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Vulvovaginite

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by

Gustavo Barros

on 18 November 2013

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Transcript of Vulvovaginite

Tricomoníase
- O
Trichomonas vaginalis
é um protozoário flagelado, com afinidade pelo epitélio vaginal com pH próximo de 6,0

- A infecção é primariamente por transmissão sexual, embora o patógeno possa sobreviver em canos, azulejos e piscinas com água clorada
Candidíase
- É causada principalmente pela
Candida albicans

- Pode também agir como causa a
C. glabrata


- Estima-se que até 75% da mulheres tenham pelo menos um episódio de CVV durante a vida
Vaginose Bacteriana
- Anteriormente denominada vaginite por Gardnerella ou inespecífica

- Corresponde a 35-50% das infecções genitais baixas

- Apresenta discreta reação inflamatória
Candidíase Vulvovaginal Recorrente
- Caracteriza-se por pelo menos quatro episódios em 1 ano

- Após o tratamento, restariam algumas colônias responsáveis por tornar a mulher vunerável, quando da quebra de suas defesas, a novos episódios

- Defeito adquirido específico na imunidade celular
Vaginite Inflamatória
- Síndrome clínica caracterizada por:

vaginite exsudativa difusa
Esfoliação de células epiteliais
Corrimento vaginal purulento abundante

- Substituição de lactobacilos por cocos gram-positivos

- Causa desconhecida
Vulvovaginite
Fatores de Risco
- Múltiplos parceiros sexuais

- Baixo nível sócio-econômico

- Raça negra

- História prévia de DST

- Não utilização de métodos contraceptivos

- Tabagismo
Sintomatologia
- Irritação e desconforto na vulva e períneo

- Dispaurenia

- Disúria

- Prurido

- Corrimento espumoso amarelo-esverdeado

- Dor no baixo-ventre

- Associa-se a complicações do trato reprodutor
Considerações
- O corrimento vaginal é a principal queixa nos serviços de ginecologia

- Podem provocar sintomas que interfiram no dia-a-dia da paciente

- Automedicação como fator de recorrência das VV

- Há secreções vaginais
fisiológicas
Por que "bacteriana"?
- Fungos ou parasitas não foram encontrados como fatores causais desta síndrome

- A
G. vaginalis
pode ser encontrada em 40 a 50% de mulheres saudáveis

- A síndrome é resultante de:


Proliferação maciça de bactérias mistas
+
Diminuição de lactobacilos
Considerações
- Flora vaginal com bactérias residentes

- pH vaginal ácido (3,8-4,2)

- Alterações que favorecem o quadro patológico

- Sintomatologia
Flora vaginal
- Aeróbia

- Possui cerca de seis espécies diferentes de bactérias

- Os mais comuns são os
Lactobacillus acidophillus

-
Convertem glicogênio em ácido lático
Alterações
- Uso de antibióticos

- Irritação local da mucosa vaginal

- Alterações hormonais

- Hábitos de higiene

- Atividade sexual
Sintomatologia
- Queimação

- Prurido

- Dispaurenia

- Edema vulvar

- Inflamação vaginal

- Corrimento e odor desagradável
Epidemiologia
- Mulheres em idade reprodutiva

- História prévia de DST

- Pequenas taxas em casais monogâmicos e mulheres virgens

- Correlação com patologias obstétricas

- Correlação com patologias ginecológicas


Diagnóstico
- O diagnóstico presuntivo é realizado quando são encontrados três dos quatro itens seguintes:

Corimento branco-acizentado, com pequenas bolhas e odor fétido
pH vaginal > 4,5
Teste das aminas positivo (uso de KOH)
Presença de células indicadoras
Mobiluncus Sr. Gardnerella Bacterioides
Tratamento
- Visa-se aliviar os sintomas e restabelecer o equilíbrio do sistema vaginal

- Abstinência sexual

- Acidificação do meio vaginal

- Duchas vaginais anti-sépticas com peróxido de hidrogênio a 1,5%

- Uso de
Nitroimidazólicos
ou
Clindamicina






Diagnóstico
- Colo em framboesa

- pH > 4,5

- Teste de liberação de amina (uso de KOH)

- Exame a fresco: relação entre céls. polimorfonucleadas e céls. indicadoras > 1

Tratamento
- Uso de metronidazol

- O parceiro sexual também deve ser tratado

- Gestantes podem ser tratadas a partir do segundo trimestre

Fatores de Risco
- Uso recente de antibióticos

- Tratamento antimicótico deficitário

- Abstinência sexual não observada no tratamento

- Diabetes

- Gravidez

- Imunossupressão

- Fatores locais
Sintomatologia
- Prurido com piora a noite e pelo calor

- Corrimento em pequena quantidade, de espesso a aquoso

- Irritação vaginal

- Ardor vulvar

- Dispareunia

- Disúria
Diagnóstico
- A vagina pode apresentar-se eritematosa com um corrimento esbranquiçado e aderido

- pH normal ( < 4,5)

- Teste de aminas negativo

- Exame a fresco, para vizualização de leveduriformes à macroscopia direta
Tratamento
- Uso de agentes antimicóticos

- Evitar relação sexual durante o tratamento

Fatores de Risco
- Faixa etária próxima a 30 anos

- Nuligestas, ou com poucos filhos

- Hábitos exagerados de higiene vulvovaginal

- Maior frequência de relações sexuais

- Mulheres ruivas

- Há piora do quadro no verão, após temporada de praia
Tratamento
- Eliminar todos os fatores predisponentes

- Combinação de terapia oral e tópica

- Tratamento do parceiro deve ser considerado

- Uso de derivados imidazólicos

- Esgotados os recursos, indica-se imunoterapia
Vaginite Atrófica
- Presente em mulheres que entram na menopausa

- Baixa de estrogênio = - Glicogênio = - Ácido lático =

Aumento do pH vaginal
Tratamento
- Uso de creme de
clindamicina

-
Uso de creme de estrogênio
Obrigado!
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