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Uso da atividade como

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Francielly Zilli

on 27 March 2016

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Transcript of Uso da atividade como

Philippe Pinel: "tamento moral” o qual confiava na teoria de que a ocupação e a rotina diária como forma de conduta humana levaria a recuperação (SCHWARTZ, 2002).

“Remédios” morais, como programas com destaque para as atividades da vida diária (AVD’s), atividades de educação, cotidianas como o trabalho e jogos, as quais
acreditava-se serem normais
e que proporcionassem
uma vida saudável
Uso da ocupação como recurso terapêutico

Passou a ser utilizado como recurso terapêutico de forma ordenada e controlada, podendo ser visto como uma forma rentável, de ressocialização e aprendizado, passando a ser o núcleo central e assim prescrito e orientado pelos médicos, sendo considerada a escola precursora da Terapia Ocupacional
Trabalho produtivo
Adolf Meyer: “Teoria da Psicobiologia” baseando-se nas relações entre padrões de hábitos e doença mental, buscando o equilíbrio entre as práticas de trabalho, lazer, descanso e sono, organizando assim o comportamento.

Hermann Simon: “tratamento ativo”, passando assim a olhar a ocupação não mais como um suporte ao tratamento psiquiátrico, tornando-se sim um meio de tratamento legítimo;
Nise da Silveira: Seção Terapêutica Ocupacional no Centro Psiquiátrico Nacional de Engenho de Dentro;
Diagnóstico = sentimento de incapacidade;

Alteração dos papeis ocupacionais;
Alteração de contexto;

Ruptura social/desejo/planos/SER;


Hospitalização e recursos terapêuticos:
A atividade representa sua terapeuticidade através do processo de tríade construído entre terapeuta – atividade – paciente, é nessa relação que não só o discurso do sujeito, mas também a realização de uma ideia é posto em pratica, ou seja, as intencionalidades do sujeito o qual é visto em um ambiente limitador de expressões e vivencias, encontra um espaço construído na relação entre a liberdade e a vontade de ser e fazer
Atividade não se torna terapêutica simplesmente pela exploração de suas propriedades intrínsecas, mas sim por um conjunto que envolve além desses fatores a analise de atividade, o reconhecimento do “fazer” como algo que vai além das habilidades cognitivas, motoras e emocionais e passa a ser visto como um direito, o qual possibilita a ação transformadora entre terapeuta e paciente o qual é restituído à condição de sujeito de sua própria história, participante do seu destino.
Uso da atividade como
recurso terapêutico

Terapeuta Ocupacional
Francielly Zilli

Ocupação
Atividade
Ocupação:
Refere-se às atividades da vida diária nas quais as pessoas se envolvem;
Ocorrem em contextos e são influenciadas pela interação entre fatores de clientes, habilidades de desempenho e padrões de desempenho;
Envolvem a execução de múltiplas atividadese resultam em vários efeitos;

AVD;
AIVD;
Descanso e sono;
Educação;
Trabalho;
brincar;
lazer;
Participação social.
Atividade dirigidas a objetivos que
normalmente se estendem ao longo do
tempo, têm significado para o desempenho e envolve múltiplas tarefas;
O que as pessoas fazem que ocupam seu tempo e atenção; significativa, atividades com propósito;
Quando uma pessoa se envolve em uma atividade com propósito, formam as ocupações
São as atividades que as pessoas executam enquanto indivíduos, nas famílias e em comunidade.
(CARVALHO, 2010).
(DE CARLO & BARTALOTTI, 2001).
Com base em Meyer que Eleonor Clark Slagle tornou-se uma das fundadoras da primeira Escola Regular de Terapia Ocupacional nos Estados Unidos e da Associação Americana de Terapia Ocupacional.
(De CARLO & BARTALOTTI 2001)
Uso da ocupação como recurso terapêutico
Opunha-se ao desenvolvimento patológico, fazendo valer de todos os recursos disponíveis para enxergar além do diagnóstico, e sim o todo sadio e utilizável da sua personalidade.
Uso da ocupação como recurso terapêutico
Encontrou na ocupação terapêutica e através das atividades expressivas um meio de acessar o interior dos doentes mentais; isso constituía um meio de pesquisa e compreensão do processo psicótico e como já citado, um meio de tratamento das enfermidades mentais
(DIAS, 2003)
Uso da ocupação como recurso terapêutico
Kielhofner citava o homem como possuidor de uma ;
é tida como um potencial para interromper ou até mesmo romper as
;
Acredita-se que a ocupação poderia ser utilizada de forma para reorganizar o comportamento cotidiano
natureza ocupacional
Doença
ocupações
terapêutica
Hospitalização e recursos terapêuticos:
Hospitalização e recursos terapêuticos:
É através do uso da atividade como recurso terapêutico na terapia ocupacional que conhecemos as histórias dos sujeitos, é o encontro inicial que estabelece o resgate bibliográfico no campo das atividades, onde habilidades, interesses e potencialidades são descobertas e delimitam os caminhos possíveis na produção humana através da atividade. Alguém se reconhece e é reconhecido pelos outros através de seus fazeres
Hospitalização e recursos terapêuticos:
Histórias do sujeito
Reconhecer e ser reconhecido
Cada sujeito é único, a aplicabilidade da atividade deverá ser única para cada um. Não existem receitas ou bulas a serem seguidas na indicação de uma atividade. É necessário a construção de uma trajetória singular, um projeto de vida unificado, o qual seja capaz de possibilitar a conexão e interação do sujeito com o local em que vive e relaciona-se, desta forma a atividade vai além das paredes do setor de terapia ocupacional, mas integra o cotidiano familiar do sujeito, seus papeis e ambiências.
Hospitalização e recursos terapêuticos:
M.L; 54 anos, separada, reside em Jaguarão, mãe de três filhos (filha: Jaguarão, Caxias, Florianópolis), avó, aposentada. Em 2014 deu inicio ao tratamento em Florianópolis, chega no HE-UFPel em outubro de 2015 para dar continuidade ao tratamento.

- Impacto em relação a assistência/ contexto;
- Tempo prolongado fora de casa;
- Datas importantes longe dos filhos.

Z. 59 anos, casada, mãe de três filhos, reside em Santa Vitoria. Primeiros sintomas em fevereiro de 2015 quando internou por apresentar petequias pelo corpo, foi realizado biopsia de medula óssea a qual evidenciou um aplasia; em Maio do mesmo ano, iniciou com quadros de fraqueza de MMII, petequias pelo corpo, sangramento nas fezes, dispneia aos esforços. Procurou o PSMP com dificuldade para deambular, astenia, ao ser encaminhada para HE-UFPel foi diagnosticada com Doença de Won Willebrand.

- Dificuldade de compreender a doença;
- Conflito familiar em relação as possibilidades de prognostico;
- Mudança de cidade;
A.L; 49 anos, separada, mãe de uma filha de 18 anos, residem em Pelotas, aposentada/trabalha como vendedora de produtos de beleza.
Diagnosticada com Linfoma Não Hodgkin difuso de Células B em Julho de 2015 após apresentar por três meses fraqueza, episódios de dor de garganta e engasgos com alimentos sólidos, progredindo para pastosos. Iniciou administração de corticoide apresentando melhora dos sintomas. No último mês que antecedeu sua internação as queixas de cansaço aumentaram apresentando dispneia aos esforços.


Após procedimento de urgência foi necessário realizar traqueostomia (lesão tumoral);

- Alteração da Imagem corporal;
- Dificuldade para comunicar-se;

E.:


Anjo meio filho, amigo, pai que tanto se preocupa comigo, muitas vezes com o coração dividido, mas não desiste de lutar por sua mãe, sempre tentando adivinhar meus desejos que me darão alegria, carinhoso, alegre, lindo, responsável, humilde, sempre tentando compreender a todos ao seu lado, com sorriso nos lábios passando a esperança de dias melhores.
Filho amado, você sabe que nada nos separa, nem aqui e nem quando Deus me chamar.
Tenho muito para te dizer, mas por agora só posso te dizer muito obrigada por tudo.
Beijos, Feliz Natal e Novo Ano cheio de amor, saúde e bênçãos de Deus.

Com muita luz de sua mãezinha.

Amiga, filha, confidente e agora um pouco minha mãe.
Você é a única flor que veio através de muita determinação e coragem, vencendo os obstáculos que a vida colocou em nossa caminhada desde muito cedo, mas sempre juntamos nossas forças e com fé em Deus estamos vencendo.
Obrigada amor, por você ser minha filha.
Feliz Natal e 2016 cheio de alegria, força e todas as benções de Deus.

Sua velha mãe
J.:
Filho você foi e será sempre o 1° amor e benção que Deus me deu nessa vida.
E você sabes que teu lugarzinho no coração dessa sua mami esta sempre repleto de amor, carinho e admiração, por esse filho que é exemplo de admiração e respeito de todos que o conhecem.
Só isso que posso te dizer, o quanto te amo.

Feliz Natal e Novo ano cheio de saúde e muito iluminado a todos os meus amores que ai estão.
P.:
Hoje essas folhas vão soar como um diário. Um diário de troca. Vou falar do dia, da vida, de musica e poesia. Espero poder ter a sua resposta, as suas percepções.
O dia hoje está cinza, chuvoso e frio. Acho que é um bom dia para falar sobre os encantos da vida.
Vou lhe apresentar uma musica que soa como poesia, e é tão encantador quanto Liro. Assim que possível espero poder ouvir ela com você. É o som de uma banda chamada O Teatro Mágico. Qual é a coisa mais mágica em sua vida??
O teatro mágico é o teatro do nosso interior a história que contamos todos os dias e ainda não nos demos conta. As escolhas que fazemos em busca dos melhores atos; Dos melhores sabores, das melhores melodias e dos melhores personagens que nos compõem. As peças que encenamos e aquelas que nos encerram. Nosso roteiro imaginário é a maneira improvisada de viver a vida, de sobreviver o dia, de ressaltar os tombos e relançar as ideias.
Acredita em anjos? Essa musica/ poesia chama-se O Anjo mais velho.
Metade de mim
Agora é assim
De um lado a poesia, o verbo, a saudade
Do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim
E o fim é belo incerto... depende de como você vê
O novo, o credo, a fé que você deposita em você e só
O dia mente a cor da noite
E o diamante a cor dos olhos
Os olhos mentem dia e noite a dor da gente

Quais seriam as suas dores? O que os teus olhos tem visto?
Se você pudesse se dividir ao meio, como seriam suas metades?
Aguardo sua resposta com carinho
A.C; 39 anos, reside em Canguçu, casado, pai de duas filhas, agricultor, trabalha com plantação de fumo. Interna para investigação do caso com queixa de cansaço aos esforços, perda ponderal de peso e febre noturna. Passo longo período internado devido dificuldade para fechar o diagnostico (Timoma – Linfoma Não – Hodgkin).
- Inversão dos papeis ocupacionais;
- Ressignificação de planejamentos;
- Ruptura do desempenho de papel de pai.
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