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Psicologia da Saúde X Psicologia Hospitalar

Reflexões a partir do texto de Castro & Bornholdt (2004) e Angeramin-Camon (2002)
by

Giselle Silva

on 21 August 2012

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Transcript of Psicologia da Saúde X Psicologia Hospitalar

Psicologia da Saúde
X
Psicologia Hospitalar Saúde: processo complexo que envolve múltiplos fatores (fisiologia orgânica, dinâmica emocional, inserção sócio-cultural etc).

Hospital: instituição concreta destinada ao tratamento de pessoas doentes, internadas ou não. Intervenção Primária:

Promoção e Educação para a saúde;
Exemplo: reflexão em torno do modo de vida e prevenção de doenças; Intervenção Secundária
Atuação a partir de uma demanda;
Treinar profissionais de saúde (relacionamentos interpessoais, compreensão de processos subjetivos de pacientes e acompanhantes etc.);
Exemplo: desenvolver trabalhos psicossociais com pessoas que aguardam na sala de espera por resultados de exames; Intervenção Terciária:
Atuação psicoterápica com pacientes;
Inserção na equipe multidisciplinar;
Exemplos: motivar o paciente para aderir aos tratamentos prescritos; desenvolver técnicas que minimizem os sofrimentos vivenciados; etc... "quando nos referimos ao hospital, automaticamente, pensamos em
algum tipo de doença já instalada, só sendo possível a intervenção secundária e terciária para prevenir seus efeitos adversos, sejam eles físicos, emocionais ou sociais". Segundo a APA (2003), "a Psicologia da Saúde tem como objetivo compreender como os fatores biológicos, comportamentais e sociais influenciam na saúde e na doença (apud Castro e Bornholdt, 2004). Na pesquisa contemporânea e no ambiente médico, os psicólogos da saúde trabalham com diferentes profissionais sanitários, realizando pesquisas e promovendo a intervenção clínica. Definição espanhola de Psicologia da Saúde:
"disciplina ou o campo de especialização da Psicologia que aplica seus princípios, técnicas e conhecimentos científicos para avaliar, diagnosticar, tratar, modificar e prevenir
os problemas físicos, mentais ou qualquer outro relevante para os processos de saúde e doença. Esse trabalho pode ser realizado em distintos e variados contextos, como: hospitais, centros de saúde comunitários, organizações não-governamentais e nas próprias casas dos indivíduos" Ou em outras palavras: psicologia da saúde seria a aplicação da psicologia clínica no ambiente médico Psicologia da Saúde
Especialidade da psicologia consolidada internacionalmente desde a década de 70;
Publicações "Health Psychology";
Principais objetivos: avançar no estudo da Psicologia como disciplina que compreende a saúde e a doença através da pesquisa e encorajar a integração da informação biomédica com o conhecimento psicológico, fomentando e difundindo a área;
Difusão pelo mundo a partir da década de 80: América, Europa, América Latina (Cuba, Colômbia, México e Brasil) Especificidade na América Latina:
Maior demanda para a área de Recursos Humanos;
Escassez de pesquisas científicas;
Em nível mundial
Pesquisas em Psicologia da Saúde estão sendo incrementadas, e 90% delas correspondem aos países europeus, Estados Unidos, Japão e Austrália.
A definição confusa em terras brasileiras:
Psicologia Médica? Medicina Psicossomática? Psicologia da Saúde? Psicologia Hospitalar? Psicologia Clínica? "Objetivos básicos são avançar no estudo da Psicologia como disciplina que compreende a saúde e a doença através da pesquisa e encorajar a integração da informação biomédica com o conhecimento psicológico,fomentando e difundindo a área. Segundo Castro e Bornholdt (2004): "A Psicologia Clínica centra sua atuação em diversos contextos e problemáticas em saúde mental, enquanto a Psicologia da Saúde dá ênfase, principalmente, aos aspectos físicos da saúde e da doença" Baseia-se no modelo biopsicosossocial, utiliza os conhecimentos das ciências biomédicas, da Psicologia Clínica e da Psicologia Social-comunitária. Intervenção Primária
Antes que haja riscos ou se instale algum problema de âmbito sanitário.
Capacitar a comunidade para ser agente de transformação da realidade, pois aprende a lidar, controlar e melhorar sua qualidade de vida.
Ênfase às intervenções no âmbito social e inclui aspectos que vão além do trabalho no hospital (ex: Psicologia Comunitária) Psicologia Hospitalar
Intervenção nos âmbitos secundário e terciário de atenção à saúde;

Atividades em instituições:
Atendimento psicoterapêutico;
Grupos psicoterapêuticos;
Grupos de psicoprofilaxia;
Atendimentos em ambulatório e unidade de terapia intensiva;
Pronto atendimento;
Enfermarias em geral;
Psicomotricidade no contexto hospitalar;
Avaliação diagnóstica;
Psicodiagnóstico;
Consultoria e interconsultoria. O modelo hospitalocêntrico no Brasil;
Ações interventivas desde a década de 40;
Hospital - símbolo máximo de cuidados na saúde;

Psicologia Hospitalar
Restrita ao Brasil;
Inadequação do termo: não há especificidade da atuação mas somente do local onde há a intervenção; O interconsultor é sempre um especialista de outra área, chamado a esclarecer, diagnosticar ou dar solução a uma problemática de saúde que o paciente tenha e que fuja da competência do profissional ou equipe responsável. O psicólogo hospitalar seria aquele que reúne esses conhecimentos e técnicas para aplicá-los de maneira coordenada e sistemática, visando à melhora da assistência integral do paciente hospitalizado, sem se limitar, por isso, ao tempo específico da hospitalização. Funções Básicas do Psicólogo Hospitalar
1. função de coordenação: relativa às atividades com os funcionários do hospital;
2. função de ajuda à adaptação: em que o psicólogo intervém na qualidade do processo de adaptação e recuperação do paciente internado;
3. função de interconsulta: atua como consultor, ajudando outros profissionais a lidarem com o paciente;
4. função de enlace: intervenção, através do delineamento e execução de programas junto com outros profissionais, para modificar ou instalar comportamentos adequados dos pacientes;
5. função assistencial direta: atua diretamente com o paciente, e
6. função de gestão de recursos humanos: para aprimorar os serviços dos profissionais da organização. Chiattone (2000) ressalta, contudo, que, muitas vezes, o próprio psicólogo não tem consciência de quais sejam suas tarefas e papel dentro da instituição, ao mesmo tempo em que o hospital também tem dúvidas quanto ao que esperar desse profissional. Se o psicólogo simplesmente transpõe o modelo clínico tradicional para o hospital e verifica que este não funciona como o esperado (situação bastante freqüente), isso pode gerar dúvidas quanto à cientificidade e efetividade de seu papel. Desse modo, segundo a autora, o distanciamento da realidade institucional e a inadequação da assistência mascarada por um falso saber pode gerar experiências malsucedidas em Psicologia Hospitalar. Limites do Fazer Psicologia para o Social

Os psicólogos não estão habilitados para lidar com o sofrimento físico sobreposto ao sofrimento psíquico, a injustiça social, a fome, a violência e a miséria (Chiattone, 2000);
Enquanto as classes privilegiadas têm acesso ao tratamento psicológico, as classes menos favorecidas ficam desassistidas;
O tratamento clínico gratuito em instituições públicas e clínicas escola não abarca as necessidades de grande parte da população; “Como psicólogo (a),
Eu me comprometo a colocar minha profissão a serviço da sociedade brasileira, pautando meu trabalho nos princípios da qualidade técnica e do rigor ético. Por meio do meu exercício profissional, contribuirei para o desenvolvimento da psicologia como ciência e profissão na direção das demandas da sociedade, promovendo saúde e qualidade de vida de cada sujeito e de todos os cidadãos e instituições.” Teorias incompatíveis com a demanda da realidade social;
Concepção de sujeito desvinculada do contexto sócio-político e cultural;
A psicologia abandonou questões macrossociais relativos ao sujeito.
Onde está o poder questionador e transformador da psicologia? Faltam pesquisas
Afastamento entre profissionais e acadêmicos (obstáculos ao desenvolvimento da psicologia) Por uma formação ideal...

Bases biológicas, sociais e psicológicas da saúde e da doença;
Avaliação, assessoramento e intervenção em saúde, políticas e organização de saúde
Colaboração interdisciplinar;
Temas profissionais, éticos e legais
Conhecimentos de metodologia e pesquisa em saúde.
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