetos, filmes, fitas de vídeo, fotos, gravuras de livros e revistas e desenhos etc.
A escrita e ainda o uso da língua de sinais,
da mímica, da dramatização, de expressões faciais e corporais de gestos naturais e espontâneos ajudam a dar significado ao que está sendo estudado. Os alunos surdos baseiam-se também nas pistas visuais
• Alguns pais preferem que seus filhos aprendam a falar, outros preferem que
aprendam a Língua Brasileira de Sinais, chamada também de Libras. Há os
que querem que seus filhos aprendam ambas as línguas;

• Não devemos esquecer que a própria criança ou adolescente tem o direito de
escolher qual o tipo de comunicação que prefere utilizar. Alguns sentem-se
mais à vontade para se expressarem através da língua de sinais, e outros
através da língua portuguesa. Isto deve ser respeitado;

• Para que possa expressar seus desejos e suas necessidades, a criança surda
deve aprender algum tipo de linguagem;

• A escola precisa preparar a criança surda para a vida em sociedade,
oferecendo-lhe condições para aprender um código de comunicação que
permita sua participação na sociedade;

• Jogos, desenhos, dramatizações, brincadeiras de faz-de-conta, histórias
infantis ajudam a aquisição da linguagem e a aprendizagem de conceitos e
regras de um código de comunicação. A criança surda e a comunicação Agora vamos assistir um vídeo de uma reportagem do jornal MGTV onde nos mostra a Tecnologia aliada na inclusão de deficientes físicos na sociedade. Uma feira em Uberlândia mostra que alguns equipamentos podem diminuir as dificuldades do dia a dia dessas pessoas.
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