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Complicações pós operatórias nas cirurgias abdominais

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by

Rafaela Silva

on 3 April 2013

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Transcript of Complicações pós operatórias nas cirurgias abdominais

Principais Complicações Pós Operatórias nas Cirurgias Abdominais Uma complicação pós operatória é definida como uma segunda doença inesperada que ocorre até 30 dias após uma cirurgia, sendo capaz de alterar o quadro clínico do paciente e necessitar de intervenções terapêuticas. As complicações pulmonares são as mais comuns observadas após cirurgias abdominais, sendo o paciente submetido a uma cirurgia abdominal alta o que poderá possuir uma maior predisposição à complicações.


Tais complicações incluem:
Atelectasias
Pneumonia
Bronquite
Hipoxemia
Ventilação mecânica prolongada

A etiologia das CPPO:
Condição clínica do paciente
Efeitos da anestesia geral
A cirurgia A anestesia

Diminuição no número e na atividade dos macrófagos alveolares
Inibição do clearance mucociliar
Aumento na permeabilidade alvéolo capilar
Inibição na liberação do surfactante
Aumento na atividade da enzima óxido nítrico sintetase
Aumento da sensibilidade da vasculatura pulmonar aos mediadores neuro-humorais

Após a indução da anestesia geral, a Capacidade Residual Funcional (CRF) diminui e formam-se placas de atelectasia nas porções dependentes dos pulmões. Fatores de Risco:
Presença de doença pulmonar sintomática
Tabagismo
Obesidade
Valores anormais dos gases sanguíneos
Duração da cirurgia
A dor da incisão operatória
Quanto mais próxima do diafragma, mais importante é a dificuldade para eliminar secreções e estimular a tosse.
A dificuldade de tossir e eliminar a secreção mucosa acaba por produzir obstrução das vias aéreas podendo gerar atelectasias e infecção pulmonar. Em se tratanto de procedimentos abdominais, as complicações respiratórias são ocasionadas pela redução da capacidade vital e da capacidade residual funcional, a qual apresenta decréscimo de 10 a 15% nas cirurgias abdominais e 35% nas cirurgias abdominais altas.
A atelectasia

Inadequada força de distensão pulmonar
Obstrução das vias aéreas
Insuficiência do surfactante

Os pacientes com atelectasia poderão apresentar febre baixa,diminuição dos sons respiratórios nos campos pulmonares inferiores, e talvez não pareçam apresentar dificuldade respiratória importante.

A presença de atelectasia é confirmada pela radiografia torácica:
Elevação do diafragma, desvio da traquéia, do coração e do mediastino para o lado da atelectasia, opacificação pulmonar, estreitamento dos espaçoes intercostais, hiperextensão do pulmão circunvizinho.
Fisioterapia Respiratória nas Complicações Pulmonares Pós Operatórias de Cirurgias Abdominais No período pré-operatório

Avaliar:
Local da incisão
Problemas respiratórios preexistentes
Obesidade
Idade do paciente
Tabagismo
Condição nutricional
Mobilidade reduzida e doença intercorrente
Dependência de drogas/álcool

Necessitando de intervenção nessa fase pré-operatória, os pacientes poderiam se beneficiar de:
CPAP
Orientação quanto à cessação de fumo e redução de peso
Treino do padrão ventilatório diafragmático Período Pós Operatório

Principais objetivos:
Promover reexpansão de áreas de atelectasia
Manter ventilação adequada
Assistir na remoção de secreção pulmonar
Auxiliar no posicionamento geral, na mobilidade da cama e na deambulação do paciente
Oxigenoterapia ideal
Técnicas Fisioterapêuticas:

Mobilização precoce
Mobilização na cama/posicionamento
Pressão positiva contínua e periódica das vias aéreas
Respiração por pressão positiva intermitente
Técnicas de higiene brônquica
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