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Distribuição da poluição atmosférica local com o uso e ocupa

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danielle blazys

on 6 April 2015

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Distribuição da poluição atmosférica local com o uso e ocupação do solo urbano .
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Outros Poluentes
Essa variedade de fontes poluidoras nas cidades, contribuem com a emissão e também a dispersão de substâncias, por meio de correntes convectivas do ar. E o impacto ambiental e na vida cotidiana da população vai muito além do desconforto ou da extração da vegetação original.
Conclusão
Contrução Civil
Métodos de Monitoramento
Danielle Blazys
Gabriela Ribeiro
Lígia Cipriano
Thayana Pellegrini
11037514
11065314
11082714
11105214
Docentes: Profª Claudia Boian e Profª Lúcia Helena Gomes Coelho
Distribuição da poluição atmosférica local com o uso e ocupação do solo urbano .
Introdução
Ações antropogênicas;

Adensamento populacional;

Processos individuais e coletivos de produção, reprodução e ocupação social no espaço urbano;

Demanda de infraestrutura: construções, organização
do fluxo de pessoas;

Produção de resíduos;
E a soma desses fatores resultam em...
POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA
Emissões na operação/funcionamento .
Emissões provenientes das construções.
Os processos de produção/obtenção dos materiais abaixo indicados são os que mais emitem gases causadores do efeito estufa:
Cimento (10% do total das emissões de CO₂ no Brasil)
Cal (100 CaCO3 + calor -> 56Ca + 44CO₂)
Aço (ferro) (fusão dos minérios em fornos: CO₂),
Areia e Brita (máquinas movidas a óleo diesel),
Cerâmica vermelha (no seu processo de produção, a obtenção de energia vem da queima da biomassa, emitindo CO₂)
Queima de combustíveis fósseis,
Transporte (não analisadas nesse tópico).
Bioarquitetura.

Retirada e produção e transporte dos materiais: emissão de MPs, GEEs(NOx e CO₂), CO, SOx e poluição sonora.
Material Particulado (PM10)
Concreto, cimento, madeira, pedra, sílica, fumos de solda.
Veículos pesados para transportes dos materiais e maquinas para nivelamento do terreno.
Podem atingir longas distâncias.
Óxidos de Nitrogênio (NOx)
Veículos pesados para transportes dos materiais e maquinas para nivelamento do terreno.
Óxidos de Enxofre (SOx)
Máquinas que utilízam diesel como cobustível (extração e transporte de materiais, máquinas de nivelamento)
Gás Carbônico (CO₂ )
Produção e transporte dos materiais (combustão)
Cidades Europeias as emissões de CO₂ da indústria da construção correspondem aproximadamente a 30% do total das emissões.
Há poucos estudos sobre o Brasil referente às emissões provenientes do setor de produção de materiais de construção e operação/funcionamento das edificações.
Japão: as emissões de CO₂ na operação/funcionamento das edificações são três vezes maior do que as emissões provenientes das construções.
Reino Unido, 52% de emissões de CO₂ são provenientes das construções e usos das edificações.
Na Índia o setor de construção é responsável por 17% do total das emissões de CO₂ .
O Brasil também se situa entre os maiores emissores de CO₂ (sexto país no ranking mundial) no setor da construção civíl.
Poluição em interiores (fase de envelhecimento dos edifícios):

Provenientes de produtos químicos perigosos no (primeiro momento das edificações):

Exemplos: vapores nocivos de óleos, colas, solventes, tintas, madeiras tratadas, plásticos, produtos de limpeza)

Acúmulos em filtros, dutos e ares condicionados;

Poluição Sonora;

COV's, fungos e bactérias;

Hidrocarbonetos (HC), solventes e algumas substancias orgânicas podem ser cancerígenos;

A presença de CH4(Metano), favorece a formação do ozônio troposférico;

Obras de Estrutura Viária
Contrução Civil
Contrução Civil
Contrução Civil
Obras de Estrutura Viária
Objetivo: sustentar e organizar um fluxo constante e intenso de pessoas e máquinas. Permitindo o acesso a outras áreas e a segurança.
Seguem o mesmo padrão de emissão de poluição da construção civil.
Em ambientes urbanos, há a presença de tráfego de veículos intensa. Consequentemente, existe a concentração de poluentes relacionado à combustão no motor dos veículos. Eles são: Materiais Particulados (MP), Monóxido de Carbono (CO), Óxidos de Nitrogênio, (NOx), Hidrocarbonetos, Óxidos de Enxofre (SOx) e Compostos Orgânicos Voláteis (COV's).
Hong Kong
Los Angeles
Le Figaro, (Paris), 2010 - Exposição aos poluentes de acordo com o meio de transporte utilizado.
Vegetação Urbana
Vegetação Urbana
98% de todas as emissões de compostos orgânicos voláteis (COV's)
Emissões variáveis (estação do ano, temperatura, umidade, radiação solar influenciam)
COV's bastante reativos com: O3, NO₂ e o radical hidroxila (OH•) e acabam tendo participação representativa como precursores do smog fotoquímico.
Geralmente, vegetação não nativa
Mais indicado: espalhar a vegetação em corredores para facilitar a dispersão dos COV's.
Quando arranjada adequadamente, as plantas não são muito eficientes em reduzir os sons da poluição sonora.
Aterros Sanitários de Resíduos Sólidos
Aterros Sanitários de Resíduos Sólidos
Agente poluidor de alto potencial.

Falta de tratamento ou a disposiçăo final precária desses resíduos de formas e em áreas inadequadas.

Formação de biogás

Poluiçăo do ar pelo gás metano (CH4) - o segundo maior contribuinte para o aquecimento global, atrás apenas do dióxido de carbono (CO₂) entre as 8 emissőes antrópicas de gases do efeito estufa.






Mas o que é o Biogás?
Gás gerado nos aterros sanitários é composto Basicamente por: metano (CH4), dióxido de carbono (CO₂), nitrogęnio (N₂), hidrogęnio (H₂), oxigęnio (O₂) e gás sulfídrico (H₂S).
Como efeito, promove o aquecimento do globo terrestre.
Decomposição do lixo
Processo aeróbio (CO₂)
Processo anaeróbio (Biogás, CH4)
Aterros Sanitários de Resíduos Sólidos
Principais fatores intervenientes no processo de geração de gases. Fonte: Centro de Tecnologia e Geociências – Universidade Federal de Pernambuco, 2003, disponível em <http://www.cetesb.sp.gov.br/userfiles/file/mudancasclimaticas/biogas/file/docs/artigos_dissertacoes/maciel.pdf>
Indústrias de Pequeno e Médio Porte
(Indústria chinesa)
Indústrias de Pequeno e Médio Porte
Desconcentração de indústrias em regiões metropolitanas, segundo IBGE, na última década. (O mais indicado seria a bioconstrução)
Atividades de usos e ocupação do solo potencialmente poluentes, segundo a CETESB:

Indústria de alimentos para consumo animal;
Estocagem de resíduos perigosos;
Produção e teste de munições;
Fabricação de tintas;
Produção de energia;
Atividades de processamento de papel e impressão;
Processamento de Borracha;
Produção de pneus;
Produção, estocagem e utilização de preservativos de madeira;
Atividades de processamento de ferro e aço;

Substâncias emitidas distintas acumuladas perto do ponto em que foram processadas, estocadas ou utilizadas.
Indústrias de Pequeno e Médio Porte
Fábricas de cimento
As cimenteiras são responsáveis por 5% da emissão de dióxido de carbono (CO₂) de origem antrópica de todo o mundo.

Liberam também: Óxido de enxofre (SOx); Óxido de nitrogênio (NOx); Monóxido de carbono (CO); Compostos de Chumbo, MP; Aldeídos, hidrocarbonetos gasosos libertados pela combustão incompleta dos hidrocarbonetos líquidos.

Nas vizinhanças, os telhados das casas, as árvores ficam cobertas por uma película de poeira de cimento.

Pratículas de menores dimensões se dispersam junto de Silicatos pela atmosfera: presença de radicais livres na superfície da partícula de poeira (O2-. e HO.), tóxicos para as células do pulmão.

Produção: Calcário + argila (+ óxidos e sulfitos metalicos, hidrocarbonetos) -> Clinquer (à 1450ºC)
Clinquer moído + gesso -> cimento

Indústrias de Pequeno e Médio Porte
Processamento de Papel e Impressão
Brasil é o 6º maior produtor mundial de celulose (1º em celulose de eucalipto) e o 12º maior produtor de papel.
Possui uma rígida legislação ambiental. (Organizações vêm buscando a implantação do ISO 14001)
Emissões atmosféricas mais significativas, e passíveis de controle na indústria de papel e celulose são geradas no processo Kraft
Indústrias de Pequeno e Médio Porte
Produção de Tintas e Vernizes
Composto por produtos das linhas imobiliária, industrial e automotiva

Impactos ambientais do setor: associados ao processo produtivo, à geração de efluentes, ao uso dos produtos ou mesmo à geração de resíduos de embalagem pós-uso.

Principais emissões atmosféricas:

COV's, resultado dos processos:
– Combustão incompleta;
– Emissões durante todas as etapas do processo de fabricação, especialmente quando realizados em equipamentos abertos (O uso de equipamentos fechados durante o processo minimiza a emissão de COV's);
– Emissões fugitivas de silos de matéria-prima;
– Limpeza de equipamentos;
– Vazamentos de selos, gaxetas e válvulas de tubulações;

Material particulado (pigmentos, resíduos): Ao inalarmos, vão se depositando nos pulmões (inclusive quando forem metais pesados, com efeito cumulativo). Devem se possível, ser substituídos no processo de fabricação.
Legislação
Resolução CONAMA nº 5, de 15 de junho de 1989: Criou o Programa Nacional de Controle da Poluição do Ar – PRONAR. A fixação de parâmetros para emissão de poluentes gasosos e materiais particulados (materiais sólidos pulverizados) por fontes fixas começou a ser efetuada por meio dessa Resolução, que determinou a necessidade de se estabelecer limites máximos de emissão e a adoção de padrões nacionais de qualidade do ar.


Resolução CONAMA nº 8, de 5 de dezembro de 1990: Estabeleceu os limites máximos de emissão de poluentes no ar para processos de combustão externa de fontes de poluição. Essa resolução complementou o PRONAR estabelecendo limites para a concentração de determinados poluentes no ar.


Resolução CONAMA nº 382, de 26 de dezembro de 2006: Estabeleceu os limites máximos de emissão de poluente atmosféricos para fontes fixas.

Resolução CONAMA nº382/2008 fixam-se limites específicos de emissão para cada tipo de fonte ou combustível utilizado. Ele se aplica a todas as fontes fixas instaladas a partir de sua vigência, ou seja, 2007.

Resolução CONAMA nº 436, de 22 de dezembro de 2011: Esta Resolução induziu uma revolução tecnológica no Brasil, sendo uma das medidas de maior impacto ambiental que o CONAMA aprovou nos últimos anos, trazendo uma profunda mudança tecnológica ao nosso parque industrial e diminuindo de forma expressiva as emissões destas indústrias, que por serem as mais antigas, são justamente as que se localizam dentro das áreas urbanas mais consolidadas, com maior impacto poluidor. A Resolução restringe as emissões de poluentes de treze dos principais setores da indústria nacional, determinando limites de emissão dos principais poluentes e com prazos fixos para a implementação das mudanças.
Legislação
Referências
FIM
Fonte: Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP)
O Coprocessamento nas etapas de produção do cimento.
Fonte: Votorantin cimentos.
O coprocessamento permite que sejam utilizados resíduos e pneus inservíveis nas etapas em que é necessária a utilização de matéria-prima e/ou combustível.
Etapas de fabricação e fontes de emissão de poluentes:
Extração das matérias-primas (argila e calcário)
Britagem das matérias-primas
Moagem do cru (mistura de argila e calcário)
Calcinação - Forno → (Material particulado e NOx)
Resfriamento - Resfriador → (Material particulado)
Moagem (Clínquer, gesso e adições) → (Material particulado)
Embalagem e expediente - Ensacadeira -→ (Material particulado)

Limites de MP
Ensacadeiras: 50mg/Nm3
Secadores: 50mg/Nm3 a 18% de O2
Resfriadores: 50 mg/Nm3
Fornos horizontais via seca: 50 mg/Nm3 a 11% O2
Fornos horizontais via úmida: 70 mg/Nm3
Moinhos: 50 mg/Nm3
Prazo para atendimento: 12 anos

Limites de NOx:
NOx: 1040 mg/Nm3 a 10% O2
Prazo para atendimento: 8 anos
Fornos verticais:
Limites a serem definidos pelo órgão ambiental estadual competente
(ABCP - 2005)
Legislações nacionais que estabelecem Limites de emissão de material particulado para as fontes da indústria de cimento.
Limites de emissão de material particulado para fornos e resfriadores (legislação estadual)

Limites de emissão de material particulado para secadores (legislação estadual)
Fonte: IPPC apud Piotto (2003). Universidade do Amapá (2011).
Métodos de Monitoramento
1.
Dióxido de enxofre (SO₂) - flourescência por radiação UV.
Material Particulado - Amostrador de grande volume.
2.
3.
Monóxido de Carbono (CO) - Filtro de correlação de gases
4.
Óxidos de nitrogênio (NOx) - analisador de quimioluminescência
Compostos Orgânicos Voláteis (COV's) - Utilização de cromatografia e espectrometria de massa; custo elevado (número de compostos e as baixas concentrações encontradas)



Hidrocarbonetos - Monitoração importante. A coleta da amostra é feita com o amostrador de grande, cujos conteúdos são extraídos e analisados através de cromatografia (tempo de amostragem é de 24h).
5.
6.
O uso e ocupação do solo urbano exerce grande influência para a contribuição das emissões de poluentes em forma de gases ou material particulado por meio de emissões antropogênicas (processos industriais eu pela construção civil) e por emissões naturais (centros de vegetação urbanos e a emissão de hidrocarbonetos e COV's).
Um investimento público na qualidade da atmosfera urbana, resultaria em uma redução de custo significativa a ser invertida na saúde pública, já que o número de pessoas afetadas diretamente pela qualidade do ar (considerando grupos de riscos distintos) é imensa.
Quanto maior o conhecimento sobre a origem da emissão de gases,sua trajetória na atsfera e seus efeitos, mais viável será o controle, uma gestão efetiva da qualidade do ar e a consequente melhora do ar em diferentes escalas.
CETESB - Companhia Ambiental do Estado de São Paulo. "Qualidade do Solo - Poluição". <http://www.cetesb.sp.gov.br/solo/informa%C3%A7%C3%B5es-b%C3%A1sicas/5-polui%C3%A7%C3%A3o>

TADA, Agnes Massumi. ALMEIDA, Alexandre Murilo. GONÇALO JR., Paulo Roberto. KIMURA, Wagner. "Resíduos Sólidos Urbanos: Aterro Sustentável para Municípios de Pequeno Porte" - Escola de Artes, Ciências e Humanidades da
Universidade de São Paulo. Florianópolis/SC. Ano 2003; <www.finep.gov.br/prosab/livros/ProsabArmando.pdf>

RESENDE, Fernando. "Poluição Amtosférica por Emissão de Material Particulado: Avaliação e Controle nos Canteiros de Obras de Edifícios" - Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. São Paulo/SP. Ano 2007; <http://www.pcc.usp.br/files/text/personal_files/francisco_cardoso/Disserta%C3%A7%C3%A3o%20Fernando%20Resende%20p%C3%B3s-banca%202.pdf>

Biodiesel Brasil <http://www.biodieselbr.com/biodieselbr/br/contato.htm>
Planeta Sustentável - Editora Abril <http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/conteudo_400718.shtml>

Vertix - Engenharia & Arquitetura <http://www.vertixcorp.com.br/poluicao-naconstrucao/>

MACIEL, Felipe Jucá. "Estudo da Geração, Percolação e Emissão de Gases no Aterro de Resíduos Sólidos da Muribeca/PE" - Universidade Federal de Pernambuco. Recife/PE. Ano 2003;<www.cetesb.sp.gov.br/userfiles/file/.../biogas/file/docs/artigos.../maciel.pdf>

PROSAB - Rede Cooperativa de Pesquisas. "Alternativas de Disposição de Resíduos Sólidos Urbanos para Pequenas Comunidades". Instituições participantes: UFSC, UFMG, UNISINOS, UCS. Florianópolis/SC. Ano 2003;<http://www.finep.gov.br/prosab/livros/livrocompletofinal.pdf>

SCHIRMER, Waldir Nagel; QUADROS, Marina Eller. "Compostos Orgânicos Voláteis Biogêncios Emitidos a partir de Vegetação e seu papel no Ozônio Troposférico Urbano". Sociedade Brasileira de Arborização Urbana. Piracicaba/SP.
Ano 2010;

FIESP. "Guia Técnico Ambiental Tintas e Vernizes". Governo do Estado de São Paulo; Secretaria de Meio Ambiente; CETESB (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental). São Paulo/SP. Ano 2008;<http://www.cetesb.sp.gov.br/Tecnologia/producao_limpa/documentos/tintas.pdf>

UNISDR. "Como Construir Cidades Mais Resilientes." Escritório das Nações Unidas para Redução de Riscos de Desastres. Nações Unidas. Genebra/Suiça. Novembro, 2012; <http://www.unisdr.org/files/26462_guiagestorespublicosweb.pdf>



DYMINSKI, Andréa Sell. "Contaminação de Solos e Águas Subterrâneas". Universidade Federal do Paraná. Curitiba/PR. Ano 2006; <http://www.cesec.ufpr.br/docente/andrea/TC019_Contaminacao_de_solos.pdf>

CASTRO, Marina. "Indústrias migram para diferentes regiões." Agência J.Press de Reportagem - Jornalismo Júnior vinculada à Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). São Paulo/SP. Ano 2013.
<http://jpress.jornalismojunior.com.br/2013/05/industrias-migram-diferentes-regioesbrasil/>

BELATO, Mariana Natale. "Análise da Geração de Poluentes na Produção de Cimento Portland com o Coprocessamento de Resíduos Industriais." Instituto de Engenharia Mecânica - Universidade Federal de Itajubá. Itajubá/MG. Ano 2013.
<http://saturno.unifei.edu.br/bim/0043750.PDF>

Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbana. "Legislação - Zoneamento da Cidade de São Paulo". Prefeitura de São Paulo. <http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/desenvolvimento_urbano/legislac
ao/planos_regionais/index.php?p=822>

FONTE: MIRANDA, Roselane Estela dos Santos de. “IMPACTOS AMBIENTAIS DECORRENTES DOS RESÍDUOS GERADOS NA PRODUÇÃO DE PAPEL E CELULOSE”. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Seropédica/RJ. Setembro, 2008. < http://www.if.ufrrj.br/inst/monografia/2008II/Monografia_Roselane.pdf>

DOURADO, Hererton Oliveira. “Metodos de Medição e Monitoramento de Contaminantes Atmosféricos”- Universidade Federal do Espírito Santo. Vitória/ES. Ano 2005.

UNIFEI - Poluição em detalhes. "A Poluição Atmosférica e a Construção Civil". ANO 2008 <http://unifei-poluicao.blogspot.com.br/.../poluio...>

CHAYET, Delphine. "La qualité de l'air s'améliore à Paris". LE FIGARO, fr. Paris/França - ANO 2010 <http://www.lefigaro.fr/.../01029-20101021ARTFIG00757-la...>

GOMES, Marcos Antônio Silvestre; SOARES, Beatriz Ribeiro. "A Vegetação nos Centros Urbanos: considerações sobre os espaços verdes em cidades médias brasileiras". UNESP, Estudos Geográficos. Rio Claro/SP - ANO 2003 <http://www.redbcm.com.br/.../a%20vegeta%C3%A7%C3%A3o...>

MMA - Ministério do Meio Ambiente. "Fontes Fixas: Poluição Ambiental". Cidades Sustentáveis; Qualudade do Ar <http://www.mma.gov.br/cidade.../qualidade-do-ar/fontes-fixas>

DOURADO, Harerton Oliveira. "Métodos de Medição e Monitoramento de Contaminantes Atmosféricos". Centro Tecnológico da Universidade Federal do Espírito Santo. Vitória/ES - ANO 2005 <http://www.inf.ufes.br/.../Metodos_de_Medicao_e...>

ZIRTEC, Especializada em Preparação e Acabamento de Superfície. "A Sílica: Treinamento da prevenção da geração de poeiras minerais e controle da sua disseminação nos locais de trabalho." <http://www.zirtec.com.br/areia/silica.htm>


Figura: esquema de funcionamento do analisador de Dióxido de Enxofre Modelo 43i da Thermo Scientific (Globaltek)
Para a medição de PM10, a técnica utilizada envolve o uso de um Amostrador de Grande Volume (AGV), onde a entrada só permite a passagem de particulado com tamanho inferior a 10 um.
Figura: Esquema do Amostrador de Grande Volume (AGV) para Partículas Totais em Suspensão (PTS) – Energética
A tecnologia de Infravermelho Não Dispersivo (Non-Dispersive Infrared – NDIR) utiliza um emissor infravermelho de banda larga, que cobre todos os comprimentos de onda para medição de um determinado conjunto de gases. Filtros óticos passa-banda permitem a passagem de comprimentos de onda que podem ser absorvidos por esses gases.
A concentração de óxidos de nitrogênio é monitorada com o analisador de quimiluminescência, equipamento que mede a emissão de luz da reação entre o Óxido Nítrico (NO) e o Ozônio (O3). Esse equipamento apresenta resposta de 1 minuto e resolução de 1 ppb.
Figura: Esquema de um analisador de quimiluminescência – UFPE
Esquema da produção de papel e celulose.
Universidade do Amapá: "PRODUÇÃO DO PAPEL E CELULOSE" 2011 http://www.ebah.com.br/content/ABAAAeokwAA/fabricacao-celulose
Impactos Ambientais – A Indústria de Papel e Celulose(2012): https://blogdoquintiere.wordpress.com/2012/11/13/impactos-ambientais-a-industria-de-papel-e-celulose/
Produção do Papel e seus Impactos Ambientais(2011): http://pt.slideshare.net/Maridezonne/produo-do-papel-e-seus-impactos-ambientais
31 de Março de 2015
Classes de COVB, fontes e estimativas de emissão global a partir dessas fontes. Fonte: Adaptado de FAAL (1999, citado por AQUINO, 2006), disponível em <http://www.revsbau.esalq.usp.br/artigos_cientificos/artigo102-publicacao.pdf>
Constituintes traços nocivos detectados no biogás. Fonte: Fonte: Centro de Tecnologia e Geociências – Universidade Federal de Pernambuco, 2003, disponível em <http://www.cetesb.sp.gov.br/userfiles/file/mudancasclimaticas/biogas/file/docs/artigos_dissertacoes/maciel.pdf>
Materiais Básicos mais Utilizados na Indústria da Construção Civil e que causam
emissões de gases do Efeito Estufa:Fonte: ENGEP, 2008. <http://www.abepro.org.br/biblioteca/enegep2008_TN_STO_090_554_12351.pdf>
Disponível também no link: https://prezi.com/jpkbzim9ww3o/distribuicao-da-poluicao-atmosferica-local-com-o-uso-e-ocupa/
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