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O pocket park esta inserido no centro urbano de foz do iguac

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by

Paola Roman

on 14 October 2013

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Transcript of O pocket park esta inserido no centro urbano de foz do iguac

UDC- MBA em Design de Interiores
Projeto de Cenografía
Mural
O mural na parede demonstrara a cultura dos indigenas da região
Piso
Paginação em paver com as cores dos paises da triplece fronteira.
Teto tera mosaico
Cascata
A cascata e cortina d'agua remetem as cataratas e ao mesmo tempo refrescam o ambiente causando relaxamento
Projeto Cenográfico Pocket park
O pocket park esta inserido no centro urbano de Foz do Iguaçu, local de alto trafego, lojas, escritorios, a intensão e criar um espaço inusitado em meio ao movimento caótico. Um espaço de relaxamento e comtemplação!
Os materiais foram escolhidos por facilidade de manutencao e facilidade de ser encontrados na localidade

Conceituação
Técnica do mosaico
Mosaico das Cataratas do Iguaçu
Alunas
- Arq. Katty Diodolich.
- Arq. Natália Santos.
- D.I. Sandra Ruiz Díaz.
- Arq. Simone Naujorks.
- Arq. Francielli Werner.
Professor: Marco Nogara
2013
Planta de Localização
A cidade de Foz do Iguaçu Integra uma área urbana com mais de 700 mil habitantes, constituída também por Ciudad del Este, no Paraguai e Puerto Iguazú, na Argentina, países com os quais a cidade faz fronteira. Iguaçu é topônimo indígena, podendo ser decomposto, na forma, originalmente, em Y (água) e guazú (grande), onde, por acréscimo de uma vogal, a atual denominação. Seus moradores são designados usualmente pelo gentílico iguaçuenses.
É internacionalmente conhecida por suas riquezas naturais como o Parque Nacional do Iguaçu que foi tombado como Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO, Bosque Guarani, Marco das três Fronteiras entre outros que a fazem atrativa.
Alem das riquezas naturais foz do iguaçu possui possuir características singulares que é o limite entre a tríplice fronteira e o encontro entre os rios Iguaçu e Paraná.
a cultura desta cidade é muito rica, os primeiros habitantes da região de Foz do Iguaçu, que em tupi-guarani significa “água grande”, foram os índios caingangues. Imigrados do Paraguai, eram inimigos da nação Guarani e desapareceram sem deixar maiores vestígios porem deixaram um rico legado.
Cultura dos Indigenas da região
Por muitos séculos, antes da chegada dos navegadores ao novo continente, povos indígenas foram os habitantes da região da triplice fronteira. Povos como os Caingangues e Tupis Guaranis, que se revezavam na vida ao redor das imponentes quedas do Iguaçu, incorporando essa maravilha da natureza à sua cultura e crença;
GUARANI- também conhecidos como Ava-Chiripa, Ava-Guarani, Xiripa ou Tupi-Guarani, é considerado um dos povos mais populosos no Brasil, com cerca de 30 mil índios. Estão espalhados em várias partes do Brasil. Suas danças, cantos e rituais são direcionados ao Deus Tupã, pedindo proteção às pessoas e à natureza. A base cultural se estabelece no conceito de “famílias nucleares”; As migrações fazem parte da cultura Avá-Guarani. Esses índios costumam migrar frequentemente, mas sempre retornam aos locais de origem.

Mitologia guarani refere-se às crenças do povo tupi-guarani da porção centro-sul da América do Sul, especialmente os povos nativos do Paraguai e parte da Argentina, Brasil e Bolívia;

A figura primária na maioria das lendas guaranis da criação é Iamandu (ou Nhanderu ou Tupã), o deus Sol e realizador de toda a criação;

Com a ajuda da deusa lua Araci, Tupã desceu à Terra num lugar descrito como um monte na região do Aregúa, Paraguai, e deste local criou tudo sobre a face da Terra, incluindo o oceano, florestas, animais e também as estrelas;

Tupã então criou a humanidade em uma cerimônia elaborada, formando estátuas de argila do homem e da mulher com uma mistura de vários elementos da natureza. Depois de soprar vida nas formas humanas, deixou-os com os espíritos do bem e do mal e partiu;

Os primeiros humanos criados por Tupã eram Rupave e Sypave, nomes que significam "Pai dos povos" e "Mãe dos povos", respectivamente. O par teve um grande número de filhas e três filhos (Tumé Arandú, Marangatu e Japeusá);


Uma linda lenda tupi-guarani explica o surgimento das Cataratas do Iguaçu. "Há muitos anos atrás, o Rio Iguaçu corria livre, sem corredeiras e nem cataratas. Em suas margens habitavam índios caingangues, que acreditavam que o grande pajé M’Boy era o deus-serpente, filho de Tupã. Ignobi, cacique da tribo, tinha uma filha chamada de Naipi, que iria ser consagrada ao culto do deus M’Boy, divindade com a forma de grande serpente.
Tarobá, jovem guerreiro da tribo se enamora de Naipi e no dia da consagração da jovem, fogem para o rio que os chama: - "Tarobá, Naipí, vem comigo!" Ambos desceram o rio numa canoa.
M’Boy, furioso com os fugitivos, na forma de uma grande serpente, penetrou na terra e retorceu-se, provocou desmoronamentos que foram caindo sobre o rio, formando os abismos das cataratas. Envolvidos pelas águas, caíram de grande altura. Tarobá transformou-se numa palmeira à beira do abismo, e Naipí, em uma pedra junto da grande cachoeira, constantemente açoitada pela força das águas. Vigiados por M’Boy, o deus-serpente, permanecem ali, Tarobá condenado a contemplar eternamente sua amada sem poder tocá-la.

Lenda das cataratas
Tranças: na cultura guarani, as tranças significam o caminho que os indios fazem quando vão receber visitantes ou novos moradores na aldeia. A mais famosa chama-se Ipararyxy
Simbolos
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