Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Metodologia do Treinamento Esportivo

No description
by

Eduardo Porto

on 6 August 2015

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Metodologia do Treinamento Esportivo

Metodologia do Treinamento Esportivo
Período Científico
Período Científico
FORÇA
RESISTÊNCIA
VELOCIDADE
Ciência do Treinamento Esportivo
Contexto Histórico
Evolução do Treinamento Esportivo.
Jogos Olímpicos da Antiguidade
Metodologia do Treinamento Esportivo
Princípios do Treinamento Esportivo
Tendências Modernas de Periodização
Período Científico
Multiplicação de Laboratórios em parceria com as Universidades.
Uso político-ideológico do esporte.
Consequências da Guerra Fria.
Treinamento Total - Raoul Mollet (1961)
Abordagem Multifatorial
Aspecto Bio-Psico-Social.
Interação com o Ambiente.
O fator genético contínua fundamental, interagindo com o Ambiente.
Classificação em Períodos
TUBINO (1985)
P. da Arte
P. da Improvisação
P. da Sistematização
P. Pré-Científico
P. Científico
Íntima relação com
os Jogos Olímpicos.
DANTAS (1995)
P. da Arte
P. da Improvisação
P. do Empirismo
P. Pré-Científico
P. Científico
P. Tecnológico
P. Marketing
Impulsionou o desenvolvimento da Ciência do Treinamento Esportivo, principalmente na URSS.
Projetar e ampliar seu status de grande potência.
Principais autores e pesquisadores de obras do Treinamento Esportivo.
Matveev; Platonov; Bulatova; Verkhoshanskii; Zatsiorsky...
Capacidades Físicas Condicionantes
(Tubino 1985)
(Tubino 1985)
Prof. Ms. Eduardo Porto
Atleta de Endurance que treinava de maneira peculiar.
Sessões compostas por 70 a 100 tiros de 200 a 400 metros com 60" de intervalo.
Feito extraordinário numa mesma Olimpíada.
Conquistou o ouro nas provas de 5 mil, 10 mil e Maratona em Helsink 1952.
ALMEIDA ET AL. (2000)
P. do Empirismo
P. da Improvisação
P. do Sistematização
P. Pré-Científico
P. Científico
P. Tecnológico
P. Marketing
(Tubino 1985)
Metodologia do Treinamento Esportivo
Periodização
Criada pelo russo Leo Pavlovich Matveyev .
Na década de 1960 com base em avaliações e estatísticas de atletas da Ex-União Soviética.
Levantamento de peso e Atletismo.
Construir, manter e perder relativamente o desempenho ao longo dos grandes ciclos anuais de treino (De La Rosa, 2006).
Matveyev
Alcançar o máximo de desempenho nas principais competições da temporada.
Cientistas e técnicos da antiga URSS monitoraram dois fatores fundamentais para os atletas:

Periodização Linear (Clássica)
Terminologia
Americana Tradicional
Europeia
Amer. Força e Potência
Periodização Linear
(Kraemer & Fleck, 2009)
Matveyev propôs a organização da carga em forma de ciclos.
Periodização Linear
POUCAS COMPETIÇÕES
Padrão de aumento da Intensidade e decréscimo do Volume durava todo um ano Kraemer & Fleck 2009)
Panorama Atual
Críticas ao modelo proposto por Matveyev:

Weineck (1989), a preparação geral se torna desnecessárias em atletas de alto nível.

Gambetta (1990), o modelo é válido somente para as primeiras fases do treinamento.

Bompa (1983), os calendários competitivos atuais não permitem a utilização de uma preparação geral sem ser específica.

Tschiene (1990), o modelo de Matveyev é muito rígido. Para diferentes esportes e atletas as fases são iguais e possuem a mesma duração.

Verkoshansky (1990), quando foi concebida os resultados e exigências do treinamento esportivo eram muito menores. Essa forma deve ser empregada em atletas de nível médio.

Atualmente o padrão completo de aumento e decréscimo leva de 3 a 4 meses.
Se repete de 3 a 4 vezes ao ano.
Grande quantidade de competições ao longo da temporada.
ADAPTOU
QUEBROU
Estruturação Pendular (Arosiev e Kalinin, 1971)
Concebido para atletas que precisam entrar e sair de sua melhor forma competitiva, várias vezes no ano.
Características:
Mantém a dependência das cargas gerais de Matveyev.
Cargas gerais são sempre menores.
Treino específico a temporada inteira.
Quanto maior o "Pêndulo", mais condição de competição; quanto menor, maior a longevidade da forma.
Sinos de Forteza
Baseado no conceito de estrutura pendular de Arosiev e Kalinin, sem tanta rigidez.
Características:
Estruturação em forma de "sinos".
Cargas gerais continuam menores.
Nos sinos duplos inicia-se uma competição imediatamente após uma temporada.
Estruturação em Blocos (Verkhoshansky,1985).
Concebido principalmente para esportes com caracterísicas de Força.
Também chamada de Estruturação de Sucessões Interconexas.

Características:
Trabalho de força é concentrado em um Bloco que cria condições de melhoria posterior.
Efeito de Acumulação Retardado do Treinamento (EART).
Existe em cada bloco o predomínio de vários conteúdos, sem separação estática.
Esquema Estrutural de Tschiene.
Chamado de Esquema Estrutural de Treinamento de Altos Rendimentos.
Ciclos curtos são mais efetivos que ciclos longos.
Proposta de manter a alta capacidade de rendimento, ao invés de construir, para depois manter.

Características:
Volume e Intensidade elevados o ano inteiro.
Curvas acentuadas na alternância do volume x intensidade.
A longevidade da forma é assegurada pelos "Intervalos Profiláticos".
FLEXIBILIDADE
Métodos de Treinamento de Força
1936
1948
1992
1972
1896
Renascimento
Período da Sistematização
Necessidade de Planejamentos prévios.
Ordenamento e controle das cargas de treino
Metas previamente estabelecidas.
Treinos mais intensos.

Período Pré-Científico
Período Científico/Tecnológico
Desenvolvimento de novos Métodos.
Estruturação do Planejamento em Ciclos de Treinamento e Controle das Cargas
PERIODIZAÇÃO (MATVEYEV)
Período do Marketing
Período da Arte/Empirismo
Período da Improvisação
Treinos de baixa qualidade.
Grande Ênfase no Volume.
Treinos longos.
Renascimento a Atenas (1896)
Atenas (1896) a Berlim (1936)
Londres (1948) a Barcelona (1992)
Métodos de Treinamento da Resistência
Contínuos:
Intervalados:
Zona Alvo
Fartlek
Cerutty
Marathon Training
Cross Promanade
Em Circuito
HIIT
Métodos de Treinamento da Velocidade
Incluem:
exercícios de reação rápida
alta velocidade de execução dos movimentos
máxima frequência dos movimentos.

Métodos de Treinamento da Flexibilidade
Estiramento:
Ativo
Passivo
Misto
Suspensão
Soltura
Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva (FNP)
Sport Scientific Stretching (3S)
Emil Zatopek
(Almeida et al.,2000)
(Almeida et al.,2000)
(Almeida et al.,2000)
(De La Rosa, 2006)
(De La Rosa, 2006)
(De La Rosa, 2006)
(De La Rosa, 2006)
(Fleck & Kraemer, 2007; Zatsiorsky & Kraemer, 2008; Bompa, 2012).
(Baechle & Earle, 2010)
Equipe Inter e Multidisciplinar
Interação das Ciências na Aquisição da Forma Esportiva
Ciências Biológicas
Fisiologia do Exercício
Bioquímica
Cinesiologia
Psicologia Esportiva
Medicina Esportiva
Nutrição
Ciências Humanas
Aprendizagem Motora
Pedagogia
Desenvolvimento Humano
Psicologia
Sociologia
Ciências Exatas
Administração
Matemática
Estatística
Ciências Jurídicas
Direito Civil
Estatuto do Torcedor
Direito Criminal
Direito Esportivo
AQUISIÇÃO
APRIMORAMENTO
OTIMIZAÇÃO
FORMA ESPORTIVA
Princípios do Treinamento Esportivo
Diretrizes e regras que norteiam o treinamento sistemáticamente (Bompa, 2002)
Referências essenciais para todos que buscam o alto rendimento atlético (TUBINO, 1985).

Referências Bibliográficas
DANTAS, E.H.M. A prática da preparação física. 4. ed., Rio de Janeiro: Shape, 1995.
MOLLET, Raul - L’entrainement total. Bruxelas, Consell International de Sport Militaire, 1963.
TUBINO, M.J.G. Metodologia científica do treinamento desportivo. São Paulo: Ibrasa, 1985.
FLECK, Steven J. & KRAEMER, Willian J.; Fundamentos do Treinamento de Força Muscular. Editora Artmed, 2007.
BOMPA, T. O. Periodização: teoria e metodologia do treinamento. São Paulo: Phorte, 2012.
FORTEZA DE LA ROSA, A. Treinamento desportivo: carga, estrutura e planejamento. 2ª ed. São Paulo: Phorte, 2006.
KRAEMER, W.J; FLECK S.J. Otimizando o treinamento de força: programas de periodização não-linear. São Paulo: Manole, 2009.
VERKHOSHANSKY, I. V. Entrenamiento deportivo: planificación y programación. Barcelona: Martínez Roca, 1990.
ZATSIORSKY, V.M.; KRAEMER, W.J. Prática e ciência do treinamento de força. São Paulo: Phorte, 2008.
WEINECK, J. Manual do treinamento esportivo. 2a edição. São Paulo: Manole, 1989.
ALMEIDA, H. F. R; ALMEIDA, D. C. M, GOMES, A. C. Uma ótica evolutiva do treinamento desportivo através da historia. Revista Treinamento Desportivo, v. 5, n. 1, p. 40-52, 2000.
PRESTES et al. Prescrição e periodização do treinamento de força em academias. Barueri – SP: Malone, 2010.
Baechle, T, R, Earle, R, W. Fundamentos do Treinamento de Força e do Condicionamento São Paulo: Manole, 2010.
Dantas (1995)
Dantas (1995)
Almeida et al. (2000)
Astorino, TA, Allen, RP, Roberson, DW, and Jurancich, M. Effect of high-intensity interval training on cardiovascular function, V& O2max, and muscular force. J Strength Cond Res 26: 138 - 145, 2012.
Burgomaster, KA, Howarth, KR, Phillips, SM, Rakobowchuk, M, MacDonald, MJ, McGee, SL, and Gibala, MJ. Similar metabolic adaptations during exercise after low volume sprint interval and traditional endurance training in humans. J Physiol 586: 151 – 160, 2008.
Gibala, MJ, Little, JP, MacDonald, MJ, and Hawley, JA. Physiological adaptations to low-volume, high-intensity interval training in health and disease. J Physiol 590: 1077– 1084, 2012.
Hazell, TJ, MacPherson, REK, Gravelle, BMR, and Lemon, PWR. 10 or 30-s sprint interval training bouts enhance both aerobic and anaerobic performance. Eur J Appl Physiol 110: 153 – 160, 2010.
Fredericson, M, and Misra, AK. Epidemiology and aetiology of marathon running injuries. Sports Med 37: 437 – 439, 2007.
Midgley, AW, McNaughton, LR, and Jones, AM. Training to enhance the physiological determinants of long-distance running performance: can valid recommendations be given to runners and coaches based on current scientific knowledge?. Sports Med 37: 857 – 880, 2007
O HIIT é um método de treinamento que induz adaptações cardiovasculares e musculo-esqueléticas similares ao treinamento de endurance tradicional, com uma maior eficiência de tempo (BABRAJ et al, 2015).
Entretanto, o aumento do volume, particularmente com o volume absoluto acima de 40 milhas (64,37km) por semana, é um dos fatores de risco independente, mais fortemente associado à lesões em corredores (Fredericson & Misra, 2007).
O volume é uma variável importante para corredores de rua (Midgley et al, 2007).
Entretanto...
65km/sem
aumento do volume, particularmente com o volume absoluto acima de 40 milhas (64,37km) por semana, é um dos fatores de risco independente, mais fortemente associado à lesões em corredores (Fredericson & Misra, 2007).
...o aumento do Volume
Full transcript