Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

A esperança de Pandora.

No description
by

Lydia Varella

on 2 December 2013

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of A esperança de Pandora.

A esperança de Pandora.
Capitulo 1.
O autor recomodando suas interpretações iniciais sobre a pergunta, percebe a desconcertante diferença entre os cientistas e os "estudiosos da ciência", coloca que o fato de estudar um assunto não siginifica que o se esteja atacando.
Heidegger.
Afirma que a essência da ciência pode ser resumida através da frase: “A ciência é a teoria do real”. Aqui surge a seguinte questão: O que significa este real?
Heidegger apresenta o real como aquilo que pode ser medido: “Só o que pode ser medido é real”. Sendo assim, a concepção de realidade adotada pela ciência moderna traz como consequência alguns princípios que, para Heidegger, são problemáticos. Portanto, ele afirma que a ciência se tornou a nova religião.
Descartes.
Pensar na realidade exige equipamentos
artificiais da vida para continuar viável, o pensamento colocado na concepção de contemplar o mundo, de dentro para fora e ligado ao exterior se agitaria no meio do constante de perder a realidade. O único caminho seguro com o mundo exterior seria Deus.
A esperança de Pandora.
Ensaios sobre a realidade
dos estudos científicos.

Bruno Latour.
O livro faz uma análise entre as diferenças da construção do discurso científico com os objetos da ciência, tendo como parâmetro a reflexão epistemológica. O autor analisa o processo de construção de um fato/objeto. defende a tese de uma natureza socialmente construída dos fatos científicos. Publicada originalmente em inglês no ano e 1999. De maneira peculiar e inovadora, da realidade dos estudos científicos e da relação entre os estudos e os fatos sociais. Para expor seu pensamento, o autor se vale tanto da argumentação de autores clássicos, como Kant e Heidegger.

Você acredita na realidade?
Tem inicio com uma conversa entre o autor e um psicólogo brasileiro em um congresso sobre a ciência que se realizou em Teresópolis. A pergunta foi dirigida ao autor: "Você acredita na realidade?". A partir de então, o autor, através de suas reflexões, abre uma "caixa preta" dos fatos científicos. E essa caixa seria semelhante à Caixa de Pandora: Uma vez aberta, deixaria escapar para o mundo uma série de pragas. No fundo da caixa, já quase vazia depois de aberta, estaria a esperança. As pragas são associadas às visões (muitas das quais, filosóficas) equivocadas sobre o processo de produção do conhecimento científico. A esperança, objetivo que dá nome ao livro, seria apresentar uma nova maneira de compreender os estudos científicos.
Exemplo: Astrônomos não desprezam as estrelas.
Imunologistas não se opõem aos anticorpos.
Se os estudos cientificos vingaram em algo, seria justamente em ter trazido realidade à ciência, não o oposto. Ao invés de uma objetividade pálida, Latour demonstrava que a prática ao laboratório tinha cultura, história e vida.
Depois de Descartes, muita gente concluiu que
valer-se de Deus para alcançar o mundo era caro e
artificial. Elas procuravam um atalho.
Perguntavam-se se o mundo poderia enviar-nos
diretamente informação suficiente
para gerar imagem estável de si mesmo
em nossas mentes.
Alegavam que a mente (ainda extirpada) tira de si mesma tudo o de que necessita para construir formas e histórias. Enfatizam a evidência, especialmente porque foi descoberta em experiências.
Empiristas.
Kant.
O mundo exterior gira agora ao redor da mente extirpada, que dita a maioria das leis universais, leis de que tirou de si mesma sem a ajuda de ninguém. Esta mente elabora tudo por si mesma, mas não sem certas limitações. (Pesadelo da ficção científica).
Critica do autor a Kant.
A substituição do Ego despótico pela sociedade distanciou ainda mais a visão do indivíduo. (As pessoas estão trancadas dentro dos seus próprios grupos sociais).
Esta "sociedade" era apenas uma série de mentes extirpadas. (Uma mente isolada contemplando o mundo exterior).
A mente não apenas se desvinculara do mundo como cada mente coletiva e cultura se isolaram umas das outras.
A realidade depende daquilo que a massa considera certo em determinada época.
Medo de um cérebro extirpado que perdeu o contato com o mundo exterior: Se a razão não governar, a força prevalecerá.
O medo do governo de massa.
Em Górgias de Platão, esse debate é apresentado com muita clareza, não é a simples oposição entre a razão e força, direito e poder, filosofia e retórica, Sócrates e Cálicles, mas o poder de um contra a força de muitos, a massa.
O medo do governo
de massa.
A fim de evitar o perigo do governo
de massa, é necessário a ideia de um mundo completamente exterior acalentada pelos epistemologistas. Só a inumanidade subjugará a inumanidade.
A reliadade é um objeto de crença apenas para aqueles que iniciaram essa impossível cascata de arranjos, sempre deparando com uma solução pior e
mais radical.
O mundo exterior
Quando o autor afirma que não existe um mundo exterior, ele não nega a sua existência, ao contrário, recusa-se a concender-lhe a existência a-histórica, isolada, imumana, fria e objetiva que lhe foi atribuída apenas para combater a multidão.
O autor conclui que na modernidade, nestes tempos de guerras na ciência: Nós não estamos em guerra.
Cosmopolítica.
- Stengers.
Vivemos em um mundo híbrido ao mesmo tempo de deuses, pessoas, estrelas, elétrons, usinas nucleares e mercados; cabe a nós transforma-lo em "desordem" ou em um todo "orgânico".
A originalidade dos estudos científicos.
O autor descorre da passagem da Ciência para a pesquisa. A Ciência é fria, distante, objetiva e pretensamente necessária. A pesquisa é incerta, aberta e está sempre as voltas com coisas insignificantes para a Ciência, como dinheiro, condições de trabalho e reconhecimento entre partes.
Componentes:
Ana Beatriz Delgado.

Laíse Cortez de Oliveira.

Lydia Santiago de A. Varella.
Esvaziada a caixa de vises distorcidas acerca das produçoes dos fatos cientificos, a esperança estaria na aboliçao do se considerar que nao ha guerra entre a ontologia e a epistemologia.
Conclusão.
Referências.
LATOUR, Bruno.
A esperança de Pandora: ensaios sobre a realidade dos estudos científicos / Bruno Latour.
<http://educa.fcc.org.br/pdf/edur/n36/n36a18.pdf>
Você acredita na realidade?
Full transcript